quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Árvores mais alta e mais velha de Curitiba?










No último domingo estive novamente na Praça Gal. Werner Gross no Bom Retiro para fotografar a paineira gigante que está florida (assim como outra paineiras em Curitiba), derrubando suas enormes flores nessa pequena praça.

Há tempos li uma matéria sobre um livro que nunca tive em mãos chamado "Árvores de Curitiba" de Francisco Cardoso e nesse livro à essa paineira era atribuído o título de "Árvore mais alta de Curitiba" com 35 metros, estatura que inclusive demandou a instalação de pára-raios (o que é bom para a vizinhança). Nesse mesmo livro são citados como outros gigantes dois eucaliptos do Passeio Público com 30 metros. Citava ainda uma árvore (já derrubada) na esquina da Nossa Senhora da Luz com Fagundes Varela como a mais grossa de Curitiba e uma Imbuia do Bosque do Capão da Imbuia como a mais velha de Curitiba (com algo perto de 1000 anos, idade prá lá de controversa).

Pois recentemente numa matéria da Gazeta, a paineira do Bom Retiro além de ser mantida como a mais alta de Curitiba, também passou a ser tida como a mais velha de Curitiba devido a uma foto na qual ela aparece já grandona datada de 1858 (161 anos portanto). Como não há quem tenha datado de modo científico as árvores de Curitiba, acho pouco provável que de fato seja essa a árvores mais velha de Curitiba, mas certamente é a árvore que pagou de modelo há mais tempo.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Maçã fresquinha!!













A padaria artesanal que produz os melhores pães de fermentação natural de Curitiba na opinião de muita gente (inclusive desse que aqui escreve), abriu discretamente as suas portas nessa semana no bairro da Vila Izabel. Trata-se da "Maçã Padaria Artesanal Brasileira" que mudou sua área de produção para a rua Professor Sebastião Paraná, 195 - pertinho da República Argentina e não muito longe do Angeloni. Ontem estive lá para conhecer.

Com capacidade de produção ampliada, a Maçã poderá vender seus pães maravilhosos tanto na nova sede na Vila Izabel, como na antiga sede no Alto da XV.

Reconhecidos e premiados, os pães da Maçã são todos de fermentação natural e todos com insumos são orgânicos: farinha (branca e integral), ovos (usados nos incríveis brioches) e o sal. O único problema dos pães da Maçã é que se você os experimentar, provavelmente não vai querer saber de outro. Outras delícias como os assadinhos e os inacreditáveis cookies também estão por lá!

A Maçã funciona de terça à sábado nas duas sedes que ficam na Rua Fernando Amaro, 802 - Alto da XV e na nova sede na rua Professor Sebastião Paraná, 195 - Vila Izabel.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Técnica de Jóias e Relógios


Na São Francisco existe ainda essa loja cuja placa diz apenas "Técnica de Jóias e Relógios". São poucos e antigos esse tipo de comércio, uma vez que relógios parecem ser muito menos importantes hoje em dia por conta dos celulares e reparo de jóias também não parece ser um serviço de grande demanda. Lembro de uma existiu por décadas na Galeria do Edifício Asa, onde eu morava. Passando lá recentemente percebi que ela já não mais existia. Inevitável, já que são comércios mantidos por pessoas mais velhas e que vão fechando conforme se aposentam.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Abertura da exposição dos 10 anos da Zombie Walk





 





No sábado estive na abertura da exposição na Gibiteca do Solar do Barão em comemoração aos 10 anos da Zombie Walk Curitiba, na qual participo com uma parede contendo 100 imagens que fiz ao longo dos anos dessa divertida festa. Agradeço aos amigos, amores, zumbis e monstros que compareceram.
Se quiser ver de perto as fotos e os desenhos, a exposição permanecerá até o dia 30/03 no Solar do Barão das 9h às 12h e 13h às 18 (3ª a 6ª feira) e 12h às 18h (sábado, domingo e feriado), na Rua Presidente Carlos Cavalcanti, 533 - Centro.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

USK Curitiba e a Fábrica Santa Graça








Apesar do calor e do caminhão que estacionou bem na frente, estive com o USK Curitiba no local onde um dia foi a fábrica de mate chamada Santa Graça.

Após o assassinato do Barão do Cerro Azul, em maio de 1894, surgiram mais dois engenhos de mate no Batel. A Ervateira Americana e o Santa Graça, de propriedade de Manoel de Macedo e localizado onde hoje é a esquina da Rua Coronel Dulcídio com a Benjamin Lins.

A Fábrica Santa Graça era uma das 10 maiores engenhos de mate que existiram no Paraná no final do século XIX. Essa e outras fábricas em Curitiba e Ponta Grossa, pertenciam à viúva de Manoel de Macedo e sua produção anual era de 9 mil toneladas.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

A Linguagem Foto-Gráfica da Zombie Walk Curitiba


Há dez anos soube que haveria na boca maldita um evento chamado Zombie Walk, que seriam pessoas fantasiadas e maquiadas como os queridos personagens de filmes de terror (geralmente B), caminhando e grunindo feito eles, pelo simples prazer da farra. Fui lá conferir e levei meu filho, que divertiu-se ao ter na mão um pouco de sangue falso. Encontrei poucas pessoas.

Como não sou exatamente um apaixonado pelo carnaval tradicional, acompanhar a Zombie Walk Curitiba passou a ser minha diversão de domingo de carnaval desde então e por isso, posso dizer que acompanhei todas as edições da Zombie Walk Curitiba desde que essa passou ter sua concentração na Boca Maldita e posso também dizer que vi o quanto essa festa ganhou em tamanho e popularidade.

Em todas essas edições não presenciei qualquer incidente que desabonasse a festa, que só acontece com aprovação e apoio de todos os órgãos da prefeitura envolvidos em aglomerações como essa, tanto que é maciça a presença de crianças.

Para comemorar o décimo ano da Zombie Walk Curitiba, alguns eventos paralelos estão acontecendo, inclusive uma exposição no Solar do Barão que abre HOJE (23/02) às 19h00 intitulada "A linguagem foto-gráfica da Zombie Walk Curitiba". A separação da palavra foto-gráfica não é à toa, a "gráfica" vem da exposição dos desenhos feitos pelos Croquis Urbanos ao longo de algumas edições e a palavra "foto" tem haver com a minha presença nesses anos todos. Estarei na exposição expondo 100 fotos de minha autoria num mosaico que ocupa completamente uma parede de 3,4x4,8 metros! Té bonito de ver!!

Convido à todos a comparecer à homenagem/comemoração desse que é um evento querido por muitos que curtem diversão descontraída e cultura pop!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Torre dos Filósofos



A Torre dos Filósofos é um mirante totalmente feito em madeira com 15 metros de altura, ligando a parte superior do Bosque Alemão, onde está o Oratório de Bach, à parte inferior do bosque onde fica a Trilha de João e Maria, a Casa da Bruxa e a réplica da fachada da Casa Milla.

Do alto da Torre é possível observar a copa das árvores do bosque e ao fundo, uma bela vista de Curitiba.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Algumas fachadas na Rua XV



Hoje em dia pode ser meio temerário por muitos motivos, mas caminhar pela rua XV olhando as fachadas dos prédios é para mim sempre um prazer e uma sensação de estar na minha casa. São diversas, de muitas épocas diferentes e sempre com detalhes belíssimos que somente com calma podem ser apreciadas.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Uma vista distorcida da rua Riachuelo


Juntando várias imagens feitas na rua Riachuelo, obtive essa panorâmica que distorce a realidade proporcionando uma visualização diferente do cruzamento da Riachuelo com a São Francisco, com destaque para o Palácio Riachuelo, construído em 1929.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Um casarão da Rua Kellers


A Feirinha do São Francisco foi crescendo desde o Largo da Ordem, espalhando-se por várias ruas do São Francisco, nos levando a caminhar por lugares onde normalmente apenas moradores e trabalhadores da região circulam. Quase no final da feirinha, na rua Kellers, quase em frente à mesquita esse casarão chamou minha atenção por ser bonito e ao mesmo tempo, desocupado. A entrada se dá pelo lado direito, num portão de correr que revela uma lateral igualmente interessante. Já deve ter sido um belo lugar para se morar e em outras circunstâncias, para ter um negócio em operação.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Belvedere em obras


Fazia algum tempo que não me aproximava do Belvedere e ontem passeando pela Feirinha pude perceber que finalmente o prédio dá sinais de que está sendo restaurado mostrando as novas vigas do telhado, cujo original foi destruído num incêndio. Espero que logo tenhamos esse prédio novamente entregue à comunidade, que tenha uso e que seja protegido de vândalos e incendiários.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Pendurando as chuteiras


Faz um tempo que fiz essa foto mostrando aquela brincadeira típica e sem graça de pendurar os sapatos de pessoas em fios de luz, nesse caso tendo ao fundo o Edifício Brasilino de Moura (o Balança Mas Não Cai). Apenas hoje observei melhor o sapato pendurado e se não me engano, é um tênis de escalada, algo que é bem caro.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Uma casinha de madeira na Via Izabel



Na rua Professor Sebastião Paraná ao lado de onde em breve uma famosa padaria de fermentação natural abrirá uma nova sede, encontrei esse linda casinha de madeira, extremamente bem cuidada, num belíssimo terreno.