terça-feira, 31 de julho de 2012

Casas de Madeira de Curitiba 66




Lembram-se dessa casa de madeira que fica dentro do IPPC? Eu já havia postado aqui em 2010 e não muito tempo depois, ela foi totalmente desmontada para recuperação dentre outros problemas, de uma infestação de cupins. Retornando ao seu local de origem, a casa ficou bem mais bonita e operacional.

No site do IPPUC achei a seguinte notícia:

A casa de madeira em estilo Polonês dentro do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) está como nova. Construída no início da década de 1980 para abrigar o antigo o antigo Instituto de Tecnologia Aplicada ao Homem (ITAH), a casa foi completamente reformada e será novamente ocupada por funcionários do Ippuc.
Com a ação do tempo surgiram problemas como apodrecimento e infestação de cupins. Na reforma foram substituídos todo madeiramento danificado e as partes que puderam ser recuperadas foram tratadas e voltaram a compor a estrutura da casa, que também recebeu nova pintura, em cores branca e bordô.
“É um imóvel que faz parte da história do Ippuc, por isso optamos pela recuperação e manutenção”, diz o presidente do Instituto, Cléver Almeida.
A casa, com cerca de 93 m², praticamente toda de madeira, foi projetada por arquitetos do Ippuc para ser a sede do ITAH. Com a desativação da unidade, a casa passou a ser usada por funcionários de outros departamentos.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Greve da UFPR



Há mais de dois meses, professores da UFPR (Universidade Federal do Paraná) e UTFPR (Universidade Tecnológica Federal do Paraná), junto com 57 das 59 universidades federais e 33 de 39 institutos tecnológicos federais, estão em greve pleiteando reestruturação da carreira e melhorias nas condições de trabalho.
Duas propostas foram apresentadas pelo governo, sendo a última abrindo um pouco mais o cofre e antecipando os reajustes. Pela nova proposta, anunciada pela Federação dos Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes), o reajuste mínimo passaria de 12% para 25%; o máximo, para professores com titulação maior e em dedicação exclusiva, permaneceria em 40%, além dos 4% já concedidos pelo governo numa medida provisória. Importante frisar que esses reajustes serão cedidos ao longo de 3 anos.
O salário inicial de um professor com doutorado e de dedicação exclusiva passará (se a proposta for aceita) nos próximos 3 anos dos atuais R$ 7.627,02 para R$ 8.639,50. Já o salário inicial dos professores com mestrado e dedicação de 40 horas saltará de R$ 3.137,18 para R$ 3.799,70. A remuneração do professor titular com dedicação exclusiva – aqueles que estão no topo da carreira – passará de R$ 11,8 mil para R$ 17,1 mil.
Não foi noticiado ainda se a proposta já está em votação em algum estado e se a expectativa é pelo fim da greve.

domingo, 29 de julho de 2012

Livro Circulando por Curitiba


Livro Circulando por Curitiba
Pronac: 124399

“... onde Washington Takeuchi se revela um leitor não convencional da cidade, e faz da fotografia uma interpretação dela, é no registro dos curitibanos. ...onde nosso artista vai por caminhos insuspeitados, é ao documentar uma descontração desde sempre negada aos curitibanos. É o caso de desconfiar que esse à vontade – facilmente interpretado como hostilidade ou grosseria – simplesmente se expressa por vias diferentes da brasileira oficial...Takeuchi flagrou os curitibanos e curitibanas se abraçando e beijando, casais aos amassos, namorando, tocando música e dançando na rua, filmando e fotografando, simplesmente conversando sobre o clima, vadiando, fazendo palhaçadas – exatamente tudo o que se nega ao nosso provincianismo arraigado e assumido. Até mesmo sua própria paquera, no cenário do “Olho” vem registrada...” – Key Imaguire Jr –para o livro “Circulando por Curitiba”.

“... Adoro o trabalho de Washington porque ele não esconde esta velha Curitiba dos pequenos detalhes ao mesmo tempo em que mostra a Curitiba que já é e ainda vai ser. Urbana e caipira. Moderna e retrógrada... Minha série preferida, sobre as casas de madeira que ainda sobrevivem, traduz em imagens o que eu há muito tempo tento fazer em músicas: ser moderno ao captar a nostalgia por um passado que não vivemos...vendo a série sobre o patrimônio da cidade...tive que parar, pensar e me localizar novamente na cidade em que morei durante toda a minha vida...Você já deve ter ouvido, ou mesmo falado pra alguém, aquela velha máxima de que não existe nenhum lugar no mundo mais bonito do que Curitiba em um dia de frio e sol. As imagens de Washington me transportam para dias assim. Acho que você vai sentir algo parecido. “ Lívia Lakomy para o livro “Circulando por Curitiba”.

“... há retratos (de Curitiba) que, conquanto de amor à cidade, não enrolam ninguém – antes contam o que os fotógrafos, como artistas, conversam com ela. Não são vinculados ao discurso político, mas às impressões reais e pessoais. Gosto particularmente de três deles: o de Jack Pires, “40 clics em Curitiba”, de 1976; o de Vilma Slomp, “Curitiba Central”, de 2013; o de Washington Takeuchi, “Circulando por Curitiba”, inédito... Washington Takeuchi derruba, com suas fotos, os mitos de Curitiba como cidade hostil, habitada por gente intratável que não conversa nos pontos de ônibus... Embora utilizando cenários clássicos, sente-se um “amor à primeira vista” para captar o curioso, o bonito, o característico urbano. Os curitibanos de Washington estão à vontade em sua cidade para namorar, desfilar, fazer música, paquerar – enfim, tudo o quê, na melhor acepção buarqueana, se preconiza como brasilidade. Melhor que compor legendas louvaminheiras, as fotos têm no índice um texto mínimo, informativo mas também funcionando quase como um hai-kai de acompanhamento… ”. Key Imaguire Jr para o blog “Keynews – Coisas que ninguém quer publicar”.

Síntese do Projeto
Com início em 2009, a partir da criação do blog de fotografia Circulando por Curitiba, de Washington Takeuchi, o presente projeto consiste na publicação em livro de aproximadamente 200 imagens do cotidiano de Curitiba. Com tiragem de mil exemplares, o livro, homônimo ao blog, tem como objetivo mostrar um olhar não convencional à arquitetura, pessoas e rotina da capital paranaense.

Objetivos específicos
          Mostrar a dinâmica e o jeito de ser de Curitiba, dos curitibanos e emigrantes no seu dia a dia;
     Mostrar a diversidade cultural da cidade como uma mescla de etnias que formam e transformam a cidade diariamente;
 Proporcionar uma visão fotográfica dos elementos estéticos, naturais e sociais que passam despercebidos do olhar rotineiro;
Instigar a reflexão e contemplação de uma cidade rica histórica e culturalmente como Curitiba a partir de fotografias que desvendam detalhes e momentos valiosos em lugares comuns.

Democratização de acesso
Além da doação de 10% da tiragem da obra a bibliotecas listadas pelo MINC e ao acervo e entidades vinculadas ao Ministério da Cultura, também serão destinados outros 20% para bibliotecas e escolas públicas de Curitiba e do interior do Paraná – as quais propiciam o acesso gratuito ao produto, para pesquisas e demais atividades educativas –, e museus e instituições que atuem de acordo com o segmento de interesse do livro. Ainda serão destinados mais 10% da tiragem para os patrocinadores que tornarão possível o presente projeto.

A realização desta obra
·         Torna acessível a toda a comunidade o conhecimento da trajetória histórica e vida atual da cidade de Curitiba;
·        Permite a valorização do fazer e pensar artístico do curitibano dentro do contexto sociocultural regional;
·        Cria um instrumento formador de opinião e de cidadania;
·        Estimula o Turismo e a divulgação da cidade como um todo.

Apoio ao projeto
Para participar deste projeto na qualidade de apoiador, sua empresa poderá adquirir cotas de patrocínio.

Contrapartida
Sua marca presente em:
·         Livro
·         Flyers
·         Convites
·         Banners
·         Site do projeto
·         Blog e site do fotografo
·         Exposição de lançamento
·         Citação em entrevistas e coletivas de imprensa.
·         Cessão de exemplares do livro para uso e distribuição promocional do patrocinador.

Isenção fiscal
A realização deste projeto está contemplado com os benefícios concedidos pela Lei Federal 8.313, da Lei Rouanet, oferecendo aos seus apoiadores a possibilidade de desconto de 100% dos valores doados no limite de 6% do Imposto de Renda devido.

Contatos e informações
Washington Takeuchi
wctakeuchi@gmail.com
41 9113-6478

Luiz Antonio Guinski
Quadrante Editorial
guinskimail@gmail.com
41 9971-7999 3078-5713

sábado, 28 de julho de 2012

Pessoas Comuns e Incomuns de Curitiba 90


Esse pequeno grupo eu tive o prazer de acompanhar numa micro caminhada pelo centro da cidade, tendo o Paço da Liberdade como o ponto central. Saímos pela entrada principal, conversamos sobre o Paço, Praça Generoso Marques (edificações ao redor), antiga sede do Clube Curitibano na rua XV, Praça Santos Andrade com seus bustos, estátuas, árvores imunes ao corte e prédios históricos. Voltamos pela XV, observando as calçadas e pontos importantes. Na Praça Tiradentes, muito para se ver: Marco Zero, Relógio Solar, várias arvores, Pelourinho e por fim, voltamos ao Paço pelo café! Uma caminhada super agradável de 90 minutos, organizada pelo SESC Paço da Liberdade, que pelo jeito, acontecerá outras vezes no ano. Fiquem ligados na programação o SESC, sempre acontece algo bem bacana!

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Florada do Ipê Roxo na Rua Pref. Ângelo Lopes


Passo várias vezes pelas ruas do Alto da XV e já havia notado a florada dessas belas e altas árvores. Estacionei num desses dias para fotografar uma das ruas. Sem ter certeza do nome da árvore, liguei para a Secretaria do Meio Ambiente e fui informado que tratam-se de Ipês Roxos.
Coincidentemente a rua que fotografei chama-se Prefeito Ângelo Lopes, avô de um amigo, à quem recorri para saber um pouco da história desse prefeito de Curitiba.
Ele me indicou um video no You Tube, de onde extraí as seguintes informações.
A rua Prefeito Ângelo Lopes nasce no Cristo Rei, cruza o Alto da XV e termina no Hugo Lange. Ângelo Ferrário Lopes nasceu em Curitiba em 1902, mas passou a sua infância em Palmeira. Aos 18 anos veio para Curitiba para estudar engenharia civil. Uma vez formado, passou a atuar como engenheiro do estado e por 30 anos trabalhou em órgãos públicos.
Em 1928 assumiu o mais alto posto na carreira de engenheiro do estado, diretor do departamento de inspeção geral de obras e viação da secretaria dos negócios e agricultura. Do Interventor Manoel Ribas recebeu a missão de executar o plano de edificações públicas e a reforma da rede rodoviária do estado.
Foi um dos responsáveis pela construção da estrada do Cerne, chamada hoje de Ângelo Lopes. Participou também, de obras importantes como a do Colégio Estadual do Paraná e do antigo CEFET.
Em 1947 foi nomeado prefeito de Curitiba pelo então governador Moisés Lupion, permanecendo nesse cargo por 10 meses.
Em 1956 foi nomeado durante o governo do presidente Juscelino Kubitschek, diretor superintendente da Rede Viária Paraná - Santa Catarina (RVPSC). Uma vez unificada toda a rede nacional sob a Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima (RFFSA), Ângelo Lopes foi convidado para ser o diretor geral a nivel nacional mas recusou-se pois não queria deixar Curitiba.
É descrito por amigos como uma pessoa ponderada, discreta e calma, assim como a rua que leva o seu nome e cuja foto de suas belas árvores divido hoje com vocês.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Bustos e Estátuas de Curitiba - Barão do Serro Azul



Oficialmente, vou começar hoje uma nova série de postagens: Bustos e Estátuas de Curitiba. Digo oficialmente porque já havia feito três postagens com essa temática focando a Professora Julia Wanderley, Maria Polenta e o Papa João Paulo II.
Essa série foi uma sugestão do Lincoln Zanardine, leitor desse blog, que achei ótima. Muito da história da cidade e do país pode ser contada pelos seus monumentos, pena que quem mais dá atenção à eles são os vândalos que roubam constantemente as placas de bronze que os identifica, causando prejuízo para a comunidade. Percebi circulando pelo centro, que muitas placas estão sendo substituídas por outras de material sem valor comercial. Menos mal.
Resolvi começar a série com um busto que está meio escondido, junto ao prédio da Associação Comercial do Paraná, na esquina da Rua das Flores com a Presidente Faria. Trata-se do Barão do Serro Azul.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Poty no Paraná Suíte


Há um grande painel em concreto de Poty numa das fachadas do Hotel Paraná Suíte, que fica na Praça Eufrásio Correia, ao lado da Câmara dos Vereadores e do Shopping Estação. Esse painel chama-se As quatro estações e foi executado em 1984.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Le caffés






Um bom café espresso é algo que estou sempre a procura. Quando se acostuma com bons cafés, fica complicado beber qualquer um. No Mercado Municipal há vários excelentes cafés, mas o meu favorito (diria até que favorito em Curitiba) é o Le Caffés.
A proprietária do Le caffés, Letícia, muito gentilmente me disse (enquanto eu apreciava um cappuccino italiano e um pão de queijo) que abriram o café em 2007. Todo o processo de obtenção do café que usam (e distribuem para outros estabelecimentos) é bastante artesanal. O café vem de uma fazenda em São Paulo, os melhores grãos são escolhidos manualmente e a torra acontece na cidade de Mafra, o que resulta num café de altíssima qualidade, garantido pelo marido de Letícia que é agrônomo, especializado em cafés. A excelente matéria prima aliado ao também excelente trabalho das baristas, resultam em bebidas cremosas, na temperatura correta e muito gostosas.
O Le Caffés fica no Mercado Municipal, logo na entrada da Av. Sete de Setembro.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Biblioteca Pública do Paraná







Há anos eu não visitava a Biblioteca Pública do Paraná, um lugar que frequentava na época em que morava no Centro. Fui há poucas semanas à BPP para ver a exposição das fotos do Nego Miranda e aproveitei para dar uma circulada pelo local, fazendo algumas fotos que compartilho hoje com vocês.


A BPP é uma das maiores bibliotecas públicas do Brasil. O acervo reúne cerca de 400 mil livros, além de periódicos, fotografias, mapas, cartazes e materiais de multimeios e multimídia. É um órgão de regime especial subordinado à Secretaria de Estado da Cultura, que ocupa área de 8.529 metros quadrados e é uma das bibliotecas públicas mais frequentadas do país, atendendo em média 3 mil usuários/dia e cerca de 2 mil empréstimos diários de livros. Os serviços oferecidos pela Biblioteca Pública do Paraná baseiam-se na igualdade de acesso em todas as faixas etárias com produtos adequados às suas necessidades.
A Biblioteca foi criada pelo vice-presidente da província José Antônio Vaz de Carvalhares, em 7 de março de 1857, no Lyceu de Coritiba. A princípio a proposta era formar pequeno acervo com “obras mais convenientes aos estudos das matérias ensinadas no Lyceu”. Porém, se transformou no organismo vivo e atuante que promove o encontro do povo com o universo do conhecimento, se readequando às mudanças e aos avanços tecnológicos. Mas, para alcançar esse nível de evolução, a BPP percorreu longo caminho, enfrentando dificuldades, passando por reformulações e 12 sedes até o novo prédio ser inaugurado em 19 de dezembro de 1954.
O governador Bento Munhoz da Rocha Neto construiu a sede própria no local onde funciona até hoje. O projeto é de Romeu P. Costa, convidado a elaborar o projeto porque venceu, pouco antes, concurso público para construção da Biblioteca Pública de Curitiba. O projeto não saiu do papel, mas o qualificou, aos 26 anos, a projetar a Biblioteca Pública do Paraná.
O prédio foi tombado como Patrimônio Cultural em 18 de dezembro de 2003, dentro da programação alusiva ao sesquicentenário da emancipação política do Paraná. Os acréscimos culturais e tecnológicos ao longo dos anos fazem da Biblioteca Pública do Paraná uma das maiores unidades públicas de conhecimento do país. Os serviços oferecidos se baseiam na igualdade de acesso a todos.
Segundo arquiteto Irã Taborda Dudeque, a Biblioteca Pública do Paraná, o Teatro Guaíra, a Praça Dezenove de Dezembro, o Centro Cívico e o Colégio Tiradentes formam o mais importante conjunto arquitetônico da história do Paraná.
Fonte: http://www.bpp.pr.gov.br/

domingo, 22 de julho de 2012

Moqueca Baiana











Em mais uma edição do "De Cor e Salteado" do Estofaria Bar, aprendemos a fazer uma Moqueca Baiana. Quem nos ensinou foi a chef Flavinha, uma Baiana de Acarajé nascida em Minas Gerais, formada nas cozinhas da Bahia e que hoje desfila seus dotes culinários e simpatia pelas terras geladas de Curitiba.
A moqueca da Flavinha estava fabulosa e a receita, eu testei com relativo sucesso em Fortaleza na semana passada.

sábado, 21 de julho de 2012

Como é fria a nossa Curitiba!



Sei que a semana passada em Curitiba fez um frio digno da fama da nossa cidade. Eu estava em Fortaleza onde a temperatura mínima estava na casa dos 25 graus e a máxima facilmente chegou a 31 graus. Voltamos ontem e demos de cara com um frio de 6 graus! Não pude deixar de pensar o quanto é grande o nosso país, a ponto de termos uma diferença de temperatura dessa.
Ontem mesmo circulei rapidamente por Curitiba e devo dizer que mesmo tendo que admitir que o clima e as praias de Fortaleza são fantásticas, fiquei muito feliz em ver o quanto a nossa cidade é bonita e o quanto eu gosto de morar aqui!
As fotos de hoje foram feitas por mim no inverno de 2010 no Parque Barigui.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Capela Imaculada Conceição


Quem circula pela região da Avenida Água Verde na esquina com a Avenida República Argentina, deve conhecer uma minúscula capela num terreno incrustado entre prédios, numa das regiões mais valorizadas de Curitiba. Esta é chamada de Capela Imaculada Conceição. 
Graças ao Marcelo, leitor desse blog, consegui algumas informações sobre a capela.
Segundo o Boletim Informativo da Casa Romário Martins no. 68 de Nov/1982, o casal Luiz e Anna Moletta construíram a capelinha em 1879, a qual foi reconstruída por Sebastião e Maria Moletta em 1891. O Alargamento da Av. República Argentina provocou um nova reconstrução que manteve suas características originais. O anexo existente hoje é posterior a esta última reconstrução.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Pessoas Comuns e Incomuns de Curitiba 89


Sai do trabalho e tomei a rua Sebastião Malucelli. No cruzamento com a rua Luiz Leopoldo Landal percebi um grupo de crianças. Parei, voltei, estacionei no cruzamento e fiquei observando a piazada, que estavam jogando pedras contra um muro. Vi que no alto do muro eles ajeitaram uma fileira de garrafas e o objetivo era portanto, quebrar as garrafas a pedradas. No tempo que fiquei parado fazendo as fotos, nenhuma foi quebrada.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Edifício Latife Hamdar




Esse belíssimo prédio na Praça Generoso Marques é chamado de Edifício Latife Hamdar. Pela data no topo do edifício, ele foi construído em 1915, um ano antes da inauguração do Paço da Liberdade. Tentei encontrar qualquer informação sobre quem teria sido Latife Hamdar, mas não encontrei nada sobre ele.
As fotos foram feitas em momentos distintos do ano (no verão e no atual inverno).

terça-feira, 17 de julho de 2012

Bronze de João Turin


Esse pequeno bronze de João Turin está fixado no pedestal onde repousa um busto de bronze da Professora Julia Wanderley na Praça Santos Andrade. No bronze vemos crianças com livros nas mãos, provavelmente representando os alunos da professora. Um colega observou que algumas crianças estão descalças, imaginando que representam crianças de origem humilde.
Assim como o busto da professora Julia Wanderley, todos os outros bustos e estátuas da Praça Santos Andrade estão voltados para o prédio da UFPR, em sinal de reverência à cultura paranaense.


João Turin foi um pintor e escultor nascido em Morretes, considerado o precursor da escultura no Paraná. Na tentativa de estabelecer um estilo característico para a arte paranaense, cria, com Frederico Lange, mais conhecido como Lange de Morretes, e Zaco Paraná, o movimento denominado "paranismo", caracterizado pelo uso de motivos típicos do estado do Paraná, em arquitetura, pintura, escultura e grafismos, tais como as árvores, folhas e o pinhão. Muito de seu trabalho está exposto na Casa João Turin no Centro Histórico.