quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Casas de madeira de Curitiba 84

Por essa casa, que fica na Almirante Tamandaré no Alto da XV, entre a Augusto Stresser e Dr. Goulin, eu já havia passado várias vezes de carro e de relance, percebia que tratava-se de uma bela casa de madeira escondida nos fundos de um terreno, cuja visualização é quase que totalmente obstruida pelas árvores. Nesse dia parei o carro e fiz a foto da melhor forma possível.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Avenida dos Postes

O nome Avenida das Torres, como a maioria dos que moram em Curitiba conhecem a Avenida Comendador Franco, está com os dias contados. Recentemente passei pelo local e me surpreendi com a retirada das torres e a instalação de enormes (e horrendos) postes no lugar dessas. A única vantagem é que obviamente um poste precisa de menos área de base e por consequência, ganha-se uma nova pista para os carros.
Mas fico pensando, se tiveram tanto trabalho para retirar as torres e instalação dos postes, porque não enterraram todos os cabos, ganhando ainda mais espaço? Certamente o custo seria o grande motivo, mas se até uma nababesca ponte estaiada está sendo construida na Avenida dos Postes, porque não deixar essa via mais bonita escondendo os cabos e evitando a pavorosa imagem dos postes?

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Pessoas, concreto, curvas e retas




Curvas, retas, concreto, pessoas e perspectivas. O MON é um prato cheio para quem quer praticar fotografia ou qualquer outra atividade que aproveite tantas informações que sempre encontraremos nesse magnífico museu. A frase da primeira foto é de Oscar Niemeyer.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Curitiba Central de Vilma Slomp






Até o dia 10 de março, a fotógrafa Vilma Slomp apresenta no Museu Oscar Niemeyer a exposição Curitiba Central. Com a curadoria de Rubens Fernandes Jr., 60 fotos em preto e branco retratam o anel central de Curitiba desde 1979 até os dias atuais.
Para quem mora em Curitiba desde a época em que as imagens começaram a ser feitas, certamente terá a sensação de estar em casa, mas ao mesmo tempo, a constatação de que a sua casa já não é mais a mesma!
Do texto do curador, extraí o que segue.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Grupo de caminhadas observacionais - Área Pública Restrita



Acredita que existe em Curitiba um lugar que é classificado como sendo público, porém de uso restrito? Pois existe! Apesar da aparente incongruência da placa, o local é público, pois trata-se de uma pequena área remanescente da prefeitura que ficou imprensada entre dois prédios e que num acordo entre todas as partes, é cuidado por todos. Mas o uso é restrito, pois é público apenas das 9 as 17, já que fora desse horário os moradores podem sofrer com uma série de inconvenientes.
Benefício para todos, moradores que não precisar ter suas janelas a poucos metros do prédio vizinho e público que tem um pequeno lugar para descansar e levar seus filhos para brincar.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Grupo de caminhadas observacionais - Franco Giglio


Na rua Visconde de Nacar perto da Carlos de Carvalho, paramos para observar o Ed. Brasilio de Araújo, em cuja fachada existe um mural de Franco Giglio. O mural está precisando de restauro, o que soubemos que acontecerá em breve.

Giglio nasceu em Dolceacqua, na Itália, em 1937, vindo para o Brasil aos 21 anos. Sem formação acadêmica, começou a trabalhar com outro italiano, Antônio Mucci, estabelecido em Minas, que, entre uma infinidade de obras musivas, legou o único livro escrito até hoje sobre mosaico no Brasil: Compêndio Histórico-técnico de Arte Musiva, publicado pela Editora Ao Livro Técnico em 1962, esgotado há muito tempo.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Grupo de caminhadas observacionais - Mercês/Centro - Casas de Madeira





Algumas casas de madeira foram vistas, principalmente próximas à Praça 29 de Março. Uma delas (as duas primeiras fotos) com aparência de bem mal cuidada, fica exatamente na esquina da Padre Anchieta com a Brigadeiro Franco. Podemos apenas imaginar o quanto vale esse terreno!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Grupo de caminhadas observacionais - Mercês/Centro - Pessoas





Considero que o verdadeiro valor de uma cidade está nas pessoas que nela residem e logicamente, uma caminhada como a nossa é uma grande oportunidade para registrar algumas delas.
Como na Praça 29 de Março, onde dois camaradas deitados na grama ao lado do nosso grupo, dormiam enquanto as informações eram passadas. Ou o garoto na casa de madeira, que surgiu na janela para observar quem observava sua casa. Encontramos também o Seu Ângelo, barbeiro há 28 anos atendendo a dois clientes, inclusive o garoto que com cinco anos, já é cliente há quatro! E por fim, a moça que na Travessa dos Editores foi surpreendida por mim na sua janela.
Enfim. o que seria desses lugares sem essas pessoas? Certamente bem menos interessantes.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Grupo de caminhadas observacionais - flora






Mesmo numa região densamente urbana como a que caminhamos, conseguimos observar árvores com flores e frutos, que aliviam a dureza visual do concreto! Acho que os pássaros são os maiores beneficiários dessas frutas todas.
A árvore com as raízes na superfície, desafiando o asfalto, fica na Des. Motta perto do cruzamento com a Julia da Costa e se não me engano, é uma árvore da família das figueiras (essa não dá figos).

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Grupo de caminhadas observacionais - O grupo


Essa caminhada reuniu perto de 40 pessoas e um grupo desse tamanho, com câmeras, chapéus, óculos escuros e toda pinta de turistas andando por pontos que em princípio não são turísticos, chama muito a atenção. Todos por quem passamos ficam olhando desconfiados, outros mais ousados, perguntam do que se trata e ficam espantados por saber que são moradores de Curitiba, circulando por Curitiba!
Há também, infelizmente, os coitados que ao passar de carro (sempre de carro) por nós, buzinam e gritam pérolas compatíveis com suas idades mentais. Acho que daria uma boa análise de um psicológico!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Grupo de caminhadas observacionais - Mercês/Centro - Arquitetura 1




Partindo da Praça 29 de Março, caminhamos dentro de um quadrilátero formado pelas ruas Padre Agostinho, Presidente Taunay, Carlos de Carvalho e Visconde de Nacar. Foram quatro horas e meia serpenteando por essas ruas e surpreende o quanto se observa, quando é esse o objetivo.
Essas casas foram fotografadas na Saldanha Marinho. Não sei se há um estilo arquitetônico no qual pudéssemos enquadrar essas casas, mas me lembram as que vi no livro sobre arquitetura eclética do Marcelo Sutil. Já a primeira casa, segundo o Mario, seria no estilo Missões.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Grupo de caminhadas observacionais - Mercês/Centro - Arte de Rua







Ontem, 16/02, fizemos a nossa caminhada observacional do verão. Os bairros escolhidos pelo Mário e Rafael dessa vez foi o Mercês e parte do centro. A arquitetura foi o foco principal da caminhada, com uma variedade grande de temas. Mas algo que sempre chama a atenção são as intervenções artísticas nas fachadas e outros elementos inesperados (como um armário de telefonia ou uma lata de lixo). Autorizadas ou não (imagino que praticamente todas são), elas levam colorido e beleza para os que distraidamente circulam por Curitiba.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Rio dos pinhões

Na Praça do Iguaçu do Memorial de Curitiba, o piso de paralelepípedos é cortado pelo Rio dos Pinhões, obra dos artistas Elvo Benito Damo, Maria Helena Saparolli e Priscila Tramujas, com 15 metros de comprimento representando a identidade paranaense, é composto de 4.500 unidades (entre pinhões e pinhas) moldadas em argila.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Casas de Madeira de Curitiba e região 82

Essa casa de madeira fica em Piraquara, na mesma rua do restaurante Obra Prima, ao longo da estrada de ferro. A rua é de terra batida com um aspecto bastante bucólico.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Na corda bamba!


Esse tipo de artista de rua não é muito comum de encontrarmos nos cruzamentos de Curitiba. Ao invés dos malabares, esse esticou uma corda entre duas árvores na Av. Silva Jardim, quase esquina com a João Negrão, sobre a qual caminhava ou (pelo que imagino) pedala um monociclo.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Zombie Walk Curitiba 2013 - parte 3








Apesar da chuva, a organização da Zombie Walk Curitiba estima que 3 mil pessoas participaram do evento, que está sua quinta edição (das quais fotografei 4). O evento fez parte da programação da edição de número 14 do Psycho Carnival e já configura uma excelente alternativa para os que não curtem samba, frevo e micaretas. Até com a chuva a Zombie Walk combina melhor em Curitiba, onde, segundo o slogan da festa, “o carnaval é um horror!”.