terça-feira, 31 de julho de 2018

Saudade do Ninho - nova noite de autógrafos


"Já disse o poeta que nossa alma é uma morada e que quando lembramos das casas e dos aposentos que elas evocam, aprendemos a morar em nós mesmos. Assim, as fotografias das casas trabalham em dois sentidos, tanto fazem parte do nosso imaginário  quanto parte de nós podemos perceber nelas." 
(Lu Berleze para o livro Saudade do Ninho)

“… a casa abriga o devaneio,
a casa protege o sonhador,
a casa nos permite sonhar em paz.”
Gaston Bachelard

Quem não teve a oportunidade de comparecer ao lançamento do livro "Saudade do Ninho", terá em breve uma nova oportunidade de me conhecer, conversar um pouco, adquirir o seu exemplar e pegar um autógrafo.

No dia 09/08, das 19:00 às 21:30 estarei esperando vocês na "Livraria da Vila" no Shopping Pátio Batel.

Mas espere.. isso não é tudo! O livro já está à venda no site da Editora Inverso, recomende aos amigos e acesse o link https://www.editorainverso.com.br/pagina-de-produto/saudade-do-ninho. Ajude a preservar a memória das casinhas de madeira de Curitiba e espalhe ao mesmo tempo todo o carinho e nostalgia que esse livro carrega.


segunda-feira, 30 de julho de 2018

Garapeiro da Praça 19


Essa barraca de caldo de cana (ou garapa) eu fotografei na Praça 19 de Dezembro, no Centro de Curitiba. Junto com as barraquinhas de cachorro quente e de pipoca, trata-se de um comércio de alimento de rua dos mais antigos e que se encontra por toda cidade.

Há os que torcem o nariz para o sabor do caldo e outros para a fragilidade na questão sanitária, mas se existe há tanto tempo nas nossas ruas é porque muita gente gosta de um caldo de cana gelado espremido com limão ou abacaxi. Eu acho bom.

domingo, 29 de julho de 2018

Casinha do Butiatuvinha


Essa casinha com um jeitinho meio modernista eu encontrei na Avenida Manoel Ribas, já no bairro do Butiatuvinha. Não sei se está ocupada, mas está razoavelmente bem conservada, precisando quem sabe, de uma nova pintura. Não foi difícil estacionar rapidamente na sua frente porque a Manoel Ribas reformada ajuda bastante.

sábado, 28 de julho de 2018

Eclipse lunar mais longo do século








Ontem tivemos a oportunidade de ver um fenômeno natural pouco comum, um eclipse total da lua e esse em especial foi o mais longo do século por uma conjunção de fatores, como o afastamento da terra em relação ao sol e da lua em relação à terra, que torna seu movimento mais lento e por isso, ela demorou mais para sair da sombra que o nosso planetinha lançou no espaço.

Dissseram também que essa foi uma "lua de sangue". Quando a lua está por trás da Terra em um eclipse lunar total, a luz solar não alcança diretamente a lua, porque incide na Terra. Então, no momento que acontece o alinhamento do eclipse, a luz do Sol passa pela atmosfera da Terra (que alcança aproximadamente 80 km desde a superfície) e incide na Lua com tons de vermelho.

A lua ganha o tom avermelhado por causa de um fenômeno físico conhecido como dispersão de Rayleigh. A radiação solar é composta por várias frequências eletromagnéticas com diferentes comprimentos de onda. A atmosfera absorve certas frequências e reflete a parte vermelha do espectro. (Fonte: Hipercultura).

Se não reparou nisso tudo, logo o fenômeno se repetirá. Coloque aí na agenda então e fique ligado na lua do dia 25/04/2032.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

A casa da curva da linha do trem






Mais uma casa junto à linha do trem no Cabral. Essa também lembra um vagão e também está ocupada. Suas tábuas já começam a pedir uma pintura e uma rosa branca enorme enfeita a entrada da casa.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

Um artista na Boca Maldita


Já não frequento a rua XV como antes, então já não conheço as figuras que circulam por ali como um dia já conheci. Parece que há pessoas que se apresentam na XV em vários pontos diferentes, cada uma com sua arte e seu estilo. Esse estava junto ao relógio da Osório com um boneco violeiro. Passei rapidamente apenas para ver o final, quando um senhor depositava algumas moedas o baldinho.

terça-feira, 24 de julho de 2018

A casa laranja da linha do trem





Essa é uma das casas que ficam coladas na linha do trem no Cabral, bem na divisa entre Cabral e Bacacheri. De um lado a linha do trem, que eventualmente deve passar chacoalhando tudo e do outro, o campo de golfe do Graciosa Country Club, cujo nome é referência à estrada da Graciosa, num tempo que essa região era um descampado.

Todas essas casas parecem sempre um vagão de madeira devido à pouca profundidade dos terrenos. Não sei hoje, mas eram todas ocupadas por pessoas que trabalhavam na rede ferroviária.

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Croquis Urbanos na Linha do Trem




Ontem numa manhã muito fria estive com o Croquis Urbanos no Cabral junto à linha do trem, para registrar as casinhas de madeira que existem a poucos metros de onde o trem as sacode. O trecho de ciclovia desde o Cabral até o Hugo Lange é um dos trechos mais bacanas para se passear em Curitiba.

domingo, 22 de julho de 2018

Mais um filho no mundo!




Ontem um projeto que nasceu tímido (como uma casinha de madeira espremida entre prédios) há quase 10 anos com uma casinha branca com lambrequins azuis, ganhou uma série muito querida no blog, virou um projeto de livro, tentou espaço no mecenato (que é sempre do tipo "tem mas acabou") e por fim numa acelerada de dar medo, depois do primeiro contato com a Editora InVerso, em pouco mais de dois meses o livro estava impresso e sendo entregue aos que o apoiaram.

Na casinha branca com lambrequins azuis onde tudo começou e onde um dia entrei para a conhecer por dentro, o livro "Saudade do Ninho" foi recebido com muito carinho por todos que lá estiveram para uma tarde memorável.

E agora o livro está na rua, conquistando o seu espaço e espero que continue a despertar bom sentimentos e trazer boas lembranças em todos que o receberem.

sábado, 21 de julho de 2018

Escassas pausas contemplativas

"Pense em uma casa. Não precisa ser uma casa histórica, um cenário de enredos populares, algo famoso. Dê-me a mão, pelo anonimato dos seus vizinhos, pelo meu anonimato e pelo seu. Talvez nos reunamos todos diante de um céu noturno, cheio de estrelas. E quando finalmente pudermos reconhecer que ele é, ainda, o único que temos, quem sabe os beirais, calhas, rufos e lambrequins possam nos meter menos medo". (Andressa Barrichelo para Saudade do Ninho).

Essa aquarela foi feita especialmente como recompensa por uma contribuição especial no Catarse para o livro Saudade do Ninho, que será lançado hoje à tarde. Essa aquarela e alguns livros seguirão para a cidade de Seattle nos Estados Unidos, onde uma arquiteta apaixonada por casinhas de madeira que já morou em Curitiba soube do livro e apaixonada que é pela casinha dos lambrequins azuis que já não existe mais no Ahú, pediu que sua aquarela original retratasse essa casa.

Como ela não está no livro, resolvi compartilhar com vocês aqui.

A aquarela foi feita pelo amigo Simon Taylor, uma pessoa subjestivamente qualificada, mediocrática, retumbante, cabriocrática e porque não, quase inoxidável. Valeu Simon.

A quem apoiou a campanha do livro no Catarse, meu muito obrigado e que ao tê-lo nas mãos, que ele seja uma das escassas pausas contemplativas a aliviar as correrias do dia a dia.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Saudade do Ninho nas mãos




Hoje demorei para fazer a postagem do dia porque fiquei aguardando um momento que aconteceu há pouco. Estive na Editora InVerso e pude pegar um exemplar para mostrar um pouquinho aqui.

Esse livro é fruto de muitas circuladas por Curitiba em busca dessas casinhas, mas principalmente é fruto do carinho e de várias mãos que tornaram ele realidade.

Amanhã outras muitas mãos irão levar para casa esse livro que é repleto de nostalgia e que espero, proporcione momentos de prazer e de pausa das correrias do dia a dia.

Espero vocês amanhã das 15:00 às 18:00 na rua Cândido Xavier, 521 - Água Verde num doce lugar chamado Doce de Cidra.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Evidentes diferenças e semelhanças



Hoje publico essas duas lindas casas, que apresentam grandes semelhanças e grandes diferenças também.

De comum elas compartilham, além da belezura evidente, a cor, o estilo arquitetônico e aquele jeitinho de casa de Vó regado à chás e bolinhos de chuva.

De diferenças, temos distância. A primeira fica nas Mercês, enquanto a segunda fica na Água Verde. Além disso a primeira é bem maior e em alvenaria, enquanto a segunda é pequenina, em madeira com seus charmosos lambrequins.

Mas a maior diferença entre elas é que a segunda, a pequenina com seus charmosos lambrequins, será onde o meu livro sobre as casinhas de madeira de Curitiba, Saudade do Ninho, será lançado no próximo sábado das 15:00 às 18:00.

Espero vocês nessa fabulosa casinha que fica na rua Cândido Xavier, 521 - Água Verde.

A propósito, amanhã termina a campanha para a compra antecipada do livro no Catarse e lembrando, somente quem comprar pelo Catarse receberá além do livro, uma foto autografada e dependendo da opção, também um print de uma das artes do livro. Ficou interessado, corre para o link www.catarse.me/saudadedoninho.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Os jacarandás (ou seriam ipês?) também floriram



Não são apenas as cerejeiras que estão floridas nessa época do ano. Os jacarandás (há quem afirme que são na verdade ipês) também colocaram suas flores num tom de rosa intenso nas alturas, que nesses dias de sol contra um céu azul dão um espetáculo por toda a cidade. Esses da foto de hoje fotografei nas Mercês

terça-feira, 17 de julho de 2018

A praça e as pessoas










Uma coisa fantástica da Praça do Japão é o tanto de gente que passa por lá para passear, namorar, brincar com os filhos e na época da florada das cerejeiras, registrar o evento anual, fazendo poses ou não.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Uma bela casinha de madeira nas Mercês





Essa casinha de madeira eu encontrei na Rua Desembargador Vieira Cavalcanti no bairro das Mercês quando ontem acompanhava o pessoal do Croquis Urbanos Curitiba.

Muito bem cuidada, a casa exibe uma quantidade enorme de detalhes em cores e objetos que precisaria mais tempo e proximidade para entender tudo.

domingo, 15 de julho de 2018

Florada das cerejeiras e o USK Curitiba




Ontem estive com o USK Curitiba para mais uma vez registrar a florada das cerejeiras da Praça do Japão. Sem dúvida é uma atração para toda a cidade como pudemos observar pela quantidade de pessoas que se espalhavam por todos os cantos da praça, que além de poder apreciar a beleza da praça, puderam também observar os belos desenhos que foram produzidos pelos artistas.