segunda-feira, 31 de julho de 2017

Detalhes do Teatro Novelas Curitibanas












O chalé onde funciona hoje o Teatro Novelas Curitibanas foi construído em 1902 para abrigar a família Manoel Bernardino Vieira Cavalcanti Filho ou Comendador Vieira Cavalcanti.

Os beirais são ornamentados por lambrequins e as parede internas decoradas com pinturas. Abrigou também a redação da revista "Paraná Judiciário" em 1925.

No térreo existiam quatro quartos, sala, banheiro e adega. No piso superior, além de mais dormitórios, sala de música, de visitas e de jantar.

O espaço cultural só surgiu em 1992, um ano após uma construtora civil doar o chalé ao munícipio. O projeto de restauro do casarão foi assinado por Domingos Bongestabs.

O Teatro Novelas Curitibanas tem uma importância histórica para a memória de Curitiba, pois a primeira peça encenada no espaço "O Vampiro e a Polaquinha", de Dalton Trevisan, sob a direção de Ademar Guerra, ficou em cartaz por quatro anos, realizando mais de mil apresentações. Ainda hoje, "O Vampiro e a Polaquinha" é visto como um marco no teatro local, pela quantidade de apresentações, pelo tempo em cartaz e pela formação de identidade cultural do teatro em Curitiba.

domingo, 30 de julho de 2017

USK Curitiba no Teatro Novelas Curitibanas





Ontem o encontro do USK Curitiba aconteceu diante do Teatro Novelas Curitibanas, um casarão de 1902 que 90 anos depois transformou-se num pequeno teatro. Ontem tive a chance de entrar no teatro e fotografar um pouco o seu interior, o qual mostrarei em outro post.
Os mais de 30 desenhistas, apesar do sol na cara, registraram esse belo casarão para a posteridade.

sábado, 29 de julho de 2017

Momentos no MON



O legal do MON é que não apenas o seu conteúdo em termos de acervo e exposições itinerantes o tornam um local atrativo, mas principalmente a sua estrutura física e sua implantação junto à um parque acabam oferecendo momentos de lazer inclusive para quem não está nem aí para arte.

Nas fotos de hoje dois momentos bastante comuns. No primeiro as crianças que intrigadas observam no piso de vidro o seu próprio reflexo e através dele, as pessoas que passam lá em baixo. Na segunda foto, duas amigas sentadas num dos longos bancos, apenas apreciam o "parcão"e o bosque que marca o limite entre o MON e o Bosque do Papa e logicamente a companhia uma da outra.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Três prédios marcantes do centro de Curitiba


Uma tomada de três prédios muito conhecidos do centro de Curitiba que em breve juntos também estarão num livro danado de bacana.
Na foto estão o gigante Tijucas (com sua galeria e fachadas diferentes), o pequeno Anita com suas trepadeiras que mudam a cara do prédio de acordo com as estações e com sua casa de topo e o magrelo prédio do Hotel Tibagi, um projeto dos arquitetos Jaime Lerner e Domingos Bongestabs.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Casas de madeira da Reinaldino de Quadros - 5


Na semana em que a Gazeta do Povo publicou uma matéria referente a Vila da Madeira, uma boa idéia que não deu certo, que pretendia ser um local onde alguns exemplares da arquitetura de madeira de Curitiba fosse preservada e onde desde sua criação em 2004 apenas uma casa foi transladada do Alto da XV, publico hoje mais um linda casinha de madeira devidamente bem preservada no bairro do Cristo Rei.

Já havia feito uma publicação sobre a Vila da Madeira que pode ser conferida aqui.

Quanto à casa de hoje, algumas pessoas no Facebook manifestaram-se comentando que fizeram parte da história da casa. Abaixo o texto enviado por uma dessas pessoas, Rafael, narrado à ele por sua mãe. Agradeço a ambos. Uma casa testemunha todas essas histórias que no momento em que a conhecemos, a casa passa a ter outra dimensão, passa a ter alma.

"Casa construída pelo meu avô com a ajuda do meu bisavô no ano de 1949/1950, alguns familiares também moravam na mesma quadra. Minha mãe literalmente nasceu na casa (na época das parteiras). A rua era de saibro e onde é o Supermercado Extra havia uma mata com bambuzal, calçada colorida onde brincavam de "amarelinha". Meu avô era o único que tinha carro na época na região e também a primeira televisão, ou seja, minha mãe e tias convidavam os amigos para assistir tv"

quarta-feira, 26 de julho de 2017

Um cruzamento complicado


Há em Curitiba vários gargalos de trânsito que dificultam a vida de quem passa por eles, principalmente nas horas de maior movimento, como nos horários de almoço e final da tarde.

Esse que mostro na foto de hoje é o ponto onde a rua 13 de Maio encontra a Amintas de Barros e a Conselheiro Laurindo. Acredito que esse é o pior ponto de congestionamento do Centro, por vezes parando tudo até a Praça Tiradentes.

A foto foi feita a partir do Edifício Governador e nela podemos ver por uma fresta o Teatro Guaíra e em diagonal com suas janelas amarelas e a lateral laranja, o Edifício Araucária, projeto de 1969 dos arquitetos Lubomir Ficinski e Roberto Martins de Albuquerque (Fonte: Prédios de Curitiba).

terça-feira, 25 de julho de 2017

Circulando (rapidamente) por Antonina












Só para não dizer que não saí de Curitiba nas minhas curtas férias, fomos para Antonina almoçar num restaurante muito bom. Depois dos camarões e um linguado, caminhamos entre o trapiche e uma ruína e nesse percurso, fiz as fotos que compartilho hoje.

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Fila pela arte

Aproveitando as férias e a quarta-feira que no MON nesse dia a entrada é gratuita, fomos visitar as exposições que estão hoje disponíveis no nosso belo museu. Não sei se todas as quartas-feiras a fila é desse tamanho (desde a hora que chegamos até a hora de ir embora), mas sem dúvida é bem legal ver o quanto um museu desperta o interesse em turistas e nas pessoas que moram aqui.

domingo, 23 de julho de 2017

Pizzaiolos e um mural curitibano



Estive numa pizzaria no centro de Curitiba para comemorar o aniversário de um amigo. O local além de uma pizza muito boa, adicionalmente oferece um ambiente bem bacana e alguns pontos de vista irresistíveis para uma foto (com o celular mesmo).
A primeira que publico aqui mostra a ilha de trabalho dos pizzaiolos vista de cima, onde preparam as pizzas nos três fornos.
A segunda foto mostra um belíssimo mural de prédios icônicos de Curitiba, tais como o Solar do Rosário e a Igreja da Ordem, feito por três amigos artistas: Fabiano Vianna, João Paulo de Carvalho e Raro de Oliveira. Além de fotografar o painel, tive a grata oportunidade de fotografar um dos artistas, o inoxidável Fabiano Vianna.

sábado, 22 de julho de 2017

Uma clareira para o Paço


Do alto do Edifício Governador mais uma bela vista, dessa vez da clareira que os prédios mais novos tiveram que respeitar para manter o Paço da Liberdade como protagonista entre as praças Generoso Marques e José Borges de Macedo.

Construído entre 1914  196, o Paço da Liberdade é um dos mais importantes monumentos de Curitiba, com linhas arquitetônicas que se enquadram no ecletismo – mistura de tendências arquitetônicas de períodos diversos da história e que começou a se disseminar em Curitiba no final do século XIX, com predominância do Art Nouveau. Decorando seu interior, foram colocadas portas de imbuia, uma bela escadaria e um elevador vindo da Europa, o primeiro de Curitiba.

O antigo prédio abrigou o gabinete de 42 prefeitos de Curitiba e historiadores atestam que o edifício já passou por pelo menos três reformas. Os restauradores revelam, por meio do trabalho de prospecção – pela decapagem de pequenas janelas nas paredes –, que algumas já foram pintadas pelo menos onze vezes.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Círculo, circular, cilíndrico







Circulo, circular, cilíndrico. Essas são as formas que mais se vê nesse prédio singular da paisagem de Curitiba, o Edifício Governador. Nesse dia tive a oportunidade de circular (literalmente) por ele e registrar as fotos que compartilho hoje.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Casinhas de madeira das Mercês


Circulando pelo bairro das Mercês com uma lista de casinhas de madeira na mão feita por um amigo há muito tempo para a prefeitura de Curitiba, no intuito de buscar algum tipo de ação de preservação dessa arquitetura genuinamente curitibana e entregue para mim por um outro amigo, passei casualmente por essa casa.
Em princípio ela não teria nada demais, praticamente sem adornos, telhado com quatro águas, aparentemente tem um anexo na parte de trás. Mas sua posição elevada, o tom azul claro da sua pintura combinando com o portão e o céu, somado ao verde das trepadeiras e árvores, formaram um conjunto bem legal de se ver e fotografar.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Ao redor da Praça Osório






Publico hoje mais algumas fotos que fiz da sacada do apartamento de uma amiga diante da Praça Osório.
Apesar da Praça Osório ficar bem no centro quem mora ao seu redor tem uma certa tranquilidade no que diz respeito ao ruído de carros, uma vez que as vias ao redor dela são de baixa circulação de veículos se comparado à outras vias próximas.
Mas esse morador convive com os ruídos da praça que são as pessoas que circulam por ali e praticam esportes, na Osório até mesmo uma conversa pode ser ouvida pelo eco que o paredão de prédios proporciona. Coisas que só quem mora ali sabem bem como é.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Irmãos Campana no MON e o Croquis Urbanos Curitiba





No último domingo estive com o Croquis Urbanos Curitiba no Museu Oscar Niemeyer para visitar, desenhar e fotografar a mostra “Irmãos Campana”, que está instalada na grande sala de exposição do “Olho”.

A ambientação elaborada para a mostra já é uma atração, com iluminação e cenografia que valoriza ainda mais as obras dos designers Fernando e Humberto Campana. A curadoria ficou por conta de Consuelo Cornelsen, apresentando 130 obras.

Segundo o site do MON, “a mostra apresenta obras icônicas, como as poltronas Vermelha (1998), Favela (2003) e Corallo (2003), produzidas pela empresa italiana Edra; além de peças do início da carreira, como as cadeiras da coleção Desconfortáveis (1989); até trabalhos mais recentes, como a inédita linha de móveis Assimétrica (2017), produzida pela Tok&Stok.  Edições especiais representadas por galerias internacionais, incluindo Friedman Benda Gallery e Firma Casa também fazem parte da mostra, assim como outras obras licenciadas por empresas internacionais e nacionais, tais como A Lot of Brasil, Alessi, Edra, Grendene, Lacoste, Lasvit, Louis Vuitton, Skitsch, entre outras.”

O pessoal do Croquis espalhou-se pelo local e apesar da pouca luz para desenhar, foram produzidos belos trabalhos, inspirando inclusive pessoas que apenas estavam passando pela mostra a sentar no chão e também desenhar na companhia dos artistas.

A mostra fica aberta até o dia 20 de agosto e pode ser visitada de terça a domingo, das 10h às 18h. Os ingressos custam R$ 16 e R$ 8 (meia-entrada). Nas quartas a entrada é franca. Maiores de 60 e menores de 12 anos têm entrada gratuita todos os dias.


Para mais informações sobre os Irmãos Campana e seu estúdio, acesse estudiocampana.com.br e para saber mais sobre o que está rolando no MON, acesse http://www.museuoscarniemeyer.org.br