quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Restauro do mosaico de Franco Giglio - 2



Pretendo acompanhar na medida do possível o restauro do mosaico de Franco Giglio do edifício Brasilio Araújo.
As fotos que fiz nessa semana mostram que o mosaico foi praticamente todo retirado. Os próximos passos serão a limpeza de cada uma das peças e a montagem do mosaico em um atelier especializado.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Uma edificação que remete a Cuba?

No dia em que fiz essa foto estava acompanhando o pessoal do Urban Sketchers Curitiba à Rua São Francisco.
De mais de uma pessoa ouvi que o prédio em destaque na imagem, de alguma forma os fazia lembrar de Cuba. Não sei dizer se é pela arquitetura, pelas cores ou pelo estado de conservação do prédio. De qualquer forma, esse é o prédio que eu mais gosto nesse trecho da São Francisco.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Casa Glaser







A Casa Glaser iniciou suas atividades em 1887 vendendo secos e molhados na então rua do Mato Grosso, atual Comendador Araújo. O comércio funcionava no térreo e a família morava no andar de cima.
O prédio atual, uma Unidade de Interesse de Preservação, tomou o lugar do antigo em 1914 e lá permanece até hoje na esquina da Comendador Araújo com a Visconde do Rio Branco.
Em 1925 abandonou o comércio de Secos e Molhados para dedicar-se à venda de ferragens, cristais e louças.
Em 2001 os negócios foram divididos entre dois irmãos, um ficando com cristais e louças e o outro com as ferragens.
Em 2003 a Casa Glaser ganhou uma galeria e aos fundos um edifício de 24 andares foi construído.
Fonte: Gazeta do Povo

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

A Casa Glaser e o Croquis Urbanos de Curitiba




Ontem acompanhei o último encontro do Croquis Urbanos de Curitiba de 2015. A centenária Casa Glaser foi o ponto de encontro. 
O clima estava ótimo, gente boa, belos desenhos e até café de cortesia nos foi servido da recém aberta Deltaexpress. Que 2016 também venha recheado de bons amigos e muita arte!

domingo, 27 de dezembro de 2015

Uma casa demolida






Sei que o tempo é implacável, que as gerações se sucedem e as histórias familiares vão se tornando uma lembrança cada vez mais distante, mas não deixa de ser melancólico ver uma casa que deve ter abrigado a historia de uma família praticamente demolida.
Da casa restaram algumas poucas pistas: uma janela no alinhamento com a calçada e alguns raros e belíssimos azulejos. Provavelmente logo um novo prédio ocupara o longo terreno, onde vários apartamentos serão construídos para abrigar novas histórias.
A casa fica, ou melhor, ficava na rua Professor Brandão, entre a José de Alencar e a Almirante Tamandaré.

sábado, 26 de dezembro de 2015

Um ninho de Beija-Flor


Parei na Rua Professor Brandão no Alto da XV para fotografar uma casa demolida, quando o vendedor de frutas do semáforo falou para que eu fotografasse um ninho de beija-flor. E lá estava o pequeno pássaro no seu minúsculo ninho, pendurado num frágil galho que balançava ao vento, mas independentemente do vento e do fotógrafo, ele permaneceu imóvel e atento.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Feliz Natal


Gostaria de desejar à todos vocês meus caros amigos, mesmo aos que não curtem essa data festiva, um Feliz Natal. Que seja um dia cheio de boas coisas e de pessoas que vocês amam muito.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

A casa azul da Riachuelo





Já havia feito uma postagem sobre essa casa azul da rua Riachuelo (veja aqui) em 2012. Ela continua infelizmente abandonada e como podem ver pela terceira foto do post de hoje, que fiz através de um pequeno buraco do tapume que dá para a rua, o interior está à céu aberto. Uma pena.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Nada como ver a cidade Das Nuvens

Quando pela primeira vez eu fotografei a cidade do (praticamente) topo do Edifício Tijucas, mais especificamente das janelas do Das Nuvens, um lugar super bacana com gente mais bacana ainda, o dia estava nublado.
Dessa vez a cidade banhava-se ao sol, o azul do céu podia ser visto através das nuvens e eu aproveitei para fazer uma bela panorâmica. Vai ficar faltando uma foto com as luzes da cidade! Quem sabe um dia.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Atrapalhando o ensaio


Caminhando pela Riachuelo em direção à feirinha, passei pela rua São Francisco e observei uma bela moto atravessada na rua e um fotógrafo obviamente preparando-se para fazer as fotos da moto, tendo a rua São Francisco com todos os seus grafites compondo a imagem.  Atrapalhei um pouco o trabalho, parando para fazer as fotos de hoje.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Pássaros de cerâmica no MON








O Projeto Cerâmica Contemporânea Curitiba levou ao espelho d’água e ao jardim frontal do Museu Oscar Niemeyer, a instalação de mais de 4 mil peças de cerâmica representando pássaros de 103 artistas

O projeto é organizado por Lígia Borba, Márcio Medeiros, Sada Mohad, Priscila de Ferrante, Glaucia Flügel, Daniélle Carazzai e Lúcia Misael.

As fotos que apresento hoje são apenas recortes com os quais brinquei com as cores e luz.

Para ver a exposição com todas as suas cores e formas, vá ao MON até o dia 12/02.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Mirante do Bosque Alemão



Há pouco mais de uma semana levei minha mãe para conhecer o parque que mais gosto em Curitiba, o Bosque Alemão. Na idade dela, não foi possível descer a Torre dos Filósofos, caminhar pela Trilha de João e Maria e ouvir uma história na casa da bruxa, mas ao menos ela pode curtir a linda vista da cidade que se tem no mirante e admirar as belas casas do bairro.

sábado, 19 de dezembro de 2015

Pensativo na Saldanha

Estava na rua Saldanha Marinho registrando alguns prédios, quando vi esse senhor caminhando lentamente em minha direção distraído com seus pensamentos.
Olhando depois a foto, fiquei imaginando o que passava por sua mente, que histórias viveu e tem para contar, como vive hoje em Curitiba.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

De volta do topo

Essa panorâmica foi feita no topo do Edifício Comendador Vasconcelos na Praça Osório.
Conseguimos o acesso por intermédio da amiga Doralice Araújo, contando com o síndico do prédio (seu Mário), que gentilmente acompanhou a mim e ao amigo fotógrafo Chico Camargo (que na foto aparece espiando algo no cando direito) ao terraço do prédio.
Pela imagem, podem constatar que valeu a pena estar lá em cima e ter a oportunidade de apreciar a nossa cidade de um ponto de vista privilegiado.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Restauro do mosaico de Franco Giglio



Quem passa com alguma frequência pela rua Visconde de Nacar, em algum momento deve ter notado o prédio Brasilio Araújo, com suas sacadas coloridas e um grande mosaico de Franco Giglio, que por anos foi perdendo pequenos pedaços e assim, se nada fosse feito, seria apagado da paisagem urbana.

Pois bem, algo bem bacana será feito! O Estúdio Coletivo foi contratado para executar a restauração do painel, que será meticulosamente retirado, transportado para um estúdio e lá será inteiramente recuperado para depois ser recolocado no seu local de origem.

Franco Giglio nasceu em Dolceacqua, na Itália, em 1937, vindo para o Brasil aos 21 anos. Sem formação acadêmica, começou a trabalhar com outro italiano, Antônio Mucci, estabelecido em Minas Gerais. Tornou-se muralista, tendo realizado trabalhos em mosaicos para o Cemitério de Curitiba, para a Assembleia Legislativa do Paraná, para o Colégio Lins de Vasconcelos e para outros prédios públicos e residências particulares.

Em 1975, Giglio casou-se com Roseli de Almeida e retornou à sua querida Dolceacqua. Passou a residir em Mantova, depois em Verona – onde um incêndio, ocorrido em 1979, devastou grande parte de seus antigos desenhos. O artista veio a falecer em abril de 1982, aos 44 anos de idade.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

David Gilmour na Pedreira Paulo Leminski




Segunda-feira dia 14/122015 será sempre lembrado por mim como o dia em que fiquei diante de um ídolo, um monstro do rock e da guitarra chamado David Gilmour, a voz e a guitarra que fez com que eu  virasse um grande fã da banda Pink Floyd.

Chegamos à Pedreira Paulo Leminski perto das 18:30 e num pequeno espaço permanecemos por quase 5 horas. O show começou com pontualidade britânica às 20:00 e durou incríveis quase 3 horas. 

Grandes músicas e épicos solos de guitarra foram sucedendo-se até que os primeiros acordes da minha música favorita foram tocados ("running over the same old ground, what have we found? same old fears, wish you were here") e tive a certeza de que eu estava vivendo um momento especial da minha vida, na companhia do meu filho mais novo, outro grande fã do Pink Floyd e de David Gilmour.

Comfortably Numb encerrou a noite de forma emocionante, com o melhor solo de guitarra da noite e ficou evidente nos comentários e na cara das pessoas que esse show entrou para história de Curitiba, da Pedreira e das vidas das mais de 22 mil pessoas que em paz lá estiveram!

A primeira foto (uma fita) é uma panorâmica feita com várias fotos, numa visão 360 graus a partir do ponto onde estávamos.

Desculpem pelas fotos, foram feitas com meu celular. Não sei dizer de quem é a frase, mas ouvi ou li certa vez que a melhor câmera que existe é aquela que está na sua mão no momento que você precisa!  Então, ainda bem que a entrada de celulares era permitida!