terça-feira, 30 de setembro de 2014

Da matéria do mundo










Ontem estive no MON e uma das exposições que visitamos foi a de Eliane Prolik, cujas instalações renderam fotos bem interessantes, como podem observar hoje.
Acontece no Museu Oscar Niemeyer (MON) até 16 de novembro, a exposição “Da matéria do mundo”, da artista Eliane Prolik. A mostra apresenta a instalação “Atravessamento” e três núcleos de esculturas. A exposição se apropria de materiais industriais que possibilitam o desencadeamento de formas abertas e comunicantes relacionadas ao sentido fluido e emblemático da vida contemporânea. A instalação “Atravessamento”, de 160 metros quadrados de eletrocalhas, envolve e captura o espectador com seu engenho, rumor e desvios. A natureza escultórica de sua obra responde à presença física e à experiência ampliada da percepção do corpo em movimento em interações e tensões junto ao lugar, a arquitetura e a cidade. Eliane Prolik é curitibana, graduada em Pintura e possui especialização em História da Arte do Séc. XX pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (EMBAP). Desde o final dos anos 1980 trabalha com escultura, objeto e instalação. Fonte: site do MON.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

O IPPUC e o Croquis Urbanos de Curitiba






No último domingo o Croquis Urbanos de Curitiba visitou um lugar muito especial para Curitiba e todos os curitibanos, o IPPUC. Centro pensante do planejamento urbano de Curitiba, que fez a nossa cidade ganhar fama mundial pelas suas soluções criativas, até hoje servindo de exemplo para muitas cidades. O IPPUC ocupa esse local há quase 50 anos e quem o visita, entende porque ninguém pensa em sair dali. A localização é um privilégio e tudo que compõe esse espaço é sensacional. As fotos e os desenhos darão uma pequena pista do que é esse lugar.

domingo, 28 de setembro de 2014

No gol.

Esse segurança do MON estava numa posição perfeitamente simétrica em relação ao gol, ou melhor, em relação ao acesso atrás dele. Tentei disfarçar mirando a câmera para uma escultura no meio do caminho, mas na hora de disparar, acho que ele percebeu e mudou a postura. Mesmo assim, fiz a foto!

sábado, 27 de setembro de 2014

Memórias em miniatura - A arte de Fabiano Fausto







Ontem finalmente consegui visitar a exposição do Fabiano Fausto na Sala do Artista Popular, que fica na rua Saldanha Marinho entre a Ébano Pereira e Dr. Muricy. Como eu esperava, as miniaturas são sensacionais principalmente pela atenção que o Fabiano dá aos mínimos detalhes, como uma minúscula estufa com salgadinhos que fica em cima de um balcão, de um bar que poderia ser uma dos que temos aqui no bairro. Espero que essa exposição seja apenas um pequeno passo para uma carreira de grande sucesso que o talento do Fabiano merece.
A exposição ficará na Sala do Artista Popular até o dia 15/10, apenas de segunda à sexta das 10 às 18 (bem chato esse horário).

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

1.500.000 visualizações de página do Circulando por Curitiba

Quem acompanha o Circulando por Curitiba, sabe que eu gosto de fazer alguns posts marcando momentos que considero relevantes na vida desse blog. Esse é um desses momentos. O Circulando por Curitiba completou recentemente a marca de mais de 1 milhão e 500 mil visualizações de página.
Para ilustrar e marcar o fato, o amigo Simon Taylor (ilustrador, chargista, editor gráfico, diagramador, designer gráfico, fã dos Beatles e pai da Alice) fez a ilustração de hoje!
Obrigado à todos por continuarem a me acompanhar nessa jornada e aos muitos bons amigos (como o Simon) que tive a felicidade de conhecer por causa desse blog!

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Seus olhos eram verdes qual o doce de cidra...











Há anos conheço as casinhas de madeira da rua Cândido Xavier no bairro Água Verde, sendo muito comum eu passar por ali a caminho do trabalho, mesmo não sendo o melhor trajeto. Já fiz posts anteriores especificamente sobre a mais especial das casas, que fica no número 521. Quando soube que sua moradora havia falecido, fiquei preocupado com o destino da casa, mas ao longo desse ano, percebi que o telhado estava sendo trocado e partes da madeira estava sendo recuperada. Bom sinal! Meses depois, uma placa com os dizeres “Doce de Cidra Café e Restaurante”, me deixou duplamente feliz. Primeiro porque “Doce de Cidra” imediatamente me trouxe a lembrança do meu pai, que gostava muito desse doce e também, porque tive a certeza de que a casa estava salva.
Há poucos dias estive no “Doce de Cidra” para um café, um doce e uma série de fotos, dessa vez de dentro da casa. Nessa visita tive a grata oportunidade de conhecer Letícia, neta de Dona Anna, que em sociedade com seu irmão Leandro, abriram o Café/Restaurante.
Gentilmente Letícia se dispôs a contar um pouquinho sobre essa jornada no texto que reproduzo integralmente abaixo. 

Depois que minha Vó Nêne se foi, falávamos sempre sobre o destino da casa, de como ela estava vazia sem a sua presença e de todos que sempre estavam aqui de visita. Esta casa sempre foi o ponto de encontro de toda família e de muitos amigos, lugar do almoço e/ou café de domingo, das festas de aniversário de primos e tios, lugar dos encontros de pascoa, dia das mães, pais, crianças e principalmente no Natal, onde a família toda se reunia. 
Em conversas com nossa mãe, recordamos vários momentos que minha vó expressava uma vontade de servir, pra quem quisesse entrar, suas especialidades. Ela dizia: - bem que a gente podia colocar algumas mesinhas aqui na sala e servir um café e algumas delicias, não é? Ela era muito criativa e tinha prazer em receber,  além de muita disposição pra cozinhar e conversar.
Quando falávamos na transformação da casa para um café/restaurante, o que sabíamos era que não precisávamos mudar muita coisa,  nossa vontade era de apenas abrir a casa da vó ao público. E foi baseado nisso que pensamos em tudo, o nome Doce de Cidra, foi escolhido por conta de uma musica que ela gostava e que dizia: “... uma doceira cabocla mais bonita que eu já vi, seus olhos eram verdes qual o doce de cidra….”, E assim eram os olhos dela, os mais lindos que ja vimos. A casa está decorada com os quadros que ela pintou, sua mesa de jantar está à disposição de quem quiser sentar, seu fogão a lenha que de um tudo cozinhou, hoje aquece a casa nos dias de frio, o piano é tocado sempre e sua foto permanence lá, assim como sua história e tantas boas lembranças. 

O Doce de Cidra serve almoço de segunda à sábado, tendo o cardápio dominado pelos pratos que a Dona Anna gostava de cozinhar e à tarde, salgados, doces, chás e um ótimo café aguarda os privilegiados que são os novos convidados desse fabuloso lugar.

E mais uma vez peço licença à família para postar a primeira foto de Dona Anna, que me foi enviada pelo Jonas, um dos bisnetos dela.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Uma bailarina

A bailarina no palco do Clube Concórdia ensaiava poses para os fotógrafos no salão. Sem querer, posou também para mim, que estava além das cortinas fotografando o palco sem qualquer cenário.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Musicletada



















Meio que sem querer, passei no último domingo pela Praça de Bolso do Ciclista na Rua São Francisco, onde ao longo de todo dia aconteceu a Musicletada, evento que reuniu perto de 3 mil pessoas. Durante o evento aconteceram aulas de yoga, oficinas, palestras sobre mobilidade urbana, muita música e um astral muito bacana por conta das pessoas que dividiram a rua. 
O evento marcou o Dia Mundial Sem Carro, que foi ontem, assim como a inauguração oficial da praça, que é um exemplo fabuloso de envolvimento da comunidade na transformação de um espaço violento e abandonado, num ponto de encontro simpático e voltado para a cultura.