quinta-feira, 30 de junho de 2016

Quase noite no Memorial de Curitiba


Ontem à noite fomos ao Memorial de Curitiba para o lançamento do livro "Desenhistas na República de Curitiba - Urbe", organizado por Fernando Nolasco e editado pelo Instituto Memória.
Além dos bons momentos com vários amigos, o Memorial de Curitiba e a rua São Francisco no início da noite são um prato cheio para belas imagens.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Um edifício na esquina da Gal Carneiro com a Mal. Deodoro

No último final de semana estava na região do Alto da XV e durante uma curta caminhada vi esse prédio e fiz essa foto.
Percebi que estava na esquina da General Carneiro com a Marechal Deodoro, o que me fez pensar porque nunca havia notado esse prédio antes, já que por muitos anos subia e descia a Marechal Deodoro praticamente todos os dias.
Creio que a pintura do prédio devia ser outra e talvez por isso, os detalhes tão interessante que chamaram agora a minha atenção ficavam menos evidentes e logicamente, a forma como olho a cidade agora é outra.
O prédio é evidentemente residencial, super bem localizado (uma quadra da Reitoria), parece ter seis apartamentos e pelo menos um deles deve ser um pensionado, o que deve ser muito bom para quem estuda na UFPR.
Diria que (re-)encontrar esse prédio é a prova de que ver e enxergar são coisas completamente diferentes.

terça-feira, 28 de junho de 2016

Castelinho do Alto da XV e o Croquis Urbanos



No domingo passado o Castelinho do Alto da XV foi o ponto escolhido para o encontro do Croquis Urbanos de Curitiba, a casa foi construída em 1927 a pedido do comerciante João Garbers e era uma das atrações da cidade juntamente com o Castelinho do Batel e o Palacete dos Leões.
O atual proprietário é o médico aposentado Diether Henning Garbers.
A casa fica no Alto da XV na esquina das ruas General Carneiro e Benjamin Constant.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

A Casa Frederico Kirchgässner acuada




Projetada em 1929 pelo arquiteto Frederico Kirchgässner para sua moradia, e concluída em 1932, essa casa é um verdadeiro marco da arquitetura modernista, no Paraná, e uma das primeiras do Brasil.

Mesmo em terreno íngreme, de acordo com o próprio Kirchgässner, a casa foi construída, na época, num local estratégico, pois possuía a vista da cidade e a panorâmica da Serra do Mar, visão esta que não é mais possível atualmente.

Kirchgässner conseguiu realizar só mais uma casa nas linhas do modernismo, a de seu irmão na Rua Visconde de Nacar, antes de se curvar ao gosto conservador vigente na época, em Curitiba e adotar uma linguagem eclética nas suas obras posteriores.

Após o falecimento de F. Kirchgässner, em 1988, no intuito de salvaguardar um importante exemplar da arquitetura paranaense, fase modernista, o bem foi tombado pelo Estado do Paraná.

Fonte: Site do Patrimônio Cultural do Governo do Estado do Paraná

A casa coberta de pichações e parcialmente cercada por concertinas afiadas, demonstram o quanto Curitiba tornou-se menos tranquila e educada. Hoje o pequeno terreno, sua condição externa, os pavorosos cabos nos postes e as vias movimentadas, parecem acuar essa pequena jóia da nossa arquitetura.

domingo, 26 de junho de 2016

Casa Frederico Kirchgässner e o USK



Ontem estivemos com u Urban Sketchers de Curitiba diante da casa que é considerada a primeira manifestação da arquitetura do movimento moderno em Curitiba, a Casa Frederico Kirchgässner, de 1930 que fica no Bairro São Francisco, no cruzamento da Jaime Reis e Portugal. Não por acaso, a foto do banner de entrada desse blog é um recorte da casa.
A casa continua polêmica até hoje e infelizmente, está bastante mal tratada pelas pichações.
Nesse dia desenhamos e fotografamos apenas o exterior dela, mas espero em breve poder apreciar o seu interior.

sábado, 25 de junho de 2016

Casinhas de madeira em uma colônia de nome gigante.





Essas casinhas de madeira ficam num local bem pequeno em Piraquara com um nome gigante: Colônia Imperial Santa Maria do Novo Tirol da Boca da Serra.
Essas lindas casinhas são super bem cuidadas, em belos terrenos com muitas árvores e bem do lado do pavilhão onde acontece anualmente uma festa italiana super animada.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

No largo

O Largo da Ordem num não dia de feirinha, bem cedo é lugar ideal para fotos, filmagens e o que a criatividade de quem quer um belo cenário possa pensar. Esse pessoal parecia estar se preparando para uma gravação. Não fiquei para conferir.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Estacas e torre

Alguns estacionamentos da Rua Treze de Maio possuem passagens diretas para o Largo da Ordem, sendo uma comodidade para quem visita a feirinha, os bares e o centro histórico.
De um dos estacionamentos fiz essa foto com umas estruturas verticais e ao fundo a torre da Igreja da Ordem.

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Uma casa de 1917



A primeira foto mostra uma das casas do Alto da XV que fica na esquina da General Carneiro com a Comendador Macedo. Na sua fachada se lê o ano de 1917, imagino que seja o ano que foi construída. A casa vai no limite do terreno em ambas as ruas e destaca-se os adornos em forma de ferradura nas janelas.

Nessa época, em 1917, Curitiba tinha menos de 80 mil habitantes e nas fotos menores, um vislumbre de como era a cidade. A foto do lado esquerdo mostra a Av. Luiz Xavier e à direita a rua José Bonifácio. A cidade parece um pouco mais tranquila, não?

Ambras as fotos antigas têm como fonte a Revista do Povo. Anno I, n.° 3 que encontrei aqui.

terça-feira, 21 de junho de 2016

A Rua (quase) 24 Horas








Inaugurada em 12 de setembro de 1991, a Rua 24 Horas é uma galeria que liga as ruas Visconde de Nácar e Visconde do Rio Branco e está localizada na quadra entre as ruas Comendador Araújo e Emiliano Perneta, no centro da capital. Foi a primeira do gênero no Brasil e marcou época em Curitiba ao oferecer atendimento dia e noite, em um tempo em que o comércio noturno ia pouco além de algumas farmácias de plantão. A galeria possui 116 metros de extensão e foi construída em estrutura metálica tubular em forma de arcos, e dois grandes relógios, um em cada entrada, que marcam (marcavam, ok!) as horas em 24 intervalos, ao invés de 12, além de serem iluminados e comandados por uma central eletrônica a quartzo.

Ao longo dos anos, a Rua 24 Horas consolidou-se como um dos principais pontos de encontro dos curitibanos e, pelo estilo e arquitetura, o ponto de referência foi cenário para muitas fotos de casamentos, formaturas e lembranças de turistas.

Em 11 de novembro de 2011, após 20 anos de sua inauguração, a Rua 24 Horas foi reaberta ao público depois de passar por uma completa revitalização, cujas obras foram realizadas pela Prefeitura de Curitiba e que manteve os mesmos detalhes arquitetônicos que a tornaram conhecida no mundo inteiro, dentre eles os grandes arcos internos e externos e os relógios. Hoje uma empresa que venceu uma licitação da prefeitura tem a concessão para explorar o local por 10 anos.

A demanda e o perfil dos interessados pelas lojas deixaram a Rua 24 Horas voltada principalmente à gastronomia.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Rua 24 Horas e o Croquis Urbanos de Curitiba



Assim como no sábado, no domingo pela manhã o tempo não estava propício para atividades ao ar livre. Frio e chuva não deram trégua.
A Rua 24 Horas foi uma escolha bastante adequada. Local interessante, coberto e com um café que garantiu farta distribuição de capuccinos, sucos  e pães de queijo.

domingo, 19 de junho de 2016

Mercado Municipal com o USK Curitiba



Como desenhar num dia frio e chuvoso? O jeito é escolher um lugar fechado onde se esteja protegido e de quebra, se precisar, muito bem alimentado.
O Mercado Municipal é então uma opção bastante viável para esses dias e lá, não importa quantas vezes se vá, sempre haverá um ângulo não explorado, detalhes escondidos e gente, muita gente!

sábado, 18 de junho de 2016

Um prédio geométrico


Ao lado do prédio principal do Instituto de Educação do Paraná há esse prédio baixinho, cuja fachada que dá para a rua Voluntários da Pátria é todo feito em altos e baixos relevos geométricos.
Creio que esse prédio faz parte do IEP, mas como não conheço o colégio, não sei porque ele difere tanto do prédio principal ou o que funciona ali. Alguém sabe?

sexta-feira, 17 de junho de 2016

De portões abertos

Ontem da arquitetura modernista do HC para hoje, mais uma casinha de madeira no Butiatuvinha. Acesso no chão batido, gramadinho na frente, caixinha de correio e uma cerca e portão feitos de ripas de madeira bruta. O portão aberto parece um convite ao convívio, passando a impressão de ser um lugar seguro, apesar de estar numa grande cidade como Curitiba, que infelizmente já não é mais segura ou não tão segura como gostaríamos.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Hospital de Clínicas da UFPR


No primeiro governo de Moyses Lupion, surgiu no Paraná a ideia de se construir um grande hospital geral que pudesse ser utilizado pelos estudantes de Medicina.

Por ato do Poder Executivo, publicado no diário Oficial do Estado em 23 de agosto de 1948, foi desapropriada uma área de 2.687m2 pertencente ao Sr. Agostinho Ermelino de Leão, destinada à construção do prédio central do hospital.

Durante os anos seguintes, foi erguida a estrutura do edifício central que, ainda hoje, é a parte mais alta do Hospital de Clínicas. .

No governo de Bento Munhoz da Rocha Neto, foram iniciadas a articulações para a transferência do Hospital de Clínicas para a UFPR, com o importante apoio do reitor Flávio Suplicy de Lacerda.
Em 1953, o Hospital de Clínicas, ainda por terminar, foi incorporado ao patrimônio da UFPR pela lei estadual nº 1212.

Em 1959, o Hospital de Clínicas já estava praticamente concluído. Entretanto, somente no dia 26 de março de 1961 foi oficializada a inauguração das instalações do HC, com o descerramento da placa comemorativa pelo ministro da Educação e Cultura, Clóvis Salgado da Gama, representante do presidente da República Jucelino Kubitschek de Oliveira.

No dia 05 de agosto de 1961, o Presidente Jânio Quadros veio a Curitiba, fez uma visita minuciosa a todas às unidades e o Hospital de Clínicas foi oficialmente declarado em funcionamento. Neste período era Governador do Estado do Paraná Nei Braga e prefeito de Curitiba Iberê de Matos.

Fonte: http://www.hc.ufpr.br/Templates/informacoes/historia/historia.html

quarta-feira, 15 de junho de 2016

A Casa Culpi


Na Colônia Santa Felicidade, fixou raízes o sr. Giovanni Baptista Culpi e que em 1887 construiu a Casa Culpi para ser a residência da família e ao mesmo tempo um comércio de secos e molhados e assim aproveitar a clientela, formada principalmente de viajantes, e mais tarde caminhoneiros, que ali passavam rumo ao norte do estado.

Na década de 1980, o imóvel foi adquirido pelo Município de Curitiba e, no dia 1 de abril de 1990, foi inaugurado como Memorial Italiano Casa Culpi, um mini-museu para contar a história da imigração italiana ao Brasil e em Curitiba. A casa tornou-se referência e um ponto turístico entre as diversas atrações do centenário bairro curitibano, pois o edifício, que era dividido em dois espaços, nos seus dois pavimentos de arquitetura simples proveniente das primeiras construções dos imigrantes italianos em solo curitibano, abrigou exposições temporárias e permanentes como o importante acervo de mobiliários, utensílios domésticos e equipamentos agrícolas típicos do século XIX, bem como, fotografias que ilustram o cotidiano do imigrante italiano em suas primeiras décadas na antiga colônia de Santa Felicidade. Além das exposições que ali ocorreram, a Casa Culpi também ofereceu cursos, palestras e eventos que divulgaram a cultura italiana como o curso de língua italiana e o de artes plásticas, ambos oferecidos regularmente.

Em 2009, o memorial foi transferido para o centro de Curitiba e agora faz parte do acervo do Centro Cultural Solar do Barão e a Casa Culpi foi transformada, em 2010, num Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), mantendo cursos e serviços públicos para a população local.

A Casa Culpi fica na Av. Manoel Ribas, 8450 - Butiatuvinha.

Fonte Wikipedia

terça-feira, 14 de junho de 2016

E aí meu chapa!

Passando pela Linha Verde, perto do Colégio Medianeira, vi esses dois rapazes com essas placas onde se lê "Chapa". Será que eles estavam oferecendo a sua amizade à quem desejasse, tipo "free hugs"?

Fui pesquisar e "chapa" é uma profissão. Trata-se de pessoas que oferecem seus braços para ajudar a carregar e descarregar caminhões.

Será que vem daí o outro possível sentido da palavra que é amigo? Esse aí é meu chapa!

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Anita Strebel


Duas queridas amigas, Doris e Iara Teixeira, gentilmente me presentearam com uma foto da década de 1950 da Residência Belotti, projeto do genial Ayrton Lolô Cornelsen.

Comparando a foto da década de 50 e a foto de hoje, percebe-se que a principal diferença está na vizinhança. Se hoje essa casa é impactante, imagino o quanto ela era quando foi concluída.

A foto foi feita por uma fotógrafa e repórter chamada Anita Strebel. Tive a grata satisfação de ver várias fotos simplesmente fantásticas dessa fotógrafa da qual pouco se sabe. Ela viveu em Curitiba na década de 50, foi para a Suécia e sua filha doou vários negativos que encontrou à Casa da Memória.

Agradeço à Dóris Teixeira por me apresentar uma brilhante fotógrafa do cotidiano de Curitiba da década de 50, que merece ter seu trabalho conhecido e publicado. Podemos dizer que Curitiba teve a sua Vivian Maier e ela se chamava Anita Strebel!

domingo, 12 de junho de 2016

O Instituto de Educação do Paraná e o USK Curitiba



Ontem apesar do frio terrível (principalmente depois que o sol escondeu-se), o Urban Sketchers de Curitiba estiveram diante do Instituto de Educação do Paraná para mais uma tarde de desenhos. Pude constatar que o frio não afeta o talento desse povo!

sábado, 11 de junho de 2016

Achei mais um painel do Poty

Poty Lazzarotto é quase onipresente em Curitiba. Circulando por ruas, prédios públicos, prédios residenciais e empresas, você pode acabar dando de cara com um painel que nunca havia visto.
Esse conheci casualmente quando visitei um prédio comercial no Jardim Botânico ocupado pela Vivo e pelo Grupo O Boticário. Fotografei rapidamente com meu celular.
No painel elementos que são comuns aos trabalhos do Poty: tropeiro, araucária, gralha azul, pinhões. Mas há um agrupamento do que parecem pessoas puxando algo. Alguém imagina o que seja?

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Parque de diversões

Houve um tempo em que a visita de um parque de diversões ou um grande circo à Curitiba era um evento que mexia com a rotina da cidade. Grandes filas para ver os espetáculos ou para arriscar-se nos brinquedos radicais eram comuns.
Hoje em dia os parques e circos itinerantes passam pelos bairros da cidade e já não atraem mais multidões, mas para mim ainda trazem boas lembranças.
Esse (creio que chama-se Tupã), fica na Avenida Marechal Floriano, perto da Linha Verde.

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Uma casinha de madeira no Butiatuvinha

Essa casinha de madeira realmente fica na periferia de Curitiba. O bairro é o Butiatuvinha e a casa bem perto do Contorno Norte, não muito distante da Casa Culpi.
O cachorrinho perto da cerca não é enfeite, trata-se mesmo de um cachorrinho! Na volta ele até tentou valentemente morder o pneu do carro!

quarta-feira, 8 de junho de 2016

2.000.000 de visualizações de página

Ontem o blog Circulando por Curitiba atingiu a (na minha modesta opinião) incrível marca de 2.000.000 visualizações de páginas.

Assim como aconteceu ao atingir 1 milhão e 1,5 milhões de visualizações, pedi a um amigo que fizesse uma ilustração para marcar esse dia. Dessa vez a ilustração do post de hoje foi feita pelo brother Fabiano Vianna.

Fabz pegou o Bondinho da Rua XV (um ícone curitibano que gosto demais) e lotou de notáveis, sendo eles: Paulo Leminski, Poty Lazzarotto, Emiliano Perneta, o Zequinha, Dalton Trevisan e a terrível cúpula da Família Folha dos Sketchers Curitibanos: Simon Taylor, Raro de Oliveira, Antônio Dias, Thiago Bueno e Fabiano Vianna. Eu, do lado de fora, fotografando tudo! Logicamente depois de fazer as fotos, devo ter corrido muito para pegar o bonde, afinal não teria cabimento perder uma viagem dessas!

Agradeço ao Fabz pela fabulosa ilustração e à todos, todos os amigos que ao longo desses mais de 7 anos circularam por aqui!!

A título de curiosidade, durante esses mais de 7 anos de vida, alguns posts foram os campeões de leitura, sendo os cinco primeiros os seguintes:

1 - Casas do Batel: a casa misteriosa;
2 - Teatro Positivo;
3 - Calçadas de Curitiba;
4 - Montesquieu e o X-Montanha;
5 - E mais uma casa modernista tombou;

Se não tinha visto ainda ou quer rever os 5 posts, clique nos links acima e confiram!