segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Casas de Madeira de Curitiba 42





Como a região da Barreirinha e Ahú têm muitas casas de madeira, quando visitei esses bairros fiz uma grande série de fotos. Como me falta um pouco de organização ao fazer as fotos, anotando onde fiz cada uma, e como faz um bom tempo que fiz essas fotos, já não sei se as casas de hoje estão na Anita Garibaldi ou se estão da Des. Hugo Simas. Mas é certo que numa das duas ou nas duas ficam essas belas casas. Quem sabe você não vai lá e me conta onde elas estão?

domingo, 30 de outubro de 2011

A árvore da Praça Baden Powell



Já fiz um post sobre a Praça Baden Powell, que em 2008 foi revitalizada. Fiz novas fotos da praça, dessa vez com um pouco mais de distância, mostrando melhor a sua grande e bela árvore, que fica no encontro da Mariano Torres com a Sete de Setembro.

sábado, 29 de outubro de 2011

Museu Universitário da PUC PR






O Museu Universitário da PUCPR, criado em 1984, tem como missão a conservação, guarda, pesquisa e promoção de exposições de caráter pedagógico a partir do acervo museológico e da produção de conhecimento da Pontifícia Universidade Católica do Paraná e por outras ações de caráter expográfico, museográfico e museológico.
O Museu Universitário só foi inaugurado no dia 18 de fevereiro de 1994, tendo como sede a edificação mais antiga do atual campus, que abrigara até 1955 o Jockey Clube do Paraná - Tribuna do Hipódromo do Guabirotuba, inaugurado em 1899, depois de criado o Clube de Corridas Paranaenses, no chamado Prado Jacome. Inspirado no Hipódromo de Long-Champs de Paris, o edifício tem a primeira marquise de concreto armado em balanço de Curitiba, construída no início de 1927. Próximo ao local, foi realizado o pouso do primeiro avião de Curitiba, em 1912. O edifício foi considerado pela Prefeitura Municipal de Curitiba como UIP - Unidade de Interesse de Preservação.
Além da restauração do edifício e do portal do Velho Prado, foi construída uma concha acústica, a fim de possibilitar o aproveitamento da arquibancada existente como local para apresentações artística e palestras. Fonte: http://www.pucpr.br/museu/
Ao ar livre, como se pode observar nas fotos, várias obras estão em exposição.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Feira de Orgânicos do Passeio Público


Sábado é dia de feira em Curitiba e para quem gosta de produtos orgânicos (aqueles livres de conservantes e defensivos agrícolas), existem várias opções hoje em Curitiba.
Uma que existe há mais de quinze anos é a feira de orgânicos do Passeio Público, que trabalha com produtos que vão das frutas e verduras até o leite e o café. A feira é composta por uma grande quantidade de pequenos agricultores, alguns vendendo também produtos processados como farináceos. Os feirantes contam com a assistência da vigilância sanitária.
A Feira de Orgânicos do Passeio Público funciona todos os sábados na Rua Presidente Faria das 07:00 as 12:00.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Pessoas comuns e incomuns de Curitiba 47


Estive no campus da PUC do Prado Velho na semana passada, para fotografar uma casa de madeira das mais sensacionais que já pude ver e fotografar em Curitiba, sem dúvida um exemplar único! Mas enquanto eu espero um OK para eu poder publicar as fotos, farei alguns posts sobre a PUC ou, como hoje, sobre pessoas de Curitiba.
Essas duas meninas estavam sentadas no palco o pequeno anfiteatro ao ar livre que há na PUC, de frente para a platéia formada apenas por um casal de enamorados, uma estudante concentrada nos seus afazeres e de costas para o xereta aqui. O anfiteatro é belíssimo, como mostrarei em outras fotos.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Super regador da Prefeitura de Curitiba


Não imaginava como a prefeitura fazia para regar os seus jardins espalhados pela cidade, até presenciar o trabalho desse funcionário do alto de um caminhão pipa e armado de uma potente mangueira, regar de forma mais do que eficiente as flores e gramado da Rua Mariano Torres. E você com aquele regadorzinho em casa!!

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Casas de Madeira de Curitiba 41






Circulei pela região entre o Portão e o Novo Mundo, num caminho alternativo para o meu trabalho e nesse trajeto, encontrei diversas casas de madeira que apresento para vocês no post de hoje. Mesmo sendo poucas, por onde circulamos ainda temos o prazer de encontrar alguns exemplares muito bem conservados das casas de madeira de Curitiba.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Defina a sua Curitiba.


Pelo Facebook eu solicitei aos amigos que, usando suas próprias palavras, respondessem a seguinte pergunta: "Como você definiria a sua Curitiba?". Nada muito complexo, apenas algumas frases que expresse os seus sentimentos (bons ou não) sobre nossa cidade.

Assim se você meu caro leitor, não recebeu essa solicitação, peço que responda nos comentários desse post à essa pergunta.

Apenas para, quem sabe, servir de inspiração, segue o texto de uma amiga.

CONCEITOS (por Lívia Lakomi)
“O planalto é raso; o passado é tropeiro; o verde do dinheiro; a vanguarda do atraso.
O carnaval é vazio; a coxa é branca; a meretriz é santa; o verão é o frio.
O aeroporto é São José; o “r” é “Barerinha”; a casa? não na minha, que ser fechado é o que é.
O bicho é a gralha; o herói é o do óleo; a calçada é linóleo; o Paiol é a palha.
Reitoria é rampa; Santos Andrade escada; Ópera de arame farpada; a capital da província é Sampa.
A comarca é quinta; a flor é o pinhão; o Guaira é o saguão; o Poty é a tinta.
Favela é 300; Telepolaca é mentira; urbano é caipira e a tradição inventa.
O morador não é daqui ; mas a felicidade é santa; o IPPUC é a raiz da planta; a iguaria é o pierogi.
O Champagnat é o Bigorrilho; conversa de elevador dá medo na gente; o sotaque diz leite quente e o piá é o filho.
Perigo é a calçada; Batel é a quinta avenida; Graciosa é a Estrada; mimosa a fruta preferida.
Silva Jardim a ida; Visconde o retorno; o olho gigante é um forno; o mate é história e bebida.
Litoral é Santa Catarina; a festa é da uva; primeiros socorros é ter guarda-chuva; manhã de inverno é geada e neblina.
Casa China é onde se acha; a Boca Maldita é nunca se cala; Zequinha é a bala; e o biscoito é bolacha.
Araucária é o serrote; a rua é a XV; o festival é o Fringe ; o vampiro é o mascote.
Cini é o que se bebe; o poeta é o bigode enorme; a identidade é o velho sobrenome; todo resto somos plebe.
Ser melhor na teoria é o karma; o topete ainda é pequeno; o futebol são três, mas parece menos; o penal é onde eu guardo a minha arma.
O tubo as 6 é cheio; a salsicha é a vina; a determinante é o clima; a canaleta o caminho do meio.”

domingo, 23 de outubro de 2011

Pessoas comuns e incomuns de Curitiba 46


Esses bravos trabalhadores estavam dependurados do lado de fora de um edifício do poder público no Centro Cívico, lavando as janelas pelo lado de fora. Tarefa sempre arriscada que demanda muito cuidado e observação no uso de material de segurança. Já a limpeza interna depende de nós.

sábado, 22 de outubro de 2011

Vista noturna da Igreja da Ordem e da Casa Hoffmann




Há anos não íamos ao Largo da Ordem à noite. Na última quinta-feira, fomos à um encontro com vários amigos ao Bar do Alemão e na hora da foto da galera toda, como não cabia todo mundo na foto dentro do bar, fomos ao largo e dei de cara com a Igreja da Ordem restaurada e a Casa Hoffmann iluminadas. Então me perdoem por repetir o tema, mas eu ainda não tinha fotografado esses belos exemplares da história de Curitiba à noite e com tanto charme. Não resisti!

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Villa Campo Largo






Na esquina das Ruas Nunes Machado e Avenida Iguaçu, de frente para a Praça Ouvidor Pardinho, há uma casa muito bonita cuja característica que mais chama a atenção é um pórtico de entrada onde as paredes e teto receberam pinturas de paisagens e flores.
Não achei na internet qualquer informação a respeito dessa casa, ficando então esse post a ser complementado caso futuramente eu consiga mais informações.
Analisei as fotos e o que pude constatar é que numa das fachadas o texto "Villa Campo Largo" está praticamente apagado e no telhado, um pequeno ornamento contém o provável ano da construção da casa: 1930.
Há ainda uma placa fixada no muro da casa com uma informação perturbadora. A placa informa que "em breve" haverá no local um estacionamento de nome Park Pluss. Será que veremos no chão essa casa?

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Casas de Madeira de Curitiba 40



No caminho para casa, sempre passo por essa casa de madeira, mas fotografá-la não é uma tarefa fácil já que fica na Rápida do Portão sentido Centro, próxima ao Shopping Popular no Novo Mundo e por ser uma via rápida, não é possível estacionar por ali. Fui adiando até que num final de semana de sol, resolvi viajar (já que moro no Bacacheri) até ela, fazendo as fotos de hoje. A grade infelizmente atrapalha um pouco, mas mesmo assim podemos ver que é uma bela casa e está muito bem cuidada, tendo a sua santinha como protetora.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Santuário da Mãe Rainha de Schoenstatt







Numa cidade do tamanho que Curitiba tem hoje, certamente há lugares que podem passar desapercebidos por toda nossa vida se não prestarmos atenção ou se alguém não nos der uma preciosa dica.
Um amigo comentou que descobriu e freqüenta um lugar que, sabendo ele do meu interesse por fotografia, eu iria gostar muito. Trata-se do Santuário da Mãe Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt. Apesar do nome enorme, trata-se de um pequeno oásis que nos faz esquecer que estamos numa grande metrópole, tamanha beleza e paz que se encontra nesse belíssimo lugar.
O Movimento Apostólico de Schoenstatt faz parte da Obra Internacional de Schoenstatt, fundada pelo Pe. José Kentenich, em 1914, na Alemanha. Schönstatt (que significa Belo Lugar) é uma região da cidade de Vallendar, próximo de Coblença, Alemanha. É o centro e origem mundial do Movimento. Diariamente, peregrinos do mundo inteiro vão ao Santuário Original, considerado um lugar mariano de peregrinação.
O ato da fundação é a Aliança de Amor, selada pelo Pe. Kentenich com um grupo de seminaristas palotinos, convidando a Mãe de Deus a estabelecer-se numa Capelinha e fazer dela um Santuário de graças, de onde partisse um movimento de renovação religiosa e moral para o Mundo.
O Padre Kentenich passou vários anos no campo de Concentração de Dachau e seu amor pela Igreja foi duramente provado em tempos de pouca compreensão hierárquica às novas correntes espirituais e vitais. Faleceu no dia 15 de Setembro, na Igreja da Adoração sobre o Monte Schoenstatt, em 1968. Por meio da Campanha da Mãe Peregrina unem-se atualmente a Schoenstatt milhões de pessoas em mais de 90 países e presentes nos 5 continentes. Existem 195 santuários espalhados pelo mundo, sendo 22 no Brasil, inclusive esse que lhes apresento hoje.
O Santuário fica na Rua Padre José Kentenich, 550 - Bairro Comprido.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Museu Ferroviário de Curitiba





O Museu Ferroviário de Curitiba, localizado no Shopping Estação, abriga mobiliários e peças que colaboram para o resgate histórico da memória ferroviária no Paraná, que se iniciou em 1885 com a inauguração do trecho entre Paranaguá e Curitiba. Inaugurado em 1982, o espaço possui a arquitetura da antiga Estação Ferroviária de Curitiba.
A Estação Ferroviária de Curitiba foi inaugurada em fevereiro de 1885 para servir a linha Paranaguá – Curitiba. Mais tarde, em 1896 a linha foi estendida para Ponta Grossa, e a partir daí ao interior do estado. Mas pode-se dizer que a grande conquista para a cidade ocorreu no ano de 1909, quando foi inaugurada a ligação entre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, tirando Curitiba do isolamento. A estação funcionou até o dia 13 de novembro de 1972, quando o último trem partiu para Paranaguá, sendo depois foi transferida para onde hoje se encontra a rodoferroviária. Tornando-se um símbolo da chegada do progresso a capital paranaense, já que antes, rompe o isolamento de Curitiba com o litoral e dos outros estados, abrindo caminho inclusive para a exportação internacional.
Com mais de 600 peças, o acervo do Museu Ferroviário é único por possuir itens curiosos, como um grande livro utilizado para a contabilidade da antiga estação. Além disso, há relógios, telefones e telégrafos que eram utilizados no local e objetos do interior dos trens, como bagageiros, fechaduras e luminárias da época. O espaço ainda possui uma réplica de locomotiva a vapor. Há um acervo constituído por recortes de jornais e livros sobre as ferrovias pode ser consultado no local.
Partes do Museu mantêm várias feições originais da velha estação. Um exemplo disso é a antiga bilheteria, que está mantida da maneira original, desde a sua mobília, até os lustres, pisos e forros.
Fonte: http://www.shoppingestacao.com.br/entretenimento/museu-ferroviario/institucional

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Bosque da Fazendinha




O Bosque da Fazendinha era a antiga chácara da família Klemtz, pioneira da indústria de olarias de Curitiba. O bosque foi adquirido pela prefeitura de Curitiba em 1995 para preservação ambiental. Pinheiros e árvores centenárias somam-se às antigas edificações num novo espaço de educação ambiental, para aumentar a área verde destinada ao moradores de Curitiba.
Fonte: Prefeitura Municipal de Curitiba

A edificação que aparece nas fotos é, segundo uma funcionária que trabalha no local, a antiga estrebaria da família Klemtz. No dia dessas fotos, chovia muito e por isso, não me arrisquei a caminhar pelo bosque,

domingo, 16 de outubro de 2011

Los sikuri



Muito comuns nas praças e parques de Curitiba, músicos bolivianos tocam nos seus típicos instrumentos, músicas típicas ou não de sua terra natal.
Esses dois músicos fotografei tempos atrás na feirinha quando tocavam na Praça João Cândido, tendo como fundo o Belvedere e como vizinho, o Museu Paranaense.
O instrumento de sopro que tocam chama-se Sikus e o músico que utiliza esse instrumento é chamado de Sikuri. Trata-se de um dos instrumentos mais típicos da música andina hoje difundido em todo o mundo. Esse instrumento faz parte da história dos povos andinos desde o período pré-inca e adquirem nomes e características próprias dependendo da região ou comunidade.

sábado, 15 de outubro de 2011

A Barreirinha e mais algumas de suas casas de madeira





Como ainda tenho várias fotos de casas de madeira da Barreirinha, resolvi juntá-las num post falando do bairro.

O bairro Barreirinha é evidenciado pela presença de uma importante colônia polonesa, que
imprimiu características marcantes até em seu aspecto, oferecendo uma paisagem de lavouras
beirando as ruas e de carroças que circulam lado a lado com os caminhões. Os colonos poloneses
iniciaram sua vida no bairro cultivando centeio, milho, batata e outros cereais, chegando a serem
conhecidos pela produção das tradicionais broas de centeio de excelente qualidade. Não se
restringindo à lavoura, os colonos logo começaram a trabalhar na indústria de carroças. Em razão dessa forte influência da imigração polonesa, nem tanto hoje, mas era muito comum você ouvir o nome do bairro com um "r" só, ou seja, Bareirinha.

Por decreto municipal, o Barreirinha é delimitado da seguinte forma:
Ponto inicial na confluência das Ruas Theodoro Makiolka e Fernando de Noronha. Segue pela Rua Fernando de Noronha, Anel da Copel, Rua dos Alfeneiros, Rua Paula Prevedello Gusso, Av. Anita Garibaldi, Rua Reinaldo Hecke, Rio Belém, Rua Angelo Cúnico, Estrada de Ferro Curitiba – Rio Branco do Sul, Av. Anita Garibaldi, divisa seca do Parque da Barreirinha, rio sem nome (afluente do Bacacheri), Rio Bacacheri, Rua Theodoro Makiolka, até o ponto inicial. Pelo censo de 2010 o bairro tem 18 mil habitantes (fonte: IPPUC).

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Casa Klemtz




A Casa Klemtz foi construída em 1896 para residencia do imigrante alemão Francisco Klemtz, proprietário da Olaria Esperança e pioneiro do bairro Fazendinha. A casa, uma Unidade de Interesse de Preservação, foi restaurada em 2008 e hoje abriga um museu contendo móveis e objetos do cotidiano da família Klemtz. Ao redor da casa um belíssimo jardim emoldura a casa, apresentando uma paisagem que lembra uma vila rural com a grande casa em destaque.
No interior da casa, cada ambiente foi cuidadosamente restaurado, apresentando as belas pinturas das paredes e teto. Não se pode fotografar o interior da casa sem autorização. Estabeleci contato com a FAS, que administra o local, solicitando essa autorização, que uma vez obtida, certamente resultará em outro post sobre a Casa Klemtz.