segunda-feira, 25 de junho de 2018

Uma casinha azul nas Mercês





No último sábado estive com o pessoal do USK Curitiba na Praça Divina Pastora para desenhar uma casa de tijolinhos que fica na Manoel Ribas. Lembrei que durante uma das caminhadas observacionais passamos por algumas lindas casinhas de madeira logo no início do passeio e seguindo pela rua Paulo Martins, logo encontrei duas delas.

Essa casinha azul continua muito bonita, implantada num grande terreno bem arborizado. Olhando de frente parece ser pequena, mas a foto de lado mostra que a casa é grande, banhada pelo sol de todos os lados.

domingo, 24 de junho de 2018

Que histórias uma casa encerra?


Possivelmente há pessoas que passam diante de uma casa antiga e não a notem. Há outros que passam por essa mesma casa antiga e pensem que ela é bonita, ou que é feia, ou que é velha e deveria dar lugar a algo mais moderno,

Mas há os que, como eu, quando diante de uma casa antiga e vendo seu estilo, seus detalhes, seus entalhes, passe a pensar que histórias essa casa testemunhou, quais imensas alegrias e enormes tristezas abrigou.

As vidas que enchem de história uma casa nunca são banais, já que essas pessoas viveram a cidade, interagiram com a comunidade e de forma pequena ou grande, realizaram feitos que construíram a identidade de uma cidade inteira.

Se ainda não o fez e puder, apoie o projeto para edição do livro Saudade do Ninho, e ajude a preservar para futuras gerações, pelo menos visualmente, um pouco das histórias de nossa Curitiba que o tempo se encarregará de calar. Para detalhes e apoio ao projeto, siga para www.catarse.me/saudadedoninho.

sábado, 23 de junho de 2018

Um fogão à lenha


Quem já teve em casa ou na casa de um parente um fogão à lenha, sabe o quanto é bom num dia de inverno sentar junto ao seu calor de lenha em chamas para um café, com panelas no fogo cozinhando algo aconchegante para o almoço. O cheiro da lenha queimando perfuma a comida, a casa e escurece o fundo das panelas. Colocar mais lenha para queimar é quase uma terapia por conta das chamas que quase hipnotiza.

"O fogão de lenha é lugar de saudade. Porque os fogões de lenha, eles mesmos, são fantasmas de um mundo que não mais existe. (Rubem Alves)."

Já apoiou o projeto Saudade do Ninho? Conheça e apoie em www.catarse.me/saudadedoninho

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Ora direis, ler a madeira? Certo perdeste o senso...


Já se vão algumas décadas desde que cheguei à Curitiba vindo do norte do Paraná. Aqui nunca mais morei numa casa de madeira, mas na minha cidade natal (Mandaguari), morava numa casinha de madeira nos fundos da farmácia do meu pai.

A nossa casinha não tinha qualquer adorno ou volumes que se destacavam do corpo principal como dessa casinha que fotografei (se não me engano) no Campina do Siqueira, mas a madeira dela assim como dessa, não era pintada ou a pintura já se perdera pela ação do tempo. O interessante da madeira nessa condição é que você parece conseguir "ler" melhor o que natureza ou o tempo escreveu nas tábuas e assim, soltar a imaginação nessa leitura.

Lembrando que a campanha no Catarse para compra antecipada do livro Saudade do Ninho vai muito bem e já chegamos a quase 40% da meta! Quer apoiar? Siga para www.catarse.me/saudadedoninho