sábado, 24 de junho de 2017

O pequeno cânion da Voluntários da Pátria


A pedido de um amigo fiz essa foto bem no meio da rua Voluntários da Pátria, quase na esquina com a Al. Dr. Carlos de Carvalho, tendo à direita o Edifício Asa e à esquerda o Edifício Villanova.

Mirando a câmera mais para o alto, num belo dia de sol e céu limpo, consegui essa sensação de gigantes criando um corredor, apontando para a faixa azul entre eles.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Casinhas do início da Padre Anchieta -4




Essa é mais uma das casinhas da rua Padre Anchieta no trecho próximo à Praça 29 de Março. Ela não é de madeira mas passa aquela sensação de casinha de vó do mesmo jeito e os muitos detalhes encantadores apenas reforçam essa idéia, com delicadas flores do jardim, uma cortina rendada na janela, o telhado, os pilares em espiral e as janelas de madeira, isso tudo absolutamente impecável em termos de conservação, enfim, uma Curitiba que merecia existir para sempre.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Domingo no parque




Fiz há tempos uma exposição na FNAC cujo título era "Será que vai dar parque?". O título seria uma referência ao fato de Curitiba ter nos seus parques uma alternativa em termos de lazer coletivo às praias, substituindo assim a pergunta que se faz nas cidades litorâneas (Será que vai dar praia?).

No último domingo tive a oportunidade de estar em uma das nossas praias, digo, em um dos nossos parques, no caso o São Lourenço. É bonito de ver como as pessoas ocupam o parque com suas famílias para brincar com os filhos e caminhar ao redor do lago, em grupos de amigos para simplesmente curtir a companhia uns dos outros, casais para namorar ou sozinho mesmo, como o ciclista da primeira foto fazendo fotossíntese.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Um vagão sob o sol





Estive no último sábado no Cartório do Cajuru. Como o sol estava brilhando, dei uma escapada e fui fotografar o Vagão Armisticio mais uma vez.

Um amigo certa vez disse que o Vagão do Armistício é a Capela Sistina de Curitiba. Guardadas todas as proporções, acho muito simpática essa ideia. A arquitetura de madeira foi (e ainda é) muito relevante para a história de Curitiba e no teto dessa pequena casinha, que a maioria das pessoas que passam pelo cartório não percebem, estão os desenhos do Poty que contam a história da suas família e as situações que vivenciou quando ali morava toda sua família.

Caso alguém não saiba porque essa casinha chama-se Vagão do Armistício e porque ela seria a Capela Sistina de Curitiba, veja o outro post que fiz nesse link.

Considero um tesouro que deve ser preservado e tratado com muito carinho.