domingo, 31 de julho de 2016

Lambrequins da Barreirinha

Nessa semana que passou conversei brevemente com um caro amigo sobre casas de madeira. Ele comentou que as pessoas normalmente levantam em relação à essas casas questões relativas aconchego, família, nostalgia, mas há também algo bem interessante que é o quanto uma casa revela do estilo de vida das pessoas que a habitam, seja pelo estilo da casa, se tem uma horta, um jardim, porão ou sótão habitável. Ou seja, o estilo e a história de vida das pessoas ficam impressos na casa.

Essa casinha fica na Anita Garibaldi no bairro da Barreirinha.

sábado, 30 de julho de 2016

Lançamento do livro Circulando pela Arquitetura Modernista de Curitiba



Ontem aconteceu o lançamento do meu livro sobre a arquitetura modernista de Curitiba.
Na casa Wolf muitos, MUITOS amigos estiveram para dividir comigo essa noite tão especial. Pessoas da faculdade, Telepar, Vivo, Croquis, USK, antigos e novos amigos, têm agora na mão um pouco do que registrei nesses anos da nossa arquitetura modernista.
Agradeço imensamente a presença e o carinho de cada um que lá esteve, tudo fica imensamente mais bacana, divertido e especial com vocês!

sexta-feira, 29 de julho de 2016

De Lolô à Lolô.


Em 2010 descobri no Paço da Liberdade o livro "Arquitetura do Movimento Moderno em Curitiba" do Professor Salvador Gnoato e achei que seria um ótimo guia para uma série de postagens sobre o tema.

Foquei na parte do livro que lista uma série de engenheiros/arquitetos que marcaram a paisagem de Curitiba com seus projetos. Selecionei três obras de cada um e fui fotografar as maravilhas de Rubens Meister, Romeu Paulo da Costa, Leo Linzmeyer, Jaime Wassermann, Elgson Riberiro Gomes, Ayrton Lolô Cornelsen, Vilanova Artigas e Frederico Kirchgässner.

Nessa jornada passei por uma casa que já parecia estar um pouco distante do seu auge, a Residência Bellotti do genial Lolô.

Um ano depois, a casa estava bastante degradada. Em 2013 uma grande movimentação na casa indicava que ela estava sendo restaurada. No primeiro semestre de 2014 o restauro estava concluído e a fabulosa casa vermelha voltava à sua glória.

Acompanhando o Croquis Urbanos de Curitiba, pude pela primeira vez explorar o interior restaurado da casa. Em setembro daquele mesmo ano, era inaugurada na casa a Carmesim Espaço de Arte e Design, onde em fevereiro de 2015 fui convidado pelo seu idealizador, Hugo Umberto, para fazer uma exposição focada na arquitetura modernista de Curitiba.

O nome da exposição foi Circulando pela Arquitetura Modernista de Curitiba, homônima ao título do livro que hoje será lançado na Casa Wolf, outro projeto de Lolô Cornelsen.

Um ciclo se fecha, aberto com a exposição e fechado com esse livro, organizado pelo Hugo Umberto Carmesim e com projeto gráfico de Cristiane Tavares.

Agradeço à todos que apoiaram o projeto pelo Catarse, aos patrocinadores, à Cris e principalmente ao Hugo, um cara que apesar de todas as adversidades, tem esse costume de tornar sonhos em realidade.

Espero todos vocês hoje na Casa Wolf, na rua General Carneiro, 937 para esse momento bacana da minha vida.

Já tive filhos (4), já plantei uma árvore (uma imbuia ali no Jardim Ambiental) e agora escrevi um livro com luz. Nada mal!

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Edifício Paraná




O Edifício Paraná é um projeto de Elgson Ribeiro Gomes construído entre 1965 e 1968. Fica na Rua Visconde do Rio Branco esquina com a Comendador Araújo. São dois blocos de vinte andares, sendo dois apartamentos por andar com janelas de madeira de correr.

Já havia fotografado esse prédio antes, mas somente há pouco tempo quando estive no local para especificamente fotografa-lo novamente, percebi que a vista da Visconde do Rio Branco é completamente diferente da vista da Comendador Araújo.

Espero que esses prédios que fazem Curitiba ter esse ar tão familiar para mim não desapareçam jamais.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

A Curitiba modernista


Hoje a Gazeta do Povo publicou no Caderno Haus (impresso e on-line), uma matéria falando da minha relação com Curitiba desde que aqui cheguei há quase 40 anos, do quanto os prédios que fazem parte do livro que estarei lançando na próxima sexta-feira é parte importante da relação de afetividade que construí com Curitiba ao longo desses anos todos.

A matéria fala também do quanto a Arquitetura Modernista é de grande relevância não apenas para a história da arquitetura que foi produzida em Curitiba, mas também para a história da nossa capital e do Paraná.

Isso tudo lá no site da Gazeta e nas bancas, recheado com fotos que vocês encontrarão no meu livro. Confiram a matéria nesse link e na sexta-feira, espero todos vocês na Casa Wolf, (onde hoje funciona a escola de dança Danza Mais) que fica na Rua General Carneiro, 937 a partir das 19:00 para o lançamento do livro.

terça-feira, 26 de julho de 2016

Ulas Vaisnavi


Essa é Ulas Vaisnavi, curitibana, casada e membro há quatro anos da Sociedade Internacional da Conciência Krishna. 

A encontrei na rua das Flores, onde fui gentilmente convidado a adquirir dois livros (sendo um de culinária indiana vegetariana) e também, para conhecer o Templo Hare Krishna Curitiba, onde me disse, poderia fotografar livemente os alegres encontro que lá ocorrem, com canto e dança de mantras devocionais, palestras filosóficas do Bhagavad-Gita e ao final, um jantar vegetariano é sempre oferecido sem custos.

Embora a Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna tenha se estabelecido no ocidente apenas em meados dos anos sessenta, suas raízes se estendem há milhares de anos no passado. 

O estilo de vida e crenças filosóficas praticadas por seus membros baseiam-se nas escrituras Védicas milenares, tais como os Vedas, os Upanishads, os Puranas e o Bhagavad-gita, o principal livro do Movimento Hare Krishna.

O Bhagavad-gita foi falado pelo Senhor Krishna cinco mil anos atrás ao seu íntimo amigo e discípulo Arjuna, momentos antes da batalha de Kurukshetra.

O entoar do mantra de Hare Krishna - Hare Krishna, Hare Krishna, Krishna Krishna, Hare Hare / Hare Rama, Hare Rama, Rama Rama, Hare Hare - é recomendado nos Vedas como o método mais fácil para a auto-realização na atual era de Kali (a Era de Ferro ou Desavenças). Krishna é um nome de Deus em sânscrito e significa “todo-atrativo”, e Rama é um outro nome de Deus, cujo significado é “reservatório do prazer”. Hare é a energia divina do Senhor. O mantra Hare Krishna significa: “Ó Senhor todo atrativo e pleno de bem-aventurança, ó energia do Senhor, por favor, ocupem-me em Seu serviço devocional”.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Uma espiral, a original e a maquete.


Hoje publico uma escada em espiral vermelha, não uma escada qualquer, mas uma projetada por Vilanova Artigas para a Casa João Bettega.

A primeira foto é a original e a segunda, uma foto de uma das maquetes que compunham a grande exposição sobre o arquiteto que aconteceu no MON.

A Casa João Bettega é um dos poucos exemplares da arquitetura de Artigas em Curitiba, mas bastante representativa e por isso mesmo, encontra-se muito bem preservada.

Essa casa é uma das importantes manifestações da arquitetura modernista de Curitiba e que está contida no livro que lançarei na próxima sexta-feira na Residência Wolf (essa projeto do Lolô Cornelsen), na rua General Carneiro, 937. Espero todos vocês a partir das 19:00.

domingo, 24 de julho de 2016

Uma fábrica de aviões no Batel






Mais ou menos na época em que cheguei em Curitiba e fui estudar no Batel no Colegio Rio Branco, uma fábrica de aviões se instalou ali bem pertinho do meu colégio, na Rua Jerônimo Durski. 

Batizada de Ipe Aeronaves, a fábrica sobrevive silenciosamente em uma área de 20 mil m² no Batel há mais de 40 anos. Quem passa em frente a suas muralhas cinzas, ali na Jerônimo Durski, próximo ao burburinho do bairro nobre, nem imagina que os galpões amarelos produziram de forma seriada mais de 300 aeronaves. Inclusive 155 exemplares do planador mais famoso e numeroso até hoje nos clubes brasileiros de voo a vela, o Quero-Quero KW1.

Como as melhores invenções que o mundo já viu, o nascimento da fábrica aconteceu meio ao acaso. A área era uma chácara e, desde a década de 1940, passou a abrigar a serraria e serralheria da família Boscardin. “Lá pelos anos de 1970 meu pai, que é um apaixonado por aviação, foi voar no Clube Politécnico de Planadores de São Paulo e percebeu a demanda que havia pela manutenção e reparos de aeronaves. Ele aproveitou a expertise da serralheria e iniciou esse novo capítulo”, conta o piloto e engenheiro civil João Carlos Boscardin Filho, vulgo Mini, 52 anos, que hoje conduz os negócios.

O texto acima foi retirada de uma bela matéria da Gazeta do Povo intitulada Conheça a Fantástica Fábrica de Aviões do Batel. Confira.

sábado, 23 de julho de 2016

E o corvo disse: Oh, never môr.

Do mirante do Memorial de Curitiba dei um zoom para registrar uma das torres da Catedral e a torre do relógio do Paço da Liberdade numa única cena.

Olhando a foto mais tarde, percebi uma estranha figura no topo de uma das micro torres da Catedral. Aproximando ainda mais a imagem, vi que tratava-se de uma grande ave, possivelmente um urubu, tranquilamente pousado, observando a cidade do seu privilegiado ponto de vista.

A cena da grande ave negra em seu observatório me lembrou do saudoso jornal "Nicolau".

Na página 12 da edição de número 4 do Ano I, há uma tradução do poema "O Corvo" de Edgar Allan Poe, cometida por Reynaldo Jardim e Marilú Silveira, com ilustrações do gigante Poty, encomendada por Valêncio Xavier.

Na introdução Valêncio Xavier comenta que trata-se disparadamente da melhor transcriação de um poema de Poe já feita em língua portuguesa, superando grandes nomes como Fernando Pessoa e Machado de Assis.

Segue um trechinho apenas para atiçar sua curiosidade e fazê-lo buscar na íntegra esse texto fabuloso. Agradeçam o nosso sombrio personagem da foto de hoje pela lembrança.

Está gelado este dezembro.
Cada brasa morrendo na lareira
joga sombras fantásticas no chão,
Meu Deus, porque não amanhece logo!
Não há livro capaz de abafar essa louca aflição.
Ah, Leonor, Leonor.
Ah, perdida Leonor.
Pura, radiante e virgem e rara que os anjos no céu
chamam Leonor.
E aqui para sempre já não pode mais ser chamada.
...
Diga, Corvo, de verdade, eu imploro, existe, em qualquer lugar do mundo, algum bálsamo, alguma coisa que possa cortar a minha dor, acabar com a saudade de Leonor?
E o corvo: - Never môr.

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Até parece uma rua de um bairro distante do Centro!








Fotografei essa série de casas na rua Pasteur entre a Silva Jardim e a Iguaçu, uma região da cidade com tráfego intenso durante boa parte do dia.
Não fosse essa informação que acabei de passar, a simplicidade das casas facilmente passaria a impressão de que essas casas estariam num bairro distante do centro da cidade, o que provavelmente era verdade na época em que elas foram construídas.

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Oras pombas!

Fui ao Paço da Liberdade fotografar o prédio por dentro e por fora. Enquanto circundava o prédio, muitas pessoas estavam sentadas na Praça Generoso Marques.
Reparei no senhor da foto de hoje, coberto por pombos. As simpáticas aves (que infelizmente não são muito salubres) pousavam tranquilamente em várias partes de seu corpo e ele, eventualmente falava com as aves e por vezes, parecia estar tentando adestrar uma ou outra.
A razão da atração estava na mão dele, onde parecia guardar algum tipo de alimento que oferecia aos pássaros de vez em quando.
Pelo menos as aves não parecem carimbar a sua roupa.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Que bela vista de Curitiba!

Ontem estive no Memorial de Curitiba para ver a exposição de duas amigas fotógrafas e também para fazer algumas fotos a partir do mirante de alguns prédios do centro, para um projeto do qual estou fazendo parte.
Não há como não se encantar com as diversas vistas que o topo do mirante do Memorial proporciona e que um dia de quase céu de brigadeiro intensifica. Gosto muito dessa cidade (apesar dos pesares).

terça-feira, 19 de julho de 2016

Mais um casarão no Alto da XV


Esse é mais um dos casarões no Alto da XV cheio de detalhes, falso enxaimel e complexos telhados. Creio que houve uma época em que as famílias abastadas escolheram essa região para construir suas belas casas e o tempo não conseguiu apagar todas elas.
A casa fica na Rua General Carneiro, muito próximo da Marechal Deodoro.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Croquis Urbanos de Curitiba e a Residência Rebello





Os croquiseiros estiveram ontem numa manhã altamente congelante na Residência Rebello no Batel. As juntas congeladas não parecem ter afetado a habilidade da galera, que produziu belos trabalhos como sempre.
A casa não parece habitada, uma vez que ninguém em momento algum apareceu para ver o que estava acontecendo. Espero que seja preservada para que futuras gerações de desenhadores possam ter o prazer de ver e registrar uma casa tão incrível de uma Curitiba que já não volta mais.

domingo, 17 de julho de 2016

A Linha Verde





A Linha Verde é uma obra que teve por objetivo integrar dois lados de Curitiba que eram cortados pela BR116, servir de via rápida de tráfego desde o Atuba (região norte) até o Pinheirinho (região sul)  e mudar a paisagem de beira de estrada com mudança de zoneamento e ocupação.

A obra já serviu de plataforma de campanha para pelo menos três prefeitos de Curitiba e talvez até por isso, não termina nunca!

Não li qualquer estudo quanto aos custos da obra, portanto não sei dizer se foi ou não super faturada, como é (ou era) de praxe em obras públicas, mas com absoluta certeza podemos dizer que trata-se de uma obra ridiculamente interminável, que já caminha para uma década.

Talvez por ser ano eleitoral, a obra do trecho norte que ficou parada por anos, foi retomada à "todo vapor" nesse ano, mas apesar dessa "pressa" toda, certamente esse trecho não estará finalizado até o primeiro turno da eleição para prefeito.

Minha filha entrou e saiu da faculdade. Meu filho entrou recentemente. Nenhum dos dois terá a oportunidade de tomar um ônibus na região do Hospital Vita e descer na região do Centro Politécnico/PUC. Fico pensando se meu neto verá um ônibus circular do Atuba até o Pinheirinho, com a arborização e os parques lineares que na década passada vimos nas propagandas.

Quanto ao nome Linha Verde , já ouvi duas explicações. A primeira dizia respeito ao cinturão de árvores e jardins que adornariam a via. Outra seria referente à uma "onda verde" de semáforos que sempre se abririam para a passagem dos nossos modernos bi-articulados. O nome ainda não se justifica por nenhum dos dois motivos.

Ah! Faltou dizer que congestionamentos é uma constante na via (mesmo com a proibição de caminhões), especialmente em cruzamentos como os da Marechal Floriano e Salgado Filho.

As fotos de hoje mostram um trecho que regularmente circulo na Linha Verde, do ponto próximo ao cruzamento com a Fagundes Varela até a Salgado Filho.

sábado, 16 de julho de 2016

Uma casinha de madeira no Prado Velho


Acho o Prado Velho um bairro com poucos atrativos, mas não há lugar onde não se encontre algo interessante e que valha a pena parar, descer do carro e fazer uma foto.
Essa casinha de madeira na rua Prof. Regina Célia Marinoni é um belo exemplo disso. Passei por ela  muito cedo, num dia de muito sol, que produzia sombras bem interessantes. A varanda e os vasos cuidadosamente equilibrados dão um toque especial ao conjunto. Por isso parei, desci e fiz a foto!

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Casa Hoffmann e Rimon Guimarães



Construída em 1890, a Casa Hoffmann serviu de residência e comércio para a família de imigrantes austríacos do ramo da tecelagem. Com arquitetura eclética, a Casa funcionou até 1974 como o comércio de tecidos e armarinhos.

Em 1993, a Casa Hoffmann foi desapropriada pela Prefeitura de Curitiba para a sua preservação como unidade histórica.

Administrada pela Fundação Cultural de Curitiba, a Casa Hoffmann é a sede do Centro de Estudos do Movimento.

O desenho na lateral da Casa Hoffmann é de autoria de Rimon Guilmarães.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Foto rápida

Em tempos de fotos digitais e celulares com câmeras, os fotógrafos de rua praticamente sumiram. Não me recordo quando foi a última vez que precisei de uma foto 3x4 impressa por qualquer motivo.
O Foto Rápido fica na Praça Carlos Gomes, oferecendo fotos em variados tamanhos em 5 minutos. Rapidão mesmo!
Ou serviço semelhante creio que existe apenas no Passeio Público.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

O Colégio Estadual Rio Branco


Cheguei em Curitiba em 1977 com meus pais e minha irmã, vindos do norte do Paraná. Fomos morar no Edifício Asa, diante da Praça Osório no Centro.

Meu pai matriculou-me na sexta série do segundo grau do Colégio Estadual Rio Branco, no Batel. Ele escolheu essa escola por ter ouvido falar que era uma das melhores e por ser uma escola estadual (sem custos, portanto).

Antes de começar as aulas, meu pai me ensinou como chegar à escola pegando o ônibus na rua Emiliano Perneta, a duas quadras de casa, no ponto do Colégio Novo Ateneu. As duas linhas que ali passavam (Barigui ou Batel), paravam praticamente em frente à escola.

Lá estudei por três anos. Fiz bons amigos, dos quais guardo belas recordações até hoje. Tenho saudades do tempo em que um menino de 12 anos tinha condições de ir do centro ao Batel, sem jamais ter tido qualquer tipo de problema ou ter presenciado qualquer tipo de violência.

O colégio externamente parece ter mudado pouco. Olhando por cima dos muros, o pátio central, onde as turmas se enfileiravam para ouvir o hino nacional antes de seguir para as salas, palco de grandes brincadeiras no intervalo e Educação Física, foi coberto.

Procurei a história do colégio na internet mas nada encontrei.  Um amigo disse que quando não se imagina o tipo de arquitetura, pode-se dizer que trata-se de um estilo eclético, outro porém disse que nesse caso em específico, o estilo seria Missões ou neo-colonial hispano-americano Qualquer que seja o estilo, gosto muito da arquitetura desse colégio, especialmente da entrada principal, com suas cinco janelas em arco no alto, um bigodinho de telhas logo abaixo e sua porta redonda feito uma casa de Hobbit.

terça-feira, 12 de julho de 2016

Uma casa de madeira no Batel


Essa casinha, muito simpática, fica no Batel, perto de alguns restaurantes. Seu grande terreno parece ser utilizado como estacionamento para esses estabelecimentos.
A casa, que já sofre a ação do tempo, parece ter recebido dois "puxadinhos" ao ser observada de lado.  Como parece que ninguém mora na casa, creio que sua existência está seriamente ameaçada e assim, o Batel vai deixando no passado as suas últimas casas de madeira.