domingo, 30 de junho de 2019

A Ostra Bêbada


Tá aí um lugar que ainda não conheço mas que me atrai muito. Primeiro por estar no centro e num edifício incrível (o Anita), por ser totalmente aberto, com um ar descontraído, por ter um nome engraçado, por oferecer sardinha na brasa, pelas mesas na rua e pela cara de feliz de quem tá la dentro curtindo o lugar. Disse que não conheço ainda porque certamente irei, em breve.

A foto mostra além do Ostra Bêbada, o edifício Anita com suas trepadeiras sem folhas devido ao inverno e ali naquele trecho de sempre, vemos um senhor que está por ali diariamente.

sábado, 29 de junho de 2019

Já comeu uma torta Panc?


Há poucas semanas assisti a uma palestra sobre PANC (Plantas alimentícias não convencionais) e achei bem interessante. A palestrante levou uma série de flores, folhas, talos e bulbos que já foram no passado parte da dieta de muitas gente, mas que a industria alimentícia ao longo do tempo, foi restringindo o acesso em massa à muitos deles e vários desapareceram das mesas das pessoas e muitos hoje consideram "mato" essas plantas.

Do site ECycle retirei o seguinte parágrafo: "... antigamente as plantas alimentícias não convencionais eram consumidas, mas a falta de contato com a natureza que a vida na cidade proporcionou principalmente a partir do século XX, esses alimentos começaram a ser esquecidos. Estima-se que o número de plantas consumidas pelo homem caiu de 10 mil para 170 nos últimos cem anos..."

Fui na feira de orgânicos do Passeio Público na semana seguinte à palestra e num trailer de alimentação, pedi um café com leite e uma torta panc. Dos ingredientes que me lembro que estavam na torta, a urtiga era uma delas. A torta não é exatamente lindona, mas sem dúvida é gostosa e faz pensar que muita coisa que a gente despreza e descarta, pode ser consumido na forma de saladas, cozidos, tortas ou pelo menos, num caldo base.

Há livros e muito material sobre esses alimentos. Dê uma pesquisada e quem sabe, inclua alguns na sua dieta.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

O Bondinho não!!!




Recentemente vi um vídeo do prefeito Rafael Greca falando da pavorosa pichação que vândalos fizeram no Bondinho da Rua XV e que rapidamente e felizmente foi restaurado.

Certamente esse tipo de gente não cresceu caminhando pelo Centro de Curitiba e vendo ícones como o Bondinho como algo que fizesse parte da sua vida, não viram crianças brincando lá dentro quando era um local onde os pais podiam deixar seus filhos com monitores enquanto faziam compras na região e certamente, não é o tipo de gente que emprestaria um livro numa biblioteca pública, que é a razão de ser do Bondinho hoje em dia.

Quem conhece e ama, cuida!

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Menos uma parte da Casa Dalla Stella









Quando estive com o USK Curitiba em 2015 para desenhar essa linda (por dentro e por fora) casa de madeira com lambrequins no Alto da XV, a Casa Dalla Stella, a antiga fábrica de móveis que havia no terreno já estava com a estrutura comprometida, com o telhado e o piso cedendo.

Recentemente soube que eles tiveram que demolir a antiga fábrica por questões de segurança. Passei por lá e ainda consegui registrar um pequeno trator que deve ter sido utilizado na demolição.

A casa foi construída por imigrantes italianos por volta de 1880, em madeira de pinho do Paraná (Araucária). Construído pela família Dalla Stella, com o estilo dos imigrantes daquela época, o núcleo, mais tarde ampliado, ocupava um pequeno espaço da extensa propriedade, onde hoje se encontram parte das ruas Amintas de Barros e 7 de Abril.

As fotos que publico hoje mostram a casa quando a visitei em 2015, as que mostram a fábrica já demolida e sem dúvida a foto mais sensacional é a preto e branca (não sei precisar a data) na qual vemos a casa no seu auge de ocupação e conservação. Nessa foto vemos a família perfilada na frente da casa, em cuja varanda percebemos fantásticas pinturas. Mais ao fundo, vemos a fábrica de móveis, com alguns funcionários segurando a bandeira do Brasil, e atrás dela, um inusitado cavalo com uma pessoa de uniforme prestando continência. Show demais!!

A aquarela que publico hoje foi feita pelo amigo Raro de Oliveira especialmente para o meu livro, onde essa casa entra em destaque.

Enfim, o temo avança feito um trator e vai mudando tudo. 

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Um violeiro solitário


No sábado pela manhã quando estive no Passeio Público para visitar a feira de orgânicos, fotografei esse músico solitário afinando seu violão e preparando-se para uma apresentação que não pude acompanhar.

terça-feira, 25 de junho de 2019

Um reporter à espreita



Bem no dia em que começou o inverno em Curitiba, passei pela rua XV e vi o repórter da RPC Bruno Fávaro (que geralmente apresenta as matérias com bom humor) e um cinegrafista de prontidão esperando, imagino eu, algum passante para ilustrar a matéria do dia que deve ter sido exatamente o início do inverno em Curitiba.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Uma casa, uma história, três momentos











Em 2016 tive a grata satisfação de poder conhecer de perto uma casinha de madeira no Juvevê, que foi abrigo e testemunha da história de uma família cujos patriarcas vieram da Alemanha e aqui em Curitiba fincaram raízes, criaram seus filhos, viram seus netos nascerem e crescerem correndo no enorme quintal dessa linda casa.

A casa faz parte do meu livro (Saudade do Ninho) com fotos e a linda história da família que parece um roteiro de filme, contata pelo neto de Guilherme e Anna, Ingo Dittmar.

Há pouco tempo Ingo entrou em contato comigo para dizer que a "casa atrás da moita", apelido dado por um jornal local, estava vivendo seus últimos dias. Depois que a última moradora mudou-se da casa há quase 3 anos e a propriedade foi colocada à venda, a casa foi invadida e objetos foram furtados sistematicamente. O terreno e a casa foram finalmente comprados por uma construtora e o processo de demolição iniciou-se, como pode ser visto nas duas primeiras fotos.

Para quem não conhece a história da casa e da família que nela viveu, sugiro muito que acessem as postagens nas quais conto essa história e mostro muitas fotos da casa. Seguem os links para as postagens:

As vidas de uma casa - parte 1
As vidas de uma casa - parte 2
As vidas de uma casa - parte 3
As vidas de uma casa - parte 4
As vidas de uma casa - parte final

Por ter conhecido a casa, membros da família e a história que a cerca, posso atestar que não é por falta de amor que a casa está vivendo seus últimos dias, mas por um processo natural de uma família que cresceu, cada membro tomou seu rumo na vida, os últimos moradores deixaram a casa e inevitavelmente a propriedade teve que ser vendida em razão do que seria melhor para todos.

O título da postagem de hoje, "Uma casa, uma história, três momentos" refere-se à fotos que publico hoje e que mostram a casa em três momentos: hoje em processo de demolição, há três anos quando a última moradora estava prestes a deixar a casa e em 1948 quando uma grande família movimentada o cotidiano da casa.

A aquarela que publico hoje foi feita pelo amigo Fabiano Vianna especialmente para o meu livro, onde essa casa entra em destaque.

A casa se vai, mas ficam as histórias, as lembranças e porque não, as fotos.

domingo, 23 de junho de 2019

E chegou também a feira de inverno



Há cidades que festejam o verão, outras a primavera, mas Curitiba obviamente só poderia festejar o inverno e um evento que já caiu no gosto de todos é a feira de inverno, especialmente a da Praça Osório. Além das barracas com produtos relativos à fria estação (principalmente roupas), temos as barracas de comidas típicas de várias regiões e muitas vendendo pinhão e quentão.
Estive de passagem pela feira da Osório nesse semana e a única coisa que achei meio chata (pela primeira vez) foi um cheiro um tanto desagradável que percebi vir do calçamento nos arredores do chafariz. Espero que tenha sido apenas um problema pontual e já resolvido.

sábado, 22 de junho de 2019

Ele chegou...


Não, não é o espantalho e nem o pinhão, que já anda pelas ruas e feiras já faz um tempinho. Quem chegou ontem foi o inverno, precisamente às 12:54, bem na hora do almoço. E não adianta colocar a vassoura de ponta cabeça atrás da porta porque essa visita gelada vai ficar até às 04:50 do dia 23/09. Tira a japona do armário e coloca no sol pra tirar o cheiro de guardado.

Mas segundo o SIMEPAR, esse inverno vai ser mais tímido, menos geladão e o El Niño tá segurando as geadas, vamos ver por quanto tempo. Quando o frio se instalar de vez, se algum amigo fotógrafo quiser acordar bem cedo para pegar a névoa e o gelinho em cima das plantas e carros, vai fundo e não me chama, mas me mostra as fotos depois.

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Casinha de madeira dos detalhes azuis






Essa casinha tem muitos detalhes que garantem um charme adicional. Mais de longe, os telhados têm uma inclinação que lembram telhados orientais. Canos azuis suportam o telhado da varanda e empresta desenho e cor. A entrada com um típico piso de cacos de azulejos. Mais de perto plantas, vasos e até gaiola.

quinta-feira, 20 de junho de 2019

Believe




Uma escola de inglês assumiu a manutenção de uma praça (Largo Luiz Cavichiolo) na Vila Izabel e além do paisagismo e novos equipamentos, cada banco da praça foi gravado com uma frase de incentivo às pessoas e em destaque no local e letras grande a palavra em inglês "believe", ou seja, acredite.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Casinha amarela da Vila Izabel




Essa casinha amarela de madeira fica na Travessa Ernesto Luiz de Oliveira e enquanto o USK estava lá desenhando essa e outras duas outras, os moradores dessa casinha saíram para ver o que acontecia e apaixonaram-se pelo trabalho do grupo e ficaram bem emocionados em ver a casa da família, que tem perto de 80 anos de idade, sendo registrada na forma de desenhos e aquarelas.

terça-feira, 18 de junho de 2019

Choripan



Circulando ali pela Vila Izabel passei por esse restaurante que tem uma outra sede nas Mercês. A especialidade deles é o Choripan, que é o nosso querido pão com linguiça. Não conheço o sanduíche, mas o multicolorido da fachada foi motivo suficiente para fazer as fotos de hoje.

segunda-feira, 17 de junho de 2019

Zoom na Casa Hauer




Na primeira foto, mais aberta, o destaque fica por conta da nossa Catedral Basílica, ladeada por dois prédios modernistas, o Barão do Cerro Azul e o Nossa Senhora da Luz.

A segunda foto vai fechando na rua José Bonifácio, uma das mais antigas de Curitiba, que já foi conhecida como Rua Fechada por conta da época em que a nova catedral foi construída.

A última foto fecha na Casa Hauer que recentemente foi restaurada.

domingo, 16 de junho de 2019

Três casinhas na Vila Izabel




Ontem estive com o USK Curitiba para desenhar e fotografar três casinhas de madeira meio escondidas numa travessa na Vila Izabel. Futuramente publicarei cada uma separadamente, mas hoje apenas como apresentação, um pequeno detalhe de cada uma delas. Reparem no cachorrinho de guarda na casa amarela.

sábado, 15 de junho de 2019

Alfajor?


Tem que estar muito focado e escolado para passar pela rua XV sem parar a cada esquina para cada pessoa que quer lhe vender alguma coisa: trufas, dinheiro, buffet barato, óculos e no caso dos meninos com os isopores, alfajores.