quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Carnaval à vista?


Fui ao centro histórico no último domingo em princípio para fotografar o bloco Garibaldis & Sacis, o que não aconteceu pois acabei indo embora antes. Mas capturei algumas imagens interessantes como esse pequeno grupo de foliões que, pelo que percebi, estavam participando de algum tipo de filmagem. Ao comando do diretor ele pulavam, dançavam, fazendo caras e bocas! Estavam muito engraçados (um deles comia um espetinho). Infelizmente não tenho idéia do propósito da filmagem!

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Requalificação do Mercado Municipal de Curitiba







A nova ala do Mercado Municipal de Curitiba, com entrada pela avenida Sete de Setembro,  foi inaugurada no dia 15/12/2012. O local abriga novas lojas e parte da praça de alimentação. Em 54 anos de história, essa foi a maior obra de requalificação do Mercado Municipal.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Obra Prima - Museu








Eu diria que a maior atração do Obra Prima em Piraquara é a história de Antonio Meireles, que foi protagonista do ciclo da erva-mate do Paraná e a casa em sí, que é muito bonita e em cujo interior encontraremos um verdadeiro museu objetos antigos.
Há um passeio que sai da estação ferroviária de Curitiba, num trem de luxo, onde os passageiros são recepcionados com um coquetel em Curitiba e de lá, seguem para um jantar romantico no Obra Prima. O trem para na antiga estação de Piraquara que fica exatamente em frente ao restaurante e os aguarda enquanto aproveitam a refeição.
Sem dúvida um belo passeio!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Obra Prima




Antônio Meireles Sobrinho nasceu na Vila do Conde, Portugal. Quando chegou ao Brasil tinha 13 anos de idade. Trabalhou no comércio e com 20 anos, usando suas economias, abriu seu próprio estabelecimento.
Na década de 20 era considerado um dos mais importantes industriais do Paraná. Quando chegou a Piraquara, cidade que hoje compõe a região metropolitana de Curitiba, essa ainda chamava-se Vila Deodoro. Nessa época, a vila exportava erva-mate, cereais, cascas para curtume e lenha.
Antônio Meireles era proprietário da empresa de eletricidade e de uma casa de negócios. Sua serraria movida à força hidráulica, produzia barricas para acondicionar erva-mate que exportava para Rosário de Santa Fé.
Em 1923 construiu a casa onde morava no andar superior com a sua família e no andar inferior, funcionava seu escritório e comércio.
A casa de Antônio Meireles foi restaurada e em parte dele, hoje funcionar o Restaurante Obra Prima. Na parte superior da casa, ainda mora uma de suas descendentes.
A rua recebeu esse nome em homenagem aquele que foi um de seus maiores empreendedores.

domingo, 27 de janeiro de 2013

Casas de madeira de Curitiba 80

Essa bela e principalmente muito bem cuidada casa de madeira fica junto à linha de trem no Hugo Lange, na rua Pres. Rodrigo Otávio, bem onde toda semana acontece uma feira livre voltada principalmente à gastronomia (muito boa de se visitar).

sábado, 26 de janeiro de 2013

Santa Casa num dia incomum

Já fiz um post contando a história da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba (clique aqui), que fica na Praça Rui Barbosa, no centro de Curitiba. Mas como a imagem que estou publicando é extremamente rara, muito sol e um céu de brigadeiro, resolvi voltar ao tema.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Casa da Estrela - uma casa de madeira única em Curitiba - Interior










A Casa da Estrela foi construída de forma artesanal pelo contador Augusto Gonçalves de Castro, basicamente com o uso de um serrote e ferramentas (segundo relatos) criadas por ele mesmo. Não há registros de que ele tenha executado qualquer obra anterior ou posterior à essa. O trabalho de construção foi solitário e acontecia durante a noite. Apesar de não ter qualquer formação em carpintaria e arquitetura, os ângulos correspondentes internos da casa são idênticos.
Adepto da teosofia e entusiasta do Esperanto, a língua universal, Augusto procurou aplicar essa filosofia na concepção da casa. A estrela de cinco pontas e o pentágono aparecem por toda casa, por representarem, segundo o esperanto, os cinco continentes. No térreo os cômodos se comunicam por portais vazados por estrelas de cinco pontas e no primeiro andar, os quartos são integrados por uma área de circulação em cujo centro há um guarda corpo na forma de um pentágono. O forro do andar superior forma uma estrela de cinco pontas e os tacos do piso do térreo formam um pentágono. Outro ponto de destaque encontramos no porão da casa, onde a coluna central da casa apoia-se um receptáculo no formato de uma taça pentagonal. Com exceção das portas e janelas, não há ângulos retos em toda casa. Tudo foi pensado para que a convivência de todos que morariam na casa fosse intensa.
Assistindo ao vídeo da Gazeta, descobri que a Casa da Estrela foi construída no Alto da Glória na década de 1930 e que por causa dela, a rua passou a se chamar Dr. Zamenhof. A casa foi habitada até os anos de 1990.
Foram os herdeiros do Sr. Augusto (Idalina, Carlos Augusto e Moysés) que empenharam-se para que a obra de seu pai fosse preservada e a PUC tornou esse sonho possível, para alegria de todos nós.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Casa da Estrela - uma casa de madeira única em Curitiba - exterior






Eu já havia lido e visto fotos da Casa da Estrela. Tão inacreditável a imagem e os relatos, que na época fui à Rua Dr. Zamenhof verificar se ela ainda existia. Para minha tristeza, não a encontrei em canto algum da rua.
Descobri em 2011, não sei exatamente como, que ela fora doada para a PUC-PR, que em 2006 fora desmontada e que estaria em numa fase final de recuperação e montagem.
Entrei em contato com um amigo na administração da PUC, que me colocou em contato com outra pessoa da área de marketing, que autorizou o meu acesso à casa para algumas fotos.
Na época a casa já estava totalmente recuperada, as pedras da base recolocadas exatamente na mesma posição original (uma tentativa anterior sem esse cuidado fora frustrada), pintura nova, madeiras tratadas. Faltava apenas a rampa de acesso à porta principal (nas fotos vocês irão reparar que essa está muito acima do nível do terreno) e todo o trabalho no entorno da casa.
Na época das minhas fotos, solicitaram que eu aguardasse a conclusão das obras e o início dos trabalhos de divulgação da casa, o que pela excelente matéria e vídeo publicados na Gazeta do Povo, já está em pleno curso. Para acessar a matéria da Gazeta, clique aqui.
Publico hoje as fotos do exterior e amanhã, publicarei as fotos do interior da Casa da Estrela. Se o exterior da casa já é incrível, asseguro que seu interior é ainda mais, assim como a história de quem a construiu.
Agradeço imensamente a PUC-PR pela oportunidade de ter tido acesso à casa e reverencio a iniciativa em preservar um exemplar da arquitetura que certamente é único no mundo. 

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

SOS Praça do Japão

No final do ano passado encontrei o portal da Praça do Japão com essa faixa que dizia: "SOS Praça do Japão". Pesquisando um pouco na internet, descobri que o motivo seria uma adequação que estava prevista para que o "ligeirão" pudesse circundar a praça, seguindo para a região sul.
Me parece que o movimento e a possivelmente a nova gestão na prefeitura ajudaram a postergar as alterações que estavam previstas nesse momento. O projeto permanece, mas a disposição nesse momento é de discutir com a comunidade uma ação que possa ser aceita (ou melhor aceita) por todos.
Enfim, conversa e bom senso nunca é demais!

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Música que entra por um ouvido e não sai pelo outro!



A Oficina de Música de Curitiba, que em sua 31ª edição mais uma vez presenteia a população com uma programação artística e pedagógica de qualidade internacional. De 9 a 29 de janeiro de 2013, a cidade mais uma vez abrigará os sons produzidos por músicos do mundo todo, participantes das fases de Música Erudita e Antiga e Música Popular Brasileira. São cursos, concertos, espetáculos e seminários, atingindo um público estimado em 50 mil pessoas. A programação pedagógica atende à formação individual do aluno, aliada às práticas em conjunto, em um intenso trabalho sob a tutela individual ou coletiva de professores e artistas consagrados.
A Oficina teve início em 1983, reunindo 200 alunos em oito cursos oferecidos no Solar do Barão. É uma realização da Prefeitura Municipal de Curitiba e da Fundação Cultural de Curitiba, por meio do Instituto Curitiba de Arte e Cultura (ICAC). Em 30 anos interruptos de realização, multiplicou o número de cursos e alunos, atraiu renomados professores e firmou-se como espaço para o desenvolvimento acadêmico e profissional de músicos brasileiros e estrangeiros, tornando-se uma verdadeira instituição em prol da valorização de variadas vertentes musicais.
Fonte: http://www.oficinademusica.org.br/

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Bustos e Estátuas de Curitiba - Gabriel de Lara


Gabriel de Lara como Capitão-Povoador, chegou a Paranaguá por volta de 1640, onde, seis anos depois, ergueu o pelourinho e comunicou, à Câmara de São Paulo, a descoberta de minas de ouro na região. Em 1647, requereu a instalação da Vila de Nossa Senhora do Rosário de Paranaguá, das justiças e da câmara.

Com a criação da Capitania de Paranaguá, em 1656, foi nomeado seu Capitão-Mor, Ouvidor e Alcaide-Mor, com jurisdição sobre o planalto.
Exercendo autoridade em nome do Rei, autorizou o levantamento do pelourinho de Curitiba em 1668.
Fonte: Fundação Cultural de Curitiba
A estátua, mais uma de autoria de Elvo Benito Damo, fica numa pequena pracinha no Batel, onde a Rua Gabriel de Lara termina. Essa rua começa na Rua Bispo Dom José, junto ao Colégio Estadual Rio Branco (onde estudei da quinta a oitava série).

domingo, 20 de janeiro de 2013

Pessoas comuns e incomuns de Curitiba 114

Essa moça estava xavecando o gauchão pilchado, que estava abancado apreciando o seu mate. Não! Na verdade esse boneco faz parte da decoração de uma loja de artesanato que fica em frente à Opera de Arame.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Unidades de interesse de preservação - Avenida Jaime Reis - parte 2






Mais um pequeno lote das UIPs da Avenida Jaime Reis. E novamente, a arquitetura eclética domina. Novos pontos da cidade surgem como alternativas para restaurantes e bares, mas acredito que o Centro Histórico sempre se manterá como um dos principais. Seja durante a noite ou durante o dia, essa região é sempre uma excelente opção para o lazer.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Unidades de interesse de preservação - Avenida Jaime Reis - parte1






Como era de se esperar, a região do centro histórico de Curitiba possui uma grande quantidade de UIPs, pois dali a cidade cresceu para ser o que é hoje. Por serem UIPs, suas características não podem ser alteradas e por não serem grandes edificações, grande parte delas acabam virando bares, restaurantes e galerias. Desde que preservadas, acho ótimo que sejam ocupadas.