quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Pombos da Zacarias



Num domingo desses na Praça Zacarias os pombos largaram de melecar a estátua do que empresa seu nome à praça, os prédios ao redor e os pontos de ônibus para executar um show aéreo de vários minutos. É sempre um risco olhar para cima num momento desses, já que podemos ser atingidos sem piedade, mas valia o risco registrar o momento.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

O Memorial Árabe visto do alto


Do alto do Edifício Governador fiz essa foto mostrando em primeiro plano o topo das árvores do Passeio Público e mais ao fundo, o cubo do Memorial Árabe.

O memorial é uma homenagem à cultura árabe situado na praça Gibran Khalil Gibran. Possui uma área de aproximadamente 140 m² em estilo mourisco, conta com abóbada, colunas, arcos e vitrais. Situa-se sobre um espelho d’água e quando inaugurado, possuía uma biblioteca com capacidade para 10 mil volumes e uma pinacoteca, ambas com obras de autores árabes. Como nunca entrei no memorial, não sei dizer se ainda conta com essas obras.

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Uma casa multicolorida e o USK Curitiba





No sábado o Usk Curitiba desenhou uma casa pra lá de colorida no Água Verde que recentemente saiu numa reportagem na Gazeta do Povo.

Cercada por grandes edifícios, uma singela casinha colorida na Rua Saint’Hilaire, no Água Verde, resiste ao avanço do concreto cinza e segue encantando os curitibanos com seu colorido peculiar.

Toda pintada de azul céu, com detalhes em rosa e amarelo, o imóvel parece ter saído de uma história infantil ou de um catálogo de casas de boneca.

Em meio às declarações de amor pela casa, muita especulação sobre o que funcionaria no endereço. Algumas pessoas sugeriam que o imóvel seria um brechó, enquanto outras diziam ser uma pousada ou uma locadora de vídeos. A verdadeira história da “casa de boneca”, no entanto, não tem grandes segredos. Ali viveu Dona Genoveva, uma mulher alegre e muito caprichosa com a casa e o jardim.

Fonte: Página do USK Curitiba

domingo, 13 de agosto de 2017

Aos melhores pais do mundo


Ser pai não é tarefa banal. No começo somos apenas aquela pessoa que não é a mamãe. Depois somos aquele cara insistente que as crianças começam a curtir e como prêmio, já não choram mais quando tomadas nos braços.

Daí vem a fase áurea na qual viramos um super-herói, forte, destemido, detentor de todas as respostas, uma fortaleza inexpugnável. Poucos anos depois viramos na opinião dos nossos não-mais-o-meu-bebê uma antítese disso tudo, com pequenas batalhas travadas no dia-a-dia.

E então chega o dia no qual eles se vão, ganham o mundo, eventualmente viram pais também e lá, mesmo que escondidinho, está um pouco de nós mesmos nesses adultos maravilhosos.

Dentro das nossas limitações físicas, financeiras e psicológicas, vamos acertando e vamos errando também, nos tornando os melhores pais que conseguimos ser. Mas penso que somando isso com muito amor, acho que acabamos sendo os melhores pais do mundo.

Feliz dia dos pais aos melhores pais do mundo.

sábado, 12 de agosto de 2017

Edifício Banrisul


Caminhando pela Avenida Marechal Deodoro em direção à Praça Zacarias, na esquina onde as "Marechais" se encontram e com o ângulo certo do sol, fiz essa foto do Edifício Banrisul, projeto de Elgson Ribeiro Gomes, construído em 1962 pela construtora e incorporadora Gutierrez Paula e Munhoz.
O térreo e sobreloja foram destinados à instalação do Banco do Rio Grande do Sul e o terraço acima da sobreloja, onde encontraremos os famosos cobogós do Elgson, foi pensado como moradia para o gerente do banco, algo muito comum em tempos passados.

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Um pequeno prédio da Al. Augusto Stellfeld




Na Alameda Augusto Stellfeld fotografei esse prédio de dois andares cujas sacadas são grandes e o seu revestimento parece pó de pedra.
Na calçada sentado diante do portão de entrada, fotografei um senhor que ganha a vida cuidando dos carros estacionados na rua e numa das sacadas, um morador que observava a movimentação dos fotógrafos.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

O Edifício Pedro Demeterco







O Edifício Pedro Demeterco destaca-se no cruzamento da rua Dr. Muricy com a Marechal Deodoro pela sua cor rosada e pela sua cúpula de cobre que com o tempo ficou esverdeada. O prédio conta com mais de 200 salas comerciais e foi inaugurado em setembro de 1953. Sua cúpula foi produzida no Rio de Janeiro e tem uma cúpula menor (lanternim) para vedar a parte maior.

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Panorâmicas em grande angular do Colégio Estadual do Paraná



Hoje duas panorâmicas bem distorcidas do Colégio Estadual do Paraná. Uma da fachada voltada para a Avenida João Gualberto com a inscrição do colégio e outra a partir do pátio na parte de trás.

O Colégio Estadual do Paraná é um gigante inaugurado em 1950, que ocupa um terreno de quase 19 mil metros quadrados por onde passam diariamente das 06 às 23hs mais de 7.000 pessoas entre alunos e pessoas da comunidade, mais do que alguns municípios. Administrar algo dessa dimensão certamente não é tarefa fácil, mas é de extrema relevância para a história da educação de Curitiba e do Paraná.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Croquis Urbanos e o Edifício Pedro Demeterco



Num belíssimo domingo de sol e pouco frio, o Croquis Urbanos encontrou-se na Praça Zacarias para desenhar um prédio que destaca-se na paisagem da região bela sua beleza e pela sua sua cúpula metálica que o tempo tornou verde.

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

O Colégio Estadual do Paraná desenhado pelo USK Curitiba




No último sábado o encontro do USK Curitiba foi super especial pois autorizaram a nossa livre circulação pelo Colégio Estadual do Paraná, um importante ícone da história da educação e da arquitetura de Curitiba e do Paraná.
Hoje publico os mosaicos com os desenhos e do pessoal em ação, as outras fotos que fiz do colégio publicarei oportunamente.

domingo, 6 de agosto de 2017

Uma casinha de madeira nas Mercês encurralada


Certamente essa casinha de madeira no bairro das Mercês viu suas vizinhas tombarem e no seu lugar subirem prédios que a vão cercando lentamente, viu o asfalto passar na sua porta, mas está lá valentemente, ainda com bua conservação, guardando suas histórias pra quem quiser ler nas suas tábuas.

sábado, 5 de agosto de 2017

Um canto colorido da Ermelino de Leão



No último domingo estive na rua Ermelino de Leão, quando passei por essa casa super colorida onde uma pessoa muito simpática me convidou para entrar e conhecer a loja cujo nome é Bem Dito Canto.

A loja é, segundo o site, um ateliê de móveis com uma proposta retrô e vintage que restaura móveis antigos, repaginando-os com uma proposta mais colorida e moderna.

Além dos móveis, eles oferecem na mesma pegada vintage, artigos de decoração tais como banquetas, mesinhas, namoradeiras, cabideiros, etc.

Do lado de fora da casa há um simpático espaço com mesas, cadeiras e sofá, onde se pode apreciar um chopp e quem sabe, algo para comer.

Tudo era tão colorido e simpático que resolvi fotografar para postar aqui.

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

6ª Bienal de Mosaico no Memorial de Curitiba





Estivemos ontem no Memorial de Curitiba para a abertura aos participantes da 6ª Bienal de Mosaico - Free Mosaic que estará aberta a partir de hoje ao público até o dia 03 de setembro no Mezanino e no Salão Paranaguá do Memorial de Curitiba.

A exposição conta com 74 trabalhos realizados por 88 artistas mosaicistas. A diversidade de técnicas, materiais e estilos dentro do universo do Mosaico é a proposta desta edição, que pretende passar para o visitante a riqueza da liberdade que o mundo musivo permite nas expressões artísticas de trabalhos contemporâneos.

Essa edição tem duas surpresas. Um conjunto de 12 mosaicos baseados em fotos de Curitiba de Guilherme Pupo e uma parede de mosaicos combinados com desenhos do cartunista Paixão.

O último mosaico foi feito pela mosaicista Marcia Flenik que usando a técnica de micro mosaico, reproduziu a imagem de um campo florido da Toscana.

O Memorial de Curitiba funciona das 9h às 12h e 13h às 18h (3ª a 6ª feira) e 9h às 15h (sábado, domingo e feriado).

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Transitório - uma baita exposição de aquarelas








Ontem fomos visitar a fantástica exposição de aquarelas de um amigo, João Paulo de Carvalho, no Mezanino das Artes que fica na Al. Dr. Carlos de Carvalho, 805.

O título da exposição é "Transitório" e basicamente trata-se de aquarelas em preto e branco de cenas cotidianas de pessoas nas ruas de Curitiba.

Como podem ver nas fotos acima, tive a honra de três das minhas fotos terem sido utilizadas como base para três das aquarelas em exposição.

E assim como o João fez na página do evento, replico aqui a apresentação que o Fabiano Vianna fez da exposição:

"Numa época de sobreposições, descartabilidades e obscenidades gráficas em que vivemos, as aquarelas sensíveis de João Paulo de Carvalho são um oásis. Nunca este universo foi tão caro e inspirador. Uma lacuna no tempo-espaço de nossas rotinas caóticas. João, filho de Hopper e de tantos outros gênios, paralisa o transitório em aguadas – adormece o sol e esquenta nossos olhares. São fragmentos de dia-a-dia que guardam a memória de milhares de fotografias não fotografadas. A memória da cidade – desta ou qualquer outra. Porque são personagens comuns a todas elas – o senhor que transforma o petit-pavé em sombras esperando as árvores secarem, o andarilho levado pela sombra da bengala a passear, o amigo do cão velho, a moça que passa em branco sobre a rua, dois amigos que conversam sobre lembranças acinzentadas do passado, um homem que olha para fora do limite do papel, um cara de boné e guarda-chuva protegido duplamente por espessas pinceladas escuras... Como nossos antepassados impressionistas, João caminha pelas cidades – munido de seu olhar antigo, ingênuo e escancarado – tal qual um flâneur contemporâneo, mas que ao contrário do nobre personagem de Baudelaire, guarda para si alguns momentos. São postais urbanos. Colecionismo aquarelado. Álbum de figurinhas em preto e branco. Quem não gostaria de colecionar cenas-de-João? Coincidentemente, João é um dos nomes que Dalton Trevisan mais utilizou em seus contos pelas ruas de nossa cidade. Nosso querido vampiro utiliza de nomes tradicionais como este para representar através do comum, o intrínseco e excepcional no cidadão imaginário. Simulacros da vida real. Assim como nosso vampiro, João transita invisível pelas ruas. Sempre sedento, mas sem medo do sol. (São tantos Joãos, Marias, Trevisans nas pinturas dele!) A cidade repete seus heróis, para nos reconhecermos neles. Assim como as criações de Hopper, Dalton Trevisan e Baudelaire, as aquarelas de João ficarão para além de nós e falarão melhor sobre nós do que nós mesmos. Deste tempo, desta cidade, de nossos contemporâneos. Como crônicas desenhadas de pessoas que podem ou não terem sido reais. Mas que de uma forma ou outra, viverão para sempre, adormecidos pelo magnífico sol ou protegidos na sombra das manchas do mestre e colecionador João Paulo de Carvalho."
Fabiano Vianna

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Croquis Urbanos na rua Ermelino de Leão






No domingo encontrei o Croquis Urbanos de Curitiba na rua Ermelino de Leão no bairro São Francisco. O foco do interesse do grupo nesse dia foi uma das belas casas da rua cuja fachada teve seus tijolos revelados.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

O Hospital de Clínicas visto de cima


Essa foto do HC fiz do alto do Edifício Governador. Gosto da luz do sol na sua fachada e ao fundo a Serra do Mar.

A história do hospital de Clínicas começa muito antes do seu funcionamento, em 1961. O aprendizado prático do curso de Medicina era feito na Santa Casa, no Hospital Nossa Senhora da Luz, e partir de 1930, em outros hospitais como o da Cruz Vermelha e o Hospital Oswaldo Cruz.

No primeiro governo de Moyses Lupion, surgiu no Paraná a ideia de se construir um grande hospital geral que pudesse ser utilizado pelos estudantes de Medicina.

Por ato do Poder Executivo, publicado no diário Oficial do Estado em 23 de agosto de 1948, foi desapropriada uma área de 2.687m2 pertencente ao Sr. Agostinho Ermelino de Leão, destinada à construção do prédio central do hospital.

Durante os anos seguintes, foi erguida a estrutura do edifício central que, ainda hoje, é a parte mais alta do Hospital de Clínicas. Ao mesmo tempo, o movimento pela federalização da Universidade do Paraná tornou-se irreversível e, em 4 de dezembro de 1950, foi criada a Universidade Federal do Paraná, de acordo com a lei nº 1254.

Em 1953, o Hospital de Clínicas, ainda por terminar, foi incorporado ao patrimônio da UFPR pela lei estadual nº 1212. Em 1959, o Hospital de Clínicas já estava praticamente concluído. Entretanto, somente no dia 26 de março de 1961 foi oficializada a inauguração das instalações do HC.

Fonte: Site do HC

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Detalhes do Teatro Novelas Curitibanas












O chalé onde funciona hoje o Teatro Novelas Curitibanas foi construído em 1902 para abrigar a família Manoel Bernardino Vieira Cavalcanti Filho ou Comendador Vieira Cavalcanti.

Os beirais são ornamentados por lambrequins e as parede internas decoradas com pinturas. Abrigou também a redação da revista "Paraná Judiciário" em 1925.

No térreo existiam quatro quartos, sala, banheiro e adega. No piso superior, além de mais dormitórios, sala de música, de visitas e de jantar.

O espaço cultural só surgiu em 1992, um ano após uma construtora civil doar o chalé ao munícipio. O projeto de restauro do casarão foi assinado por Domingos Bongestabs.

O Teatro Novelas Curitibanas tem uma importância histórica para a memória de Curitiba, pois a primeira peça encenada no espaço "O Vampiro e a Polaquinha", de Dalton Trevisan, sob a direção de Ademar Guerra, ficou em cartaz por quatro anos, realizando mais de mil apresentações. Ainda hoje, "O Vampiro e a Polaquinha" é visto como um marco no teatro local, pela quantidade de apresentações, pelo tempo em cartaz e pela formação de identidade cultural do teatro em Curitiba.