terça-feira, 31 de março de 2015

Coletiva Série F








No último sábado estive no Museu da Fotografia no Solar do Barão para a abertura da exposição "Coletiva Série F", idealizada pela Galeria DOC em parceria com a Nikon do Brasil em São Paulo e trazida à Curitiba pela Omicron - Escola de Fotografia em parceria com a Fundação Cultural de Curitiba. A coletiva apresenta 21 fotografias das décadas de 60 à 90, cujo ponto de contato é a lendária série F de câmeras da Nikon (eu modestamente tive uma F70 e uma F801). As fotografias são se autoria dos brasileiros Sergio Jorge, Klaus Mitteldorf, Bob Wolferson, Armando Prado, Luiz Garrido, Luciano Candisani, Ana Carolina Fernandes, Edu Simões, Evandro Teixeira, Walter Firmo, Tuca Reines, Jorge Araújo, João Bittar, Juca Martins, Daniel Kfouri, Ignacio Aranovich, Paulo Vainer, Alexandre Belém, Rogério Assis, Juan Esteve e Egberto Nogueira.
Como cheguei bem cedo ao Solar, pude fotografar as instalações antes das pessoas chegarem. Mais tarde aconteceu uma conversa de Luiz Garrido com os presentes. Além de Luiz Garrido e Alexandre Belém que estavam expondo, vários fotógrafos estiveram no local, dentre eles Nego Miranda, Orlando Azevedo, os professores e fotógrafos da Omicron Lu Berleze, Gustavo Azevedo, Carol Sabio e o Osvaldo Santos Lima.
Não percam essa rara oportunidade de ver esse conjunto de imagens em Curitiba.
Exposição "Coletiva Série F"
Local: Solar do Barão - Museu da Fotografia - R. Pres. Carlos Cavalcanti, 533
De 29/03 a 31/05 - de terça à domingo. Entrada franca.

segunda-feira, 30 de março de 2015

Croquis Urbanos e a Carpintaria São Judas Tadeu







Ontem a Carpintaria São Judas Tadeu em Santa Felicidade foi aberta especialmente para receber o Croquis Urbanos de Curitiba. Foi bem legal ver artistas das tintas e grafites ao invés da madeira espalhados pela carpintaria. E cada visita à esse lugar sempre rende novos e belos pontos de vista para registrar.

domingo, 29 de março de 2015

Uma nova Curitiba

Um belo empreendimento imobiliário esse na Av. Sete de Setembro perto da UTFPR, sem dúvida alguma. O reflexo do final do dia nos vidros verdes proporcionaram um efeito bem bacana. Mas apesar de achar interessante, não se parece com a Curitiba com a qual me acostumei. Será que um dia todos os prédios e casas com as quais convivi nessas última décadas vão desaparecer para dar lugar a outros como esse?

sábado, 28 de março de 2015

Dois grafites na Vista Alegre


Passei por acaso por esses dois grafites muito simpáticos (um par de pombinhos e um cachorrão com cara de mau) se não me engano no bairro da Vista Alegre. Acho bem legal que essa arte espalhou-se pela cidade e com cada vez mais qualidade. Quem sabe um dia em Curitiba alguém tenha condições de fazer tours pelo melhores grafites da cidade.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Uma casa, uma galinha...


Essa casa muito bonita (que poderia estar num filme) e que tem mais jeito de cidade pequena, eu encontrei em plena Mateus Leme, no Centro Cívico, muito próximo da prefeitura. Para completar, na frente da casa algumas galinhas ciscavam tranquilamente. Uma até parou para a foto.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Ave Lola - Festival de Teatro de Curitiba







Ontem o Ave Lola Espaço de Criação abriu suas portas para o Festival de Teatro de Curitiba com uma festa que lançou a programação da MOSTRA AVE LOLA 2015. 
Nesta noite foi aberta a exposição "Olhos Atentos Sobre a Cidade", com alguns integrantes do Croquis Urbanos Curitiba, Fabiano Vianna, José Marconi, Thiago Salcedo, João Paulo Carvalho, Simon Taylor e Fernando Popp. 
Na mesma noite aconteceu a apresentação do quinteto Jazz Cigano, com a participação da cantora Selma Batista. 
Durante a festa os artistas visuais André Coelho e Sandra Hiromoto fizeram intervenções pelos muros do Ave Lola, dando início a uma parceria criativa intitulada InVento.
O Ave Lola Espaço de Criação fica na Rua Portugal, 339. Para mais informações, clique aqui.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Uma intervenção de Rimon Guimarães

Quem circula por Curitiba, principalmente nas imediações da Riachuelo, verá várias intervenções do curitibano Rimon Guimarães em muros e portas. Essa fica num agrupamento comercial de pequeno porte que sobreviveu ao avanço de grandes empreendimentos do Centro Cívico. O Restaurante e Lanchonete do Toninho fica ao lado da Praça 19 de dezembro, Passeio Público e Colégio Tiradentes.
Vi várias outras obras do Rimon no famoso quinto andar, onde ele divide espaço com a super fotógrafa Lina Faria. E se você quiser ver um trabalho de cair o queixo do Rimon em Amsterdan, clique aqui.

terça-feira, 24 de março de 2015

Residência Otto Doetzel


Para quem conhece a Residência Belotti, perceberá nessa casa que fica na rua Engenheiros Rebouças, não muito longe da Arena da Baixada, uma grande semelhança. Não é mera coincidência ou plágio. Essa casa construída em 1955 teve a participação direta de Lolô Cornelsen, sugerindo ao ex-colega de faculdade Otto Doetzel a mesma solução adotada na Residência Belotti.
Estão nos meus planos um dia ter acesso à casa para registrar mais detalhes e contar novas histórias a respeito desse belo exemplar da nossa arquitetura modernista.
Agradeço ao Hugo Umberto pelas dicas a respeito da casa e também de como encontrar a casa. Como ela fica bem alta em relação à rua e também devido à vegetação, de carro é quase impossível percebe-la, ou seja, se quer conhecer a sua cidade, caminhe por ela.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Duas amigas

Duas amigas conversavam em poses bem descontraídas na calçada ao lado do Passeio Público, ao fundo as lindas e enormes árvores do passeio completavam o belo quadro, que fiz questão de capturar.

domingo, 22 de março de 2015

As 24 imagens da exposição


Ontem fechou a minha primeira exposição individual na Carmesim, focada num tema pelo qual tenho muito carinho: a arquitetura modernista de Curitiba.
Agradeço à Aliança Molduras, à APhoto pela excepcional qualidade nas impressões Fine Art, ao Hugo Umberto que administra a Carmesim e à todos os amigos que visitaram a exposição nesse pouco mais de um mês.
Aos que não tiveram a oportunidade de ver, segue aqui dois mosaicos com as 24 imagens selecionadas por mim. Logicamente ver de perto as impressões é bem diferente, mas já dá para ter uma idéia.
A escolha dos prédios e casas passou por critérios principalmente afetivos, dada a minha convivência com a maioria desses prédios e casas enquanto morei na Praça Osório e circulava muito desde o centro da cidade até o Alto da XV. Outros fui descobrindo com o tempo e acredito, o conjunto (com grande concentração nas décadas de 50 e 60) resultou num recorte importante da arquitetura produzida em Curitiba. Gostaria muito de um dia saber que essas edificações todas estarão protegidas por uma lei de tombamento do município (que parece está evoluindo bastante), mas tenho noção de que algumas não resistirão à fome por terrenos por grandes condomínios.

sábado, 21 de março de 2015

Uma casa sem teto


A rua Paula Gomes reúne um belo conjunto de casas, mas muitas carecem de cuidados. Essa, perto da Mateus Leme, sem teto, paredes, com portas e janelas lacradas e com um aparente incêndio no topo é um dos exemplares.

sexta-feira, 20 de março de 2015

O seu Joel










Voltamos à Carpintaria São Judas Tadeu em Santa Felicidade (eu, Doralice Araújo e Francisco Camargo), para entregarmos ao Seu Joel Vendramin dois presentes: fotos que fiz na última visita e um lambrequim genialmente transformado em suporte para uma pintura da amiga Doralice.
Creio que conseguimos convencer o seu Joel a autorizar um encontro do Croquis Urbanos na carpintaria num futuro próximo.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Comércios da Saldanha


A Saldanha Marinho é uma rua realmente diferente. Prédios históricos, paralelepípedos, pessoas de todo tipo (até daquelas que sentam na rua para desenhar a paisagem) e seu comércio de todo tipo, desde uma lojinha de doces improvisada, o Salão Janete (e centro de formação de cabeleireiros) e até o Hot For Man (sauna seca e úmida) num belo predinho lilás.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Balões

Domingo de manhã fotografando na Praça Santos Dumont, por mim passa um vendedor com uma coluna enorme de balões com todos os personagens que a piazada curte, certamente em direção à feirinha, onde uma arapuca seria armada para os pais comovidos diante da alegria dos pequenos. Nessa foto ao fundo, o prédio histórico onde hoje funciona a Secretaria de Estado da Cultura, que um dia foi o Ginásio Paranaense.

terça-feira, 17 de março de 2015

O Reservatório do Alto São Francisco










O primeiro reservatório hídrico de Curitiba resultou de um contrato assinado em 13 de abril de 1904 entre o estado do Paraná e a Companhia de Melhoramentos de São Paulo. Além do reservatório com capacidade para 6.881m3 de água, abrangeu o contrato a construção de uma adutora com 40 Km de extensão, desde o ponto de captação nos mananciais da serra do Mar até a cidade, “entre a Estrada da Graciosa e a linha da estrada de ferro do Paraná”, além das redes de distribuição de água e esgoto sanitários. As edificações protegidas pelo tombamento compreendem a casa de manobras e o chafariz, concluído dois anos após a assinatura do contrato. A casa de manobras, construída em alvenaria de tijolos sobre embasamento de pedra, expressa em sua arquitetura o ecletismo da época, reunindo na composição simétrica, elementos clássicos como o frontão triangular. As pilastras, capitéis e cornijas possuem soluções formais influenciadas por um “pré-modernismo”, como o vão em arco pleno, interrompido por colunas, e os ornamentos de desenho geométrico executados em massa. 
O chafariz obedece a um tipo de composição tradicional. Na base, oitava, destacam-se quatro bacias semicirculares, de pedra, para o recolhimento da água. Sobre esse octógono ergue-se um pedestal cônico, curvilíneo, sobre o qual assenta-se uma grande bacia circular de alvenaria ornada com baixos-relevos sob a forma de pétalas. Complementada o chafariz uma pequena torre oitavada adornada com golfinhos em alto-relevo. 
O tombamento, além dessas edificações, abrange também os jardins, cercados por grades de ferro e pilastras de alvenaria, com desenho de nítida inspiração art noveau. 
O reservatório foi tombado em 10/04/1990 e fica na rua Jaime Reis, esquina com a rua dos Presbíteros. Fonte: Secretaria de Estado da Cultura