quinta-feira, 30 de junho de 2011

O Azulão


Muito se falou da mais nova estrela do transporte público de Curitiba, o Ligeirão. Até então (dia da foto) não havia sido apresentado de perto para esse gigante. Como estava na Rua Marechal Floriano fotografando uma casa, que é de interesse de preservação e é mais um exemplo de edificação abandonada esperando ruína, e vi chegando o grande latão azul, resolvi fazer a foto.
Com vários apelidos, o azulão ou ligeirão ou tucanão, é movido exclusivamente a biocombustível 100% à base de soja, ou seja, combustível limpo, não-mineral. Ele tem 28 metros de comprimento e capacidade para transportar 250 pessoas.
Inicialmente circulou pelo Eixo Boqueirão, cuja quantidade de passageiros somando os transportados pelos ônibus biarticulados e dos ligeirinhos das Linhas Diretas Boqueirão-Centro Cívico e Barreirinha-São José, totaliza 125 mil pessoas/dia. Nesse eixo, apenas os ônibus biarticulados e articulados Ligeirões, transportam 70 mil usuários/dia. Hoje já circula também pela linha verde até o Pinheirinho.
Embora se destaque pelo tamanho, uma das principais vantagens do Azulão são as condições oferecidas para cadeirantes. Além dos avisos sonoros que já existem nos outros ônibus de Curitiba, para que se saiba as paradas dos veículos, o ônibus azul tem um dispositivo para que o deficiente físico possa comunicar da sua descida. E, para os portadores de deficiências auditivas, foram instaladas luzes dos lados de dentro e de fora nas portas, que indicam quando o ônibus será fechado.
Se resolve os problemas de super lotação em horários de pico eu não sei, mas que gera bastante notícia, isso gera!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Pessoas comuns e incomuns de Curitiba 29


Os artistas de rua estão se diversificando em Curitiba, antes víamos apenas o tiozinho do acordeon tocando seus tangos e o pessoal dos países vizinhos cantando o seu "Yolandaaa, Yolandaaa, eternamente Yolanda!". No último sábado encontrei esse jovem senhor na Boca Maldita mandando ver na sua guitarra um Ghost Riders In The Sky de Johnny Cash e depois um som tipo The Ventures. I know it's only rock'n'roll but I like it!

terça-feira, 28 de junho de 2011

Il Brasile e gli italiani - Sociedade Garibaldi



Em razão do blog, entrou em contato comigo Luiz Francisco Moniz Figueira, que tem acesso à um raro livro intitulado “Il Brasile e Gli italiani”, impresso em Milão e posteriormente no Brasil em 1906 pela Editora Fanfula, em São Paulo. Essa editora tinha uma estreita relação com a colônia italiana no Brasil no final do século XIX e início do século XX. Esse exemplar em questão, pertence à Fundação Cultural e Filantrópica Léa Pentagna em Valença-RJ
O livro tem por objetivo contar a história do Brasil até aquela data e a participação italiana nesta, com muitas fotos da época. Como a imigração italiana em Curitiba foi bastante forte, há uma boa parte dedicada à Curitiba.
O Luiz muito gentilmente me enviou uma série de fotos de Curitiba do início do século XX que digitalizou do livro e permitiu que eu as postasse aqui no blog. Decidi usar as fotos junto com outras fotos minhas que fiz recentemente para esse fim, tentando fotografar os mesmos pontos dos mesmos ângulos.
Ele relatou ainda que tentou contato com o Museu da Imagem e do Som de Curitiba, mas não conseguiu retorno. Passei algumas imagens e o contato dele para a Casa da Memória, que através da Dóris, mostrou-se bastante interessada nessa publicação, que segundo o Luiz, é raríssima e da qual ele tem conhecimento do exemplar que ele tem acesso, outro exemplar em Fuscaldo e possivelmente outro na Fundação Casa de Rui Barbosa no Rio.
Agradeço imensamente a generosidade do Luiz em compartilhar essas imagens e por preocupar-se com a preservação da memória das nossas cidades.
A foto que abre esse pequena série é da fachada da Sociedade Garibaldi, feita no dia 01/05/1900 por Adolpho Volk.
A Sociedade Garibaldi, fundada em 1883, nasceu da idéia de se congregar, sob um mesmo ideal, os imigrantes italianos em Curitiba. A sede na Praça Garibaldi foi projetada por Ernesto Guaita, engenheiro e agente consular da Itália.
O Palácio, iniciado em 1887, foi concluído em 1904. A fachada, em estilo neoclássico, só ficou pronta em 1932, uma obra do arquiteto João de Mio, o mesmo arquiteto da Igreja de São Pedro.
Em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, o Palácio foi desapropriado pelo governo, teve uso como Palácio da Justiça e sede do Tribunal Regional Eleitoral. Foi devolvido à Sociedade somente em 1962.
Em 1988, o Palácio Giuseppe Garibaldi foi tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná, mas continua como sede da Sociedade Garibaldi.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Pessoas quase congeladas de Curitiba




Apenas para constar! Hoje foi a madrugada mais fria do ano. Os termômetros em Curitiba registraram a mínima de 0,2 graus. No momento dessas fotos, o rádio dizia que a temperatura já havia subido para 0,3 graus!!! No painel do meu carro, vi pela primeira vez um simbolo que parecia um floco de neve, para logo depois o painel informar que provavelmente havia gelo na pista! Mas nada comparado a Urubici em SC, onde a mínima foi de -6 graus com sensação (ou falta dela) de -20!! Nevou por lá!
Já tinha ouvido falar que pela ausencia dos fenômenos El Niño e La Niña, o inverno desse ano será das antigas, ou seja, frio!

domingo, 26 de junho de 2011

Armazém Santa Ana






O Armazém Santa Ana é um dos estabelecimentos que têm na sua porta um dos totens do patrimônio cultural. Hoje, está mais para restaurante/bar do que para armazém, como me explicou a Ana, pertencente a terceira geração da família Szpak a administrar o local.
Disse ela que o armazém um dia já respondeu por 90% do movimento e o bar, apenas 10%. O tempo e as mudanças fizeram esse percentual se inverter e com muito capricho nos quitutes, o local vive lotado nos finais de tarde. Diante da minha surpresa com uma linha de penicos pendurados na porta, Ana disse que ainda vende uns dois ou três toda semana, seja por necessidade ou brincadeira.
O Armazém Santa Ana foi inaugurado em maio de 1934 pelo imigrante ucraniano Paulo Szpak e sua mulher, descendente de poloneses Julia Zielonka Szpak. O armazém logo tornou-se parada de viajantes e agricultores que vinham de São José dos Pinhais, numa época em que a Avenida Salgado Filho era a única ligação entre as duas cidades, rumo a Santa Catarina. Os viajantes deixavam seus cavalos para descansar e beber água, enquanto faziam compras, tomavam uma cachaça e aperitivavam os embutidos preparados pelo dono da casa.
Pedro, um dos três filhos do casal, deu continuidade ao negócio dos pais, cuidando de tudo com muito esforço e dedicação. Ampliou a variedade de produtos e passou a deixá-los expostos na varanda. O armazém ganhou o slogan “O que vende de tudo”.
A década de noventa com as grandes redes de supermercados, dizimou a maioria dos pequenos comércios da cidade, porém com inteligência e força de vontade, Pedro, sua esposa Orlanda e seus filhos superaram as dificuldades. Os clientes vinham ao antigo armazém para comprar produtos que não eram mais vendidos nos supermercados e aproveitavam para tomar uma cerveja, comer os aperitivos e o delicioso Pierogi que dona Orlanda preparava.
Pouco a pouco a estrutura foi sendo melhorada, a variedade de petiscos ampliada e a qualidade e originalidade mantidas.
No Armazém Santa Ana, o ambiente, a casa, os produtos secos & molhados, remetem a uma Curitiba pequena e muito mais cordial.
As fotos mostram apenas o corpo principal da casa. Nas laterais há uma grande quantidade de mesas. O texto acima tem um pouco do que ouvi da Ana e li no cardápio da casa e no totem da prefeitura (que aliás, está parcialmente vandalizado e apesar das solicitações, a prefeitura não repara esse belo mobiliário urbano que o POVO de Curitiba pagou).
O Armazém Santa Ana fica na Avenida Senador Salgado Filho , 4460 no Bairro Uberaba.
Mais informações no site http://www.armazemsantaana.com.br/.

sábado, 25 de junho de 2011

Casas de Madeira de Curitiba 27


Não raro recebo algumas dicas de caros seguidores desse modesto blog, quanto a assuntos a abordar e pontos específicos para fotografar. Tempos atrás recebi duas indicações de casas de madeira. Uma no Jardim das Américas e outra no Juvevê. Ontem saí na caça dessas duas casas e como imaginava, são realmente únicas em suas regiões, cercadas de outras edificações em concreto e alvenaria.
A casa de hoje fica no Jardim das Américas (a "sobradoland" de Curitiba) na rua Eliezer Disaro Fangueiro, uma rua bem tranquila composta somente de casas. Havia alguém regando as plantas na frente da casa, tão distraída que não percebeu o carro parado fazendo fotos.
A dica dessa casa foi dada pela Gina, uma curitibana por adoção que tem um blog com muitos seguidores, que fala de Curitiba e traz receitas e mais receitas para a alegria dos que curtem uma boa comida! Segue o link: http://www.nacozinhabrasil.com/

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Corpus Christi 2011







Cerca de 150 mil pessoas participaram da comemoração de Corpus Christi no Centro de Curitiba ao longo desta quinta-feira (23), segundo estimativa da Polícia Militar. Além de ver os tradicionais tapetes, os fiéis puderam participar de uma missa celebrada pelo arcebispo de Curitiba, Dom Moacyr Vitti, às 15 horas. A procissão teve início às 16h30 na Praça Tiradentes e chegada na Praça Nossa Senhora de Salete, no Centro Cívico. O padre Reginaldo Manzotti se apresentou antes e depois da missa.
Ao longo da madrugada e pela manhã, aproximadamente 5 mil pessoas participavam da confecção do tapete de Corpus Christi. Com 2,3 quilômetros de extensão, ele foi montado ao longo da Avenida Cândido de Abreu, parcialmente interditada para a celebração, e ligou a Catedral Basílica de Curitiba até um palco montado em frente ao Palácio Iguaçu.
Esse ano, além de serragem colorida, os tapetes também contaram com materiais diferentes, como lixo reciclado, tampinhas de garrafa e flores. Muitos retratos de João Paulo II e Irmã Dulce, ambos recém beatificados, foram reproduzidos. Diversas pessoas fizeram o trajeto durante o dia para ver as imagens.
Antes da missa celebrada por Dom Moacyr Vitti - que teve a presença de aproximadamente 20 mil pessoas, segundo a Polícia Militar -, o padre Regialdo apresentou algumas canções na Praça Tiradentes. Durante a procissão, ele voltou a cantar no palco montando no ponto final do trajeto. Ao final da caminhada, o arcebispo conferiu a tradicional Benção do Santíssimo. Não foram registrados incidentes graves ao longo do dia.

Fonte: Gazeta do Povo

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A Boa Vista de Angélica Geronasso



Não conheço a história da família Geronasso, mas quem passa pelo bairro do Boa Vista, logo irá perceber que a história, seja ela qual for, está intimamente ligada a esse bairro. Várias ruas levam nomes de pessoas da família Geronasso (sendo a principal delas a Rua Ludovico Geronasso). Numa breve pesquisa na internet, verifiquei que a região até a década de 50 não passava de um extenso campo de pecuária. As codornas e perdizes no local atraíam um grande número de apaixonados pela caça.
Uma enorme extensão de terras no bairro ( 500 hectares ) pertencia à família Geronasso, que uma vez divididos em lotes, permitiu a urbanização do bairro e o crescimento da população.
Circulando pelo bairro, seja levando o meu filho à casa de um amigo ou eu mesmo visitando o estúdio de um amigo meu, sempre via um enorme terreno margeando a Ludovico Geronasso, onde um dia parei para fotografar belas araucárias. Em outra oportunidade, parei para fotografar uma casa muito bonita, com ares de casa antiga e de casa de vó. Mais uma vez na internet, descobri que nessa casa morava Angélica Manikoski Geronasso , que fora casada com Antonio Carlos Geronasso, falecida aos 74 anos. No Boa Vista ela nasceu e viveu toda sua vida. Diziam que foi uma mulher ativa, participante e completamente envolvida com os eventos do seu bairro. Católica, foi uma presença constante na Igreja Santo Antonio que ajudou a construir. Amplamente conhecida na Boa Vista, onde nasceu, constituiu família e hoje estão seus filhos e netos, Angélica era querida e benquista por todos que a conheciam. Sempre tinha palavras de alento e conforto para aqueles que delas careciam. Corajosa, Angélica foi uma "NONA" inesquecível.
A casa tem duas placas com números, descobri que a casa é parte dessa história pois num projeto apresentado na Câmara de Vereadores de Curitiba para dar à uma rua o seu nome, o endereço que citam como sendo o da sua casa é Rua Ludovico Geronasso nº l086, exatamente o número de uma das placas.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Feira Especial de Inverno 2011


A Prefeitura de Curitiba oferece mais uma opção de passeio e compras para turistas e moradores. São as Feiras de Inverno das praças Osório e Santos Andrade, no Centro, que começaram a funcionar no sábado (11) e vão até 10 de julho.

Os visitantes encontram, nas duas praças, barracas com objetos decorativos e de interesse turístico, roupas e acessórios de lã, e produtos de festas juninas. Também há espaços para alimentação, com pratos típicos de outros países e comidas e bebidas da época, entre eles pinhão, quentão e derivados do milho.

As feiras especiais são administradas pelo Instituto Municipal de Turismo, com a participação da Secretaria do Abastecimento. "A intenção é levar à população artigos juninos com bons preços, escoar parte da safra de pinhão da produção rural e divulgar a culinária típica das etnias formadoras da cidade e do Estado", diz a presidente do Instituto Municipal de Turismo, Juliana Vosnika.

Na praça Osório, a feira funciona de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 14h às 20h. A feira da Osório é a maior, com 57 barracas. Além dos espaços de artesanato e de culinária típica, o consumidor também encontrará barracas com mel e derivados e com produtos alusivos ao turismo, como camisetas e bolsas estampadas com imagens dos principais atrativos de Curitiba. Haverá ainda venda do pinhão cozido.

Na Santos Andrade, o funcionamento é de segunda-feira a sábado, das 10h às 20h. São 20 barracas, sendo seis de alimentação e 14 de artesanato.

Fonte: Prefeitura Municipal de Curitiba

terça-feira, 21 de junho de 2011

Observando os fotógrafos


O Paço da Liberdade na Praça Generoso Marques, atrai muitos fotógrafos pela riqueza de detalhes que o prédio tem (além das exposições e do café, logicamente). De dentro do café, vi duas pessoas fotografando a fachada de frente às floriculturas (onde um dia já existiu a cadeia da cidade) e uma pessoa solitária em sua mesa observando os fotógrafos, sem se dar conta que outro bisbilhoteiro fotografava a todos.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Casas do Batel: Família Zattar


Residência construída pelos Irmãos Thá, no início dos anos 40, a pedido da família Zattar, tradicional família de madeireiros da região de Ponta Grossa. Chama a atenção o seu portão de entrada situado na esquina, uma influência da arquitetura espanhola.

domingo, 19 de junho de 2011

Casas de Madeira de Curitiba 26


Hoje uma casinha de madeira da Curitiba um pouco diferente das que normalmente mostro. Esse encontrei há tempos no Jardim Botânico. Acho que estava para alugar pois não percebi movimentação de moradores nela. Também não sei se os pássaros curtem tanto apoio assim dos humanos no momento de definir a sua moradia. Mas de qualquer maneira, a pessoa que a instalou naquela árvore, no mínimo demostra uma grande boa vontade para com nossos amigos alados.

sábado, 18 de junho de 2011

Um lugar ao sol


A foto mostra parte da fachada, com ênfase na linha de luminárias, de uma galeria de arte no centro histórico de Curitiba. A Galeria de Arte Um Lugar ao Sol é um casarão construído em 1898 que foi totalmente restaurado e devolvido à cidade como espaço cultural.

Inaugurada em 2000, a galeria foi se aprimorando e hoje tem um acervo variado que conta com artistas de diversas escolas e estilos, trazendo o melhor da arte brasileira e prestigiando artistas locais.

Além da grande variedade de telas, há um espaço dedicado exclusivamente à esculturas no piso superior.

Mais detalhes e imagens dos trabalhos da galeria em http://www.umlugaraosol.com.br/

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Pessoas comuns e incomuns de Curitiba 28


Sábado é um dia bacana na Boca Maldita. No último, além da galera do Abraço Curitiba, encontrei um pessoal da prefeitura com mesas de jogos, o pessoal da feira de inverno, um pessoal da área de saúde, o pessoal expondo seus quadros, os cavalheiros da Boca Maldita e esse pessoal da foto, que depois de um "Paranauê,paranauê-paraná" básico, abriram uma roda de capoeira que chamou a atenção dos que passavam por ali. Como a concorrência por espaço era grande, a roda ficou um pouco pequena, o que aumentava a tensão a cada movimento.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Casas de Madeira de Curitiba 25



Um caminho que faço habitualmente para almoçar ou retornar para casa, passa pela Rua Irmãs Paulinas no Capão Raso. Sempre na altura do Shopping Popular do lado direito, via de relance uma casa de madeira que parecia bem bonita. Ontem resolvi entrar na Rua Catarina Scotti para conferir de perto. É de fato uma casa bonita e bem cuidada. Não fiz fotos melhores por conta do muro, do arame farpado e principalmente um cachorro bem barulhento!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

51 Árvores Imunes de Corte - Araçá Gigante - APAE Butiatuvinha




Essa era uma das árvores imunes de corte que eu acreditava ser difícil de fotografar, dada a distância e por estar numa propriedade particular. Mas eis que no último domingo fui à Festa Junina da APAE, com a câmera nas mãos para fotografar as crianças e a árvore de hoje, um Araçá Gigante (Myrcianthes gigantea). Como eu esperava, não havia a placa da prefeitura informando que aquela era a árvore. Não que eu entenda de Araçás Gigantes, mas caminhando pelo bosque observei que a única árvore de porte além das gigantescas araucárias do bosque era essa árvore de tronco claro. Deduzi ser o Araçá e tentei fazer a melhor foto possível. Na internet confirmei ser essa a árvore, inclusive já havia fotografado outro no Bosque da Boa Vista.
Além do Araçá, publico também algumas fotos da dança dos pequeninos do CEDAE (sede da APAE da Angelo Sampaio que cuida apenas dos pequeninos).
A APAE fica na Rua Orlando Peruci, 1472 - Butiatuvinha (indo pela Manoel Ribas, passando a Casa Culpi, vire na primeira à direita, siga até encontrar a APAE).

terça-feira, 14 de junho de 2011

Aqui jazz!




Tarde de sábado no café do Paço da Liberdade. Um bom café, encontrar bons amigos para um papo cultural e de bônus, um trio (depois um quarteto) de jazz oferecendo um concerto gratuito a quem quisesse ouvir. Apenas um detalhe, enquanto tocam, se quiser continuar a conversar, o melhor é procurar uma sala mais tranquila, pois o som fica um pouco alto.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O Chafariz da Praça Osório



A Praça Osório foi construída em 1914 e depois de anos de reformas e puxadinhos, o chafariz de ferro e com estilo francês, que é o elemento decorativo e central da praça, foi inaugurado em 1962.
Como morei por muitos anos na Osório, cansei de ver durante os verões curitibanos, as crianças de rua transformarem esse chafariz em sua piscina particular (pessoas pararam para ver os saltos e mergulhos das crianças) e também, depois dos resultados dos vestibulares das nossas faculdades, os calouros imundos de lama, ovo, tinta e outros materiais não identificáveis, terminar o seu trote nas águas do chafariz (ficava meio imprestável depois do evento).
Como hoje já não vivo mais o dia-a-dia da praça, não sei se o chafariz se presta a outra função além de enfeitar (muito bem, diga-se) a Praça Osório.

domingo, 12 de junho de 2011

Abraço Curitiba (Free Hugs)








Os alunos de Produção Cênica da UFPR e do curso de Cinema Digital do Centro Europeu, promoveram um movimento na Boca Maldita ontem perto das 13 horas. A ação, batizada como “Abraço Curitiba” (versão dos pinheirais para o internacional Free Hugs), tinha por intenção fazer com que os curitibanos se abraçassem, a despeito da fama de serem pessoas frias. E assim, na véspera do Dia dos Namorados, os curitibanos presentes na Boca Maldita se abraçaram! Mas ficou evidente um detalhe que é muito curitibano: apenas as pessoas que se conheciam se abraçaram (pelo menos foi o que vi). Eu circulei por ali e ninguém me ofereceu nem um abraçinho sequer.

sábado, 11 de junho de 2011

Smanhotto


Essa casa, obviamente muito antiga pelo alinhamento rente a calçada e pela arquitetura em si, por anos ficou meio que abandonada. Fica em local nobre da cidade, tendo como vizinhos mais ilustres o predio central da Universidade Federal do Paraná e o Teatro Guaíra. Poderíamos dizer que seu jardim é a Praça Santos Andrade (que encara de frente) e também próximo, o Passeio Público.
Há décadas passo por essa casa e sempre a considerei muito bonita. Muito recentemente começou a ser reformada, testes de cores foram feitos (parece que esse da foto foi o vencedor) e algo que eu jamais havia reparado ou simplesmente foi inserido agora, é o sobrenome Smanhotto na entrada.
Há uma placa com os responsáveis técnicos pela obra. Mandei um e-mail pedindo informações sobre a casa, mas infelizmente não tive retorno. Tentei buscar referencias sobre a casa e o sobrenome Smanhotto. Sobre a casa, nada descobri. Quanto ao sobrenome, esse é de origem italiana, tem relação com Santa Felicidade (Restaurante Dom Antonio talvez) e dá nome a uma rua de Curitiba.
Se alguém tiver informações sobre o propósito dessa reforma ou sobre o nome, serão muito bem vindas.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Árvore x máquina




À nossa esquerda, com 23 metros de altura, pesando 9 toneladas: o Eucalipto!
À nossa direita, com 10 metros de altura (considerando a lança), pesando 22 toneladas: uma escavadeira Hyundai modelo 210!
Na verdade não sei se deu briga, mas a foto com os dois juntos, passa a impressão de que estão se encarando! Todos sabemos quem levaria a pior numa briga dessas.
A escavadeira estava trabalhando no eterno cruzamento congestionado da Av. Salgado Filho com a Linha Verde, onde já fizeram tanto e continua pouco para melhorar o fluxo no local. Pelo seu porte e beleza, imagino que essa árvore foi a única preservada naquela grande clareira.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A outra face do outono.




Ontem mostrei uma tarde ensolarada de outono no Parque São Lourenço. Essas tardes ensolaradas em Curitiba, no outono normalmente são precedidas de uma fria manhã com forte neblina (razão do nosso aeroporto ser o mais naturalmente camuflado do mundo).
As fotos de hoje mostram o Centro Politécnico da UFPR às 7 da manhã, no Jardim das Américas. Deixei em P&B para dar um ar mais frio ainda!