sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Fotografar ou não fotografar?


Fiz essas duas fotos em dias consecutivos, de dentro do meu carro esperando o trânsito fluir, em condições de luz desfavoráveis e certamente sem condições de buscar o melhor ângulo (o flare em ambas as fotos atestam isso). A opção poderia ser não fazer a foto, mas nem sempre temos condições de voltar outro dia para repetir a mesma cena em situação mais favorável. Dependendo então do que encontramos, o jeito é fazer o melhor possível.
A primeira foto foi feita na Av. Pres. Kennedy e a segunda, no chafariz do Memorial Árabe.

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Poty, a Catedral e o Hindenburg

Esse painel de Poty Lazzarotto na esquina da Rua XV com a Marechal Floriano, foi feito em 1993 no ano em que Curitiba completou 300 anos, a Catedral completou 100 e foi elevada ao grau de Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Luz. O painel homenageia as pessoas que a construíram e mostra um trabalhador sentado no andaime, tranquilamente fazendo um lanche e bebendo seu vinho.
Algo que me parece estranho no painel é o dirigível (Hindenburg), que até onde sei, esteve em Curitiba em 1936, muitos anos depois da Catedral ser concluída. Será que o personagem tomou um pifão daqueles e está vendo dirigíveis? Se alguém tiver uma explicação menos absurda, por favor compartilhe.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Um elegante senhor

Em meio a confusão de pessoas passando, pombos voando e Croquiseiros desenhando, esse senhor elegantemente trajado parou para conversar com as pessoas na Praça Zacarias. Não cheguei a tempo para saber sobre o que falavam, mas a tempo para fazer essa foto.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Outras casinhas de madeira na Cândido Xavier




Entre essas duas casinhas de madeira na rua Cândido Xavier, há uma espécie de beco que faz parecer que o tempo parou naquele pedacinho de Curitiba. No dia em que fotografava essas casas, de uma delas saiu um motoqueiro que disse morar numa delas há cinco anos e que essas devem ter cem anos. Incrível pensar que se pode morar num lugar com toda pinta de interior, dobrar uma esquina e estar no meio de um bairro super agitado como o Água Verde.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Orquídeas e Croquis





Ontem acompanhei o Croquis Urnanos de Curitiba em mais um encontro. Dessa vez tivemos a oportunidade de visitar uma casa incrível na rua Mateus Leme, onde a sua proprietária possui mais de 1000 espécies de orquídeas, muitas delas em época de florada. Para um leigo no tema como eu, não imaginava existir uma diversidade tão grande e bonita dessas flores. Foi enfim um encontro dos mais agradáveis, pelo clima, pelo lugar e pelos amigos reunidos.

domingo, 26 de outubro de 2014

O mural de Lolô Cornelsen


Ayrton Lolô Cornelsen em 1948 aceitou o desafio colocado pelo seu sogro, projetando e construindo sua própria residência num terreno com grandes desníveis na Alameda Presidente Taunay. Ali, Lolô pode aplicar livremente todos os seus conceitos de arquitetura, resultando numa casa admirada até hoje por arquitetos e pessoas que consideravam essa casa uma atração turística de Curitiba.
Destacava-se na casa o conjunto de pilotis (novidade na cidade), um belo jardim frontal e principalmente, o mural abstrato executado em azulejos, desenhado pelo próprio Lolô.
No ano de 1962 a casa foi vendida para Paulo Pimentel, ano que a família Cornelsen mudou-se para o Rio de Janeiro. Infelizmente para a história da arquitetura de Curitiba, em 1999 a casa foi demolida.
De forma surpreendente, o arquiteto Hugo Umberto (principal responsável pela restauração de outra joia de Lolô, a Casa Belloti) teve acesso ao desenho original feito à mão pelo próprio Lolô, que serviu de base para a execução do mural de azulejos. Gentilmente o Hugo autorizou que eu fotografasse o desenho, foto essa que apresento nesse post.
Muito se perdeu com a demolição da casa, mas nem tudo foi perdido, felizmente.
A primeira foto e grande parte das informações que apresento aqui, foram obtidas aqui.


sábado, 25 de outubro de 2014

Villa Guajuvira

Subindo (literalmente) a rua Ébano Pereira para encontrar o pessoal do Croquis na Sociedade Polono-Brasileira, passei por essa casa que gostaria de ser um castelo, onde na sua (vamos chamar assim) torre está escrito "Villa Guajuvira".
Procurei na internet o que poderia ser essa Villa e se haveria alguma história relacionada à casa ou ao nome. Além de descobrir que Guajuvira é um um tipo de árvore e um bairro de Araucária, também encontrei um conto que você pode ler aqui.
Ao fazer a foto, tentei manter na imagem apenas a casa e a Rural estacionada na rua, procurando dar um ar antigo ao conjunto.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Edifício Brasilino Moura

Construído em 1944 pela Gutierrez, Paula e Munhoz, o Edifício Brasilino Moura é também conhecido como "balança mas não cai" por causa das janelas inclinadas. O prédio, que fica na esquina das ruas Cândido Lopes e Ébano Pereira, foi uma das obras que junto com a Biblioteca Pública do Paraná e o prédio do Banco do Brasil, impediram a viabilização da implantação da "Times Square" curitibana prevista no Plano Agache que consistia no prolongamento da Carlos de Carvalho e Vicente Machado, juntando-se na Cândido Lopes, que seria alargada para 80m até a Praça Tiradentes.
Isso provavelmente resultaria hoje em vias mais largas para escoar o tráfego de veículos, mas como seria a paisagem naquela região sem esses prédios, fica apenas para um exercício de imaginação. Alguém se arrisca a desenhar?

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Malabaristas

Na Av. Pres. Kennedy perto do Shopping Palladium, um aprendiz de malabarista (meio atrapalhado) animado por um tocador de banjo e com o apoio de um rapaz vestido feito apresentador de circo, tentavam ganhar trocados dos que paravam no semáforo.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Beira de estrada

Domingo, 7 horas da manhã na linha verde. Levando minha filha para seu estágio, passei por esse prédio todo "decorado" e com toda pinta de abandonado. Achei que daria uma foto interessante.
Na volta para casa, a Linha Verde continuava tão vazia que pude parar por alguns minutos para registrar a paisagem de beira de estrada que ainda encontramos ao longo de praticamente toda Linha Verde. Fico imaginando quanto tempo será necessário para que a Linha Verde (e seu entorno) passe a ter uma cara mais de avenida e menos jeitão de BR.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Um muro para lamentações?

De longe e de relance, ao fazer a curva na Praça 19 de dezembro, vi uma pessoa de joelhos diante do painel de Erbo Stenzel. Num primeiro momento, achei que a pessoa estaria passando mal, depois pensei que poderia estar orando, mas parado no semáforo, percebi que ele estava diante de uma folha de papel no chão, estudando alguma coisa, com que objetivo não sei.
Quanto ao muro para lamentações, seria apenas para lamentar que o painel mais uma vez foi brutalizado e há tanto tempo continua assim. Ainda sou à favor dos que dizem: "quem ama, cuida". Isso vale para quem pixou e para quem já deveria ter recuperado essa importante obra de arte.

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Sociedade Polono-Brasileira









Ontem não pude acompanhar no todo o encontro do Croquis Urbanos de Curitiba que aconteceu na Sociedade Polono-Brasileira Tadeusz Kosciuszko, que fica na rua Dr. Ébano Perereira, 502 no Bairro São Francisco. Tive tempo porém para fotografar a fachada, três fotos bem antigas, um detalhe da lateral (que é a mesma que aparece em uma das fotos antigas) e também, um dos croquis que foram feitos de um detalhe da fachada principal (esse fotografei em casa).
O prédio é uma construção eclética dos anos 1930, sede da primeira sociedade polonesa do Brasil, construída em 1890 e unida à Lacznosc i Zgoda na década de 1920. É fruto do trabalho dos próprios associados, muitos deles pedreiros e carpinteiros. Situada no Setor Histórico de Curitiba, foi restaurada e reaberta em 03/05/2000, Dia Nacional da Polônia. As informações desse último parágrafo eu obtive do totem do patrimônio cultural da prefeitura, instalado em frente à sociedade.

domingo, 19 de outubro de 2014

Forte, forte chuva.

Na última sexta-feira tivemos em Curitiba e região um tempestade que deixou muitos estragos. Enquanto em Curitiba vimos apenas um céu bem escuro e muita chuva, alagando várias ruas, derrubando galhos, na região mais periférica e cidades vizinhas, o estrago foi grande com chuva de granizo do tamanho de bolas de ping-pong. Conversei com um amigo feirante e disse ele que tudo que eles tinham plantado foi destruído e que várias casas de amigos deles tiveram seus telhados totalmente quebrados. Mas como disse ele, num momento desses, resta apenas lamentar, tomar um calmante e esperar.
A foto fiz por volta das 17h30, de dentro do carro, quando passava pelo Terminal do Guadalupe.

sábado, 18 de outubro de 2014

Um trio eclético



Esse trio de casas de arquitetura eclética que um dia deve ter abrigado famílias, há tempos têm função comercial. Os belos detalhes de cada uma e a conservação (pelo menos das fachadas) chamam a atenção de quem passa por elas. As três ficam na avenida Iguaçu, quase esquina com a Bento Viana no bairro Água Verde.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Um hotel na Barão

Esse hotel que fica na esquina da Marechal Deodoro com  a Barão do Rio Branco, remete a um tempo em que a entrada e saída de Curitiba para o mundo dava-se por essa rua e a estação ferroviária. Nesse tempo, a rua era conhecida como rua da Liberdade e os hotéis da região (como esse, o Tassi e o Johnscher) tinham a importante função de abrigar os viajantes.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Uma casa de madeira no Ahú


Tenho quase certeza que fotografei essa casinha de madeira num dia que casualmente passei de carro pelo Ahú. O fato dela estar com esse jeitão meio caído (estilo miniatura de Fabiano Fausto), cercada de mato, grama e árvores e isso tudo cercado de asfalto, prédio e vidro, me fez parar para fazer a foto.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Grafites e prédios abandonados


Fotografei essas duas edificações abandonadas numa mesma região, no centro e perto do Passeio Público. A primeira foto mostra um prédio que há anos está do mesmo jeito, ou seja, inacabado. Soube que pertence à uma pessoa que basicamente faliu e não aceita passar esse prédio para quem o finalize.
Já casa da segunda foto não tenho muita certeza, mas acho que a fotografei na Carlos Cavalcanti, ao lado do Passeio. Em ambos os casos, muros, tapumes e paredes servem de suporte para grafites e pixações.

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Nas ruínas

Na rua Presidente Carlos Cavalcanti em frente ao Passeio Público, fotografei essa moça parada na frente de um resto do que um dia foi um posto de gasolina, escorada numa cerca fictícia.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

O Doce de Cidra e o Croquis Urbanos de Curitiba






Ontem o Croquis Urbanos de Curitiba foi recebido no Doce de Cidra, um Café e Restaurante sensacional no Água Verde. Os croquiseiros espalharam-se nas calçadas e também dentro da casa, que foi especialmente aberta para o evento. Lindo lugar e pessoas talentosas, resultaram em lindos registros desse lugar tão especial.

domingo, 12 de outubro de 2014

Brincando com arte!



Não interessa onde estiver e o que tiver às mãos, uma criança sempre vai dar um jeito de brincar, divertir-se e sorrir à valer!! Que bom.
Esse lindo garotinho saltou entre esculturas, brincou de esconde-esconde, pega-pega e tudo mais que sua energia sem fim permitiu.
Feliz diz das crianças à todas, especialmente à esse sapeca das fotos!

sábado, 11 de outubro de 2014

Banquinho da Solidariedade


A Carmesim Espaço de Arte e Design está promovendo uma ação que une arte e solidariedade. Cem bancos brutos foram distribuídos para artistas, designers, arquitetos e esse fotógrafo, para serem transformados em obras de arte e então, leiloados na página do Facebook da Carmesim.
A totalidade da renda do leilão será revertida para a reforma do Centro de Educação Infantil Castelinho do Saber, que fica na rua Benjamin Constant, 531 no centro, que atende a crianças conveniadas a essa entidade. Nada mais bacana de se fazer nessa época do dia das crianças.
Estou tendo o privilégio de poder fotografar cada um dos banquinhos e essas imagens estão sendo utilizadas no leilão. Acima dois mosaicos, o primeiro mostrando o "making of" do banquinho Circulando por Curitiba, com o lindo mosaico de Marcia Flenik e o varal de fotos minhas.
O segundo mosaico, mostra todos os banquinhos fotografados por mim até agora. Não dá para ver os detalhes, mas garanto que são todos lindos.
Sugiro que visitem a Carmesim (R. Dr. Faivre, 621) para conhecer cada um dos banquinhos e esse lugar que é sensacional.
E importante, entrem no face da Carmesim, escolha o seu banco e dê um lance por ele!

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Olhares diversos.



Pessoas em dias e lugares diferentes em Curitiba. De comum, meninas solitárias e olhares perdidos. Na primeira, ela espera uma loja abrir na Presidente Faria. A segunda imagem foca a pessoa parada no meio da calçada que vi pelo retrovisor do meu carro e na última, a menina no MON para um pouco de olhar para o celular para buscar algo mais distante.