sexta-feira, 31 de maio de 2013

Corpus Christi 2013








O feriado de Corpus Christi atraiu, segundo estimativas, 150 mil pessoas ao Centro Cívico para acompanhar a missa de Corpus Christi, seguida da procissão sobre o tapete que desde a madrugada foi elaborado por diversas comunidades usando material reciclado.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Na praça.


Algo que eu raramente fiz em Curitiba foi sentar-me num banco de uma das muitas praças de Curitiba e tranquilamente ficar observando a vida passar à minha frente, mas é algo que sempre me parece agradável.
As fotos de hoje mostram os bancos e seus ocupantes na Praça Tiradentes, praça pela qual passo constantemente de carro. Como sempre paro nos semáforos, fico sempre a postos para novas fotos.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Aquisições do MON 2011/2013





O Museu Oscar Niemeyer (MON) abriu no dia 2 de maio, na sala 6, a mostra “Acervo MON - Aquisições 2011/2013” - para exibir ao público as obras que compõem seu acervo - que reúne mais de 3 mil obras. A exposição possui cerca de 70 obras de várias expressões artísticas, como desenho, pintura, gravura, escultura, fotografias impressas e digitais.
Os autores são artistas locais e artistas reconhecidos no cenário nacional, como André Rigati, Arthur Nísio, Daniel Senise, Denise Roman, Elizabeth Titton, Fernanda Castro, Leonor Botteri, Fernando Calderari, Luiz Henrique Schwanke, Maureen Bisilliat, Rones Dumke, Tomie Ohtake, entre outros.
“Acervo MON - Aquisições 2011/2013” fica aberta ao público até o dia 25 de agosto.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Casas de madeira de Curitiba 90

Uma linda casa de madeira, num lindo dia em Curitiba, banhada por um lindo sol de uma manhã de outono. A casa fica próxima ao cruzamento da rua Prof. Ulisses Vieira com a Guaianazes. O bairro? Entre a Vila Izabel e o Água Verde.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Árvores do outono no Centro Cívico

Passando pela rua Dep. Mario de Barros no Centro Cívico, vi as árvores com as cores do outono no Bosque do Papa. Aproveitei a parada no semáforo para fotografar algumas das árvores e também um pai com sua filha nos ombros, quem sabe a caminho de um passeio pelo bosque.

domingo, 26 de maio de 2013

Arrancada pela raiz!


Mais um capítulo do ocaso da bela casa de madeira que havia na esquina da Av. Iguaçu com a rua Cândido Xavier. Onde antes havia o esqueleto do que restava da casa, na foto de hoje mostro o cadáver de uma grande árvore tombada no terreno. A curiosidade da cena ficou por conta de um chapéu pendurado na raiz da árvore tombada, não sei se teria sido uma homenagem à árvore ou à casa.
Passei pelo local num outro dia e hoje nada resta, nem da casa, nem da árvore e nem do chapéu!
Fim de uma história!

sábado, 25 de maio de 2013

Circulando por Curitiba - Ano 4

Hoje o Circulando por Curitiba completa quatro anos de vida e de ininterruptas postagens diárias. Continuo a descobrir Curitiba e tenho certeza que sempre existirá uma nova vista, uma nova casa e mais uma pessoa para se registrar.
Apenas para ilustrar o post, publico hoje uma seleção de algumas das minhas imagens favoritas que em algum momento já apareceram aqui.
Ontem, casualmente, peguei para ler a melhor publicação sobre fotografia que conheço, a revista ZUM do Instituto Moreira Sales. Nessa quarta edição encontrei um texto fabuloso sobre o ato de fotografar.
O texto, de Wim Wenders, publicado no livro Once (D.A.P. e Schirmer/Mosel, 2001), foi traduzido do inglês por José Geraldo Couto.

De inicio, Wenders diz que fotografar é um ato em duas direções: para frente e para trás. Portanto, toda fotografia torna-se uma imagem dupla. A primeira vista o que se vê é o objeto fotografado, mas escondido ou menos visível, encontraremos a imagem do fotógrafo em ação e a sua atitude diante da imagem capturada
O autor diz que esse fenômeno pode ser descrito por uma palavra alemã: Einstellung, que significa a atitude com que alguém aborda alguma coisa ou o modo com que esse alguém entra em sintonia e absorve a coisa.  Essa mesma palavra, Einstellung, é também um termo de fotografia e cinema, que significa tanto o take quanto o modo como a câmera é ajustada. Assim em alemão, uma mesma palavra define tanto a atitude como a imagem produzida.
Define-se a câmera como um olho com a capacidade de olhar para a frente e para trás simultaneamente. Para a frente, esse olho “tira uma foto” e para trás, registra a mente do fotografo e o seu desejo pela imagem capturada.
O texto segue magnificamente falando da singularidade de cada momento fotografado, de como cada fotografia inicia uma história, tanto que cada foto deveria ser precedida da conhecida frase “Era uma vez...”
Esse texto foi revelador para mim, pois conseguiu traduzir em palavras o que sinto ao fazer as minhas fotos e ao observá-las depois. Cada foto contém não apenas uma imagem, mas também uma história e um pouco de mim mesmo.
Espero continuar a contar com a companhia de vocês nessa que tem sido uma bela jornada. 

sexta-feira, 24 de maio de 2013

O Brasil de Marc Ferrez



O Museu Oscar Niemeyer (MON) inaugurou no dia 4 de abril, a exposição “O Brasil de Marc Ferrez - fotografias do acervo do Instituto Moreira Salles”. O conjunto da obra de Marc Ferrez (1843-1923) - considerado o mais importante fotógrafo brasileiro do século 19 - está reunida no Instituto Moreira Salles e possui milhares de imagens distintas que percorre todo o período de atividade do fotógrafo, incluindo originais de sua primeira fase de atuação, de 1867 a 1873.
A mostra no MON resgata 75 destas fotografias realizadas por Ferrez entre 1860 e 1920. Dentre os diversos trabalhos para a documentação de ferrovias, destacam-se as da estrada de ferro Paranaguá-Curitiba, cuja construção teve início em maio de 1880, com a presença do imperador Dom Pedro II.
Cerca de metade da produção fotográfica de Ferrez foi realizada na cidade do Rio de Janeiro e no seu entorno, e a outra parte nas diversas regiões do Brasil, seja como fotógrafo da Comissão Geológica do Império em meados dos anos 1870 ou como principal fotógrafo das construções ferroviárias no Brasil, em especial nos anos de 1880 e 1890, configurando assim um grande panorama da paisagem brasileira do período.
O curador da exposição, Sergio Burgi, diz que Ferrez foi o “único no Brasil do século 19 a fazer de seu trabalho documental e de paisagem uma atividade exclusiva e rentável durante mais de 50 anos. As imagens de natureza de Ferrez, em conjunto, compõem um poderoso mosaico das riquezas e dos potenciais naturais do país, sejam as paisagens marinhas realizadas na Baía de Guanabara ou em outros locais da costa atlântica brasileira, como Imbituba em Santa Catarina, sejam as de serras, montanhas, matas e cachoeiras em torno da cidade do Rio de Janeiro ou no interior de Minas Gerais e em outras províncias”. A mostra fica em cartaz no MON até 7 de julho de 2013.
Fonte: www.museuoscarniemeyer.org.br/

quinta-feira, 23 de maio de 2013

A Magia de Escher

 




O Museu Oscar Niemeyer (MON) recebeu desde o dia 11 de abril, a mais completa exposição já realizada no Brasil dedicada ao artista gráfico holandês Maurits Cornelis Escher (1898 – 1972). A mostra “A magia de Escher” reúne 85 obras, entre gravuras originais, desenhos e fac-símiles, incluindo todos os trabalhos mais conhecidos do artista. O acervo da coleção da Fundação Escher na Holanda estará distribuído nas salas 1 e 2 do museu até o dia 11 de agosto. O horário para ver a exposição “A magia de Escher” será estendido até as 20 horas, de terça a sexta-feira. Devido ao controle de temperatura e umidade das salas para que não haja nenhum dano às obras, o acesso do público será controlado por senha.
A exposição permite que o público passe por uma série de experiências que desvendam os efeitos óticos e de espelhamento que Escher utilizava em seus trabalhos. Experiências como olhar por uma janela de uma casa e ver tudo em ordem e, em seguida, ver tudo flutuando por outra janela, ou ainda assistir um filme em 3D, que possibilitará um passeio por dentro das obras do artista. A expografia ainda apresentará animações de algumas das gravuras de Escher.
Para saber mais sobre a vida e obra de Escher, siga lendo.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Parques e Bosques Urbanos de Curitiba



No mesmo dia da Vinada Cultural, aconteceu no Passeio Público, com a presença do prefeito Gustavo Fruet, o lançamento do livro “Parques e Bosques Urbanos de Curitiba”. Aproveitei para comprar o meu exemplar e conseguir um autógrafo da autora, a arquiteta e paisagista paulista Cecília Giuliano, cujas viagens para Curitiba a fez ficar encantada com logradouros públicos, destinados ao bem estar dos seus moradores, verdadeiros  convites ao lazer junto à natureza.
O livro conta a história e apresenta fotos de 23 parques e bosques de Curitiba, muitos conhecidos como o Passeio Público, Barigui, São Lourenço, Bosque do Papa e outros nem tanto, como o Parque Cambuí, Parque dos Tropeiros, Parque Lago Azul. O livro certamente será um belo guia para novas jornadas fotográficas pela nossa Curitiba.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Grupo de caminhadas observacionais - Vista Alegre - Casas de madeira 3








Finalizo hoje as fotos da caminhada pelo Vista Alegre com o último grupo de lindas casas de madeira. Mesmo considerando que os dias das casas de madeira em Curitiba estão contados, pela quantidade delas que ainda encontramos por toda cidade, acho que conviveremos com essas casas um bom tempo ainda.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Um sino!

Já não me lembro do local onde achamos essa casa com um sino instalado num vão do muro. A falsa vinha, o muro e o sino dão um toque todo "Vila Italiana" para o lugar. Não sei a rua, mas sei que foi no Vista Alegre.

domingo, 19 de maio de 2013

Uma perspectiva

Uma perspectiva de muros e árvores interrompida por um morador de rua de por um caminhante. Essa foto foi feita numa caminhada pelo Rebouças.

sábado, 18 de maio de 2013

Lambrequins nas Mercês.


Na Praça Divina Pastora nos Mercês (junto à Manoel Ribas) há uma casa que parece bem antiga, que hoje é ocupada por uma empresa. Além da bela arquitetura da casa, destacam-se os lambrequins, o rendado de beirais curitibanos.