domingo, 31 de janeiro de 2010

Nas ondas do rádio


Quantas vezes terá sido o rádio condenado à extinção? A televisão o condenaria, a internet o condenaria, as novas mídias o condenaria. É certo que hoje já não ocupa uma posição de destaque na vida das pessoas e na decoração da sala, mas ainda é um veículo que existe e resiste ao tempo. Creio que sua principal audiência está entre os motoristas, como eu, que sintonizo a 91 Rock (a melhor rádio de Curitiba em minha modesta opinião) todas as manhãs e normalmente, todas as vezes que entro em meu carro.

Os belos modelos de rádio nessa foto, foram fotografados na feira de antiguidades do Batel Soho. São realmente objetos de decoração.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Arvores floridas


Nessa época do ano encontram-se várias dessas árvores em Curitiba (não dei o nome), repletas de flores. Essa especificamente é bastante alta e fica no final da Avenida Kennedy, quase esquina com a av. Marechal Floriano.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Reitoria da Universidade Federal do Paraná



Projeto do arquiteto Rubens Meister, completa o conjunto dos Edifícios Dom Pedro I e Dom Pedro II da Universidade Federal do Paraná. Os dois edifícios, paralelos entre sí, foram projetados por David Xavier Azambuja e são um marco da arquitetura dos anos 1950. Modernista, o Teatro da Reitoria, com 700 lugares, foi inaugurado em 1958. Atende aos estudantes e à comunidade externa.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Casas de Madeira de Curitiba 1



Gosto muito de encontrar em Curitiba em bairros dinâmicos, próximos do centro, repletos de modernos edifícios, como o Bairro Água Verde, redutos onde parece que a fúria urbanística ainda não descobriu. Essas duas casas em madeira, uma delas com os famosos lambrequins, encontram-se na rua Cândido Xavier, entre as avenidas Iguaçú e Getúlio Vargas.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Hospital de Clínicas da UFPR (HC)


A história do hospital de Clínicas começa muito antes do seu funcionamento, em 1961. Inicia em 19 de dezembro de 1912, quando foi fundada a Universidade do Paraná, junto a um modesto sobrado, localizado à Rua Comendador Araújo, 42. O aprendizado prático do curso de Medicina era feito na Santa Casa, no Hospital Nossa Senhora da Luz, e partir de 1930, em outros hospitais como o da Cruz Vermelha e o Hospital Oswaldo Cruz.

No primeiro governo de Moyses Lupion, surgiu no Paraná a ideia de se construir um grande hospital geral que pudesse ser utilizado pelos estudantes de Medicina.

Por ato do Poder Executivo, publicado no diário Oficial do Estado em 23 de agosto de 1948, foi desapropriada uma área de 2.687m2 pertencente ao Sr. Agostinho Ermelino de Leão, destinada à construção do prédio central do hospital.

Durante os anos seguintes, foi erguida a estrutura do edifício central que, ainda hoje, é a parte mais alta do Hospital de Clínicas. Mas a obra foi paralisada por alguns anos por falta de verbas. Ao mesmo tempo, o movimento pela federalização da Universidade do Paraná tornou-se irreversível e, em 4 de dezembro de 1950, foi criada a Universidade Federal do Paraná, de acordo com a lei nº 1254.

No governo de Bento Munhoz da Rocha Neto, foram iniciadas a articulações para a transferência do Hospital de Clínicas para a UFPR, com o importante apoio do reitor Flávio Suplicy de Lacerda.
Em 1953, o Hospital de Clínicas, ainda por terminar, foi incorporado ao patrimônio da UFPR pela lei estadual nº 1212.

Originalmente, o Hospital teria apenas o prédio central, construído numa área de 23.000m2, mas, após vários estudos e visitas nas obras, foi aprovada a construção simultânea de edifícios anexos e o do central com diversas alterações introduzidas ao projeto inicial, ampliando área a ser construída para 40.450m2.

Em 1959, o Hospital de Clínicas já estava praticamente concluído. Entretanto, somente no dia 26 de março de 1961 foi oficializada a inauguração das instalações do HC, com o descerramento da placa comemorativa pelo ministro da Educação e Cultura, Clóvis Salgado da Gama, representante do presidente da República Jucelino Kubitschek de Oliveira.

No dia 05 de agosto de 1961, o Presidente Jânio Quadros veio a Curitiba, fez uma visita minuciosa a todas às unidades e o Hospital de Clínicas foi oficialmente declarado em funcionamento. Neste período era Governador do Estado do Paraná Nei Braga e prefeito de Curitiba Iberê de Matos.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Igreja Presbiteriana da Comendador Araújo


Edificada em 1895 sobre terreno conprado em 1890 com grande esforço da comunidade presbiteriana, pela coincidência das obras com a revolução federalista de 1894. No vértice superior da fachada, uma Bíblia em mármore branco anuncia: "A palavra de Deus". O primeiro culto foi realizado em janeiro de 1896.

Fonte: Fundação Cultural de Curitiba

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Primeira Sede da Universidade Federal do Paraná


Primeiro endereço da Universidade do Paraná, que alugou o sobrado do ervateiro Manoel Miró e aqui ficou entre 1912-14. A sede própria na Praça Santos Andrade ficou pronta em 1914. Esta sede, então abrigou a Maternidade do Paraná, que atendia aos indigentes e ao ensino de Obstetrícia da universidade. Desde 1986 passou a abrigar o Shopping Omar.
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba

O prédio fica na região central de Curitiba, na rua Comendador Araújo.

domingo, 24 de janeiro de 2010

Casa Glaser


A Glaser Presentes é uma das empresas mais antigas e tradicionais no comércio de Curitiba. Foi aberta em 1887, sendo hoje administrada pela terceira geração da família Glaser. Localiza-se rua Comendador Araújo, no centro de Curitiba. Comercializam cristais estrangeiros e nacionais, inox, louças, e acessórios diversos para presentes.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Museu Guido Viaro


O Museu Guido Viaro funcionou entre 1975 e 1995 na antiga sede, rua São Francisco, 316. Na época era um órgão pertencente à Prefeitura municipal de Curitiba. O novo museu, inaugurado em 10 de novembro de 2009 fica situado na rua XV de Novembro 1348, bem no centro de Curitiba. É uma instituição particular registrada como "Associação Sem Fins Lucrativos".
O propósito do museu é a exposição e divulgação da obra do artista italiano radicado no Brasil. Além do acervo fixo o museu realiza exposições temporárias, projeções de filmes, palestras e cursos em áreas ligadas às artes. Mantendo sempre o foco na experimentação, pesquisa de linguagens e expansão dos horizontes humanos.

Guido Viaro nasceu em 1897 na pequena cidade italiana de Badia Polesine, e morreu em Curitiba em 1971. Chegou ao Brasil em 1927. Após uma curta temporada no Rio de Janeiro foi para São Paulo onde trabalhou como pintor de afrescos e ilustrador de jornais.

Em 1930 chegou a Curitiba onde permaneceu até sua morte. Guido foi pintor, desenhista, escultor, gravador e educador.

Foi um dos pioneiros no ensino de artes para crianças no Brasil, tendo desenvolvido já em 1937 no Colégio Belmiro César em Curitiba as primeiras experiências nesse sentido. Em 1953 criou o Centro Juvenil de Artes Plásticas, espaço de artes dedicado às crianças que funciona até hoje.
Em 1948 Guido foi um dos professores-fundadores da Escola de Música e Belas Artes do Paraná, instituição que por décadas vem educando e formando gerações de artistas. A obra de Viaro teve várias fases e valeu-se de muitas técnicas.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Estádio Joaquim Américo - Atlético


O Estádio do Clube Atlético Paranaense é o mais antigo estádio do Paraná, inaugurado em 6 de setembro de 1914, quando se inaugurou as arquibancadas cobertas, que eram em madeira. O primeiro jogo internacional ali realizado foi em 1935 (Atlanta da Argentina contra Seleção do Paraná), sendo que, a arquibancada de concreto foi inaugurada em 1939. Em 1994 o estádio foi totalmente reconstruído e ampliado, aumentando sua capacidade para 20.000 torcedores, sendo que na ocasião jogaram os mesmos clubes que protagonizaram sua inauguração: o Clube de Regatas Flamengo e International Sport Club (que junto com o América Sport Club, fundiu-se e deu origem ao Clube Atlético Paranaense em 1924). Em 1997 o estádio foi demolido e reconstruído, sendo reinaugurado em junho de 1999 com o nome de Arena da Baixada, com capacidade para 32.000 espectadores, sendo um dos estádios mais modernos do Brasil.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Reservatório do Alto São Francisco



O reservatório de água Alto São Francisco foi inaugurado em 24 de agosto de 1908 e é o primeiro de água tratada do Paraná. Ele está localizado na região central de Curitiba, mais especificamente no bairro do São Francisco, atende mais de 200 mil habitantes, distribuídos em 16 bairros.

A construção do Reservatório do Alto São Francisco resultou de um contrato assinado em 13 de abril de 1904 entre o estado do Paraná e a Companhia de Melhoramentos de São Paulo. As edificações protegidas pelo tombamento compreendem a casa de manobras e o chafariz, concluídos dois anos após a assinatura do contrato.

O chafariz obedece a um tipo de composição tradicional. Na base, oitava, destacam-se quatro bacias semicirculares, de pedra, para o recolhimento da água. Sobre esse octógono ergue-se um pedestal cônico, curvilíneo, sobre o qual assenta-se uma grande bacia circular de alvenaria ornada com baixos-relevos sob a forma de pétalas. Complementa o chafariz uma pequena torre oitavada adornada com golfinhos em alto-relevo.

O tombamento, além dessas edificações, abrange também os jardins, cercados por gradis de ferro e pilastras de alvenaria, com desenho de nítida inspiração art noveau.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Corrida Maluca em Curitiba?



Quem é das antigas deve lembrar-se de um desenho animado chamado "A Corrida Maluca", com o Dick Vigarista, a Penélope Charmosa e outros personagens que participavam de uma corrida com os carros mais estranhos do mundo. Pois eu acho que um deles fugiu do desenho e está circulando por Curitiba, como podemos ver na foto!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Estádio Couto Pereira (ou estádio do Coxa)


O Estádio Major Antônio Couto Pereira (já teve nome de Belfort Duarte), mais conhecido simplesmente por Couto Pereira, é o maior estádio de futebol do estado do Paraná e o 6º maior estádio particular do Brasil (atrás apenas do Morumbi, do Arruda, do Beira-Rio, do Olímpico e do Barradão). Pertence ao Coritiba Foot Ball Club e está localizado no bairro Alto da Glória em Curitiba.

Fundado em 15 de novembro de 1932, no jogo inaugural o Coritiba venceu o América-RJ por 4 a 2. Atualmente o estádio conta com capacidade para 37.160 torcedores e possui três praças de alimentação. O Estádio Couto Pereira também está adequado à determinação da FIFA em numerar os locais para venda de ingressos. Todos os lugares são numerados.
Nessa data, o estádio está interditado para realizações de partidas, em razão do incidente no final do ano passado na última rodada do campeonato brasileiro de futebol. O Coxa deve, pelo meno por enquanto, realizar as suas partidas pelo campeonato paranaense no estádio do Paraná Clube (a Vila Capanema).

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Solar do barão



O prédio foi construído entre 1880 e 1883 e pertencia a Ildefonso Pereira Correia, o Barão do Serro Azul. Sediou por vários anos o comando da 5ª Região Militar. O trabalho de restauração foi feito pelo arquiteto Cyro Corrêa Lyra. O Solar é composto por três unidades: Bloco Central - de maior valor histórico; Bloco B - serviu de casa para a Baronesa depois da morte do Barão; e o Bloco C - construído pelo exército há aproximadamente 40 anos.

Atualmente funciona como um Centro de Artes e Lazer da FUndação Cultural de Curitiba. Mantém diversos cursos; auditório; exposições de fotos e jornais; gibiteca; centro de documentação; laboratório fotográfico; oficina de serigrafia em papel; atelier de xilogravura, litografia e gravura em metal; os Museus do Cartaz, da Gravura e da Fotografia.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Rua XV de Novembro


Num mapa sob a guarda do Arquivo Público que mostra Curitiba em torno de 1850, aparece a atual Rua XV de Novembro com a denominação de Rua das Flores. Nessa época, a rua não se estendia po mais do que três quadras (que era o comprimento da cidade). Em razão da visita do Imperador e da Imperatriz em 1880 para inaugurar os trabalhos de construção da estrada de ferro Curitiba-Paranaguá, a Rua das Flores passou a chamar-se Rua da Imperatriz em homenagem à mesma. Com a instalação da república em 15 de novembro de 1889 e com a rápida queda em desgraça da monarquia, a Rua da Imperatriz passou então a ser chamada Rua XV de Novembro (com os algarismos romanos mesmo).

Fonte: Livro "Ruas e histórias de Curitiba" de Valério Hoerner Júnior. Editora Artes e Textos. Curitiba, 2002

sábado, 16 de janeiro de 2010

Dra. Zilda Arns


As bandeiras Brasil afora estão hasteadas a meio-mastro em sinal de luto pela morte da fundadora da Pastoral da Criança, Dra. Zilda Arns Neumann, que faleceu no último dia 12 de janeiro de 2010, em razão do terrível terremoto que assolou o Haiti e sua capital, Porto Príncipe. Dra. Zilda estava no Haiti participando de uma conferência, com o objetivo de motivar os voluntários da Pastoral da Criança no Haiti.

Autoridades como os governadores do Paraná, São Paulo, Santa Catarina, o prefeito de Curitiba, o presidente da Câmara Federal dos Deputados, o presidente da república, várias outras autoridades e principalmente a população e seus seguidores, formaram grande filas para despedir-se da Dra.Zilda, que está sendo velada no Palácio das Araucárias, no Centro Cívico de Curitiba.

É uma perda a ser lamentada, não somente em Curitiba, no Paraná ou no Brasil, mas em todo o mundo, pois pessoas com tamanha bondade e desprendimento em favor do seu próximo, principalmente crianças carentes, são muito raras de se encontrar.

O seu trabalho e a Pastoral da Criança, fundada em 1983, foi responsável pelo salvamento de milhares de vidas de crianças de 0 a 6 anos. Mais de 1,9 milhões de crianças e gestantes, em quase 5.000 municípios brasileiros, são assistidos pela Pastoral através de seus mais de 260.000 voluntários. Esse acompanhamento feito pelos voluntários inicia-se na gestação e acompanha as crianças até os 6 anos, através de ações simples, tais como controle do peso e altura, informações sobre nutrição, higiene e prevenção de doenças, uso de soro caseiro e outras informações que surtiram um efeito tão decisivo na redução da mortalidade infantil entre as crianças acompanhadas, que chamando a atenção do mundo, teve seu programa implantado em mais de 20 países da América, África e Ásia. Considerando o seu universo de atuação, a mortalidade infantil foi reduzida a menos da metade da média nacional, um dado mais do que surpreendente, pois as crianças acompanhadas pela Pastoral são oriundas de regiões mais pobres do que a média nacional.

Além de sua indicação pelo governo brasileiro ao Prêmio Nobel da Paz em 2006, a Dra. Zilda Arns recebeu diversas condecorações tanto nacionais como internacionais.

É, portanto uma pessoa a ser lembrada, admirada e principalmente, a ser seguida. Certamente os seus mais de 260 mil voluntários, seguirão na sua missão de salvar vidas de crianças, oferecendo, sem nada cobrar em troca, informação, qualidade de vida, cura e amor.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Os prédios do Centro Cívico


O Centro Cívico de Curitiba, além de abrigar a grande maioria dos prédios dos poderes legislativo, executivo (municipal e estadual) e judiciário, abriga ainda, muitos prédios comerciais bastante modernos e vários, cobertos com vidros, como essa da foto, tirada na avenida Marechal Hermes, logo após a curva no final da avenida Cãndido de Abreu.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Oratório Bach do Bosque Alemão


O Oratório Bach no Bosque Alemão fica na parte superior do bosque e seria um local para concertos musicais. Anexo ao oratório, existe uma pequena lanchonete onde são servidos doces e salgados inspirados na culinária alemã que são excelentes. Vale a pena também, levar para casa os sensacionais biscoitos que são vendidos no local.

O Bosque Alemão, antiga chácara da família Schaffer com 38 mil m² de área, foi inaugurado em 1996 em Curitiba. Localiza-se no bairro Jardim Schaffer (Vista Alegre) e é formado por mata nativa densa. Foi criado para homenagear a cultura e as tradições que os imigrantes alemães trouxeram para Curitiba a partir de 1833.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Bares do Bosque


Em Curitiba, próximo ao Bosque do Papa e do Museu Oscar Niemeyer, vários bares ficaram bastante populares e suas meses com frequencia ficam lotadas para um happy hour ou nos finais de semana. Baldinhos e mais baldinhos de cerveja são consumidos e a descontração rola solta.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Casa do Artesanato


A “Casa do Artesanato” na rua Mateus Leme, ao lado da Igreja da Ordem, foi criada como o objetivo de reunir para exposição e venda permanente num só local, toda a produção de artesanato e arte popular da região metropolitana de Curitiba. Pelas mãos da vereadora Julieta Reis, tendo como sede a Casa do Artesanato, foi criada a “Associação de Artesãos da Região Metropolitana de Curitiba”.
Funciona ainda nesse local, outro posto para informações turísticas da Fundação Cultural de Curitiba, aproveitando o atendimento ao turista para divulgar a produção dos artesãos locais.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Rua das Flores e o agito do final do ano


Apesar de todos os prognósticos, o resultado do comércio no final do ano de 2009 em Curitiba foi em média, 10% melhor se comparado com o resultado de 2008. Pela aglomeração que vimos nos shoppings e nas ruas, como mostra a imagem da Rua da Flores, tendo a Boca Maldita e a Praça Osório ao fundo.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Amazonas e cavaleiros


A foto mostra um grupo de amazonas e cavaleiros do Grêmio de Cavalaria do Colégio da Polícia Militar do Paraná, descendo a Rua Augusto Stresser em direção ao Centro Cívico no dia do desfile do Dia da Independência.

sábado, 9 de janeiro de 2010

Feira de livros


Na feirinha do largo em Curitiba, além de artesanato, também encontraremos os sebos vendendo seus livros baratos e também, as famosas lonas que são extendidas no chão do largo e sobre essas, livros e mais livros, normalmente muito bem conservados e com preços atraentes.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Um velho fusca


Voltando para casa do trabalho num dia chuvoso, quase no final da Avenida Kennedy, no bairro Rebouças, parei num semáforo e vi essa cena que tem um toque de nostalgia. Um carro velho parado em frente a uma fábrica de artefatos de metal, aparentemente abandonada. Acabei registrando a imagem. Tentei pesquisar sobre essa empresa e sua história, mas não encontrei nada.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Teatro José Maria Santos



Construído em 1890, abrigou até 1956 a malharia e confecção da família Hoffmann. Reformado em 1970 pela Malharia Curitibana e comprometido por um incêndio em 1980, o prédio reabriu em 1981 como Fábrica de Samba e em 1982 como teatro. Foi Teatro da Classe e Teatro 13 de Maio. Tombado pelo seu interesse histórico em 1988 e desapropriado em 1989, sofreu reformas e reabriu com o atual nome.
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba

José Maria Santos nasceu em Guarapuava, em 12 dezembro de 1933, mas preferia dizer para todo mundo que era lapeano, já que foi muito cedo com a família para a Lapa.

Já em Curitiba em 1958, funda a Cia. Dramática Independente. Em 1971, depois de uma apresentação de "Lá", na Escola Técnica, oferece-se ao diretor do CEFET para criar um grupo de teatro com alunos daquela instituição. Nesta escola, ele permanece até morrer em 3 de janeiro de 1990.

Primeiro e único ator paranaense a receber uma premiação do cinema nacional sem jamais ter abandonado o Paraná. Foi "Kikito de Ouro" de melhor ator coadjuvante, no Festival de Cinema de Gramado por sua atuação no filme "Aleluia Gretchen" de Silvio Back.

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Vista noturna do relógio da Boca Maldita


A foto mostra o encontro da Avenida Luiz Xavier com a Praça Osório, numa vista noturna a partir do Edifício Asa.

Esse largo sempre foi palco para grandes eventos em Curitiba, tanto artísticos como políticos. Como o histórico comício em 12 de janeiro de 1984, reunindo 50 mil pessoas e lançando nacionalmente o Movimento da Diretas Já, que culminou com o fim do regime militar no Brasil.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

O velho e o novo


Numa esquina (nesse caso no encontro da Visconde de Nacar com a Carlos de Carvalho no centro de Curitiba), num relance e num rápido clique, uma imagem contrastando duas realidades diferentes. Um moderno ônibus apressado repleto de pessoas provavelmente apressadas para seus compromissos e ao mesmo tempo, sem qualquer pressa, um senhor idoso caminha tranquilamente na faixa de pedestres, com sua compra de mercado, seguindo o seu caminho.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Curitiba a partir do mirante - Sul


Finalizando as vistas dos bairros de Curitiba, segundo os pontos cardeais, a partir do mirante das Mercês, a vista sul nos mostra os bairros da Água Verde, Batel, Bigorrilho e a Vila Izabel. São bairros predominantemente residenciais e de classe média alta.

As algas que formavam massas verdes e davam uma coloração esverdeada à água doce, levaram os antigos moradores da região a batizar o rio que cortava suas fazendas e chácaras com o nome de “Água Verde”. O rio Água Verde, que nasce e cruza toda a extensão do bairro, até desaguar nas águas do Rio Belém, no Prado Velho, foi a fonte inspiradora para o nome do bairro. O primeiro nome da região, “Colônia Dantas”, deve-se ao fato de ali residirem, no século passado, inúmeras famílias italianas. Nessa época era freqüente a visita de caçadores e pescadores devido à existência de mata cerrada e riacho de muitos peixes.

Existem duas versões para a origem do nome do bairro Batel: a primeira, atendendo à tradição popular, está ligada ao fato de residir, no local, uma família conhecida por Batel. A outra, remonta aos tempos das tradicionais cheganças (festas religiosas), onde, na ocasião, teria naufragado um batel (pequena embarcação) vindo de São José dos Pinhais. O desenvolvimento da produção de madeira e de erva-mate, por volta de 1910, tornou a área do Batel predominantemente comercial. Ali estavam instaladas duas usinas de beneficiamento de erva-mate, fábricas de sabão, perfumaria, duas cervejarias, etc.

Bigorrilho: um nome de muitas histórias. Desde a cigana benzedeira que morava na região, como também de uma prostituta de nome Bigorrilha e muito valente. Bairro que insistem em chamar de Champagnat. O termo que mais se aproxima do nome do bairro é bigorrilha. O rio era assim chamado porque nas redondezas da Estrada de Butiatuvinha residia a proprietária de um bordel a que todos chamavam Bigorrilha. A linguagem cotidiana dos moradores teria “masculinizado” o termo, surgindo daí o nome Bigorrilho. Já Evaristo Biscaia, em seu livro “Coisas da Cidade”, defende que antigamente o bairro era conhecido “Bairro dos Italianos”, tornando-se depois Bigorrilho em virtude de morar ali uma rutena (ucraniana) de nome Bigorela.

O bairro Vila Izabel localiza-se entre o Portão, Santa Quitéria, Seminário e Água Verde. Antigamente, toda essa região formava uma extensa mata que era bastante freqüentada por caçadores e pescadores. Com o passar do tempo, seus moradores transformaram a mata numa grande lavoura de milho, feijão, arroz e outros cereais. Pela vila passavam alguns caminhos que chegavam até a estrada que ligava Curitiba a Ponta Grossa, fazendo do local um ponto de pouso de tropeiros. Os negócios realizados por esses viajantes intensificaram as atividades comerciais e produtivas da região, provocando um significativo desenvolvimento do bairro.

domingo, 3 de janeiro de 2010

Fim da feira



Há um trecho da Feira de Artesanato do Largo da Ordem em Curitiba, na última quadra da Rua São Francisco antes da Barão do Serro Azul, onde as barracas e o visual do casario não tem o mesmo charme do restante da feira, passando a impressão de que estaria essa última rua relegada a uma segunda categoria.

Mesmo assim, rende algumas boas fotos, como a de um belo prédio aguardando uma reforma que não sabemos ser virá e a estátua da Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira de Curitiba, no alto do minarete no encontro da Rua São Francisdo e Barão do Serro Azul.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Curitiba a partir do mirante - Sudoeste


Na direção Sudoeste do mirante, encontraremos os bairros do Campina do Siqueira, Campo Comprido, Mossunguê e Seminário.

A denominação do bairro Campina do Siqueira é resultado da combinação de dois fatos históricos distintos, que o tempo se encarregou de relacionar. Campina, por um lado, retrata o aspecto geográfico da região de onde se estendia uma bonita planície coberta pela vegetação rasteira. A segunda parte do nome vem de Antônio Sebastião Siqueira, um imigrante português que aqui chegou no início do século XIX. Esse colono, proprietário de grande extensão de terras, dividiu-as em pequenos sítios vendidos a várias famílias, dando origem assim ao atual bairro.

As origens do Campo Comprido remontam ao tempo das sesmarias. As terras do atual bairro estariam compreendidas na antiga sesmaria de Baltazar Carrasco dos Reis, de 29 de junho de 1661. O escritor José de Andrade Muricy no livro “O símbolo à sombra das araucárias” refere a permanência dos herdeiros do antigo povoador até o início do século XX. A ocupação da região está condicionada à criação das colônias vizinhas de Órleans, Santo Inácio, Dom Augusto, Rivière e Dom Pedro, em 1876.

O Mossunguê, assim como seus bairros vizinhos - Campina do Siqueira, Orleans, Campo Comprido, Santo Inácio e Bigorrilho -, surgiu ao longo do antigo Caminho do Mato Grosso (atual BR-277) que, no século passado, era o único acesso ao Norte do Estado. A exploração mineral intensa ao longo dessa estrada contribuiu para o estabelecimento de inúmeros armazéns, que serviam de entrepostos dos viajantes, tropeiros e aos primeiros moradores da região. Com as primeiras famílias, que vieram da Itália, da região de Piemonte, veio também a devoção a São Grato, padroeiro da agricultura e da lavoura.

A denominação do bairro Seminário tem sua origem no fato de ali estar localizado o antigo Colégio Internato Seminário, cuja pedra fundamental foi lançada em 1877 com a presença do Bispo Dom José de Camargo Barros, atualmente denomina-se Colégio Paranaense. A ocupação da região está intimamente ligada ao Caminho do Mato Grosso, o qual era o acesso aos Campos Gerais e ao Norte do Estado. Em função disso, ao longo da estrada, instalaram-se muitos armazéns que serviam de entrepostos para os viajantes e colonos, nos quais encontravam desde alimentos, ferramentas para a lavoura até equipamentos para as carroças.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010