quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Casa de madeira no São Lourenço



Essa casinha de madeira fica na rua João de Lara no Bairro São Lourenço. Apesar de não estar muito longe do centro, seu jeito simples, de muros baixos, janelas abertas e cercada de árvores, passa a impressão de estamos numa região periférica de Curitiba.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Nesses dias no MON


Várias exposições estão acontecendo na cidade por conta da Bienal de Curitiba e várias delas, no Museu Oscar Niemeyer. No momento mais de seis exposições que vão de uma retrospectiva do Salão Paranaense, de uma exposição de fotografias de um mestre japonês, uma coletiva de arte moderna chinesa e muito mais. Não perca.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Ave Lola


A Ave Lola Espaço de Criação é um local onde artistas inquietos sonham e trabalham juntos por um fazer artístico poético e humano inserido no seu tempo histórico.
A equipe multidisciplinar da Ave Lola é formada por profissionais das áreas de teatro, audiovisual e música os quais mantêm uma relação amorosa com a arte. É um grupo de pessoas que busca preservar a noção de coletividade por meio de um trabalho realizado em equipe.

A Ave Lola reúne pessoas comprometidas com um diálogo poético com a sociedade civil, acreditando ser o belo um direito do ser humano. Nesse sentido, tem desenvolvido um competente trabalho nas áreas de desenvolvido um competente trabalho nas áreas de teatro, formação em artes e audiovisual, conquistando a cada dia maior reconhecimento público.

Em sua sede a Ave Lola possui uma sala de teatro onde realiza temporadas de suas produções teatrais, exposições e oficinas além de receber companhias do Brasil e do mundo que dialoguem com sua linguagem. Fonte e para saber mais: http://www.avelola.net.br

domingo, 15 de outubro de 2017

USK Curitiba no Ave Lola




Ontem o Usk Curitiba reuniu-se na nova sede do Ave Lola, um espaço de criação artística, na Av. Marechal Deodoro, 1227. Em princípio um pouco de frio e garoa porque estávamos do lado de fora, mas logo nos deram acesso ao interior da casa, onde além de abrigo, café e simpatia, as possibilidades de fotos mais interessantes aumentaram.
Hoje apresento os mosaicos do pessoal desenhando e dos desenhos, amanhã mais fotos do local e um pouco do que lá fazem.

sábado, 14 de outubro de 2017

41 Selfies


Ontem estivemos no MON para ver uma série de exposições. Em postagens futuras mostrarei um pouco do que encontramos lá, inclusive a exposição "Memória e Momento - Salão Paranaense" que traça uma retrospectiva desse importante evento cultural de Curitiba desde 1944 até hoje.

Por hora fica a foto que fiz diante dessa obra que faz dezenas de selfies pelo preço de uma.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O nosso Confúcio




Há três métodos para ganhar sabedoria: 
primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; 
segundo, por imitação, que é o mais fácil; 
e terceiro, por experiência, que é o mais amargo.
Confúcio

Primeira obra chinesa de grande porte a fazer parte do patrimônio brasileiro, a estátua do filósofo Confúcio (551a.C - 479a.C) doada pelo governo da China chegou em Curitiba no último dia 26/09.

A obra foi esculpida pelo artista chinês Wu Wei Shan, que também é diretor do Museu Nacional de Arte da China. Seu discípulo e ajudante na concepção da obra, Li Ji Fei, acompanhou a entrega da obra e afirmou que ela representa uma "ponte" entre Curitiba e a China.

A estátua tem 1,5 tonelada e já está instalada no agora nominado Largo da China, na rotatória ao lado da Praça Rio Iguaçu, no Centro Cívico.

A doação da estátua faz parte da celebração da Bienal de Curitiba que terá a China como país homenageado. O diretor geral da Bienal de Curitiba, Luiz Ernesto Meyer Pereira, lembra que o evento será a maior exposição de arte chinesa da América Latina.

Na época da doação houve um certo rumor de que essa estátua doada à Curitiba seria uma outra do mesmo artista que sumiu da Praça da Paz Celestial na China, mas as estátuas são diferentes. A que está em Curitiba foi criada em 2014, bem depois do sumiço da sua sósia em 2011. A de Curitiba tem 2,96 metros de altura, contra mais de 9 metros da escultura que sumiu da praça chinesa. Em um olhar mais atento, a obra que foi doada à capital paranaense tem linhas mais circulares, e barbas, cabelos e mãos totalmente diferentes da estátua de 2011, que prima por uma forma mais geométrica. (Fontes: Prefeitura de Curitiba e Gazeta do Povo).

A despeito da suposta Confucion, a agora nossa estátua ficou bem bacana onde está e percebe-se que ela está virada para o belíssimo mural do Rogério Dias ali do lado.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Dia da padroeira do Brasil



Quando criança sempre achei confuso o tanto de nome de santas que existem e mais ainda, quando descobri que a maioria deles se referiam à Maria, mãe de Jesus.

O que eram todos aqueles títulos, imagens e roupas dessa santa que é a mesma, mas que se apresenta nas imagens como se fossem várias?

Hoje além do dia das crianças e meu aniversário (motivo dos fogos que hoje se ouve aqui e ali), também é dia de Nossa Senhora da Aparecida, padroeira do Brasil e dia que se comemora os 300 anos do dia em que pescadores encontraram a imagem tão venerada, que hoje se encontra no maior templo do mundo em homenagem à ela, que fica em Aparecida do Norte (SP),  onde hoje espera-se mais de 300 mil pessoas a visitar o santuário.

Ouvi há pouco que a imagem que naturalmente tornou-se um símbolo espontâneo de fé católica no Brasil, passou a ser venerada antes mesmo do termo brasileiro ser oficialmente utilizado.

Voltando aos títulos, parece que existem mais de 50, sendo os mais antigos: Cheia de Graça (Gratia Plena), Virgem (Virgo), Mãe de Deus (Mater Dei), Estrela do Mar (Stella Maris), Senhora (Domina), Santa Maria (Sancta Maria), Rainha do Céu (Regina Coeli ou Caeli).

Publico hoje duas fotos da estátua de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, padroeira de Curitiba, que fica ao lado da nossa Catedral e a seguir, algumas das denominações de Maria:

Nossa Senhora da Abadia, Nossa Senhora Achiropita, Nossa Senhora d'Aires, Nossa Senhora da Ajuda, Nossa Senhora do Alívio, Nossa Senhora do Amparo, Nossa Senhora dos Anjos, Nossa Senhora da Anunciação, Nossa Senhora Aparecida, ou da Conceição Aparecida, Nossa Senhora da Apresentação, Nossa Senhora da Arábia, Nossa Senhora da Assunção, Nossa Senhora dos Alagados, Nossa Senhora Auxiliadora, Nossa Senhora Aparecida da Babilônia, ou da Aparecidinha, Nossa Senhora de Banneux ou dos Pobres, Nossa Senhora do Belém, Nossa Senhora da Boa Hora, Nossa Senhora da Boa Morte, Nossa Senhora da Boa Nova, Nossa Senhora da Boa Viagem, Nossa Senhora do Bom Conselho, Nossa Senhora do Bom Despacho, Nossa Senhora do Bom Parto, Nossa Senhora do Bom Socorro, Nossa Senhora do Bom Sucesso, Nossa Senhora do Brasil, Nossa Senhora das Brotas, Nossa Senhora da Cabeça, Nossa Senhora do Carmo da Boa Esperança, Nossa Senhora da Luz, das Candeias ou da Candelária, da Apresentação e da Purificação, Nossa Senhora de Caravaggio, Nossa Senhora do Carmo, do Monte Carmelo, Nossa Senhora da Carpição, Nossa Senhora de Ceuta ou do Bastão, Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora da Consolação, Nossa Senhora de Copacabana, Nossa Senhora da Correia, Nossa Senhora dos Desamparados, Nossa Senhora Desatadora de Nós, Nossa Senhora do Desterro, Nossa Senhora Divina Pastora, Nossa Senhora da Divina Providência, Nossa Senhora do Divino Amor, Nossa Senhora das Dores (ou da Piedade/da Soledade/ das Angústias/ das Lágrimas/ das Sete Dores/ do Calvário/ do Pranto), Nossa Senhora da Encarnação, Nossa Senhora da Escada, Nossa Senhora da Esperança, Nossa Senhora da Estrela, Nossa Senhora das Estrelas, Nossa Senhora da Família, Rainha da Família, Nossa Senhora de Fátima, do Rosário de Fátima, Nossa Senhora da Fé, Nossa Senhora da Glória, Nossa Senhora Gospa Mira, Nossa Senhora da Graça, Nossa Senhora das Graças ou da Medalha Milagrosa, Nossa Senhora de Guadalupe, Nossa Senhora da Guia, Nossa Senhora das Lágrimas, Nossa Senhora da Lampadosa, Nossa Senhora da Lapa, Nossa Senhora do Leite ou da Lactação, Nossa Senhora do Líbano, Nossa Senhora do Livramento, Nossa Senhora do Loreto, Nossa Senhora de Lourdes, Nossa Senhora de Lujan, Nossa Senhora da Luz, Nossa Senhora Madre de Deus, Nossa Senhora Mãe da Igreja, Nossa Senhora Mãe dos Homens, Nossa Senhora das Maravilhas, Nossa Senhora dos Mares, Nossa Senhora dos Mártires, Nossa Senhora Medianeira, Nossa Senhora de Međugorje, Nossa Senhora Menina, Nossa Senhora das Mercês, Nossa Senhora dos Milagres, Nossa Senhora da Misericórdia, Nossa Senhora do Monte,Nossa Senhora do Montserrat, Nossa Senhora de Muquém, Nossa Senhora da Natividade, Nossa Senhora dos Navegantes, Nossa Senhora de Nazaré, Nossa Senhora das Neves, Nossa Senhora do Ó, Nossa Senhora da Oliveira, Nossa Senhora do Parto, do Bom Parto, Nossa Senhora do Patrocínio, Nossa Senhora da Paz ou Rainha da Paz, Nossa Senhora da Pena, Nossa Senhora da Penha, Nossa Senhora da Penha de França, Nossa Senhora de Pentecostes, Nossa Senhora da Purificação, Nossa Senhora Peregrina, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora do Pilar, Nossa Senhora de Pompeia, Nossa Senhora da Ponte, Nossa Senhora Porta do Céu, Nossa Senhora do Porto, Nossa Senhora do Povo, Nossa Senhora dos Prazeres, Nossa Senhora do Presépio, Nossa Senhora Rainha, Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, Nossa Senhora Rainha do Céu, Nossa Senhora Rainha dos Homens, Nossa Senhora Mãe, Rainha e Vencedora Três vezes Admirável de Schoenstatt, Nossa Senhora dos Remédios, Nossa Senhora do Rocio, Nossa Senhora da Rosa Mística, Nossa Senhora do Rosário, Nossa Senhora do Sagrado Coração, Nossa Senhora da Salete (em francês: de la Sallete), Nossa Senhora da Saudade, Nossa Senhora da Saúde, Nossa Senhora Salvação do Povo Romano, Nossa Senhora do Sion, do Sião, Nossa Senhora da Soledade, Nossa Senhora do Trabalho, Nossa Senhora do Terço, Nossa Senhora das Virtudes, Nossa Senhora da Visitação, Nossa Senhora da Vitória, Nossa Senhora das Grotas. (Fonte: Wikipedia).

Por fim, gostaria de comentar que ter nascido no dia de Nossa Senhora Aparecida por pouco não acrescentou o nome Aparecido ao meu, como sugeriu o padre no dia do meu batismo. Felizmente minha mãe acho que Washington Aparecido era meio demais para mim. Ufa!

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Uma casa e sua ponte



Quando estive no Abranches para fotografar o restaurante Casa Velha, ao lado logo percebi a casa que publico hoje. A casa chama a atenção pelo seu jogo de telhados, uma arco na varanda, mas principalmente por uma ponte (digamos assim) feita como antigamente com cacos formando um mosaico vermelho com algumas peças coloridas aqui e ali.
Quase na calçada, ajoelhado no jardim, um senhor que penso ser o proprietário da casa, cuidava do jardim.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Italy Caffé e o UsCoffee







Ontem fui conhecer o Italy Caffé que fica na Praça Osório, no térreo do prédio da UP. O local serve cafés, sucos, vinho, lanches, pratos italianos e pizzas inteiras e em pedaços. Comi uma pizza caprese (estava ok) e tomei uma vitamina, algo que não tomava há muito tempo.

No andar de cima encontrei o simpático grupo da última foto chamado USCoffee, cujo nome é uma mistura de Urban Sketchers e Coffee. Semanalmente elas reunem-se, normalmente em cafés, pelo simples prazer de desenhar, conversar e degustar o que o local tiver para oferecer. Muito bacana isso.


segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A história do Bar Casa Velha












Uma tradição de bom atendimento e de velhos costumes que encantam várias gerações vem garantindo a sobrevivência de um dos bares mais antigos de Curitiba: o bar “Casa Velha”, que funciona no mesmo lugar desde 1927 na Avenida Mateus Leme, entroncamento com a Rodovia dos Minérios, próximo ao Parque São Lourenço, no bairro Abranches, mantém as mesmas características desde que foi fundado.

A data exata da inauguração é desconhecida pelos proprietários atuais. Desde a sua criação, o bar passou por oito proprietários e todos eram de origem polonesa. O atual proprietário é Aluísio Fernando Mickosz que administra o botequim juntamente com seus familiares. A família Mickosz exemplica a fidelidade dos fregueses do bar.

Um dos principais segredos do “Casa Velha”, pela sua longevidade, é a simplicidade em servir, como nos velhos tempos, em que o freguês ainda pode escolher os petiscos através de um balcão frigorífico, onde ficam expostos os salames, queijos e outros quitutes. Mas a sua maior atração são os pratos especiais, do dia, que são servidos de quarta a sexta-feira à noite.

O “Casa Velha” é frequentado por pessoas de diferentes idades e gerações. Durante a tarde são presenciados grupos de idosos da região que vão ao bar para bater papo. Mas durante a noite, no dia em que há pratos especiais, a freguesia é formada por rodas de amigos, casas e famílias que se aglomeram em suas mesas e cadeiras de madeira (segundo o dono algumas delas tem mais de 40 anos) para saborearem as guloseimas servidas.

Segundo o proprietário Aluísio Mickosz, na década de 1920 esse comércio teve uma função importante para os viajantes que pegavam uma das saídas norte de Curitiba em direção ao município de Rio Branco. “Esse ponto era uma espécie de parada obrigatória ãs pessoas que compravam mantimentos, isto é, nos tempos passados o bar serviu como mercearia de secos e molhados”, expõe Aluísio.

O texto acima foi extraído do cardápio do Bar e foi publicado no Jornal Correio Paranaense do dia 03/08/2004.

O Bar Casa Velha fica na Rua Mateus Leme, 5981 no Bairro Abranches.

domingo, 8 de outubro de 2017

USK Curitiba e o Bar Casa Velha





Ontem entre chuviscos, chuva e estiagem, o encontro do USK Curitiba aconteceu no Casa Velha e não há qualquer ofensa nisso já que a casa é de fato velha e o bar que ocupa a casa e existe desde 1927 leva exatamente esse nome.

Misturados aos clientes usuais, que acharam sensacional esse bando de malucos apareceram do nada a desenhar, belíssimos desenhos foram feitos, sendo que ao final do encontro até o dono do bar apareceu para a foto.

Chegamos depois do almoço, mas pelo tanto de gente que estava no bar, penso que a feijoada deva ser boa. Posso dizer apenas que o bolinho de carne é bem bom.

O Bar Casa Velha fica na rua Mateus Leme, 5981 no Bairro Abranches, bem onde começa a Rodovia dos Minérios.

Amanhã publicarei várias fotos do Casa Velha e contarei um pouco da sua história.


sábado, 7 de outubro de 2017

A lateral do Palacete Wolf


A foto de hoje mostra um pequeno trecho da Rua do Rosário, com destaque para a fachada lateral do Palacete Wolf com a sombra da torre da Igreja Presbiteriana lançada sobre ele.

O Palacete Wolf, construído pelo imigrante austríaco Fredolin Wolf, em 1880, foi sede da Fundação Cultural de Curitiba até 2006. Sua história é constituída de muitas memórias: em diferentes épocas, foi sede dos colégios Curitibano, Parthenon Paranaense, Internacional, Pereira Pitta e da seção masculina do Bom Jesus. De 1886 a 1891, o imóvel foi alugado para o Corpo Policial da Província, mas em seguida foi transformado em sede do governo do Paraná (até 1892). Durante a Revolução Federalista (1894), o sobrado serviu de Quartel General do 5º Distrito do Exército.
Entre 1912 e 1913, o casarão sediou a Câmara Municipal e, no ano seguinte, o andar superior foi ocupado pela Loja Maçônica de Curitiba. Nessa época, a família Bianchi passou a residir no térreo, com escola particular de pintura e de violino, ocupando o imóvel por 42 anos. No local também funcionou a livraria de Otto Braun (1940).

Em 2006, a Coordenação de Literatura ganhou, pela primeira vez na história da Fundação Cultural, uma sede própria, o Palacete Wolf. Considerado um marco para a literatura de Curitiba, o Palacete promove diversas ações, entre oficinas de análise e criação literária e laboratórios de leitura. Rodas de Leituras e Ciclos especiais também marcam a programação do Palacete.

O Palacete abriga, ainda, a Livraria Dario Vellozo, espaço alternativo para comercialização de obras literárias não comumente encontradas no circuito comercial. Procura evidenciar as publicações da própria Fundação Cultural de Curitiba, de escritores independentes, abrangendo publicações de cunho histórico, de artes e CDs. Atua como pólo cultural ao promover a divulgação de novos escritores, principalmente os talentos locais. A inauguração da Livraria Dario Vellozo aconteceu em 26 de março de 1982, no andar térreo do Palacete Wolf. O nome da Livraria homenageia o literato, filósofo e criador do Instituto Neo-Pitagórico/Templo das Musas, localizado no bairro Vila Izabel, em Curitiba. (Fonte: Fundação Cultural de Curitiba).

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Uma casa diferente no Alto da XV


Essa casa fica na rua Floriano Essenfelder no Alto da XV. Ela é do tempo em que recuos não eram necessários, assim as janelas se abriam diretamente para a calçada e isso era totalmente seguro e facilitava para quem queria repousar os cotovelos no parapeito para observar tranquilamente o movimento na calçada. O estilo da casa (que não imagino qual seja) chamou a minha atenção e me fez parar para essa foto de hoje.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Um olhar do passado sobre a Casa Dalla Stella



Retornando na semana passada da feira que frequento no Alto da XV, parado no semáforo, fiz a primeira foto do post de hoje de um detalhe do telhado da varanda da Casa Dalla Stella com seus lindos lambrequins e que resolvi postar hoje.

Lembrei que tempos atrás ao visitar um dos descendentes da família para levar um livro, fotografei uma foto antiga absolutamente sensacional que foi feita diante da casa com a família e funcionários da fábrica de móveis, foto que compartilho com vocês aqui.

Nela pode-se observar coisas incríveis, tais como uma segunda linha de lambrequins que já não existe mais, pinturas na fachada da casa que o tempo apagou, cerca de madeira super bem feitas com as pontas de seta pintadas no portãozinho de entrada e o mais inusitado de tudo na foto, uma pessoa montada num cavalo com uniforme militar atrás de uma bandeira do Brasil batendo continência.

A casa foi construída por imigrantes italianos por volta de 1880, em madeira de pinho do Paraná (Araucária). Construído pela família Dalla Stella, com o estilo dos imigrantes daquela época, o núcleo, mais tarde ampliado, ocupava um pequeno espaço da extensa propriedade, onde hoje se encontram parte das ruas Amintas de Barros e 7 de Abril.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Painel de fotos


Essa parede próximo ao Shopping Mueller virou uma espécie de mural de lambe-lambe (acho que é esse o nome) de fotografias. A foto está desatualizada já que recentemente passei por lá e vi que outras fotos foram coladas, que parecem ter relação com um projeto aprovado pelo mecenato da prefeitura de Curitiba.

terça-feira, 3 de outubro de 2017

Uma casa de madeira do São Lourenço






Numa pequena rua, Orestes Beltrami, que cruza a rua Mateus Leme no bairro São Lourenço, eu fotografei essa fantástica casa de madeira de cor ocre (segundo um amigo). Tudo que a cerca complementa sua beleza, a implantação no alto do terreno, o muro vazado, as flores as árvores e o portãozinho de madeira. Não pude olhar mais de perto a casa porque alguns pitbulls meio que intimidavam quem passava por ali.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Uma casa no alto da escada






Ontem uma casa na Rua Mateus Leme no bairro São Lourenço foi o foco dos desenhos do Croquis Urbanos Curitiba. 
Da casa não pudemos nos aproximar por vários motivos. Ela está disponível para locação e portanto, não há pessoas morando no local. A casa fica no alto de um terreno e liga-se à rua por uma incrível e muito longa escadaria. Três atentos cachorros guardam o terreno e perturbam qualquer transeunte desavisado.
Uma casa simples, num terreno muito grande, tomado de altas árvores, construída provavelmente num tempo em que a Mateus Leme era mais calma, que deve diminuir ainda mais com binários e gigantescos mercados a desumanizar o bairro.