domingo, 31 de janeiro de 2016

Painel Franco Giglio - limpeza das peças









Estou tendo o privilégio de poder acompanhar o processo de restauro do painel de Franco Giglio do edifício Brasílio de Araújo na rua Visconde de Nácar.
Hoje mostro como as peças já retiradas do local original foram limpadas.
Uma empresa especializada retirou com o máximo cuidado as peças que compõem o mosaico, seguindo um minucioso mapa dividido em quadrantes de um metro quadrado cada um. 
Cada lote passa então por vários processos de limpeza para retirada das impurezas, argamassa e rejunte.
Primeiramente as peças são peneiradas, passam por muitas horas por um detergente ácido que remove as impurezas, um banho ácido que retira a argamassa e o rejunte, lavagem, secagem e por fim, separação manual de cada cor que compõe cada lote.
A próxima fase será a de montagem em bancada de cada quadrante definido no mapa do mosaico. Essa etapa acompanharei futuramente.

Giglio nasceu em Dolceacqua, na Itália, em 1937, vindo para o Brasil aos 21 anos. Sem formação acadêmica, começou a trabalhar com outro italiano, Antônio Mucci, estabelecido em Minas, que, entre uma infinidade de obras musivas, legou o único livro escrito até hoje sobre mosaico no Brasil: Compêndio Histórico-técnico de Arte Musiva, publicado pela Editora Ao Livro Técnico em 1962, esgotado há muito tempo.

O restauro está sob responsabilidade técnica do Estúdio Coletivo em parceria com Patrícia Ono Mosaicos.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Sol do Oriente

A caminho de fotografar o prédio da Paraná Previdência, chamou a minha atenção esse prédio que nunca havia notado antes (certamente por nunca ter caminhado nessas quadras).
Evidentemente me pareceu um templo com aquela pequena torre (de vigia?), entrada principal com colunas e no alto, uma estrela de cinco pontas.
Pesquisei na internet pelo endereço e descobri que o local foi o quarto templo da Loja Maçônica Sol do Oriente, inaugurado em 15/07/1952, depois de ter passado pela Vicente Machado, Emiliano Perneta e Lourenço Pinto.
Nesse local permaneceu até 1962 e depois, passou pela João Gualberto, Visconde do Rio Branco e atualmente (assim parece), está na Brigadeiro Franco no bairro do Parolin.
Como a maçonaria restaurou a Casa do Parolin (bem tombado pelo estado) e essa fica bem próxima ao ultimo local citado, imagino que em breve ocuparão por completo o histórico casarão, que já retratei nesse post quando estava carente de atenção e mais tarde aqui, após o belo trabalho de restauro.
O prédio do post de hoje fica na rua Portugal, 350 (com a Inácio Lustosa) e não sei dizer se atualmente serve à algum propósito.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Museu do Expedicionário



O Museu do Expedicionário busca divulgar e difundir, para fins educativos, a participação histórica do Brasil na Segunda Guerra Mundial, por meio da preservação de documentos e artefatos de guerra. Com uma área de 1.264,90 m², atualmente é referência nacional nesse sentido e tem o mais significativo acervo sobre o tema.

Sua origem data de 1951, já que, antes de se tornar museu, a construção era utilizada como um espaço de auxílio para os ex-combatentes, onde eram oferecidos serviços de apoio nas áreas médica, odontológica, social, previdenciária, entre outras.

Esse local, mantido pela Legião Paranaense do Expedicionário, era denominado Sala Tenente Max Wolf Filho, onde se guardavam objetos e lembranças trazidos da guerra pelos expedicionários. Esse espaço era chamado de “museu”, mas na verdade era uma espécie de sala de memórias.

Em 17 de agosto de 1978, quando os serviços de assistência social aos ex-combatentes deixaram de ser necessários, decidiu-se transformar essa sala na atividade principal da Casa. A ampliação do espaço começou sem alterar as características do edifício, seguindo o princípio de organização do acervo e abertura à visitação pública.

Em 19 de dezembro de 1980 foi inaugurado em definitivo o Museu do Expedicionário (projeto de Euro Brandão) em sua configuração atual, a partir de um convênio entre a Legião Paranaense do Expedicionário e a então Secretaria de Estado da Cultura e do Esporte do Paraná.

Até hoje, cabe ao governo estadual promover a proteção, o acesso, a pesquisa e a ampliação do patrimônio, bem como a responsabilidade sobre os serviços técnicos, administrativos, de pessoal, manutenção física e conservação das peças componentes do acervo.

Fonte: Site do Museu do Expedicionário

Museu do Expedicionário
Rua Comendador Macedo, 655 (Praça do Expedicionário) – Alto da XV
Telefones: (41) 3362 8231 | 3263 4067
Horário de visitação
De terça a sexta-feira, das 10h às 12h e das 13h às 17h
Sábado e domingo, das 13h às 17h
Entrada gratuita

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Pessoas da Boca Maldita



Enquanto aguardava na Boca Maldita alguns amigos para um passeio fotográfico e bom papo, fiquei observando e fotografando as pessoas que passavam ou ficavam por ali para conversar, observar, tomar um cafe, ver as obras de arte e engraxar os sapatos (tem até um engraxando os pés).
Basta ficar um pouco de tempo na Boca para observar porque essa pequeno local de Curitiba é tão pulsante e importante para a história da cidade.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Croquis Urbanos e o Edifício Brasilino Moura






O Edifício Brasilino Moura construído em 1944 pela Construtora Gutierrez Paula e Munhoz é um ícone dentre os prédios de Curitiba. Numa época em que praticamente não existiam atrações na cidade, era comum os pais levarem os filhos para ver o prédio que parecia estar prestes a cair, por isso o apelido "Balança mas não cai".
No domingo passado lá aconteceu o encontro semanal do Croquis Urbanos de Curitiba.

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Um avião e o "Balança mas não cai"

No último domingo acompanhei o Croquis Urbanos no encontro para desenhar o Edifício Brasilino Moura. Num dado momento de sorte, consegui fotografar um avião todo decorado de Brasil e também parte do prédio. Amanhã publico mais fotos do prédio algumas do encontro do Croquis.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Capela Santa Maria, Oficina de Música e Urban Sketchers








No sábado aconteceu na Capela Santa Maria um evento relacionado à Oficina de Música com apresentações no teatro e também num palco instalado no pátio, onde uma feira gastronômica foi instalada.
Além disso tudo, o pessoal do Urban Sketchers de Curitiba escolheu a Capela para o encontro do último sábado. Logicamente tornaram-se uma atração à mais.

domingo, 24 de janeiro de 2016

Luz do mundo






Está acontecendo no MON uma exposição que faz parte da Bienal de Curitiba bem interessante que é a Luz do Mundo. São artistas reconhecidos internacionalmente que têm a luz como matéria prima principal para produzir a sua arte. A exposição segue até o dia 14 de fevereiro.

sábado, 23 de janeiro de 2016

As poesias do Bosque de Portugal



Na parte externa do Bosque de Portugal há um pista de caminhadas, uma academia ao ar livre da prefeitura e parquinho para as crianças. O local é bastante frequentado pelos moradores da região o dia todo para prática de exercícios.
No interior do bosque há um caminho chamado "Alameda dos cantares portugueses" que entre as árvores e margeando o rio, apresenta em vários totens, poesias gravadas em azulejos.
Sem dúvida um passeio bem bacana que vale a pena conferir.

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O Bosque de Portugal
















 Moro bem perto do Bosque de Portugal, mas há muitos anos não entrava efetivamente no bosque para apreciar a natureza e a poesia que se mistura com as árvores e o riacho.
Ontem resolvi entrar no bosque e fotografar cada um dos mosaicos com as poesias. Os mosaicos e as poesias postarei amanha. Hoje mostrarei o bosque e os totens com as poesias.
O Bosque Portugal foi inaugurado durante a gestão do prefeito Rafael Greca, no dia 19/03/1994 com a presença do então presidente de Portugal Mário Soares.