sexta-feira, 31 de maio de 2019

Dias de sol


Depois de tantos dias de chuva quase ininterruptas, com goteiras, árvores caídas, ruas alagadas e situações ainda mais graves para a população, creio que estamos todos com vontade de ver o velho relógio solar da antiga Farmácia Stellfeld voltar a mostrar a hora, como nesse dia em que o fotografei perto das 14:30.

Essa foi a primeira farmácia de Curitiba, aberta em 1857 por Augusto Stellfeld, situava-se originalmente na Santa Casa de Misericórdia. Em 1866, o estabelecimento foi transferido para a Praça Tiradentes, nesse prédio projetado e executado por empreiteiros alemães e nele, sempre destacou-se o relógio solar.

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Casinha de madeira na Nicola Pellanda



Os bairros do Ganchinho e Umbará conservam ainda hoje uma belíssima coleção de casinhas de madeira, muitas delas na rua Nicola Pellanda, a principal rua do bairro Umbará. Essa que publico hoje fica parcialmente escondida atrás de árvores e da vegetação do quintal frontal. Basta olhar de mais perto para constatar nos detalhes o carinho e o cuidado de quem ainda vive na casa. Parece que a casinha ficou pequena pois percebemos nos fundos, um anexo em alvenaria e mais ao fundo ainda, uma construção mais moderna.

quarta-feira, 29 de maio de 2019

Outono no centro



Hoje passei pelo centro e quase chegando na Praça 19 de Dezembro vi o quanto essas cinco árvores (que acredito sejam plátanos) estão com uma linda variação de cores bem típicas do inverno. Antes que caiam todas, fiz as fotos com o celular mesmo.

terça-feira, 28 de maio de 2019

Circulando por Curitiba há 10 anos


Nessa semana o blog Circulando por Curitiba completou 10 anos de existência, postando todo santo dia uma foto desse fotógrafo apaixonado por essa cidade desde que aqui veio morar em 1978.

Já foram 3.660 postagens, 3.114.283 (até as 07:40) visualizações de página, 3 livros, 8 exposições, fotos que circularam por revistas, livros, TV, folders, capa de cd e para minha alegria, muitos trabalhos acadêmicos.

Aprendi muito sobre Curitiba, circulei por muitos bairros, fotografei sua história, sua geografia, sua arquitetura, mas o que de mais precioso eu encontrei nesses 10 anos é a sua gente, ocupando suas ruas, prédios, praças, parques, bancos, para descansar, passear, namorar, seguir para o trabalho ou para casa, para curtir com os amigos, ou seja, para dar vida à cidade. Dentre todas essas pessoas que encontrei nesse caminho de 10 anos, muitas são hoje queridos amigos que espero levar para sempre.

Obrigado Curitiba e à toda sua gente!

segunda-feira, 27 de maio de 2019

O andarilho



De dentro do meu carro com o celular fiz essas duas fotos em dias diferentes e em locais diferentes de um andarilho. Creio que não é da mesma pessoas, mas tem o mesmo estilo de roupa e cobertor enrolado,

domingo, 26 de maio de 2019

Revisitando o Museu Paranaense



Há anos não visitava o Museu Paranaense. Na semana passada tive a grata satisfação de ver o quanto o museu está muitíssimo mais interessante, bem conservado, preocupado em não apenas guardar um acervo importante para a história do Paraná, mas também de tornar a experiência de circular pelas salas e corredores do museu algo prazeroso. Fiquei muito feliz com o que vi e recomendo muito que visitem muitas vezes.

O Museu Paranaense foi fundado em 1876 pelo desembargador e historiador Agostinho Ermelino de Leão, teve várias sedes desde sua fundação.

A primeira foi na Praça Zacarias, lá permanecendo por vinte e cinco anos, mas devido ao aumento de seu acervo, foi transferido para Rua Dr. Muricy, ali ficou por treze anos, mudando-se depois para a Rua São Francisco, onde funcionou por dezessete anos sob a administração de seu diretor, o historiador Romário Martins.

Da rua São Francisco passou ainda pelo Batel, pela Rua Treze de Maio e então, para a Praça Generoso Marques no magnífico edifíco hoje conhecido como Paço da Liberdade.

O Palácio São Francisco, projetado e construído em 1928 pelo engenheiro Eduardo Fernando Chaves para ser a residência da Família de Julio Garmatter (empresário e pecuarista), o Palácio São Francisco foi vendido ao governo do estado por solicitação do interventor Manoel Ribas (amigo de Julio Garmatter) para sediar o governo, uma vez que o Palácio da Liberdade já era pequeno para esse fim. Foi sede do governo estadual até 1954 (quando foi inaugurado o Palácio do Iguaçu). Foi então sede do TRE até 1987, quando restaurado foi destinado ao Museu de Arte do Paraná e em 2002 ao Museu Paranense.

sábado, 25 de maio de 2019

Os senhores da Tiradentes


A Praça Tiradentes, a mais central de Curitiba, é ponto de passagem de todo tipo de gente em Curitiba e também, daqueles que querem um banco para olhar o movimento, como esses senhores de boné e chapéu.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Mobilidade


Há países do mundo, especialmente do leste asiático, dos quais já várias vezes na TV imagens de verdadeiros enxames de bicicletas que tomavam as ruas, sendo tantas que eram elas quem espremiam os carros. Fico imaginando se seria uma tradição, uma política de estado ou uma imposição pela necessidade (custo e densidade populacional).
Circulando por Curitiba percebo que mesmo com a gasolina no preço que está (nas alturas), a densidade de carros só aumenta, assim como as ações da prefeitura para tentar escoar da melhor forma possível essa frota imensa pelas suas ruas.
Será que um dia o custo, a densidade populacional, a inviabilidade de mais ações para escoar os carros irão forçar as bicicletas ou outro meio de transporte que otimize espaço, nas ruas de Curitiba?
O que talvez complique sejam os dias de chuva e frio da nossa cidade, ou talvez como tudo na vida, se acostume com isso também.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Ornamentos metálicos



Acho muito interessante e bonitos esses ornamentos metálicos que ainda hoje podem ser encontrados em casas e prédios baixinhos que parecem todos ser de uma mesma época. Não sei se há um propósito específico para esses ornamentos ou se há significado no muitos desenhos que se encontra pela cidade.
Se algum já estudou o assunto e tenha informações para compartilhar, ajude a complementar esse post. Os que publico hoje são de dois prédios baixinhos da rua São Francisco.

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Pessoas da rua Riachuelo




Do alto do Cine Passeio além da paisagem, muito interessante também ver e registrar as pessoas que circulam pelo entorno tocando as suas vidas, quer apenas de passagem ou morando nessa região tão movimentada.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Na boléia da Kombi




Estava passando pela Trajano fotografando o casario da região, quando uma Kombi chegou e estacionou quase na esquina com a Paula Gomes, qual foi minha surpresa quando vi que o motorista era um cachorrinho e não é que o danadinho manobrava bem a Kombi? Curitiba sempre surpreendendo!!

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Imagine all the people living life in peace





Quando visitamos a Sede da ONU em Nova York, logo na entrada encontramos a escultura a “Arma em Nó”, criada pelo artista sueco Carl Fredrik Reuterswärd em 1980 em memória a John Lennon e doada à Yoko Ono, que a doou à ONU, onde está em exposição permanente. Réplicas da escultura encontram-se expostas em várias cidades do mundo, como essa que fotografei nos jardins do Museu Paranaense em Curitiba.

Há poucos dias assisti um documentário sobre o processo de gravação do primeiro disco de John Lennon, “Imagine”, de 1971. Num dos depoimentos, Yoko Ono comenta que ela acredita que sua união com Lennon teve como principal propósito a composição da música Imagine, que é em sua essência um hino à paz, que em diferentes níveis é o que mais precisamos, inclusive no Brasil.

Imagine there's no heaven
It's easy if you try
No hell below us
Above us only sky
Imagine all the people living for today

Imagine there's no countries
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for
And no religion too
Imagine all the people living life in peace

You may say I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will be as one

Imagine no possessions
I wonder if you can
No need for greed or hunger
A brotherhood of man
Imagine all the people sharing all the world

You may say I'm a dreamer
But I'm not the only one
I hope someday you'll join us
And the world will be as one

domingo, 19 de maio de 2019

Belvedere quase pronto



Ontem estive no Museu Paranaense e ao estacionar vi que o restauro do Belvedere está indo muito bem, inclusive com a nova cor já definida. Creio que em breve ele voltará para a cidade, dessa vez sob os cuidados da APL e com um café para movimentar a casa, que espero, seja protegida de vândalos.

sábado, 18 de maio de 2019

O centro a partir do São Francisco


Uma vista do centro a partir do prédio do mural do Poty na Travessa Nestor de Castro. Em primeiro plano um lindo prédio que começa na rua José Bonifácio. Ao fundo, vários prédios do centro, tendo o antigo Hotel Eduardo VII como destaque.

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Muitas Águas Furtadas




Ali na rua Pres. Carlos Cavalcanti quase no Passeio Público, existe esse antigo casarão que foi espremido entre prédios. Discreto, mas bem bonito em minha opinião, ele tem no telhado quatro "Águas Furtadas" que devem proporcionar iluminação e ventilação para um ou mais cômodos num piso superior. Com uma bela repaginada, seria muito bacana trabalhar diante de uma dessas janelinhas, vendo a vida passar lá em baixo.

Eu havia inicialmente chamado essas aberturas no telhado de Mansarda, mas os amigos Marialba e Key Imaguire gentilmente corrigiram a informação, a ambos, muito obrigado. É sempre bom falar com quem sabe! Seguem as informações para quem, como eu, desconhecia tecnicamente essas nomenclaturas.

Água furtada é um sub-telhado que furta águas do telhado principal;
Camarinha é um volume que sai do telhado, como no caso da casa do IPHAN, há mais de um tipo de camarinha;
Mansarda é uma cobertura que muda de inclinação para aumentar a usabilidade do sótão, evitar o telhado chegando no nível do piso ou forro do nível de cima. Em Curitiba, só há duas, ao que eu saiba: na esquina da Saldanha Marinho com Ébano Pereira e na Praça João Cândido, bem ao lado das ruínas, uma esquina que foi restaurante e me parece que está em obras agora.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Leões alados



Quem já passou pela rua Riachuelo provavelmente já deve ter notado um pequeno prédio quase na esquina com a Carlos Cavalcanti que tem como adorno quatro leões alados.

O Leão Alado pode estar associado à uma profecia referente ao período Neo-Babilônico e à Nabucodonosor, mas puxando a sardinha para mais perto de Curitiba, o Leão Alado pode ser aquele que representa o Vêneto (região de onde imigraram grande parte dos italianos que vieram para Curitiba) e São Marcos, para o qual num sonho um anjo nessa forma de leão com asas disse que em Veneza ele descansaria, motivo pelo qual, supostamente seus restos mortais foram "retirados" de Alexandria no Egito e transportados para Veneza. São Marcos e Veneza são portanto, muito ligados e o leão com asas representa a ambos.

Na primeira foto vemos além de um dos leões alados, o Solar do Barão, onde a exposição "Volta ao Centro Histórico em 80 dias" seguem em cartaz! Se não viu ainda, corre lá e aproveite para do alto do Cine Passeio, dar um tchau para os leões alados.

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Outro ponto de vista da Igreja da Ordem


Uma foto da Igreja da Ordem de um ponto de vista um pouco mais alto, com o bebedouro bem no centro do Largo da Ordem.

A Igreja da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas, mais conhecida simplesmente como Igreja da Ordem, foi construída pelos portugueses em 1737 e é a igreja mais antiga de Curitiba. Originalmente, era a Igreja de Nossa Senhora do Terço. O nome atual foi dado com a chegada a Ordem de São Francisco em Curitiba, em 1746.

Abrigou um convento franciscano de 1752 a 1783 e, no século 19, foi a paróquia dos imigrantes poloneses. Por volta de 1834, uma parte da igreja desmoronou e só foi completamente restaurada em 1880, com a visita do imperador D. Pedro II. A torre da igreja e a instalação dos sinos foi concluída em 1883. Nessa época, a igreja era frequentada, principalmente, por imigrantes alemães. A igreja é tombada desde 1965. Durante as reformas de 1993, foi encontrado um opúsculo entre as paredes da Igreja. Este documento fornece dados preciosos sobre a história da igreja.

Fonte: http://www.curitiba-parana.net/patrimonio/igreja-ordem.htm

terça-feira, 14 de maio de 2019

E o antigo Hotel Tassi continua escorado


Quem passa pela região da Av. Sete de Setembro perto da Praça Eufrásio Correia certamente já viu essa bela edificação com muitas escoras e pode ser que alguns pensaram: "Que bom que vão restaurar um prédio tão bonito e certamente histórico". Depois de anos e anos passando por ali e vendo que nada acontece, fica apenas a impressão de que essa quase ruína urbana jamais será restaurada.

A história do Hotel Tassi começou no dia 23/10/1888, quando no porto de Gênova na Itália, com destino ao Brasil, conheceram-se a família Puglia e Angelo Tassi, que tinha como objetivo a cidade de São Paulo, mas que por acontecimentos durante a viagem (morte do patriarca dos Puglia e sua paixão pela filha mais velha deles), muda seu destino ao decidir por acompanhar a família Puglia à Curitiba. Em 01/10/1889, Angelo Tassi casa-se com Angela Puglia. Compram um terreno de esquina com as ruas da Liberdade (hoje Barão do Rio Branco) e Sete de Setembro, defronte ao prédio da Estação Ferroviária e da futura Praça Eufrásio Correia. Nesse terreno inicialmente constroem uma casa e na frente, abrem uma pequena venda, muito freqüentada pelos viajantes e carroceiros que na região estacionavam. Dos petiscos, passam a fornecer comida e logo, pessoas passaram a pedir pouso. Em 1900 ampliam o prédio e abrem o Hotel Estrada de Ferro, muito conhecido pela comida italiana de Dona Angela. Novas reformas e ampliações depois, muda seu nome para Hotel Tassi, que se tornou na época, o cartão de visitas de Curitiba, juntamente com a Praça, sendo participante e testemunha dos acontecimentos da cidade.

Angelo e Angela tiveram sete filhos e na década de 1920 mudaram-se para sua chácara no Cabral e seus filhos passaram a administrar o hotel. Em 09/02/1933 morre Angela Tassi. Por conta da diminuição da importância da Estação Ferroviária devido às estradas de rodagem, a região da Praça Eufrásio Correia começa entrar em decadência. Em 1942 o hotel é alugado e passa a ser conhecido como Hotel Continental. Em 18/03/1951, morre Angelo Tassi com quase 90 anos. Na década de 1960 os herdeiros vendem a propriedade e o casarão encontra-se fechado desde então. Por anos permaneceu abandonado, em ruínas e depois, escorado para não entrar em colapso, situação na qual se encontra até hoje.

As informações que publico hoje foram obtidas do livro “Hotel Tassi – O Antigo Hotel da Estação” de Elisabete Tassi Teixeira.

Não sei os motivos pelos quais essa edificação não é efetivamente restaurada e nem quem seriam os atuais proprietários.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Visão dupla?


Fotografando na Praça Tiradentes, nessa imagem tudo veio em dobro: dois taxis, dois postes e duas meninas idênticas! Há coisas que o só o Centro pode proporcionar.

domingo, 12 de maio de 2019

Dia das mães

Na aquarela feita a partir de uma foto de quase 20 anos atrás, meu filho de mãos dadas aprendia a tomar cuidado ao atravessar a rua. Assim são as mães, conduzindo e ensinando os filhos a superar os obstáculos da vida. Feliz dia das mães.

sábado, 11 de maio de 2019

Uma UIP na Comendador Araújo




Próximo da esquina da Comendador Araújo com a Coronel Dulcídio existe essa UIP muito bonita que fica parcialmente oculta na calçada por um muro e que não contém qualquer indicação de que seja ocupada regularmente. Soube que eventualmente a casa é aberta para eventos fechados. Achei curioso a decoração descontraída com garrafas e garrafões pendurados numa árvore e numa estrutura junto ao muro. Não conheço, infelizmente,  a história desse casarão.

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Passando pela Praça Himeji





Já havia feito uma postagem sobre a Praça Himeji que fica no bairro das Mercês há 6 anos e percebi algumas mudanças e outras coisas que permanecem as mesmas. A pichação que havia na base do monumento não foi retirada, mas a fuligem e o tempo deu uma disfarçada. Evidentemente há manutenção na praça, já que o gramado está cuidado e o calçamento está integro. O monumento em si parece estar exatamente da mesma forma, mas na praça não continua não tendo qualquer explicação do que se trata (seria uma espécie de campanário budista?), não há indicação do porque a praça leva esse nome, de que Himeji é a cidade irmã de Curitiba no Japão desde 1984 e o que isso significa.

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Cine Passeio em pleno funcionamento











O Cine Passeio inaugurou há pouco tempo (27/03/19) na esquina das ruas Riachuelo e Carlos Cavalcanti, Centro, e penso que já pode ser considerado uma atração turística e um pólo de entretenimento e cultura importante para Curitiba.
Os espaços do antigo quartel foram brilhantemente ocupados, entregando à população duas belas salas de cinema (os antigos cinemas de rua Ritz e Luz), um terraço com uma bela vista do entorno e onde acontecem eventos e exibição de filmes ao ar livre.

O complexo tem no subsolo uma área dedicada às ações de formação, que recebeu o nome de Espaço Valêncio Xavier, homenagem ao escritor, cineasta e criador da Cinemateca de Curitiba, falecido em 2008. Conta com uma sala multiuso (Estúdio Valêncio Xavier), com 110 lugares, também dotada de modernos equipamentos, com projetor móvel e tela retrátil.

No mesmo ambiente funcionará a Sala Video On Demand (VOD), que se refere ao consumo de conteúdo digital com escolha do usuário, como por exemplo Netflix e Amazon. Com tela 4K de 86 polegadas, o local possibilitará o acesso a diversos conteúdos digitais, com disponibilidade de 12 lugares.

No piso está instalada também a segunda unidade do Worktiba, primeiro coworking público do Brasil criado para atender a necessidade de pequenos e microempreendedores. Esta unidade terá como foco a economia criativa, o audiovisual e a inovação.

O segundo pavimento, onde também está a Sala Ritz, dispõe de uma área para cursos na área do audiovisual, com 90 lugares, que pode ser locada e utilizada por produtores independentes, parceiros estratégicos, com a Universidade Estadual do Paraná (Unespar), a Associação de Vídeo e Cinema do Paraná (Avec) e o Sindicato da Indústria do Audiovisual do Paraná, e também pelo público em geral.

E complementando isso tudo, no térreo funciona uma excelente cafeteria, que trabalha com produtos selecionados da região de Curitiba (cafés, vinhos, cervejas artesanais e ótimas opções de doces e salgados).

Com área de 2.597 m², o Cine Passeio ocupa uma edificação histórica, classificada como Unidade de Interesse Especial de Preservação (UIEP), que foi totalmente restaurada e adaptada para receber as atividades culturais dentro do programa Rosto da Cidade. Originalmente, o prédio foi construído em meados da década de 1930 para abrigar setores administrativos do Exército e assim funcionou até aproximadamente o final da década de 1990. Ele é de propriedade do município desde 2010, ano em que foi transferido para a Fundação Cultural de Curitiba.

Fonte: Fundação Cultural de Curitiba