quarta-feira, 26 de julho de 2017

Um cruzamento complicado


Há em Curitiba vários gargalos de trânsito que dificultam a vida de quem passa por eles, principalmente nas horas de maior movimento, como nos horários de almoço e final da tarde.

Esse que mostro na foto de hoje é o ponto onde a rua 13 de Maio encontra a Amintas de Barros e a Conselheiro Laurindo. Acredito que esse é o pior ponto de congestionamento do Centro, por vezes parando tudo até a Praça Tiradentes.

A foto foi feita a partir do Edifício Governador e nela podemos ver por uma fresta o Teatro Guaíra e em diagonal com suas janelas amarelas e a lateral laranja, o Edifício Araucária, projeto de 1969 dos arquitetos Lubomir Ficinski e Roberto Martins de Albuquerque (Fonte: Prédios de Curitiba).

terça-feira, 25 de julho de 2017

Circulando (rapidamente) por Antonina












Só para não dizer que não saí de Curitiba nas minhas curtas férias, fomos para Antonina almoçar num restaurante muito bom. Depois dos camarões e um linguado, caminhamos entre o trapiche e uma ruína e nesse percurso, fiz as fotos que compartilho hoje.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Fila pela arte

Aproveitando as férias e a quarta-feira que no MON nesse dia a entrada é gratuita, fomos visitar as exposições que estão hoje disponíveis no nosso belo museu. Não sei se todas as quartas-feiras a fila é desse tamanho (desde a hora que chegamos até a hora de ir embora), mas sem dúvida é bem legal ver o quanto um museu desperta o interesse em turistas e nas pessoas que moram aqui.

domingo, 23 de julho de 2017

Pizzaiolos e um mural curitibano



Estive numa pizzaria no centro de Curitiba para comemorar o aniversário de um amigo. O local além de uma pizza muito boa, adicionalmente oferece um ambiente bem bacana e alguns pontos de vista irresistíveis para uma foto (com o celular mesmo).
A primeira que publico aqui mostra a ilha de trabalho dos pizzaiolos vista de cima, onde preparam as pizzas nos três fornos.
A segunda foto mostra um belíssimo mural de prédios icônicos de Curitiba, tais como o Solar do Rosário e a Igreja da Ordem, feito por três amigos artistas: Fabiano Vianna, João Paulo de Carvalho e Raro de Oliveira. Além de fotografar o painel, tive a grata oportunidade de fotografar um dos artistas, o inoxidável Fabiano Vianna.

sábado, 22 de julho de 2017

Uma clareira para o Paço


Do alto do Edifício Governador mais uma bela vista, dessa vez da clareira que os prédios mais novos tiveram que respeitar para manter o Paço da Liberdade como protagonista entre as praças Generoso Marques e José Borges de Macedo.

Construído entre 1914  196, o Paço da Liberdade é um dos mais importantes monumentos de Curitiba, com linhas arquitetônicas que se enquadram no ecletismo – mistura de tendências arquitetônicas de períodos diversos da história e que começou a se disseminar em Curitiba no final do século XIX, com predominância do Art Nouveau. Decorando seu interior, foram colocadas portas de imbuia, uma bela escadaria e um elevador vindo da Europa, o primeiro de Curitiba.

O antigo prédio abrigou o gabinete de 42 prefeitos de Curitiba e historiadores atestam que o edifício já passou por pelo menos três reformas. Os restauradores revelam, por meio do trabalho de prospecção – pela decapagem de pequenas janelas nas paredes –, que algumas já foram pintadas pelo menos onze vezes.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Círculo, circular, cilíndrico







Circulo, circular, cilíndrico. Essas são as formas que mais se vê nesse prédio singular da paisagem de Curitiba, o Edifício Governador. Nesse dia tive a oportunidade de circular (literalmente) por ele e registrar as fotos que compartilho hoje.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Casinhas de madeira das Mercês


Circulando pelo bairro das Mercês com uma lista de casinhas de madeira na mão feita por um amigo há muito tempo para a prefeitura de Curitiba, no intuito de buscar algum tipo de ação de preservação dessa arquitetura genuinamente curitibana e entregue para mim por um outro amigo, passei casualmente por essa casa.
Em princípio ela não teria nada demais, praticamente sem adornos, telhado com quatro águas, aparentemente tem um anexo na parte de trás. Mas sua posição elevada, o tom azul claro da sua pintura combinando com o portão e o céu, somado ao verde das trepadeiras e árvores, formaram um conjunto bem legal de se ver e fotografar.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Ao redor da Praça Osório






Publico hoje mais algumas fotos que fiz da sacada do apartamento de uma amiga diante da Praça Osório.
Apesar da Praça Osório ficar bem no centro quem mora ao seu redor tem uma certa tranquilidade no que diz respeito ao ruído de carros, uma vez que as vias ao redor dela são de baixa circulação de veículos se comparado à outras vias próximas.
Mas esse morador convive com os ruídos da praça que são as pessoas que circulam por ali e praticam esportes, na Osório até mesmo uma conversa pode ser ouvida pelo eco que o paredão de prédios proporciona. Coisas que só quem mora ali sabem bem como é.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Irmãos Campana no MON e o Croquis Urbanos Curitiba





No último domingo estive com o Croquis Urbanos Curitiba no Museu Oscar Niemeyer para visitar, desenhar e fotografar a mostra “Irmãos Campana”, que está instalada na grande sala de exposição do “Olho”.

A ambientação elaborada para a mostra já é uma atração, com iluminação e cenografia que valoriza ainda mais as obras dos designers Fernando e Humberto Campana. A curadoria ficou por conta de Consuelo Cornelsen, apresentando 130 obras.

Segundo o site do MON, “a mostra apresenta obras icônicas, como as poltronas Vermelha (1998), Favela (2003) e Corallo (2003), produzidas pela empresa italiana Edra; além de peças do início da carreira, como as cadeiras da coleção Desconfortáveis (1989); até trabalhos mais recentes, como a inédita linha de móveis Assimétrica (2017), produzida pela Tok&Stok.  Edições especiais representadas por galerias internacionais, incluindo Friedman Benda Gallery e Firma Casa também fazem parte da mostra, assim como outras obras licenciadas por empresas internacionais e nacionais, tais como A Lot of Brasil, Alessi, Edra, Grendene, Lacoste, Lasvit, Louis Vuitton, Skitsch, entre outras.”

O pessoal do Croquis espalhou-se pelo local e apesar da pouca luz para desenhar, foram produzidos belos trabalhos, inspirando inclusive pessoas que apenas estavam passando pela mostra a sentar no chão e também desenhar na companhia dos artistas.

A mostra fica aberta até o dia 20 de agosto e pode ser visitada de terça a domingo, das 10h às 18h. Os ingressos custam R$ 16 e R$ 8 (meia-entrada). Nas quartas a entrada é franca. Maiores de 60 e menores de 12 anos têm entrada gratuita todos os dias.


Para mais informações sobre os Irmãos Campana e seu estúdio, acesse estudiocampana.com.br e para saber mais sobre o que está rolando no MON, acesse http://www.museuoscarniemeyer.org.br

segunda-feira, 17 de julho de 2017

Parque Tanguá e o USK Curitiba











Sábado o encontro do Usk Curitiba aconteceu no Parque Tanguá, um parque que atrai muitos turistas pela vista que proporciona e pelo seu desenho. O momento do por do sol é bastante aguardado com pessoas espalhadas no mirante e nas escadarias para registrar o momento.

O pessoal do Urban Sketchers Curitiba tornou-se também uma atração adicional, com várias pessoas ao redor dos artistas para ver o que estava saindo. Um deles foi cercado de crianças que pacientemente fora bem recebidas pelo famoso arquiteto.

Inaugurado em novembro de 1996 o Parque Tanguá representa mais uma etapa do projeto de preservação do curso do rio Barigüi, juntamente com os parques Tingui e Barigüi.

Com área total de 450 mil m2, destacam-se no parque duas pedreiras unidas por um túnel de 45 metros de extensão, que pode ser atravessado a pé por uma passarela sobre a água. O parque conta ainda com pista de cooper, ciclovia, mirante, lanchonete e o Jardim Poty Lazzarotto (sem qualquer referência à obra do artista).

domingo, 16 de julho de 2017

O por do sol no Parque Tanguá



Como disse um amigo ontem, foto de por do sol é clichê, que tantas e tantas pessoas de Curitiba e de fora de Curitiba já fizeram essa foto, mas temos que reconhecer que é bonito e em minha defesa, digo que nunca havia fotografado o por do sol no Parque Tanguá, sendo portanto algo inédito aqui nessa página.
As imagens de hoje foram feitas ontem perto das 17h30 e era algo esperado por muitos que estavam ali, dada a quantidade de pessoas espalhadas pelo parque para registrar o belo momento. Pois, fica aqui o meu.
Fiz várias fotos do parque que devo publicar oportunamente, inclusive do encontro do USK Curitiba.

sábado, 15 de julho de 2017

Uma panorâmica da Praça Osório


Fotografei a Praça Osório a partir do 5° andar do Edifício Comendador Vasconcelos, na sacada do apartamento de uma amiga que tem o privilégio, que eu já tive um dia, de ver essa linda praça de cima.

E para quem não sabe, a feira de inverno da Praça Osório termina hoje. Aproveite esse último dia para circular pelas 59 barracas de comidas típicas, artesanato e produtos para deixar o inverno mais aconchegante, lembrando que semana que vem o inverno vai baixar forte por aqui.

sexta-feira, 14 de julho de 2017

Do alto do Governador



Tive a grata satisfação de subir num prédio que no seu lançamento no início da década de 70 já diziam que ele se tornaria um ponto de referência em Curitiba, o Edifício Governador, o prédio em forma de cilindro na esquina da Treze de Maio com a Presidente Faria.

Uma vez no topo, uma vista 360° sem obstáculos é apresentada, revelando uma Curitiba que só se tem o prazer se vista de cima.

O motivo da visita foi, além de obviamente explorar o prédio, o de fazer a foto da equipe do livro Prédios de Curitiba que será lançado em agosto próximo no Paço da Liberdade. Em breve mais informações.

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Uma casa especial na Padre Anchieta








Essa casa sempre chamou a minha atenção e eu já a havia fotografado numa época em que as câmeras não eram digitais e os muros e cercas elétricas não eram necessárias.

Conversei rapidamente com o atual dono e sua filha, respectivamente neto e bisneta dos primeiros proprietários. Me contaram que a casa foi construída há 80 anos pelos Irmãos Thá, a pedido de Arthur Kluppel Vianna e sua esposa Iracema Manfredini Vianna, a partir de uma foto (ou desenho) de uma antiga revista. Esse procedimento era tão comum que outras casas muito semelhantes (ou idênticas) a essa foram construídas em Curitiba. Me disseram também que o estilo da casa seria normando.

A última foto foi enviada para mim pela bisneta de Arthur Kluppel Vianna, com quem tive uma breve conversa no dia em que fiz as fotos do post, as quais pude fazer graças à ela. A foto foi feita na década de 40 pelo Sr. Arthur Kluppel Vianna.