segunda-feira, 30 de abril de 2018

Com a boca no trombone


Na esquina da rua Amintas de Barros com a Sete de Abril encontrei esse artista de rua, onde do alto de um banquinho ele botava a boca no trombone para fazer um som que sinceramente, não me lembro qual era pois estava ocupado em tentar fazer a foto antes do semáforo abrir.

Botar a boca no trombone sempre foi uma expressão que significa protestar, reclamar, espalhar uma notícia em alto em bom som. Hoje em dia o trombone são as redes sociais onde, diferente do rapaz da foto, as pessoas sentem-se seguras atras de um teclado para bradar o que bem entendem, bobagens ou não.

domingo, 29 de abril de 2018

10 anos do Museu Municipal Cristóforo Colombo






Ontem o USK Curitiba foi especialmente convidado pela Secretaria de Cultura de Colombo para participar do evento em comemoração aos 10 anos do Museu Cristóforo Colombo, anexo ao Parque Municipal da Uva localizado na Rua Marechal Floriano Peixoto n° 8771.

Foi uma grande festa com direito à chope, suco, água, lanche e bolo distribuídos gratuitamente aos que lá estiveram. Apresentações de grupos de dança e música animaram a tarde e os uskers misturados à paisagem desenharam as lindas casinhas de madeira do parque.

sábado, 28 de abril de 2018

Um casal na São Francisco


Numa manhã ensolarada de domingo estava por ali na região da São Francisco e olhando em direção à Praça de Bolso do Ciclista, fotografei esse jovem casal de mãos dadas.

Depois de anos de quando houve um grande esforço para ocupar de forma saudável a rua São Francisco, com atividades de rua, abertura de novos comércios e pessoas ocupando suas calçadas, tenho ouvido que já não está mais tão bacana quanto antes, muito por conta do tráfico de drogas. Enfim, é o que tenho ouvido.

sexta-feira, 27 de abril de 2018

Grande angular sobre o Latife Hamdar


Esse é um dos meus prédios favoritos e do qual nada sei além de que leva o nome de Latife Hamdar e que foi inaugurado em 1915. Sua posição de esquina da Riachuelo com a Praça Generoso Marques dá à ele um destaque que nessa foto com uma grande angular é reforçado.

quinta-feira, 26 de abril de 2018

O prédio da antiga Relojoaria e Joalheria Raeder









Esse prédio que hoje abriga no térreo um brechó, ocupou o lugar de outro que foi demolido em 1925 com projeto do arquiteto Ludovico Doetch. Nesse prédio funcionou o consultório do Dr. Tobias de Macedo, que dá nome à travessa em cuja esquina com a rua Riachuelo ele se encontra. Ali também já funcionou um dia uma loja de calçados, outra de artigos masculinos e uma quitanda.

Um dos destaques do prédio fica por conta do relógio verde em ferro fundido da sua fachada, trazido da Alemanha pelo Sr. Roberto Raeder quando o novo prédio foi inaugurado em 1937. No antigo prédio desde 1893 a Relojoaria e Joalheria Raeder já funcionava.

Em 1942 Carl Raeder, filho do senhor Roberto, assumiu o negócio que ficou aberto por 111 anos, até 2004. A relojoaria foi fechada no mesmo dia do falecimento do Sr. Carl.

O prédio ainda chama a atenção na Riachuelo e uma curiosidade dele é o seu formato em cunha se observado de cima.

As informações acima foram obtidas no blog Fotografando Curitiba.

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Um vendedor de relógios na XV



Estava com amigos na rua Riachuelo e depois de muito fotografar por ali, resolvi por qualquer motivo, ir até a XV para uma curta caminhada.

Passando pela Galeria Lustosa vi esse senhor, sentado num dos bancos da rua, lendo um livro antigo pela cor das páginas e ao seu lado, um pano vermelho estendido com vários objetos sobre ele. Passei olhando e apenas alguns metros depois, voltei e me aproximei dele com óbvias segundas intenções fotográficas.

Passei a observar os objetos e ele notando minha presença, fechou o livro e num forte sotaque espanhol passou a me mostrar os relógios. Tratava-se portanto de um vendedor de relógios de bolso e outros pequenos em formato de animais, que ao apertar as orelhinhas, abria-se para revelar o relógio.

Escolhi uma coruja para presentear minha esposa e ao sacar uma nota de 50, ele pede desculpas e diz que acabara de chegar à Curitiba e que não dispunha de reais, tanto que nem um café pode tomar até então. Me perguntou então se eu aceitaria dólares de troco e fazendo uma rápida conversão, de deu as notas de dólares e agradeceu pois já dispunha de uma nota de reais para suas despesas imediatas.

Infelizmente não sou o tipo de fotógrafo como vários colegas talentosos por aí, que além de fotografar conseguem entrevistar a pessoa, extraindo informações e histórias interessantes. Do meu caro vendedor de relógios sei apenas que recém chegou à Curitiba vindo da Argentina.

terça-feira, 24 de abril de 2018

Antiga Relojoaria e Joalheria Raeder e o Croquis Urbanos





Numa manhã de um belo domingo de sol, o grupo do Croquis Urbanos acomodou-se sob uma sombra na esquina da rua Riachuelo com a Trav. Tobias de Macedo com o objetivo de desenhar o prédio na esquina oposta cujo destaque é um relógio na cor verde contrastando com o amarelo do prédio. Lugar importante e interessante de Curitiba com muita coisa e muita gente para se ver, desenhar e fotografar.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Saldanha Marinho e o USK Curitiba




Uma sequencia de casas na rua Saldanha Marinho no centro entre as ruas Prudente de Morais e Brigadeiro Franco foi o ponto para o encontro do USK Curitiba do último sábado.

A Saldanha Marinho, uma das ruas mais longas de Curitiba, oferece desde a Catedral no centro até o bairro do Campina do Siqueira, uma infinidade de temas para observação e descobertas. Um passeio bem bacana para quem gostaria de ver várias curitibas numa mesma rua.

domingo, 22 de abril de 2018

Olhando pombos


Na Praça Generoso Marques diante do Paço da Liberdade há sempre uma grande quantidade de pombos e sempre alguém sentado na mureta alimentando, enxotando ou simplesmente observando essas aves, que estão longe de ser uma unanimidade no quesito "animais favoritos" das pessoas.

sábado, 21 de abril de 2018

Um novo cacique




Depois daquele atrito causado pela translação da estátua do Cacique Tindiquera do Parque da Vilinha do Bairro Alto para a Praça Tiradentes, o prefeito havia assumido o compromisso do retorno da estátua ao local original, substituindo-a por outra. Não retornei ao parque da Vilinha para conferir, mas de fato uma outra estátua do cacique foi instalada diante da Catedral, mais uma vez de autoria de Elvo Benito Damo.

A placa na base da estátua diz "Aqui! Muito pinhão! Curitiba!", provavelmente anunciando que o IAP liberou a venda do pinhão em Curitiba e que logo o inverno chegará. Uma curiosidade é que dentre as pernas do cacique, surge também segurando uma pinha madura, um animal que parece ser um misto de porco e cachorro. Achei meio confuso.

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Famosos e infames








Você viu a exposição "Famosos e Infames" que está rolando no Jokers? Se não viu, corre lá porque é fantástica.

Nela você encontrará reunidos figuras como Amy Winehouse, Bob Dylan, Fidel Castro, Raul Seixas, Hemingway, Fernando Pessoa, Donald Trump, Temer, Kim Jong-Un, Sócrates, Garrincha e muitos outros, num total de 48 personalidades, todos famosos, alguns admiráveis, outros infames e execráveis, ficando a cargo do visitante mentalmente classificar cada um como bem entender.

Todas as obras são de autoria do professor e artista José Marconi, selecionadas de uma série que ele vem produzindo desde 2012 em técnicas que vão do carvão, nanquim, pastel, guache, massinha de modelar, fotografia, ilustração digital.

Reproduções assinadas estão à venda por um precinho prá lá de camarada, assim com orgulho você poderá pendurar na sua parede um belo famoso ou quem sabe, até um divertido infame. Eu tenho os meus favoritos, visite e escolha os seus!

O Jokers fica na Rua São Francisco, 164.
Informações Tel. 3324-2351.
A mostra tem entrada franca e fica em cartaz até o dia 05 de maio, de segunda a sábado, das 11h30 às 14h30 e das 18 horas até meia-noite.
Classificação: Livre.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Uma casa de madeira de Santa Felicidade


Bem perto do restaurante Casa dos Arcos em Santa Felicidade encontrei essa casa de madeira super bem cuidada. Grossas grades a isolam da rua, por isso tive que achar a melhor brecha possível para fazer a foto.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Brincando de casinha





Creio que qualquer pessoa quando criança já deve ter pendurado uma coberta ou lençol num fio para brincar de tenda de índio ou quem sabe uma grande caixa de papelão que servisse de caverna ou ainda, para os que tinham mais posses, ter uma casinha de madeira com portinha e janelinha.

Mas acredito que raras foram as crianças que puderam ter uma casinha de bonecas como essa das fotos de hoje, com sala, copa, dormitório, cozinha com fogão à lenha, pia e também, um banheiro com micro pia e micro vaso sanitário, tudo isso plenamente funcional.

Essa casinha de bonecas fica no grande terreno da casa que postei ontem e há muito já não é mais frequentada por crianças ou pelo menos, pela criança a quem ela foi dedicada um dia.

terça-feira, 17 de abril de 2018

As Virtudes do Bem-Morar



















Tive nesse último final de semana a grata satisfação de poder conhecer de perto essa fabulosa residência construída em 1928 pelo engenheiro civil Eduardo Fernando Chaves para uma tradicional família curitibana.

Há tempos eu havia adquirido o livro "As Virtudes do Bem-Morar" de Zulmara Clara Sauner Posse e Elizabeth Amorim de Castro, que se debruça sobre boa parte da obra de Eduardo Fernando Chaves e dentre as obras analisadas encontra-se essa bela residência.

O século XX deixa para trás a ocupação meio que padronizada dos terrenos, tendo a evolução tecnológica, sanitária e de saúde como novos elementos para melhor projetar as residências, especialmente para famílias abastadas que tendo a oportunidade de possuir grandes terrenos, construir casas como essa que publico hoje. Essa especificamente além de um terreno que um dia conteve até uma quadra de tênis, possui seis salas, uma suite, seis quartos, quatro banheiros, escritório, biblioteca, cozinha, copa e uma grande área de serviço.

Recomendo muitíssimo a procura pelo livro citado acima no qual descobrirão que esse quase desconhecido engenheiro na década de 1930 teria uma obra sua em praticamente todas as quadras da Curitiba daquela época e muitas das suas obras ainda convivem com a malha urbana atual e ainda encantam todos que moram e visitam a nossa cidade.