terça-feira, 20 de novembro de 2018

Em restauro


Essa importante casa de madeira, que certamente alguns saberão qual é só de olhar a foto, está em fase final de restauro e em breve terá uma nova e belíssima função, para sorte de todos os que moram em Curitiba. Logo contarei sobre um evento bem bacana que vai acontecer nesse local no mês que vem.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

O Casarão Scandelari





"“Nina, não deixe as paredes caírem”. Angela, chamada por todos de Nina, já tinha entendido o recado de seu pai, João Scandelari, mas ele continuava repetindo o alerta. Até que ela acordou. Aquilo não passara de um sonho — seu pai havia falecido semanas antes. Após sua morte, o terreno de 24 alqueires em que o imigrante italiano construiu seu casarão no Barreirinha, em Curitiba, foi dividido em lotes para seus herdeiros. Cada um iria vender a sua parte, inclusive a que comportava a casa, que seria demolida pelo novo proprietário. Mas depois do sonho, justamente na noite que antecedeu a venda, Nina tomou uma decisão: iria ficar com o lote do casarão e preservar o imóvel que representava a história de sua família na capital paranaense.

Décadas se passaram após o sonho de Nina, e o casarão da família Scandelari continua intacto na Avenida Anita Garibaldi. Do endereço mudou apenas o número ao longo do tempo: de 5054 para 5094. O imóvel, que é hoje uma unidade de interesse e preservação da cidade, foi construído por volta de 1883, data que foi encontrada gravada em uma viga do sótão. O aspecto externo permanece fiel à concepção original. De acordo com estudos de preservação realizados em 1978 pela Casa Romário Martins, da Fundação Cultural de Curitiba, o próprio João Scandelari construiu a casa com a ajuda de mais dois homens. Daquele imóvel fez o lar de sua família e fonte de renda: na entrada criou a Casa Scandelari, armazém de secos e molhados que existiu até o início da década de 1970."

Trecho extraído da matéria por "Stephanie D’Ornelas", para o Caderno Haus da Gazeta do Povo. Leia mais aqui. Copyright © 2018, Gazeta do Povo. Todos os direitos reservados.

A matéria da Gazeta foi o motivo que levou o USK Curitiba à Barreirinha no último sábado para registrar esse belo casarão na avenida Anita Garibaldi, que naquele trecho é perigosa pela velocidade dos carros em ambas as direções.

domingo, 18 de novembro de 2018

Uma série na São Francisco


Na última sexta-feira estive na rua São Francisco acompanhando os amigos do projeto "Volta ao Centro Histórico em 80 dias". Depois de registrar as atividades e a rua, sentei em frente ao Restaurante Mikado e observei bem em frente duas portas de metal pichadas, com destaque para uma caixa de energia verde com suas perninhas amarelas.

Durante pouco mais de 30 minutos fiquei registrando o mesmo fundo, tendo como variante as pessoas que passavam aleatoriamente pelo cenário. Diferentes pessoas, diferentes propósitos, diferentes histórias, pisando o mesmo terreno, como se suas histórias em lapsos temporais diferentes se cruzassem.

sábado, 17 de novembro de 2018

Hoje no MON














Aproveitamos o feriado para visitar as exposições que estão nesse momento acontecendo no MON e para mim é sempre um prazer circular que grande variedade de temas e técnicas que ocupam salas e corredores desse grande museu. Aproveite o final de semana, veja as exposições, se estique na grama, veja o pessoal ensaiando suas coreografias, tome um café, visita a loja e aprecie a arquitetura.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Segurando a barra!


Para os reparos do elevado que cedeu dois metros na Marginal Pinheiros em São Paulo, podemos sugerir o uso da curitibana estrutura que já esteve psicodelicamente espalhada por toda a rua das Flores, com sua bela cobertura em acrílico roxo, projetada pelo arquiteto Abrão Assad. Esse exemplar no Museu Oscar Niemeyer valentemente suporta a pesada laje do museu, com elegância e beleza.

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Poleiros urbanos



Em Curitiba (e em qualquer lugar do mundo) o mobiliário urbano serve de poleiro para as pombas. Nas fotos de hoje fazem esse papel uma luminária e o busto de Zacarias de Góis e Vasconcellos que ficam na praça que leva o nome do primeiro presidente da província do Paraná.

No site da Revista Exame encontrei a definição da palavra "poleiro". Em pesquisa, Cláudio Moreno apresenta a história do termo poleiro: “…todas as línguas românicas utilizam um derivado do Latim pullus, “filhote”: o Francês tem poule, o Italiano tem pollo, o Espanhol tem pollo. O Português primitivo também teve polho, mais tarde polo (/ô/); no entanto, por razões até hoje obscuras, nosso idioma foi aos poucos abandonando esta palavra e substituindo-a por frângão, forma antiga que evoluiu para o nosso frango, reservando o pouco conhecido polo para designar o filhote do falcão.”

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Uma lotação ... de flores!


Na Praça Zacarias no Centro de Curitiba, no último sábado encontrei essa kombi parada junto à floricultura da praça, lotada de flores até no teto (literalmente). Sem dúvida uma simpática imagem para alegrar  e colorir o dia.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

A águia bicéfala



Para quem nunca reparou, na Praça Zacarias pousada no Edifício Acácia está a Águia Bicéfala, um símbolo da maçonaria que vem lá dos longínquos 1756, quando foi criado um certo supremo conselho dos imperadores do oriente e do ocidente, adotando o inusitado ser alado como símbolo, assim como um dia foi do império romano (que também dividia-se em dois) e a águia de duas cabeças representava isso, um mesmo corpo de olho nos dois lados do império.

A águia da Praça Zacarias não nasceu com o Edifício Acácia (que também é um símbolo maçônico), ela já existia naquele lugar, onde um dia um tempo encimado pela águia foi demolido para dar lugar ao atual edifício, onde existiu (ou existe, não sei dizer) uma loja maçônica.

No dia 24/06/1961foi lavrada uma ata, contendo as assinaturas dos presentes, que juntamente com outros documentos, livros maçônicos, jornais do dia, selos, moedas e um pequeno ramo de acácia, foram colocados numa urna, hermeticamente fechada e depositada junto a Pedra Fundamental do edifício e lá deve permanecer até hoje.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Uma panorâmica a partir da Praça Zacarias


No ponto onde a Avenida Marechal Deodoro encontra a Des. Westphalen e a Emiliano Perneta, fiz essa panorâmica na qual os destaques são o Edifício Pedro Demeterco (na esquina com a Muricy) e o MAC - Museu de Arte Contemporânea do Paraná.

domingo, 11 de novembro de 2018

Dois casarões da Rua do Rosário



Esses dois casarões ficam na rua do Rosário, contíguos ao Palacete Wolf (que recebeu uma pintura anti pichação estranhíssima). Um deles é uma pousada e o outro parece desocupado. Certamente carregam muitas histórias de vidas que passaram por ele, que hoje nos cabe apenas imaginar.

Finalmente a primavera trouxe as folhas


Passando mais uma vez pelo grafite cuja cabeleira depende do nascer das folhas de uma hera, percebe-se que a primavera tardiamente e finalmente está trazendo o verde necessário para completar a obra. Vou seguir registrando a transformação.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

O grafite e as pessoas








Ontem fiquei um bom tempo parado na rua Emiliano Perneta bem de frente à abandonada e em risco antiga sede da EMBAP. Exatamente ao lado há um grafite do qual fiz várias fotos. O que muda de uma foto para outra são as pessoas interessantes que passavam por ele e assim, cada foto conta uma história diferente, não "diretamente de Colombo", mas do centro de Curitiba.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

De tudo um pouco


Fui à Santa Felicidade fotografar uma casa de madeira que uma amiga havia indicado e na mesma rua encontrei também essa, que obviamente não é de madeira, mas que tem todo um charme e não escapou de ser fotografada. Super bem conservada, há na casa uma mistura de elementos que lembram diversos estilos como alemão e missões, trazendo também na fachada, uma capelinha para que o santo os proteja.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Residência Marcos Axelrud








Recentemente estive com o USK Curitiba na Residência Marcos Axelrud, projetada por Ayrton Lolo Cornelsen em 1953, que fica na rua Itupava com a Nossa Senhora da Luz.

A casa está contida em prisma retangular, apresentando em ambas as extremidades exuberantes pórticos, com desenho em curva em concreto armado. Os terraços projetados nas extremidades deveriam receber brises-soleis, que não foram executadas.

A casa já foi sede da Delegacia da Mulher e hoje pertence ao Conselho de Arquitetura e Urbanismo, ainda encontra-se em restauro, que parece, irá demorar um pouco para ser concluído.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

O Governador visto de cima



Mais uma imagem noturna do centro de Curitiba a partir de um prédio muito alto no São Francisco. Dessa vez olhamos em direção ao Edifício Governador, Praça Santos Andrade e na imagem mais aberta, vemos também o CCI.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Uma casinha de madeira no Bacacheri


Fui visitar uma amigo no Bacacheri nesse final de semana e na rua Nicaragua encontrei essa casinha de madeira a uma quadra do parque. Só foi possível visualizar a casa da rua lateral porque do portão na Nicaragua as árvores praticamente escondem a casinha, que tem um lindo quintal na frente e muitas flores na lateral.

domingo, 4 de novembro de 2018

Um cilindro na paisagem


Estava há alguns dias na rua Lamenha Lins no Batel diante da Praça Osvaldo Cruz aguardando uma amiga, quando percebi o edifício Brasil 500, que hoje é ocupado pode um hotel, exatamente entre uma árvore e um poste e fiz a foto.
O edifício, cujo nome indica que foi uma homenagem aos 500 anos do descobrimento, é projeto do arquiteto Bruno de Franco que baseou-se nas cores e formas da bandeira do Brasil para desenvolver esse volume. Outro prédio do mesmo arquiteto, igualmente cilíndrico, porém muito mais famoso é o Suite Vollard, aquele cujos apartamentos giram independentemente e que fica no Mossunguê.

sábado, 3 de novembro de 2018

Enquanto o Natal não chega...


Papai Noel, que só trabalha em dezembro, fica meio na dureza o ano todo, ainda mais com essa crise. Por isso ele fica meio magrão conforme o ano avança, engordando um pouco perto do natal.

Mas ele tá magro/saudável não só por isso. Ele é adepto da alimentação saudável, como pude constatar quando o fotografei na rua Presidente Faria, indo para um rolê na feira de orgânicos do Passeio Público que acontece todo sábado de manhã. E viva os orgânicos

Ah! E não joguem fora folhas, cascas e aparas de legumes e verduras. Guardem tudo num saquinho na geladeira e quando tiver uma quantidade razoável, façam um caldo. Coloque tudo numa panela, cubram com água fria, levem ao fogo, nada de temperos, 30 minutos de fervura e terão um líquido super perfumado para fazer todos os preparos (arroz, risotos, sopas, cozidos). Sabor e respeito à natureza!

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Linhas guia


Exatamente abaixo do edifício Governador na rua Presidente Faria olhando na direção da rua das Flores, as várias diagonais da imagem forma um corredor que leva ao casal que acabara de passar por mim.