sábado, 30 de novembro de 2013

Outro ângulo do Museu Paranaense


Projetado e construído em 1928 pelo engenheiro Eduardo Fernando Chaves para ser a residência da Família de Julio Garmatter (empresário e pecuarista), o Palácio São Francisco foi vendido ao governo do estado por solicitação do interventor Manoel Ribas (amigo de Julio Garmatter) para sediar o governo, uma vez que o Palácio da Liberdade já era pequeno para esse fim. Considerado na época ideal para ser a sede do governo por localizar-se num ponto alto e de destaque e também, por suas linhas austeras e geométricas, distanciando da então considerada excessiva ornamentação do ecletismo. Foi sede do governo estadual até 1954 (quando foi inaugurado o Palácio do Iguaçu). Foi então sede do TRE até 1987, quando restaurado foi destinado ao Museu de Arte do Paraná e em 2002 ao Museu Paranense.
Essas fotos foram fitas a partir da rua Des. Ermelino de Leão.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Sozinha...

Um pouco sufocada entre a parede e a avenida, essa araucária tem como companhia apenas a sua sombra projetada no paredão! A araucária solitária foi fotografada na avenida Batel, ao lado do novo shopping.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Diversidade


O cardápio de tipos que se encontra aos domingos na feirinha é enorme! Croquiseiros, meninas com trajes típicos, indios (!), pessoal da capoeira/berimbau e muito, muito mais, basta uma circulada para ver!

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Grupo de caminhadas observacionais - Bacacheri - plantas







Em todas as nossas caminhadas, fotografo plantas, árvores e flores ao longo do caminho. Para quem curte especificamente esse tipo de fotografia, Curitiba em qualquer dos seus bairros é repleta de muito verde e de muitas cores dos jardins da cidade. Nas fotos de hoje, as plantas do Bacacheri!

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Do alto no Novo Mundo!



No local onde trabalho no bairro do Novo Mundo, há uma torre de concreto de 70 metros de altura, que além de fazer as vezes de caixa d'água, serve também de suporte para parábolas de telecomunicações, cujo acesso às plataformas até o topo se dá por uma série de escadas internas.
De saída do trabalho num dia desses, vi um colega já devidamente equipado com seu EPI (equipamento de proteção individual) para trabalho em altura e logo percebi que ele iria escalar a estrutura. Como há muito tempo gostaria de ter fotos de lá de cima e já que não tenho mais autorização para trabalho em altura, não pude deixar de pedir para que ele, caso tivesse oportunidade, fizesse algumas fotos da paisagem lá de cima, além das que faria para o seu trabalho. Muito gentilmente ele aceitou a tarefa, me enviou as fotos e autorizou que eu as publicasse aqui nesse espaço.
Raramente publico fotos que não são minhas, mas como sei que não poderei fazer as minhas lá de cima e como essas foram feitas sob encomenda, ei-las publicadas, graças ao colega Fabrício Brum, à quem agradeço.
A primeira foto apresenta uma vista em direção nordeste. A segunda mostra a rua Pedro Gusso indo na direção leste (observe ao fundo a Serra do Mar) e a terceira foto mais técnica, mostra as parábolas em diferentes direções e lá embaixo, a rua Pedro Gusso.
Trabalhar em altura exige além de equipamento adequado (cinto, trava-quedas, mosquetões, talabartes, capacete), treinamento específico para esse tipo de atividade e um certo não medo de altura.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Na ciclovia

Clique rápido da ciclovia no cruzamento da rua Dep. Mário de Barros com a Euclides Bandeira no Centro Cívico num domingo qualquer, atrapalhando um pouco o trânsito! A cena com muito verde, postes em perspectiva e a ciclovia ocupada, mereceu a parada!

domingo, 24 de novembro de 2013

Enquanto seu ônibus não vem...


Solitárias esperando a chegada do ônibus, essas duas moças distraiam-se como podiam. Uma com seu celular num ponto da rua José de Alencar no Alto da XV e a outra lendo algumas folhas de papel num tubo da rua Conselheiro Laurindo no Rebouças.

sábado, 23 de novembro de 2013

Cuidado com a abdução!

Ouvi no rádio que uma pesquisa nos Estados Unidos revelou que houve um aumento considerável de acidentes envolvendo pedestres (inclusive fatais) e o principal motivo apontado foi o uso de celulares (principalmente smartphones) pelos seus donos enquanto desatentamente caminham pelas ruas.
Vejam o nosso amigo da foto. Ele está prestes a ser atacado por um mal encarado monstro marinho ou ser abduzido por uma nave que parece ter saido do filme "Guerra dos Mundos" e sem tirar os olhos da tela do telefone, nem nota!
A cena foi fotografada na Rua Luiz Leão, junto ao Círculo Militar e o Passeio Público.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Viajo Curitiba

"Curitiba sem pinheiro ou céu azul, pelo que vosmecê é - província, cárcere, lar - esta Curitiba, e não a outra para inglês ver, com amor eu viajo, viajo, viajo."


quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Grupo de caminhadas observacionais - Bacacheri - arquitetura









No Bacacheri encontramos vários estilos arquitetônicos durante a nossa caminhada. Arquitetura modernista, eclética e até uma casa/museu futurista. Essa última, segundo um vizinho, demorou quase 5 anos para ficar pronta e pouco movimento se vê por ali. Muitas e muitas ruas são predominantemente residenciais e bastante arborizadas, tornando o bairro um lugar excelente para se morar.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Uma árvore, duas flores!

Vejam que idéia genial! Alguém resolveu plantar um bougainville junto de um jacarandá, resultando numa árvore que parece bipolar! Como ambas as árvores entrelaçadas floriram simultaneamente, um espetáculo para os moradores da região está garantido por um tempo! A árvore fica na rua Paulo Ildefonso Assumpção no Bacacheri (na sua porção junto ao Jardim Social).

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Grupo folclórico alemão.






Fui ao Belvedere no último domingo para fotografar os croquiseiros, mas como resistir a uma música tão alegre, roupas tão bonitas, dança tão animada e lindas moças? Parei para fazer algumas fotos, assim como uma pequena multidão. As meninas, muito simpáticas deixaram-se fotografar. Não sei se fazem parte de um grupo folclórico de algum clube (o mais perto dali é o Concórdia)! Infelizmente não tive a oportunidade de perguntar.
O Maurício no comentário abaixo, informa que as meninas estavam em Curitiba divulgando a 24ª Münchem Fest que acontecerá em Ponta Grossa a partir de 29/11. Olhando a faixa da primeira foto, lê-se que ela é a Rainha da 23ª München Fest, que segundo apurei na internet, trata-se de Daiane Graziele Pulga.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Como transformar degradação em arte!



O cotidiano do Belvedere não é feito exclusivamente de pichação e abandono! Ontem o pessoal do Croquis Urbanos de Curitiba esteve mais uma vez reunido para desenhar e pintar esse ainda belo, mesmo que abandonado, exemplar histórico da arquitetura curitibana.
Na colagem, alguns dos belos trabalhos produzidos. Na foto do meio, os croquiseiros reunidos ao final do evento e na última imagem, uma foto croquisada pela minha câmera!
Espero realmente o dia em que veremos o Belvedere restaurado, ocupado e servindo mais uma vez à nossa cidade.

domingo, 17 de novembro de 2013

O triste Belvedere nos entristece!


Há poucas semanas estive no Centro Histórico para fotografar a feirinha e mais uma vez me deparei com o Belvedere no triste estado de abandono que ele encontra-se hoje. Além de me deparar com o triste Belvedere, flagrei também a polícia revistando um provável grupo de suspeitos que tomam conta da Praça João Cândido.
Na semana passada o nosso prefeito Gustavo Fruet divulgou no seu facebook, com muito orgulho para todos nós, um grande investimento em mobilidade urbana para Curitiba que envolverá, dentre outras obras, o metrô articulado com ciclovias. Comentei que um grande administrador público deve ter seus olhos voltados para os grandes projetos estruturantes (como os que estavam sendo divulgados), mas ao mesmo tempo, esses mesmos olhos não podem se fechar para as pequenas coisas igualmente importantes e citei como exemplo o abandono do Belvedere (mesmo que esse, talvez, não esteja sob responsabilidade da prefeitura).
Como se sentem os curitibanos e turistas que se deparam com cenas como as que postei hoje? Como se sentirão os turistas que durante a Copa do Mundo virão à Curitiba e se depararem com um Belvedere nesse estado ou uma rua XV de Novembro transformada num albergue a céu aberto? Não importa se a questão de segurança é de responsabilidade do estado (governador Beto Richa) ou do município (prefeito Gustavo Fruet) ou o mesmo sobre a preservação do nosso patrimônio histórico. Ambos os poderes devem trabalhar juntos para garantir a nossa segurança, a preservação da nossa história e do nosso patrimônio e passar um recado claro para a população (de bem ou não) de que aqui cuidamos da nossa gente e da nossa casa!

sábado, 16 de novembro de 2013

Voando baixo!



Esses dançarinos/malabaristas eu flagrei quando caminhava na rua das Flores durante o último domingo da Corrente Cultural. Com muita habilidade e leveza, eles literalmente flutuavam e com muita coragem, faziam manobras no solo. Convenhamos que exige coragem para girar feito pião de costas no nosso petit pavé!

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Grupo de caminhadas observacionais - Bacacheri - pessoas





No post de hoje, até como dica para quem ficou no feriado em Curitiba, mostro as pessoas que encontramos durante a nossa caminhada observacional pelo Bacacheri. Algumas fotos mostram os próprios caminhantes fotografando, caminhando ao longo do trilho do trem na região das casas de madeira perto da Munhoz da Rocha e descansando num parquinho, mas também, pessoas que encontramos pelo caminho.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Dona Mara, sua casa de madeira e seu jardim




Outro destaque da nossa última caminhada observacional pelo Bacacheri foi uma casa de madeira na rua México. Além da casa que é muito bonita e muito bem cuidada, chama a atenção o belo jardim que precede a casa. Uma grande variedade de flores misturam-se no jardim. Com aquela aglomeração toda, a Dona Mara foi até o portão para conversar um pouquinho conosco. Disse ela que é bastante comum pessoas pararem no muro para apreciar o jardim (que ela e seu marido cuidam) da casa onde mora há 30 anos (e que existe há mais de 50 anos, calcula ela). Muito simpática, deixou-se fotografar por nós.