segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Universidade Positivo













A UP teve início nas Faculdades Positivo em 1988 com cinco cursos de graduação. Em 1998 transformou-se em Centro Universitário Positivo com dezoito cursos de graduação.
Em 2000 a UnicenP foi transferida para o câmpus atual no Campo Comprido. EM 2008 o Ministério da Educação autorizou a transformação da UnicenP em universidade, nascendo assim a Uiniversidade Positivo (UP).
Hoje a UP ocupa uma área de quase 425 mil metros quadrados, onde oferece 29 cursos de graduação, três doutorados, quatro mestrados e vários outros cursos.
Fonte: Site da UP

domingo, 30 de agosto de 2015

Um ponto de vista impressionista



Ontem estivemos na Universidade Positivo. O dia estava incrivelmente bonito, especialmente ao redor do lago, cujos reflexos renderam fotos bem interessantes.

sábado, 29 de agosto de 2015

Mercado Central - Rua da Cidadania Praça Rui Barbosa






Inaugurado em maio de 1997 e administrado pela URBS, o Mercado Central – Rua da Cidadania da Matriz é composto por 200 boxes com atividades diversas, frutas e verduras, quiosques de alimentação, lanchonetes, fotógrafos, chaveiro e o restaurante popular (onde se pode almoçar por R$2,00).
Fica localizado no interior do CCRB – Centro Comercial Rui Barbosa, com acesso pelas Ruas Pedro Ivo, Des. Westphalen, André de Barros e pela Praça Rui Barbosa.
Além de abrigar a sede da Administração Regional Matriz, onde os usuários/clientes podem ter acesso aos serviços municipais colocados à disposição da população, o local também dispõe de caixa automático (Banco 24Horas), caixa automático da Caixa Econômica Federal, um Posto de Relacionamento da SANEPAR, uma unidade do Armazém da Família e acesso gratuito à internet sem fio (WiFi) instalado pela Prefeitura de Curitiba, que cobre a área do Restaurante Popular e dos boxes lá existentes.
Os usuários do Mercado Central ainda podem contar com estacionamento no sub-solo e sanitários, com instalações adaptadas a pessoas com deficiência, operados e controlados pela URBS.

Fonte: Site da URBS

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Horizontes Perdidos - final

Sem maiores explicações, seu braço foi enroscado no dela e ele foi puxado numa corrida frenética por ruas e vielas. Chegaram enfim diante de uma porta. Subiram as escadas e logo chegaram ao quarto, onde pelo resto do dia, amou como nunca antes. O tempo passava magicamente e os dias, radiantes, proporcionavam-lhe seguidos momentos de pura e plena felicidade e uma grande sensação de completude.  Sua vida passou a ter um significado infinitamente superior e já não se recordava ou se importava com o que vivera (ou não vivera) até ali.
Ele não saberia dizer quanto tempo já havia se passado (dias? meses?), até que naquela manhã acordou pensando no que tinha deixado para trás e que de alguma forma, precisaria voltar para dar um fechamento na vida que vivera em Curitiba e para pelo menos dizer que tinha finalmente encontrado um significado para sua existência e que dali para frente, deveriam (família e colegas) esquecê-lo. Conversou mais tarde sobre isso com ela, mas percebeu que esse se tornara o único assunto que a deixava visivelmente triste (mas ainda assim linda), por isso silenciou.
Levantou-se mais cedo que de costume, tendo os primeiros raios de sol recém tocado as cortinas do quarto. Vestiu-se, beijou-a de leve, abriu a porta sem fazer barulho e se foi a caminhar. O sol já estava se pondo quando chegou finalmente ao portal, seu primeiro contato com esse lugar. Abriu e da mesma forma como da primeira vez, percebeu uma mudança drástica de ambiente. Um frio na espinha e na pele tomou conta dele. Mesmo assim, passou o portal e o fechou atrás de si. 
Diante dele, uma névoa densa tomava conta da via, tão densa que parecia poder ser cortada com uma faca. Seguiu andando e depois de um tempo, para sua surpresa, percebeu que pisava em petit-pavés. Mais à frente, para seu horror, viu que estava na rua Saldanha Marinho e diante de si, a Catedral! Sentiu seu corpo pesar, curvar-se. Olhou suas mãos e essas já não pareciam mais as suas de tão enrugadas que estavam. Caminhou com dificuldade até a Praça Tiradentes, que já não mais reconhecia. Os prédios eram outros, muito modernos. Carros de um estilo que nunca vira antes zuniam a seu lado! 
Totalmente atordoado segue caminhando. Pára quase na esquina da rua do Rosário com a Cruz Machado. Levanta os olhos. A Mercearia Viana já não existe mais.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Horizontes Perdidos - parte 2

Sem pensar muito, abriu o portal (que não estava cadeado e não tinha qualquer aviso ou ameaça fixada nele) e o atravessou.  Estranho notar que o portal marcava não apenas a passagem para dentro de uma propriedade que estava prestes a explorar, mas para uma mudança drástica de paisagem. Abandonou o cinza, o árido, o triste de um lado do portal, para perceber que do outro lado tudo estava mais colorido, abundante e leve. Teve até a sensação de que a estação do ano havia mudado.
Conduziu o carro por mais um tempo, que não poderia precisar, já que tudo se tornara tão agradável e logo atingiu um vilarejo. Abandonou o carro numa rua qualquer e passou a caminhar a esmo. Por onde passava, sucediam-se belas casas, varandas, janelas abertas e pessoas de rostos tranqüilos e sorridentes. Isso tudo parecia estar lentamente limpando sua mente de qualquer problema ou angústia que o fizera chegar até ali.
Caminhando mais um pouco, a certa distância viu uma linda mulher sorrindo. Paralisado, teve a sensação de que seu coração teria pulado uma batida e sua respiração fora suspensa. Ela então começou a correr em sua direção, deslizando entre pessoas e parada na sua frente, antes que pudesse se recuperar do transe inicial que a sua visão causara, ela atira-se em seus braços, num abraço como nunca experimentara antes. Sentiu a maciez dos seus cabelos e de sua pele, um doce perfume em seu pescoço e achou até, que sentia a batida de seu coração.A sensação naquele instante era a de que tivesse voltado para casa depois de um longo período distante e sofrido. Ao seu ouvido ela sussurrou: “finalmente você chegou!”.
Termina amanhã...

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Horizontes Perdidos - parte 1


Com o olhar fixo na interminável estrada de um distante país, pensava nas circunstâncias que o fizeram chegar àquele momento. Não poderia dizer absolutamente que sua vida em Curitiba fosse ruim. Anos de estudo, bons empregos e dinheiro suficiente para comprar todas as coisas que desejasse.  Porque então não se sentia, a essa altura da vida, completo? Porque a sensação de irrelevância da sua existência tomava conta de seus pensamentos com frequência cada vez maior? Porque a sucessão dos seus dias lhe parecia um deboche sem sentido?
Todos os dias, depois do trabalho,  caminhava sem direção no centro da cidade, onde morava num pequeno e bem decorado estúdio. Invariavelmente seus devaneios mentais o faziam caminhar no piloto automático para o ponto onde a Saldanha Marinho encontra a Catedral. Ali acordava do seu transe, passava na Mercearia Viana, onde quase sempre comprava uma broa preta e outra coisa qualquer para acompanhar, e seguia para seu apartamento.
Decidiu que uma longa e solitária viagem poderia ajuda-lo a encontrar a si mesmo e algo que pudesse dar algum sentido à sua vida. Ao desembarcar em seu destino, a língua estranha que escutava lhe proporcionou um certo alívio por não entender nada do que falavam!
Alugou um carro e em poucas horas as rodovias movimentadas ficaram para trás, passando a circular por estradas secundárias. A paisagem foi se tornando cada vez mais cinza, árida e triste. Teve a sensação de estar atravessando um quadro inspirado na sua vida. Desconfortável!
Depois de sucessiva repetição de cenários, viu terminando na estrada por onde passava uma outra via menor, ladeada de altas e lindas árvores, que conduziam à algo que parecia ser um portal. Não resistiu ao que pensava ser um chamado e tomou essa via.
Logo chegou ao que de fato era um portal de madeira, que parecia ser muito mais antigo do que tudo que vira até ali. Em direção a ambas as laterais, mais distante do que a visão alcançava, uma vegetação cobria o que poderia ser uma cerca ou muro muito, muito alto.
Continua amanhã...

terça-feira, 25 de agosto de 2015

O final de semana dos desenhadores de rua de Curitiba






No último final de semana o Urban Sketchers de Curitiba escolheu como local de encontro, a Praça Santos Andrade, o prédio histórico da UFPR e os Ipês Amarelos floridos.
O Croquis Urbanos optou por desenhar um pequeno conjunto de prédios antigos na região da Av. Sete de Setembro com a Des. Motta, que apresentam elementos art deco e até paranistas,

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Bienal de Mosaico de Curitiba


No mezanino do Memorial de Curitiba, de 19 de agosto a 27 de setembro, acontece a 5 Bienal de Mosaico de Curitiba "Natureza, amores e sonhos". Há obras incríveis que certamente surpreenderá aos que não conhecem a arte do mosaico num nível elevado como esse. Não percam.

domingo, 23 de agosto de 2015

Ai de mim...



Ai de mim, dá gana de tomar um bruto porre. Daí escrevo-lhe estas mal traçadas linhas. Se você não me quer, pego tifo e escarlatina, me atiro da Ponte Preta, boto fogo na roupa, bebo capilé com vidro moído. 
(Dalton Trevisan)

sábado, 22 de agosto de 2015

Cai cai balão..




Da sacada do quinto andar do apartamento de uma amiga na Barão do Cerro Azul, presenciei e acompanhei a queda desse balão (que não é de São João) nas proximidades do Centro Histórico. Quando tocou o solo, não incendiou-se, pelo menos não que eu tenha percebido.
Alguém imagina ou sabe qual a natureza e qual é o propósito desse artefato?

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

A linhas retas do Muma




Depois do post que fiz sobre as curvas do Muma, publico hoje as fotos das retas que fiz na escadaria que une os três níveis do prédio, projetado por Marcos Prado e concluído em 1979. Gosto da leveza do corrimão contrastando com todo o concreto que envolve.
Li num site que a arquitetura desse prédio aproxima-se da Brutalista, mais ainda quando não havia os vidros da entrada diante do terminal do Portão.

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

O Instituto Neo-Pitagórico



No domingo passado o Urban Sketchers Curitiba foi recebido no Instituto Neo-Pitagórico que fica na rua Dario Velozo, Vila Izabel. 
O Instituto Neo-Pitagórico é frateria destinada ao estudo, ao desenvolvimento das faculdades superiores do Ser, ao altruísmo, inspirado nos Versos de Ouro de Pitágoras, para a Cultura, para a Verdade, para a Justiça, para a Liberdade, para a Paz, para a Fraternidade e para a Harmonia. O I.N.P. não reconhece distinções de raça, nacionalidade, fortuna e posição social, nem credo religioso, filosófico ou político. Fonte: www.pitagorico.org.br
O instituto foi fundado em 1918 pelo professor Dario Vellozo, pai de Rosala Garzuze (que foi presidente do INP até seus 103 anos) e bisavô de Anael, atual presidente do INP e que muito gentilmente nos recebeu.