terça-feira, 30 de junho de 2009

Casa Hoffmann


Administrada pela Fundação Cultural de Curitiba, a Casa Hoffmann é a sede do Centro de Estudos do Movimento, que se destina ao estudo e à exploração de novas estéticas do movimento, sendo um local de referência para artistas e outros profissionais com atuação nas áreas de dança, teatro, artes plásticas e educação.

Construída em 1890, a Casa Hoffmann serviu de residência e comércio para a família de imigrantes austríacos do ramo da tecelagem. Com arquitetura eclética, a Casa funcionou até 1974 como o comércio de tecidos e armarinhos.

Depois, o imóvel foi alugado para o Colégio Dezenove de Dezembro, que funcionou ali até 1996. Antes disso, em 1993, a Casa Hoffmann foi desapropriada pela Prefeitura de Curitiba para a sua preservação como unidade histórica.

Logo após a saída do Colégio, o imóvel sofreu um incêndio que poupou apenas a fachada e as paredes externas. A Prefeitura recuperou a edificação. Os trabalhos de restauro encerraram em 2002 e a Casa foi reinaugurada em março de 2003.

Fonte: www.descubracuritiba.com.br

Essa foto foi feita num domingo pela manhã, quando acontece a Feira do Largo da Ordem, que há muito tempo excedeu o Largo e ocupa uma área muito maior. Mas essa, é uma outra história!

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Dalton Trevisan - O Vampiro de Curitiba


“Cinqüenta metros quadrados de verde por pessoa de que te servem se uma em duas vale por três chatos?”

Nascido em 14 de junho de 1925, o curitibano Dalton Jérson Trevisan sempre foi enigmático. Antes de chegar ao grande público, quando ainda era estudante de Direito, costumava lançar seus contos em modestíssimos folhetos. Em 1945 estreou-se com um livro de qualidade incomum, Sonata ao Luar, e, no ano seguinte, publicou Sete Anos de Pastor. Dalton renega os dois. Declara não possuir um exemplar sequer dos livros e "felizmente já esqueci aquela barbaridade".

Entre 1946 e 1948, editou a revista Joaquim, "uma homenagem a todos os Joaquins do Brasil". A publicação tornou-se porta-voz de uma geração de escritores, críticos e poetas nacionais. Reunia ensaios assinados por Antonio Cândido, Mario de Andrade e Otto Maria Carpeaux e poemas até então inéditos, como O caso do vestido, de Carlos Drummond de Andrade. Além disso, trazia traduções originais de Joyce, Proust, Kafka, Sartre e Gide e era ilustrada por artistas como Poty, Di Cavalcanti e Heitor dos Prazeres.

Já nessa época, Trevisan era avesso a fotografias e jamais dava entrevistas. Em 1959, lançou o livro Novelas Nada Exemplares - que reunia uma produção de duas décadas e recebeu o Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro - e conquistou o grande público. Acresce informar que o escritor, arisco, águia, esquivo, não foi buscar o prêmio, enviando representante. Escreveu, entre outros, Cemitério de elefantes, também ganhador do Jabuti e do Prêmio Fernando Chinaglia, da União Brasileira dos Escritores, Noites de Amor em Granada e Morte na praça, que recebeu o Prêmio Luís Cláudio de Sousa, do Pen Club do Brasil. Guerra conjugal, um de seus livros, foi transformado em filme em 1975. Suas obras foram traduzidas para diversos idiomas: espanhol, inglês, alemão, italiano, polonês e sueco.

Dedicando-se exclusivamente ao conto (só teve um romance publicado: "A Polaquinha"), Dalton Trevisan acabou se tornando o maior mestre brasileiro no gênero. Em 1996, recebeu o Prêmio Ministério da Cultura de Literatura pelo conjunto de sua obra. Mas Trevisan continua recusando a fama. Cria uma atmosfera de suspense em torno de seu nome que o transforma num enigmático personagem. Não cede o número do telefone, assina apenas "D. Trevis" e não recebe visitas — nem mesmo de artistas consagrados. Enclausura-se em casa de tal forma que mereceu o apelido de O Vampiro de Curitiba, título de um de seus livros.

"O "Nélsinho" dos contos originalíssimos e antológicos, é considerado desde há muito "o maior contista moderno do Brasil por três quartos da melhor crítica atuante". Incorrigível arredio, há bem mais de 35 anos, com com um prestígio incomum nas maiores capitais do País. Trabalhador incansável, fidelíssimo ao conto, elabora até a exaustão e a economia mais absoluta, formiguinha, chuvinha renitente e criadeira, a ponto de chegar ao tamanho do haicai, Dalton Trevisan insiste ontem, hoje, em Curitiba e trabalhando sobre as gentes curitibanas ("curitibocas", vergasta-as com chibata impiedosa) e prossegue, com independência solene e temperamento singular, na construção e dissecação da supra-realidade de luas, crianças, amantes, velhos, cachorros e vampiros. E polaquinhas, deveras."

Em 2003, divide com Bernardo Carvalho o maior prêmio literário do país — o 1º Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira — com o livro "Pico na Veia".

Fonte: www.releituras.com/daltontrevisan_bio.asp

domingo, 28 de junho de 2009

Biblioteca Pública do Paraná



A Biblioteca Pública do Paraná é uma instituição cultural situada em Curitiba e mantida pelo governo do Paraná, que tem em seu acervo mais de 470 mil livros, inclusive em braille, além de jornais, revistas, mapas, partituras musicais, manuscritos, discos de vinil, compact discs (CD), vídeos, fitas cassetes, diafilmes e slides, entre outras mídias.

Foi fundada em 7 de março de 1857 por José Antônio Vaz de Carvalhais, vice-presidente da província do Paraná.

A sede atual tem área de 8,5 mil m² e foi inaugurada pelo governador Bento Munhoz da Rocha Netto em 19 de dezembro de 1954, durante as comemorações do "Centenário da Emancipação Política do Paraná".

Atualmente, a biblioteca recebe uma média de três mil usuários por dia.

Além do acervo, a instituição oferece espaço para exposições, lançamentos de livros, seminários, palestras, oficinas de literatura, artes plásticas e artesanato, projeções de filmes e vídeos, leituras de poesias, apresentações musicais e outros eventos culturais de Curitiba.

Funciona no local uma representação regional do Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional, onde podem ser registradas obras inéditas e publicadas.
Fonte: Wikipédia

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Teatro Guaíra



O Teatro Guaíra é um dos maiores e um dos mais importantes da América Latina. Possui três auditórios: o Bento Munhoz da Rocha, com capacidade para 2173 lugares, auditório Salvador de Ferrante (Guairinha), com 504, e o auditório Glauco Flores de Sá Brito, com 113 lugares.

A história do Teatro Guaíra começa no século 19. Em 1884 foi inaugurado o Theatro São Theodoro, na Rua Nova, atual rua Dr. Muricy. Era o primeiro teatro oficial do Paraná. Durante a Revolução Federalista, de 1893 a 1895, as atividades do teatro foram suspensas e suas instalações utilizadas como prisão. Em 1900, o teatro foi re-inaugurado com o nome de Teatro Guayrá, mas foi demolido em 1935. A construção do prédio atual do Teatro Guaíra, na Praça Santos Andrade, foi iniciada em 1952 e concluída em 1974.

O Centro Cultural Teatro Guaíra abriga ainda o Balé Teatro Guaíra, criado em 1969, o Guaíra 2 Cia de Dança, a Orquestra Sinfônica do Paraná, Escola de Danças Clássicas, o Núcleo de Teatro Amador, Teatros de Bonecos e uma biblioteca.

A entrada principal pela praça Santos Andrade, possui um painel frontal em alto relevo, de autoria do curitibano Poty Lazzarotto.

O projeto arquitetônico do atual Teatro Guaíra é do engenheiro Rubens Meister. Um dos precursores da arquitetura moderna no Paraná, professor da Universidade Federal do Paraná, e um dos responsáveis pela implantação do curso de Arquitetura na UFPR, em 1962. Rubens Meister é, também, autor de prédios importantes, como o Panteão dos Heróis da Lapa (1943), o Auditório da Reitoria UFPR (1956), o Edifício Barão do Rio Branco (1958), a Prefeitura Municipal de Curitiba (1969), a Estação Rodoferroviária de Curitiba (1976), o Centro de Atividades do SESC da Esquina (1985) e a restauração do Palácio Avenida (1990).

Fonte: www.curitiba-parana.net/guaira.htm

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Praça João Cândido, o Belvedere e as Ruínas de São Francisco




A Praça João Cândido já foi Praça do Observatório e Praça Emílio de Meneses.

Abriga o Belvedere, mirante art-nouveau construído em 1915, quando era prefeito de Curitiba Cândido Ferreira de Abreu. Em 1922, foi sede da primeira emissora de rádio do Paraná, a PRB-2. Em 1931 foi observatório astronômico e meteorológico. Desde 1962 é sede da União Cívica Feminina.

A praça abriga também, as ruínas da jamais construída Igreja de São Francisco de Paula, do início do século XIX. O espaço foi revitalizado em 1995 pela prefeitura de Curitiba.
Fonte: Prefeitura Municipal de Curitiba

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Edifício Moreira Garcez


Na década de 20, Curitiba apresentava aproximadamente 79 mil habitantes. A tradicional Rua XV de Novembro já era o principal ponto comercial da cidade, com vários pedestres cruzando seu largo, bondes elétricos e os primeiros Fords 29 surgiam em sua alameda.

Nesta mesma época, no final da década, em 1927, surge o primeiro “arranha-céu” do Paraná, e o terceiro do país, o Edifício Moreira Garcez.Localizado na Rua XV de Novembro, esquina com Voluntários da Pátria, o prédio causou “frisson” dos cidadãos da época, que visitavam diariamente a obra que simbolizava o crescimento e o desenvolvimento da cidade.

O prédio foi idealizado pelo engenheiro João Moreira Garcez, ex-prefeito de Curitiba, que contratou os serviços da Companhia Construtora Nacional S/A, do Rio de Janeiro, para a execução da planta. Em seu estaqueamento foram usados troncos de eucalipto embebidos em óleo cru, na estrutura cimento e ferro, material importado da Alemanha, através de um engenhoso sistema de vigas.

De início, o prédio previa ser feito com cinco andares, mas em 1928, o famoso engenheiro conseguiu perante a prefeitura uma autorização para a construção de mais um andar. Com a intenção de ser um hotel de luxo na cidade, o Garcez se tornou um grande prédio empresarial, abrigando salas comerciais. Na década de 30, foi sede do Consulado da Alemanha, do Cassino Estância das Mercês, do Palácio das Diversões Skating Golf Girls e dos bailes do Bloco Please. Outro grande marco do prédio foi por abrigar durante anos a sede da Federação Paranaense de Futebol. O edifício também ficou conhecido por ser administrado pelo grupo Hermes Macedo e ser sede do Shopping Center Garcez.Em 2003, a Prefeitura Municipal de Curitiba concedeu à Facinter (Faculdade Internacional de Curitiba).

Fonte: //www.grupouninter.com.br/saladeimprensa/releases/nostalgia


Morei por 12 anos na Praça Osório, mais especificamente no Edifício Asa, que fica há 100 metros do Moreira Garcez. Da minha janela ví esse edifício pegar fogo (em imagens assustadoras de grandes nuvens de fumaça negra vindo em direção à praça) e ví também a sua recuperação graças ao Grupo Hermes Macedo, ao transformá-lo numa loja de departamentos muito elegante para a época. A segunda foto foi tirada da janela do nono andar do apartamento dos meus pais, que ainda moram no mesmo lugar.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Arquitetura de fachada - Museu David Carneiro



Dos historiadores paranaenses já desaparecidos e entre os em exercício, o professor David Antonio da Silva Carneiro (1904 – 1990) destaca-se como um dos que mais trabalhos escreveu e publicou no esforço de resgatar, preservar e divulgar a nossa memória.

Nascido em Curitiba a 29 de março de 1904. Em 1929, o historiador começa a produzir a sua enorme biografia. É ainda nessa época que começa a tomar forma outra grande obra do autor, o “Museu Coronel David Carneiro”, de início um repositório de peças vinculadas ao Cerco da Lapa (1894) e hoje reunindo um dos mais preciosos acervos de objetos que contam a História do Paraná.

E é justamente com “O Cerco da Lapa e seus Heróis”, trabalho publicado em 1934, que David Carneiro começa a se impor no cenário local, destacando-se como um pesquisador de grande fôlego e profundamente vinculado às coisas de sua terra.
Texto de Wilson Bóia, incluído no livro “Gente Nossa, Coisas Nossas”, que fala sobre diversas personalidades paranaenses. Bóia, já falecido, foi o biógrafo do historiador David Carneiro

O Primeiro museu
O Museu Coronel David Carneiro foi criado em Curitiba no ano de 1928, mas sua sede definitiva - um prédio com mais de 3 mil metros quadrados, projetado por David Antonio da Silva Carneiro Júnior – foi inaugurado em 1952, junto à casa de seu proprietário, com entrada pela Rua Comendador Araújo. O professor David Carneiro reuniu, durante a vida, coleção representativa da História do Paraná e do Brasil.

O seu museu foi considerado a maior coleção particular de antigüidades do Estado, e uma das maiores do País - possuía um acervo de mais de 5 mil itens, em que se destacavam uniformes e armas militares usados na Revolução Federalista e na Guerra do Paraguai, documentos e objetos históricos, como os mais de cem quadros de personalidades da vida pública paranaense, raridades que o próprio professor David tinha o hábito de mostrar aos visitantes, a quem recebia como amigos.

O Museu Coronel David Carneiro foi fechado definitivamente em 1994. Em dezembro de 2004 foi desapropriado pelo Governo do Estado do Paraná e suas peças incorporadas ao acervo do Museu Paranaense.
por Valéria Marques Teixeira, historiadora

Todo o acervo foi adquirido pelo Estado do Paraná e incorporado ao Museu Paranaense.
Fonte: http://www.pr.gov.br/mon/exposicoes/davidcarneiro.htm

Assim como no caso da Sociedade União Juventus, não encontrei explicações na web para o que ocorreu com o prédio que foi casa e museu David Carneiro. No local, um hotel internacional construiu um grande complexo de prédios e do museu/casa sobrou apenas a fachada.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Arquitetura de fachada - União Juventus



Uma coisa que particularmente me desagrada é a desfiguração da paisagem urbana e histórica de uma cidade, para dar espaço à prédios "modernos" e mais funcionais.

Curitiba tem relativo cuidado com seus prédios históricos, sendo comum vermos exemplos de restauração, principalmente no centro da cidade (o restauro do Paço da Liberdade é um desses exemplos).

Apesar disso, exemplos dessa desfiguração podem ser vistos na cidade (mostrarei dois exemplos nesse e no próximo post).

A Sociedade União Juventus, clube com mais de 110 anos de idade fundado por imigrantes Poloneses e com grande tradição esportiva e folclórica, por anos teve sua sede social no centro de Curitiba (na Alameda Dr. Carlos de Carvalho).

Não sei a razão do clube ter se desfeito desse prédio (talvez o mesmo motivo pelo qual promoveu a permuta da sede esportiva no Batel por sua nova sede no Mossunguê e suas dívidas), mas o fato é que em seu lugar, um prédio comercial foi construído, sendo preservada da antiga sede apenas a fachada (bidimensionalmente falando), nada mais.

Se um dia, o clube desaparecer, perderemos parte da memória da imigração polonesa em Curitiba e nem o prédio que abrigou o clube por tanto tempo terá sobrado para contar essa história.

domingo, 21 de junho de 2009

Praça do Homem Nú




A Praça 19 de Dezembro, também conhecida como Praça do Homem Nu é um logradouro localizado no centro da cidade de Curitiba.

A praça foi inaugurada na esteira do programa de obras públicas comemorativas do centenário da emancipação política do estado do Paraná, ocorrida em 19 de dezembro de 1853.

A praça conta com um obelisco de pedra, contendo dizeres comemorativos ao centenário da emancipação acima referida e uma grande estátua em granito de um homem nu (daí o apelido popular do logradouro ser Praça do Homem Nu), de autoria dos escultores radicados no Brasil Erbo Stenzel e Umberto Cozzo. Pretendiam os escultores retratar o homem paranaense olhando em direção ao futuro.

Verificações feitas com uma bússola demonstram que a estátua do Homem Nu olha em direção ao noroeste do Paraná.

A praça é ornamentada também com um tanque de água de formas sinuosas e com um mural de pedra em duas faces. Uma delas contém um painel em granito em alto relevo de Erbo Stenzel e a outra um painel de azulejos azuis e brancos da autoria de Poty Lazzarotto, ambos retratando episódios importantes da história do Paraná.

Mais recentemente, a praça recebeu nova estátua, desta vez de uma mulher nua, de autoria de Umberto Cozzo (antes destinada a guarnecer o Tribunal de Justiça do Estado do Paraná).

Em razão desta última estátua não fazer parte do conjunto arquitetônico original da praça e não guardar proporções anatômicas com a primeira estátua (do homem nu), tem surgido discussões em certos segmentos artísticos e culturais de Curitiba, no sentido de preservar a conformação original da praça e de seus monumentos, devolvendo esta segunda estátua para sua destinação original.

Fonte: www.wikipedia.org

sábado, 20 de junho de 2009

Os imigrantes - Sírios Libaneses


Os sírios e libaneses, no início do século XX, estabeleceram-se no comércio de roupas, sapatos, tecidos e armarinhos. Em função das características de suas lojas, ocuparam a área central da cidade. Os primeiros imigrantes vendiam as novidades às colônias mais distantes viajando em lombo de burro e batendo de porta em porta.

O maior fluxo da imigração árabe em Curitiba ocorreu após a Segunda Guerra Mundial, quando chegaram a constituir cerca de 10% da população. A gastronomia foi outro ponto no qual a influência dos libaneses foi muito grante. Os temperos e condimentos foram incorporados a culinária paranaense além dos kibes e sfihas que bastante apreciados.

Memorial árabe
Localizado na Praça Gibran Khalil Gibran, em frente ao Passeio Público de Curitiba, o Memorial Árabe abriga uma biblioteca pública, com significativo acervo universal e específico da cultura árabe, e conexão com internet.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Paulo Leminski e a pedreira


esta vida é uma viagem
pena eu estar
só de passagem
Paulo Leminski

Paulo Leminski nasceu aos 24 de agosto de 1944, na cidade de Curitiba.
Em 1964, já em São Paulo, publica poemas na revista "Invenção", porta voz da poesia concreta paulista. Casa-se, em 1968, com a poetisa Alice Ruiz.

De 1970 a 1989, em Curitiba, trabalha como redator de publicidade. Compositor, tem suas canções gravadas por Caetano Veloso e pelo conjunto "A Cor do Som".
Publica, em 1975, o romance experimental "Catatau". Traduziu, nesse período, obras de James Joyce, John Lennon, Samuel Becktett, Alfred Jarry, entre outros, colaborando, também, com o suplemento "Folhetim" do jornal "Folha de São Paulo" e com a revista "Veja".
No dia 07 de junho de 1989 o poeta falece em sua cidade natal.
Paulo Leminski foi um estudioso da língua e cultura japonesas e publicou em 1983 uma biografia de Bashô. Sua obra tem exercido marcante influência em todos os movimentos poéticos dos últimos 20 anos. Seu livro "Metamorfose" foi o ganhador do Prêmio Jabuti de Poesia, em 1995. Em 2001, um de seus poemas ("Sintonia para pressa e presságio") foi selecionado por Ítalo Moriconi e incluído no livro "Os Cem Melhores Poemas Brasileiros do Século", Editora Objetiva — Rio de Janeiro.
http://www.releituras.com/pleminski_poesias.asp


A Pedreira Paulo Leminski


Recebeu o nome em homenagem a Paulo Leminski, poeta e escritor curitibano, e ao fato do local antigamente ter servido como Pedreira Municipal e usina de asfalto. Ainda hoje o local é cercado por um paredão de rocha de 30 metros.

Localizada no bairro do Abranches, o local possui cerca de 103,5 mil m², e seu palco possui cerca de 480 m². Implantada em 1990, a Pedreira tem capacidade para receber cerca de 25 mil pessoas.

Durante o aniversário de 300 anos da cidade de Curitiba, o local foi palco do tenor José Carreras, acompanhado pela Orquestra Sinfônica Brasileira. Paul McCartney deu as caras por lá em um show histórico em 1993. A Pedreira também já recebeu David Bowie, Björk, Milton Nascimento, Roberto Carlos, Iron Maiden, The Killers, Ramones, Sepultura, Paralamas do Sucesso, INXS, Skank, Bestie Boys, Pixies, Titãs, ACDC. Uma infinidade de artistas dos mais diferentes gêneros.

A Pedreira está praticamente fechada para shows desde agosto de 2008 (na verdade um juiz define o que pode ou o que não pode rolar no local) por conta de uma ação acatada pelo ministério público, motivada pelo abaixo assinado de 134 moradores da região da Pedreira (Curitiba tem 1.828.092 habitantes e a região metropolitana passa de 3,2 milhões).

Existe um movimento muito importante sendo conduzido para que a Pedreira seja devolvida à Curitiba, pela sua importância para o cenário artístico local.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Os imigrantes - Alemães


Em 1828, o veleiro alemão Charlote Louise trouxe os primeiros imigrantes alemães ao Brasil. Eles fundaram a colônia de Rio Negro no Paraná.

Em Curitiba, os imigrantes alemães começaram a chegar em maior número, a partir de 1833, e influenciaram fortemente a cultura e a economia local. Muitos casarões, alguns ainda existentes no bairro de São Francisco, foram construídos por alemães. Para preservar a cultura germânica, os imigrantes organizaram-se em sociedades teuto-brasileiras, como o Clube Concórdia, Clube Rio Branco, Duque de Caxias, Clube Thalia e o Graciosa Country Club.

Entretanto, a maioria dos imigrantes alemães chegou ao Brasil após a Primeira Guerra Mundial, nos anos 1920.

O Bosque do Alemão é um Memorial em homenagem aos imigrantes alemães que vieram à Curitiba. Foi inaugurado em 1996 e possui 38.000 m² repletos de atrações. Reverenciando a cultura alemã, a réplica de uma antiga Igreja Presbiteriana foi utilizada para instalar o Oratório Bach.

Outra atração do Bosque é a torre dos Filósofos e seu mirante de 20 metros, que proporciona uma vista panorâmica de Curitiba. Descendo a Torre, está a Trilha de João e Maria, que corta um bosque de mata nativa e, durante seu caminho, o conto dos irmãos Grimm é reproduzido. Os versos da história são pintados em azulejos ao longo do percurso. A Casa da Bruxa também está no Bosque, chamada de Casa Encantada, possui uma biblioteca de contos infantis.

No Bosque do Alemão encontra-se também a Praça da Cultura Germânica, onde há um palco ao ar livre, destinado a apresentação artísticas. O portal é uma reconstrução da frente da Casa Mila, construída no começo do século XX e um dos principias exemplos da arquitetura da imigração alemã. Somente a sacada de ferro é original.
Fonte: www.curitiba-parana.net

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Descendo a serra de trem - Parte 7



Poucos destinos no Brasil têm o valor histórico dos passeios pelos trilhos da Serra Verde Express. Hoje, é um destino turístico efetivado: no Paraná, apenas Foz do Iguaçu supera o número de 150 mil visitantes anualmente. Cerca de 20% desses passageiros são turistas estrangeiros, que levam do Estado a lembrança de ter visitado uma das mais ousadas obras da engenharia mundial, que atravessa a maior área preservada de Mata Atlântica do país, e a única linha ferroviária de passageiros do Brasil considerada regular pela ANTT, uma vez que exige o cumprimento rigoroso dos dias e horários de circulação.

A Estação Marumbi
Nasceu em 1885 de uma simples parada chamada Taquaral no Km 60, de costas para a montanha, foi provisoriamente construída de madeira e substituída em 1913 por uma estação de 3ª classe também edificada com madeira, que tornou-se o ponto de apoio para os Marumbinistas que naquela época já se dedicavam a escalar a montanha.

Morretes
A paragem dos Três Morretes já era mencionada em um mapa de 1653 e começou a ser povoada ainda no final do século XVII, fixando-se num largo remanso do Rio Nhundiaquara.
Morretes era um importante entroncamento comercial que atingiu o auge da prosperidade econômica e política entre os anos de 1820 e 1880, quando toda a erva-mate extraída no planalto passava por engenhos de soque movidos pela força dos rios da região antes de serem exportados por Paranaguá. A decadência se iniciou com a chegada da estrada da Graciosa e tornou-se irreversível com a inauguração da ferrovia, quando tornou-se mais vantajoso beneficiar o mate em Curitiba.
Morretes ainda contou com um último surto de progresso durante a passagem dos imigrantes italianos que dominavam processos avançados de fermentação e destilação, originando a famosa cachaça artesanal Morreteana.
Hoje Morretes sobrevive basicamente do turismo gerado pelo seu prato típico, o Barreado.
Fonte: www.altamontanha.com

terça-feira, 16 de junho de 2009

Descendo a serra de trem - Parte 6




Em seus cento e dez quilômetros de extensão, a ferrovia guarda centenas de obras de arte da engenharia: são 14 túneis, 30 pontes e inúmeros viadutos de grande vão. Destacam-se a Ponte São João, com 55 metros de altura, e o Viaduto Carvalho, ligado ao Túnel do Rochedo, assentado sobre cinco pilares de alvenaria na encosta da rocha - a passagem por esse trecho provoca a sensação de uma viagem pelo ar, como se o trem estivesse flutuando. Foi a primeira obra com essas características a ser construída no mundo.

Conjunto Marumbi
Trata-se de um majestoso e desafiador conjunto com oito montanhas principais dominadas pelo Olimpo, com 1539 metros de altura que no decorrer dos séculos sempre aguçou o imaginário dos viajantes. Os índios o batizaram de Guarumby, a montanha azul e a superstição popular encarregou-se de cercá-lo com lendas e crendices.

O destino reservou ao Marumbi a honra de inaugurar a escalada esportiva no Brasil quando quatro paranaenses organizaram uma expedição com o único objetivo de vencer as dificuldades da escalada e desfrutar o prazer de ver o mundo lá de cima. No dia 21 de agosto de 1879, vindos pelo Caminho do Itupava, o farmacêutico Joaquim Olimpio de Miranda, Bento Manuel Leão, Antonio Silva e Joaquim Messias alcançaram o cume do que se acreditava ser a maior montanha do Paraná e repetiram a façanha nos anos seguintes até que isto veio a se tornar verdadeira mania regional.

Hoje o Marumbi é servido por uma bem marcada rede de trilhas que dá acesso a todas as montanhas do conjunto com variados graus de dificuldade, muitas vias de escalada técnica mapeadas e uma boa infraestrura na base composta por camping, bar, museu e um agrupamento de socorro.
Fonte: www.altamontanha.com

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Descendo a serra de trem - Parte 5



O esforço e ousadia de trabalhadores braçais, engenheiros e outros profissionais resultou numa das mais ousadas obras da engenharia mundial. Depois de cinco anos, a ferrovia foi inaugurada em 02 de fevereiro de 1885. Participaram da primeira viagem engenheiros, autoridades federais e locais, jornalistas e outros.

Usina Marumbi
Vista do alto da serra, parece um grande barracão no meio da floresta. O acesso é fácil pela estrada das Prainhas, a poucos metros da entrada do Caminho do Itupava.
Iniciada em 1954 pela ferrovia, com o objetivo de abastecer locomotivas elétricas no trecho Paranaguá - Ponta Grossa e após inúmeros entraves burocráticos e econômicos, foi terminada apenas em 1961, passando a fazer parte do sistema integrado da Copel e fornecendo energia para o porto e todo o litoral.
Fonte: http://itupava.altamontanha.com/usina.asp

Se dividirmos a foto acima em quatro, mais ou menos no meio do quadrante inferior direito, você verá a Usina, o que dá a dimensão da natureza que se pode observar da janela do trem.

domingo, 14 de junho de 2009

Descendo a serra de trem - Parte 4



Para a obra, foram recrutados mais de 9.000 homens, que ganhavam entre dois e três mil réis por jornada. A maioria deles vivia em Curitiba ou no litoral, e era composta de imigrantes que trabalhavam na lavoura. Mais da metade desses homens faleceu durante a construção da ferrovia, frente às condições precárias de segurança.

A cruz do Barão do Serro Azul
Foi preciso esperar 114 anos para que o país finalmente conseguisse reconhecer um homem que deu a vida para proteger Curitiba: em dezembro do ano passado, o fazendeiro e político Ildefonso Pereira Correia, o barão do Serro Azul, teve seu nome incluído no Livro de Aço dos Heróis Nacionais, do Panteão da Pátria Tancredo Neves, em Brasília.

A injustiça está marcada, até hoje, com uma cruz no quilômetro 65 da Serra do Mar, na estrada de ferro que liga Curitiba a Paranaguá. Foi nesse local que o barão do Serro Azul e mais cinco companheiros foram fuzilados pelo Exército de Marechal Floriano Peixoto na noite de 15 de maio de 1894, sem julgamento. Para entender o que aconteceu, é preciso voltar a 1893, quando os revoltosos do Rio Grande do Sul, conhecidos como maragatos, decidiram invadir o Paraná levantando a bandeira pela República e pela derrubada do presidente Marechal Floriano do poder.

Os maragatos chegaram em três frentes ao estado: por Tijucas do Sul, pela Lapa (onde a resistência deixou várias pessoas mortas) e por Paranaguá.

O então presidente do estado, Xavier da Silva, ao saber da proximidade dos maragatos, pediu licença do cargo sob a alegação de que tinha de tratar de problemas de saúde. Vicente Machado, o vice, assumiu e decidiu transferir a capital para Castro, sua cidade natal. Curitiba ficou à mercê dos revoltosos que já chegavam ao município, até mesmo de trem, para tratar dos feridos. Os boatos sobre a possibilidade de saques no comércio, inclusive a ameaça à integridade das famílias que decidiram ficar, fizeram com que o barão do Serro Azul tomasse a decisão de cuidar de Curitiba, por meio de uma junta governativa.

Serro Azul considerava desnecessário derramar mais sangue: para ele, o Cerco da Lapa já tinha deixado um saldo de mortes muito grande. Por isso, decidiu negociar com os maragatos: em troca da paz e da inexistência de saques no comércio, o barão emprestou, com o apoio de alguns comerciantes, dinheiro a Gumercindo Saraiva, chefe dos maragatos. A negociação, entretanto, foi vista como uma traição por parte dos florianistas. Serro Azul não era maragato nem pica-pau. Justamente essa posição neutra lhe tirou a vida.

Publicado no Jornal Gazeta do Povo, caderno Vida e Cidadania em 31/01/2009 Pollianna Milan
Artigo: Nobre que deu vida pela paz tem heroísmo reconhecido

sábado, 13 de junho de 2009

Descendo a serra de trem - Parte 3


O objetivo da construção da ferrovia Curitiba - Paranaguá era estreitar a relação entre as cidades do litoral paranaense e a capital do estado, com vistas ao desenvolvimento social do litoral. Além disso, era imprescindível ligar o Porto de Paranaguá aos estados do Sul do Brasil, para que se desse vazão à produção de grãos dos estados e, dessa forma, garantir apoio ao desenvolvimento econômico da região.

A represa do Ipiranga (na foto) foi construída no final da década de 1950 e passou em 1961 a abastecer a Usina de Marumbi, com o desvio de parte das águas do Rio Ipiranga através de dois condutos metálicos vencendo um desnível de 400 metros em apenas três quilômetros.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Descendo a serra de trem - Parte 2



A construção da ferrovia começou oficialmente em fevereiro de 1880. Considerada impraticável por inúmeros engenheiros europeus à época, a obra teve início em três frentes simultâneas: entre Paranaguá e Morretes (42 km), entre Morretes e Roça Nova (38 km) e entre Roça Nova e Curitiba (30 km).

A triste ruína acima é o que um dia foi a Casa do Ipiranga, que já serviu de hospedagem para o o Imperador Dom Pedro II, quando veio ao Paraná inaugurar oficialmente a estrada de ferro, em 02 de fevereiro de 1885. Serviu também ao presidente da província do Paraná Carlos de Carvalho e de onde também, o importante pintor paranaense Alfredo Andersen registrou em óleo várias das suas paisagens tendo como tema a serra do mar.

A Casa do Ipiranga em 1996 estava assim:


Pintura de Alfredo Andersen:

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Descendo a serra de trem - Parte 1



Vou iniciar uma série de posts sobre uma atração turística das mais importantes para Curitiba e que em qualquer tempo é imperdível: a viagem de trem de Curitiba à Paranaguá (no caso, até Morretes).

Todas as informações referentes à construção da estrada foram obtidas do site http://www.serraverdeexpress.com.br/, que é a empresa que opera regularmente nesse trecho.

As fotos foram feitas por mim (à exceção da foto da Casa do Ipiranga de 1996 e de uma tela de Alfredo Andersen), durante uma viagem de Litorina à Morretes. A Litorina é um trem de um único vagão, com serviço de bordo, ar-condicionado, um guia que fornece informações durante toda viagem e que faz paradas (ou reduz a velocidade) nos pontos de maior interesse.

A desvantagem em relação ao trem convencional é que as janelas não podem ser abertas (e normalmente no trem convencional, a bagunça é bem maior) e é claro, custa mais.

A recomendação para os principiantes é sair de Curitiba, aproveitar todo o trecho da serra (que é o melhor de tudo), descer em Morretes, visitar essa cidade muito bacana e apreciar um bom Barreado no almoço.

Outra alternativa para se descer a serra é a Estrada da Graciosa, mas essa, já é outra história.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

A Avenida e o seu Palácio


O Palácio Avenida é um dos mais importantes edifícios históricos de Curitiba. Está localizado no centro da cidade, na confluência da Avenida Luiz Xavier com a travessa Oliveira Bello.

A edificação, datada de 1929, foi erguida pelo imigrante e comerciante sírio-libanês Feres Merhy, com projeto arquitetônico original de Valentim Freitas, Bernardino Assumpção Oliveira e Bortolo Bergonse.

Ao longo de sua história, o imponente complexo de cerca de 18 mil metros quadrados abrigou cafés (como o folclórico Bar Guairacá) e o Cine Avenida, uma das primeiras salas de exibição de Curitiba.

No final da década de 1980 o Palácio Avenida atingiu seu ponto de maior degradação estrutural. Apenas sua fachada remanescia relativamente intacta. Foi recuperado e reaberto em 1991 pelo banco Bamerindus( hoje sede nacional do HSBC Bank Brasil).

O complexo é atualmente um misto de agência bancária e espaço cultural, contando com o Teatro Avenida, com capacidade para 250 espectadores.

Desde 1991, é tradicionalmente realizado nas janelas do Palácio Avenida um espetáculo natalino com coral de crianças e músicas típicas. Tal espetáculo se tornou bastante representativo das festividades de fim-de-ano em Curitiba e é conhecido em todo o Brasil, recebendo intenso afluxo de turistas.
Fonte: www. wikipedia.org

terça-feira, 9 de junho de 2009

Os imigrantes - Poloneses




O Paraná recebeu uma significativa leva de imigrantes poloneses. Os primeiros representantes dessa etnia chegaram ao Brasil em 1869, vindos da região da Silésia. Em 1871, o grupo já ampliado, chegou em Curitiba, instalando-se nos bairros do Pilarzinho, Santa Cândida, Orleans, Lamenha e Abranches.

Foi no período compreendido entre 1889 e 1914 que se deu a entrada majoritária dos imigrantes poloneses no País, cerca de 100 mil até o início da primeira guerra mundial.

Os imigrantes poloneses dedicaram-se principalmente à agricultura. Difundiram o uso do arado e de outras técnicas agrícolas.

O estado do Paraná é o estado com maiores influências da cultura polonesa no Brasil. Muitos descendentes falam o idioma polonês como língua materna. Curitiba é a segunda cidade fora da Polônia com o maior número de habitantes de origem polaca, superada apenas por Chicago, nos Estados Unidos. É a única cidade brasileira a possuir grafia em idioma polonês: Kurytyba. A música e a culinária polonesas são marcas profundas da região.

Inaugurado em 1980, logo após a visita do papa João Paulo II (1920-2005), a Curitiba. O Bosque do Papa, como é mais conhecido, envolve uma área de 48 mil m², onde existia uma antiga fábrica de velas.

O Memorial da Imigração Polonesa, está instalado nas clareiras do Bosque do Papa. Reconstitui-se o ambiente em que viveram os pioneiros imigrantes poloneses, que chegaram em Curitiba.

É um museu ao ar livre que traduz a luta, as crenças, as tradições e estilo de vida daqueles imigrantes. Sete casas construídas pelos poloneses, com troncos de pinheiro encaixados, foram transportadas do entorno de Curitiba para o Bosque. Calçadas de pedra, equipamentos e utensílios usados pelos poloneses, como uma carroça e uma pipa de azedar repolho, são expostos para visitação.
www.curitiba-parana.net

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Mercado Municipal de Curitiba


Continuando na linha das frutas, legumes e verduras, outro ponto de Curitiba que vale uma (ou muitas) visitas é o Mercado Municipal.

Além do óbvio (verduras e frutas frescas), no Municipal é possível encontrar nos empórios o que não se encontra em outros locais em Curitiba: especiarias importadas, produtos raros, vinhos finos, cafés de alta qualidade e qualquer coisa que seja necessária numa receita.

Outra atração recém inaugurada é o Mercado de Orgânicos de Curitiba, aproveitando a onda de alimentação baseada em produtos sem uso de agrotóxicos.
Convém chegar bem cedo, pois a confusão de pessoas e carros é muito grande!

domingo, 7 de junho de 2009

Dia de feira em Curitiba



Sábado é dia de feira no Alto da XV. Legal chegar bem cedo e pegar o que há de melhor (melhores verduras/legumes, frutas e local para estacionar).
Como sempre entro na feira pelo mesmo ponto (perto da Itupava), acabei criando a rotina de sempre comprar nas mesmas barracas. Verduras na barraca do Zé e da Bia e as frutas na barraca da família que já sabe o que costumo levar e conhece meu filho pelo nome. Além dessas duas barracas essenciais, existem as barracas para as necessidades eventuais: ovos, carnes, frutos do mar, temperos, produtos orientais, massas caseiras, pães, embutidos e muito mais.
A grande vantagem da feira (além do exercício da caminhada) está no fato dos produtos serem sempre muito frescos, o que garante maior qualidade e maior vida útil.

Indispensável também, o pastel! Não existe pastel melhor do que o da feira. Sempre frito na hora e com massa bem fina.

Como a barracas são sempre as mesmas, com o o tempo você acaba conhecendo as pessoas, o que proporciona uma sensação de que estamos em casa.