sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Circulando pelo Curitiba Mix





Neste fim de semana acontecerá no Alto da XV o Curitiba Mix!

O evento é gratuito e contará com música e atrações gratuitas para adultos e crianças durante todo o dia! Serão 15h de música, entre bandas e Djs! Vai ter opções gastronômicas para todos os gostos,  compras: marcas locais, presentes, design, produtos pet, cosméticos, bijuterias, roupas, livros, bazar. E ainda: flash tattoo e barbearia!

No compasso da economia criativa, o Curitiba Mix ocupará todos os ambientes do Ace Coworking, no charmoso bairro Alto da XV (Rua Almirante Tamandaré, 500), nos dias 16 (sábado) das 14 às 22 e 17 (domingo) das 11 às 19.

Uma ótima oportunidade para conhecer quem está do seu lado! Um Evento que é um MIX de experiência com a cidade que amamos.

Estarei participando com meus livros e algumas impressões de fotos de Curitiba.

Mais informações acessem: http://www.euamocuritiba.com.br/curitibamix/ 

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Como bem ocupar uma praça


Domingo passado estava na Praça João Cândido quando vi sob uma árvore um grupo de jovens curtindo a companhia uns dos outros, fazendo um som e esbanjando alegria. Aproximei-me do grupo e perguntei se deixariam que os fotografasse. Gentilmente autorizaram e um deles até mostrou uma câmera que carregava.

Gosto bastante da foto porque mostra como nossas praças e parques deveriam todos e a qualquer hora serem ocupados: com alegria, amizade, descontração e segurança.

Enquanto escrevo esse texto, lembrei de outro (muito melhor escrito) feito por uma pessoa pela qual tenho a maior admiração e consideração, não apenas pelo enorme conhecimento que detém, mas especialmente pela belíssima pessoa que é: Key Imaguire Jr.

Em seu genial blog "Keynews - Coisas que ninguém quer publicar", numa portagem intitulada "Três Retratos de Curitiba", me senti extremamente honrado quando o Key diz que "há retratos que, conquanto de amor à cidade, não enrolam ninguém – antes contam o que os fotógrafos, como artistas, conversam com ela. Não são vinculados ao discurso político, mas às impressões reais e pessoais. Gosto particularmente de três deles: o de Jack Pires, “40 clics em Curitiba”, de 1976; o de Vilma Slomp, “Curitiba Central”, de 2013 e o de Washington Takeuchi, “Circulando por Curitiba”, inédito."

Mas o motivo que a foto do meu post de hoje me fez lembrar da postagem do Key foi pelo o que ele disse mais adiante:

"Washington Takeuchi derruba, com suas fotos, os mitos de Curitiba como cidade hostil, habitada por gente intratável que não conversa nos pontos de ônibus. É o retrato que circula nas internets da vida, “Curitiba é isso ou aquilo, curitibanos são assim ou assado”. Embora utilizando cenários clássicos, sente-se um “amor à primeira vista” para captar o curioso, o bonito, o característico urbano. Os curitibanos de Washington estão à vontade em sua cidade para namorar, desfilar, fazer música, paquerar – enfim, tudo o quê, na melhor acepção buarqueana, se preconiza como brasilidade." 

Ou seja, exatamente o que essa piazada estava fazendo debaixo de uma árvore na Praça João Cândido.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Um novo prédio antigo


Na Riachuelo a fachada (penso que somente a fachada) desse prédio que fica praticamente na Praça Generoso Marques foi preservada para seu interior receber um novo prédio. Enquanto o novo empreendimento não fica pronto, suas portas receberam grafites para emprestar um pouco de cor naquele cinza todo.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Na janela lateral do quarto de dormir...



No Edifício Alvorada,, projeto de Elgson Ribeiro Gomes, aquele que mantém estreita a Marechal Deodoro desde a Mariano Torres até a Ubaldino do Amaral, de uma das janelas de um dos apartamentos uma senhora observa de forma privilegiada a Marechal em direção ao centro e a Mariano Torres em ambas as direções. Não contava apenas que um zoom registrasse seu momento de contemplação.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

USK Curitiba e o Croquis Urbanos no Belvedere








O incêndio do Belvedere deixou tanta gente entristecida, que o local do encontro dos dois grupos que desenham a cidade de Curitiba todos os finais de semana foi o mesmo, o Belvedere.

Os grupos não se juntaram no mesmo dia, mas os junto aqui nessa postagem para mostrar que a cidade está atenta e zelosa com o patrimônio histórico de Curitiba.

Após o incêndio, um tapume de metal foi instalado e a grama foi aparada. Todos esperamos rapidamente o Belvedere seja restaurado e que outros bens relevantes para Curitiba sejam protegidos, restaurados, ocupados e devolvidos à Curitiba.

domingo, 10 de dezembro de 2017

A partir do Paço






Das janelas do Paço da Liberdade fiz essas fotos em várias direções. Houve um tempo que o Paço era considerado um ponto relativamente alto, mas hoje em várias direções o que se vê são paredes e camadas de concreto. Inevitável para uma cidade do tamanho de Curitiba.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Novas inscrições rupestres


Moro em Curitiba desde 1977 e desde que aqui cheguei, por inúmeras vezes caminhei pelo São Francisco em qualquer dia da semana, com ou sem a feirinha, que na época que a conheci era chamada de feirinha hippie.

As ruínas de São Francisco obviamente estão lá muito mais antes do dia passei a morar em Curitiba, mas apenas muito recentemente presenciei uma situação muito incômoda. Havia uma grande brecha na grade que protege as ruínas que permitia às pessoas ultrapassarem um limite que não deveriam e circularem por dentro das ruínas. Uma vez lá dentro, percebia-se que um espaço havia se transformado num quarto e outro em banheiro. Nas paredes (digamos assim) externas hoje existem inacreditáveis pichações, feitas quem sabe pelos novos homens da caverna.

A abertura da grade foi fechada, o morador ou moradores parecem ter sido retirados, mas as marcas continuam ali para nos lembrar que a preservação do nosso patrimônio não é feita apenas através de grandes e caras ações de restauro ou reforma, mas essencialmente por um cuidado que deve ser DIÁRIO, atento e porque não, carinhoso, em respeito à todos que hoje desfrutam desses bens e à todos que têm o direito de desfrutar no futuro.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Jogando álcool na fogueira


Ontem muito cedo quando fotografava o Belvedere incendiado, subi na arquibancada das Ruínas para fazer algumas fotos de um ponto de vista mais alto e casualmente essa garrafa de vodca vazia estava lá no topo, seca que nem água de chuva tinha dentro. Achei pertinente fotografar a cena e acho que ela leva à reflexões que cada um possa achar importantes, ou não.

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

O Belvedere em chamas










Anos de abandono, descaso e burrocracia em relação ao Belvedere teve seu ápice na noite de ontem, quando por volta das 22:00 um incêndio que acredita-se criminoso completou o “serviço” nesse prédio histórico que quando estava íntegro, encantava à turistas e moradores de Curitiba que por ele passavam na Praça João Cândido.

O Belvedere foi inicialmente pensado como um mirante. Em estilo art-nouveau, foi construído em 1915 quando Cândido de Abreu era prefeito de Curitiba. Em 1922 foi sede da primeira emissora de rádio do Paraná, a PRB-2. Em 1931 foi observatório astronômico e meteorológico. De 1962 até um passado não muito distante, foi sede da União Cívica Feminina. Depois, se me recordo, foi brevemente um módulo de polícia e então ficou fechado por muitos anos, sendo sucessivamente vandalizado, usado como banheiro público e mocó para uso de drogas.

No site da Agência de Notícias do Estado, uma matéria publicada em 19/01/2015 inicia da seguinte forma: “O Estado do Paraná oficializou nesta segunda-feira (19) a posse do imóvel Belvedere, localizado na Praça João Cândido, no Largo da Ordem, em Curitiba, pela Academia Paranaense de Letras. O edifício, tombado pelo Patrimônio Cultural do Paraná, abrigará o Observatório da Cultura Paranaense, que promoverá ações voltadas para a valorização da cultura do Estado em parceria com órgãos governamentais e outras instituições da sociedade. “Todos nós queremos que o prédio seja preservado e seja um ponto de referência, particularmente tendo os acadêmicos lá, mas que, ao mesmo tempo, seja uma fonte irradiadora da cultura paranaense”, afirmou o secretário especial para Assuntos Estratégicos, Flávio Arns.”

Praticamente três (3!) anos se passaram, a APL não ocupou o Belvedere e o pobre prédio continuou sendo suporte para vandalismo, ponto de uso de drogas e banheiro público.

Segundo informou o prefeito Rafael Greca, o Belvedere tem recursos de Potencial Construtivo liberados no valor de R$ 1.140.000,00 - já depositados em conta para criterioso restauro. Disse que repetidas vezes este ano ocupou-se do assunto travado por odiosa burocracia. O projeto do IPPUC só não foi licitado porque aguarda liberação da Divisão do Patrimônio Histórico do Paraná. Disse ainda que as chamas não nos derrotarão e nem a burocracia e que após perícia dos bombeiros e assim que a burocracia (melhor seria chamar de burrocracia) permita a obra será iniciada e que Curitiba terá de volta o Belvedere revitalizado de alguma maneira.

Evidentemente os custos inicialmente previstos para o restauro serão insuficientes, já que os danos agora são graves. Quanto esse descaso e burocracia custará aos cofres públicos (nosso dinheiro)? Quanto custará para Curitiba, especialmente nessa época do ano, perder a possibilidade de expor com orgulho para quem visita nossa cidade um prédio tão icônico? Não teria sido mais barato e digno ter cuidado do prédio e de todo nosso patrimônio antes da degradação e o vandalismo tornar tudo mais caro e inaceitável?

Falar de fora, como estou fazendo, pode ser fácil já que não vivo o dia a dia das agruras de governar o estado ou Curitiba, mas não é fácil ver mais um elemento relevante do nosso patrimônio histórico em ruínas, coincidentemente como no caso da Casa Erbo Stenzel, em cinzas.

Complementando hoje (08/12/17) a postagem, em resposta aos comentários feitos pelo prefeito em rede social, a Gazeta do Povo em matéria veiculada em 07/12 no Caderno Haus informa que: "a Coordenação do Patrimônio Cultural (CPC) esclarece por meio de nota que aprovou em 18 de março de 2015 o projeto de restauração integral do edifício. Em 14 de novembro deste ano foi solicitada uma nova análise e parecer do projeto pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), que elaborou atualizações nos projetos e orçamentos da restauração do prédio. O parecer favorável foi emitido dois dias depois, em 16 de novembro de 2017, explica a CPC."

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Do Paço






Circular pelo Paço da Liberdade, não importa quantas vezes, é sempre um momento de encantar-se com seus inúmeros detalhes e uma oportunidade de fazer novas fotos.
As fotos desse dia foram feitas na noite do encerramento da exposição do Prédios de Curitiba no Paço. Enquanto o início do encontro não acontecia, fui fazendo fotos do Paço e a partir dele. Hoje publico algumas que fiz do Paço quando o sol estava se pondo.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Um momento de fé


Estava fotografando o encontro do USK Curitiba na Praça Tiradentes, quando em busca por um banco para descansar um pouco, entrei na Catedral, me sentei por alguns momentos e acompanhei um pouco a missa que estava em andamento.
Não pretendia fotografar lá dentro, mas logo após a comunhão, essa moça ajoelhou-se no chão, diferente de quem o faz numa madeira que fica na frente dos bancos.
A imagem de fé foi muito forte e não resistindo, saquei a câmera para rapidamente registrar o momento.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Usk Curitiba na diante da Catedral




Sábado à tarde a Praça Tiradentes, mais especificamente a Catedral foi o ponto de encontro do USK Curitiba. Curiosos, turistas, passantes e moradores de rua foram conferir de perto o que aquela galera estava aprontando na rua. O local não transmite muita segurança para ficar por muito tempo distraído,   mas a atividade em grupo acaba por tornar mais segura a permanência na região. Pena esse sentimento num local tão relevante para nossa história.

domingo, 3 de dezembro de 2017

Panorâmicas do Marco Zero



Em cima do Marco Zero ou perto dele, fiz essas duas panorâmicas na Praça Tiradentes, que em 360 graus mostra o que eu vi naquele momento, mas que não tem condições de mostrar a enormidade de coisas, pessoas, situações, cheiros e tudo mais que passa por esse trecho hiper transitado de Curitiba.

sábado, 2 de dezembro de 2017

Uma casa de madeira nos trinques



Essa casa de madeira no São Lourenço tem algumas características tais como janelas de correr, mansarda, telhas novas, pintura impecável que pode indicar não ser uma casa muito antiga ou que seus donos continuamente a reformam e a mantém como nova.

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

O velho feito novo e o novo que já está velho


De uma janela do Paço no final do dia fiz essa foto dos prédios que circundam a Praça Generoso Marques. Olhando depois a foto, que a luz do sol se ponto torna mais bonita, percebi os lindos prédios antigos da praça e o Edifício Governador (o prédio cilíndrico mais ao fundo), muito bem conservados se comparados ao eterno prédio em construção abandonada na esquina das ruas Alfredo Bufrem com a Presidente Faria, já bastante degradado.

Uma situação onde se percebe o velho como novo e o novo como velho.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

De uma janela do Paço da Liberdade






Quem não tem drone tem que subir escada. Do segundo andar do Paço da Liberdade, enquanto esperava o início do bate papo super bacana entre arquitetos sobre Curitiba, da janela fui fotografando algumas pessoas que passavam lá embaixo. Em pouquíssimo tempo fotografei figuras e situações bem interessantes, imagine o que pegaria se pudesse ficar ali por horas.