sábado, 31 de março de 2018

Um halo


Já faz um bom tempo que não temos dias seguidos sem chuva, que o diga as pessoas que vivem ou passam por locais de Curitiba que andam alagando com mais frequência do que o comum.

Essa foto fiz num dia em que as nuvens deram espaço para que o sol protagonizasse esse efeito chamado de halo, que é um anel formado ao redor do astro, quando a sua luz é refletida e refratada por cristais de gelo, podendo dividir-se em cores por causa da dispersão, semelhante ao arco-íris.

Na moldura algumas araucárias para dar um toque curitibano à cena.

sexta-feira, 30 de março de 2018

De saída


Feriadão! Dias em que Curitiba esvazia um pouco, não como antes, mas esvazia.

OK! A rodoviária velha não é por onde Curitiba esvazia, isso é feito pela rodoviária nova, pelo aeroporto e pelas BRs. A Rodoviária Velha (ou Terminal do Guadalupe) é por onde as pessoas que moram na região metropolitana chegam e saem de Curitiba para estudar e trabalhar.

Falando em Terminal do Guadalupe, havia uma previsão de grande alteração da Rodoviária Velha por causa do grande fluxo de pessoas que frequentam a Igreja do Guadalupe, mas não ouvi mais nada sobre essa reforma. Será que foi colocada no arquivo redondo?

quinta-feira, 29 de março de 2018

Curitiba 325 anos


No site da prefeitura encontramos que em 29 de março de 1693, o capitão-povoador Matheus Martins Leme, ao coroar os "apelos de paz, quietação e bem comum do povo", promoveu a primeira eleição para a Câmara de Vereadores e a instalação da Vila, como exigiam as Ordenações Portuguesas. Estava fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, depois Curitiba.

Posso caminhar mil vezes por esses lugares do mosaico e nunca enjoar. Nessas paisagens sempre vou me sentir em casa e parte dessa cidade que aprendi a amar desde o dia que aqui cheguei. Feliz aniversário Curitiba.

quarta-feira, 28 de março de 2018

Tai chi na praça


Ali na Praça do Japão, antes do ligeirão, que alguns gostam e outros não, o grupo praticava tai chi sob a inspiração de Sidarta, que no lago curtia a paisagem de um belo dia de sol de domingo.

terça-feira, 27 de março de 2018

Por dentro do Hotel Johnscher













A história do Hotel Johnscher tem início no ano de 1917, quando a família Johnscher (família de imigrantes alemães donos de hospedaria na cidade de Paranaguá) resolve aproveitar um dos eixos hoteleiros da Curitiba da década de 1910 para explorar um estabelecimento ali existente.

Este eixo é a Rua Barão do Rio Branco (até 1912 Rua da Liberdade) que neste período é o caminho natural de passageiros que chegam e/ou saem de Curitiba utilizando a Estação Ferroviária. Outro detalhe da importância desta rua era que ali estavam os principais prédios públicos da cidade, tanto da administração municipal como estadual.

Os Johnscher, transferindo residência do litoral para a capital, assumiram, em 1917, a administração do Hotel Paris instalado no imóvel da família Parolin. A primeira tarefa dos novos administradores foi mudar o nome, pois a reputação do anterior não era boa. Com o passar dos anos e algumas reformas no prédio, os Johnscher elevaram o prestígio do estabelecimento de "má fama" para um dos mais importantes hotéis do sul do país.

O "Johnscher" foi um dos primeiros estabelecimentos sulistas a dispor de rede de telefonia interna, água quente e fria encanada, lavanderia própria a vapor, câmera frigorífica, entre outras benfeitorias e a sua clientela alvo, nos primeiros anos, eram comerciante em viagens de negócios.

Sobre a administração de Francisco L. Johnscher, o prestigio do hotel foi elevando-se gradativamente e chega ao seu ápice nas décadas de 40 e 50 quando o estabelecimento já era referência de qualidade e tradição, recebendo personalidades de diversas áreas.

Após a morte de Francisco Johnscher, em 1962, o hotel continuou com a família até meados da década de 1970 quando o estabelecimento fechou as suas portas. O prédio do Hotel Johnscher ficou fechado por aproximadamente vinte anos, sofrendo, neste período, grande deterioração.

Em 1995 foi doado ao município de Curitiba que repassou, através de licitação, a iniciativa privada como forma de preservar o patrimônio histórico, pois o mesmo foi classificado como UIP (Unidade de Interesse de Preservação).

A rede San Juan de Hotéis assumiu, em 2002, a responsabilidade de reformar e explorar, por 35 anos, o imóvel. Na reforma foram mantidas as linhas e a arquitetura eclética dos prédios do início do século XX em um sobrado de três pavimentos e de aproximadamente 610 metros quadrados de área construída. Fonte: Wikipedia

Publico hoje as fotos do hotel que fiz no último domingo, inclusive algumas feitas internamente onde encontrei belíssimas fotos antigas de Curitiba.

segunda-feira, 26 de março de 2018

Croquis Urbanos e o Hotel Johnscher




Ontem estivemos diante de uma Unidade de Interesse de Preservação que fica na rua Barão do Rio Branco, o Hotel Johnscher, um belo prédio que já funcionava como hotel antes da família Johnscher assumir sua administração em 1917, mudando o nome que carrega até hoje, permanecendo na família até 1970.

O dia de temperatura amena permitiu que todos os croquiseiros registrassem a fachada do hotel. Os fotógrafos tiveram acesso à algumas partes internas do hotel, as quais publicarei posteriormente com um pouco mais da história desse hotel.

domingo, 25 de março de 2018

Um golden "de guarda"



Atenção! Alerta de foto fofa!

Numa aula prática de fotografia de rua, o professor fez a seguinte recomendação: "Não vale foto fofa!". Foto fofa seriam aquelas de cachorro, flor e bebê.

Mas hoje tenho uma desculpa. Nas fotos que publico hoje as casas de madeira na rua Reinaldino de Quadros eram o tema da visita, mas o golden retriever mereceu o registro porque nos lembrou o golden que tínhamos (o Bud) e a pose de defensor da casa que ele assumiu. Uma simpatia.

sábado, 24 de março de 2018

Emoldurados


Ali da varanda do casarão centenário, um adorno metálico e uma planta meio que emolduram a realidade da região que a circunda. Naquele momento, três pessoas conversavam sentadas na calçada sobre a trincheira. Não sei se estavam de passagem e se normalmente ficam por ali.

sexta-feira, 23 de março de 2018

Cheirinho de pipoca


Quem resiste ao cheiro de pipoca estourando? É bom demais.

Cinema e pipoca combinam tanto que os preços beiram o escândalo (deviam dar ingresso para quem comprar aquela pipoca a preço de picanha). Pelas ruas da cidade as salgadas devem vir com muito bacon e as doces com muito côco. Sei de um pipoqueiro que vende pipoca DOC (denominazione di origine controllata), com direito à kit de higienização e bala de hortelã. Um estouro de sabor!

O pipoqueiro da foto de hoje trabalha estrategicamente ao lado do parquinho do Parque São Lourenço. 

quinta-feira, 22 de março de 2018

Alcazaba Dr. Munir Guérios



Ontem um amigo fotógrafo publicou na sua página uma foto (bem mais tchans do que a minha) mostrando esse prédio na Rua José de Alencar no Bairro do Juvevê.

Lembrei que durante uma caminhada observacional nessa região passamos por ele e observamos que duas placas metálicas com símbolos em alto relevo estão fixadas na base das duas torres, mas não me lembrava do que se tratavam. Hoje passei rapidamente pela José de Alencar para registrar a placa e fazer do carro a foto do prédio.  Os elementos da placa, segundo um outro amigo, podem representar báculos, longas hastes usadas por pastores para alcançar ovelhas desgarradas.

O prédio chama-se El Cashbah, provavelmente nominado do árabe al-qaṣbah que em espanhol virou Alcazaba, que na arquitetura marroquina seriam cidades fortificadas por altas muralhas que lembram o nosso El Cashbah.

Na Gazeta do Povo encontrei uma excelente reportagem onde informam que a inspiração para a construção do prédio nasceu de uma viagem ao Marrocos que o engenheiro civil Munir Guérios fez com a família na década de 1970. De volta ao Brasil, projetou a construção em 1976 e esse seria o  último edifício desse que foi o maior construtor individual de Curitiba da época, que somou mais de mil apartamentos.

Comentei certa vez com um amigo, que gosta muito desse prédio, que toda vez que passo por ele e vejo o nome, logo lembro da música "Rock the Casbah" do The Clash, cuja letra fala de uma fortaleza árabe de onde o sheik quer que o rock seja banido. Desafiado pela população que continua "agitando o casbah", o furioso sheik ordena o bombardeio da fortaleza, mas os pilotos ignoram as ordens e começam a escutar The Clash.

quarta-feira, 21 de março de 2018

Poluição visual ou mensagem do bem?


Ali no Cabral, na rua Dr. Manoel Pedro quase esquina com a rápida há uma oficina de máquinas de costura e além disso, o proprietário gosta bastante de escrever mensagens das mais diversas em placas que ele espalha na frente da loja e como no caso da foto de hoje, do outro lado da rua (suponho que o carro seja dele). Na placa mais vistosa da foto, acredito que ele esteja respondendo à alguma espécie de crítica que tenha recebido, dizendo que o bem as as suas placas proporcionam valem a eventual distração e poluição visual que acarretam.

terça-feira, 20 de março de 2018

Gêmeas do Bom Retiro



Fiz uma série de fotos há algum tempo no Bom Retiro e dentre elas algumas de casas de madeira. Hoje procurando qual foto postaria, passei por essas duas e por um instante achei que era a mesma casa e que talvez o ângulo diferente teria causado a diferença de tom. Obviamente não é isso já que  há detalhes que evidenciam tratarem-se de duas casas diferentes mas iguais no seu projeto. Apenas não me recordo se são vizinhas de muro.

segunda-feira, 19 de março de 2018

A Graciosa e Antonina em cores



O workshop do qual participei nesse final de semana "Universo da Cor - Walter Firmo" nos apresentou o grande fotógrafo, sua trajetória e um pouco do seu incrível trabalho.

A parte prática do workshop consistia numa saída fotográfica em direção à Antonina, descendo a Serra da Graciosa, tentando registrar o mundo ao nosso redor buscando a visão do mestre.

É muito interessante estarmos dispostos à desafios como esse, pois o olhar treinado para fazer o que nos é confortável deve ser (parcialmente) abandonado para buscar um olhar diferente.

No caso o primeiro desafio foi o de usar uma lente diferente, uma 50mm fixa, que é sem dúvida fantástica, mas tira a flexibilidade que uma zoom possui, o que obriga a maior movimentação. O segundo desafio foi o de buscar sempre a cor e dentro desse quadro colorido (se possível muito colorido), um protagonista que poderia ser uma pessoa, um objeto ou um elemento da natureza. O terceiro desafio seria o de tentar o máximo possível fotografar na horizontal, como normalmente fotografa Walter Firmo.

O resultado do meu esforço está nos dois mosaicos de hoje, que bem sucedido ou não, garantiu momentos de prazer por podermos circular pela Graciosa e por Antonina, parando em locais que normalmente não pararíamos (como bares pequenos frequentados por personagens locais).

Uma pequena história com o mestre Firmo. De todas as fotos que fiz a única que executei exatamente como ele pediu foi a foto que está no canto inferior direito do segundo mosaico. O Firmo fez a foto, me mostrou e disse, faz lá. E eu como bom aluno que sou, fiz exatamente como ele mandou (diafragma fechadinho, sub-exposto, contrastado). Ele certamente esqueceu-se disso. No dia da leitura das fotos com seus comentários, ele foi olhando as minhas fotos, gostando de umas, não gostando de outras, mas na hora em que essa foto da mesa amarela sob a luz de uma janela diante de uma mesa de sinuca apareceu, ele ficou de cara! Disse que a foto estava excelente, ficou olhando um tempo e disse que queria até discutir comigo a foto. Nesse momento eu disse para ele: "podemos até discutir, mas essa foto é sua!". Daí ele sorriu e disse "Ah!". Isso chama-se coerência!

domingo, 18 de março de 2018

Universo da Cor com Walter Firmo










Ontem estivemos em Antonina para o segundo dia do Workshop Universo da Cor com Walter Firmo organizado pela Escola Portfolio.

No alto de seus 80 anos, já caminhando para os 81, Firmo vive um belo momento em sua vida pessoal e profissional. Com a disposição de um verdadeiro adolescente, no primeiro dia ele apresentou um pouco de sua trajetória, seus trabalhos e sua forma colorida de ver o mundo. Num final de semana de muita conversa e intensa produção fotográfica, estamos tendo a oportunidade de conviver com este que certamente é um dos maiores nomes da história da fotografia brasileira.

Aclamado como um dos mais importantes autores a trabalhar com fotografia colorida no Brasil, e um dos primeiros a valorizar e divulgar a contribuição da cultura negra em seu trabalho, Firmo nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 1937.

Autodidata, começou a carreira no jornal carioca Última Hora, em 1957, passando a colaborar com o Jornal do Brasil em 1960. Cinco anos mais tarde integrou a equipe inaugural da revista Realidade, que o tornou nacionalmente conhecido. Depois de trabalhar para diversas publicações da Bloch Editores, criou em 1973 a agência Câmara Três, em associação com Sebastião Barbosa e Claus Meyer, mas a deixou no ano seguinte para fotografar para a sucursal da revista Veja no Rio de Janeiro.

Foi diretor do Instituto Nacional da Fotografia da Fundação Nacional de Arte no período compreendido entre 1986 e 1991. Com a extinção do INFoto no governo Collor, foi reintegrado em 1994, passando a atuar na nova Área de Fotografia da Funarte, pela qual se aposentou em 2007.

Publicou os livros: Walter Firmo: Antologia Fotográfica (1989); Nas Trilhas do Rosa (1996); Paris: Paradas Sobre Imagens (2005); Brasil: Imagens da Terra e do Povo (2009). Ganhador do prêmio Esso de reportagem de 1963, pela série de cinco reportagens "Cem dias na Amazônia de ninguém", foi premiado sete vezes no Concurso Internacional de Fotografia Nikon, conquistando ainda o Prêmio Golfinho de Ouro concedido pelo governo do Estado do Rio de Janeiro em 1985. Fonte: Site da Portfolio.

Hoje no último dia do Workshop, cada participante entregará 15 imagens produzidas na descida à Antonina para que o mestre comente, sem dúvida uma grande honra ter tido a oportunidade de conviver mesmo que por pouco tempo com uma lenda da fotografia brasileira, mas ao mesmo tempo um cara alegre, doce e extremamente acessível.

sábado, 17 de março de 2018

Brinquedo de mola


Esse trepa-trepa do Parque São Lourenço sempre me lembrou aquela Mola Maluca, um brinquedo inventado em 1943 de forma acidental que entrou e saiu de moda várias vezes ao longo do tempo. Fascinava as crianças com seu movimento entre as mãos e por descer escadas sozinha bastando um empurrãozinho.

sexta-feira, 16 de março de 2018

Uma não porta e uma não janela



Ali na Capela Santa Maria na fachada da Conselheiro Laurindo, há um vão exatamente do tamanho de uma porta, mas que não é uma porta mas onde alguém com muito bom humor complementou muito bem o visual com um giz e quase no topo, uma moldura de uma não janela recebe um belo adorno.

Uma ex-aluna do Colégio Santa Maria que já ocupou esse prédio e outros que não existem mais, me disse que um dia ali foi de fato uma porta que dava acesso à um pátio onde havia uma cantina!

quinta-feira, 15 de março de 2018

Lago do Passeio Público quase vazio


Fazia um bom tempo que eu não entrava no Passeio Público e estranhei o lago praticamente vazio. Lembrava de uma notícia de que os lagos seriam esvaziados para limpeza/recuperação e que na sequencia seria feito um trabalho de paisagismo no local. Procurei na internet e de fato havia essa notícia, porém essa era de agosto/2017 e a previsão da conclusão dos trabalhos era de 2 meses, ou seja, em outubro/2017. Será que o trabalho está tão atrasado assim ou será uma nova ação de limpeza?

A mesma notícia de agosto/17 dizia que ao esvaziar o lago, pouco tempo depois de um corpo ter sido encontrado boiando no lago, outros objetos foram encontrados tais como panela, celular, moedas, medalhas e relógios.

quarta-feira, 14 de março de 2018

Um bom lugar para observar e conversar



Um parque é sempre um bom lugar para brincar com os filhos, namorar, conversar com um amigo e para observar a natureza. O São Lourenço acrescenta um belo lago com muitos patos à essa equação.

Nesse dia os patos estavam em desabalada carreira em direção ao outro lado do lago onde alguém parecia alimentar outras aves do lago. Da ponte os amigos conversavam e observavam tudo.

terça-feira, 13 de março de 2018

Uma casinha de brinquedo


No Bom Retiro ali muito perto da Nilo Peçanha encontrei essa casa que além da fachada, chamou muito a minha atenção pela cor e pelo muro vazado em forma de liras. A cor é tão simpática que parece a de uma loja de brinquedos ou de gente com muito bom humor.

segunda-feira, 12 de março de 2018

5 anos de Croquis Urbanos de Curitiba








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Existe um musical da Broadway que gosto muito chamado “RENT”. Uma das músicas mais conhecidas desse musical é “Seasons of Love”. A letra é assim:

Five hundred twenty-five thousand
Six hundred minutes
Five hundred twenty-five thousand
Moments so dear
Five hundred twenty-five thousand
Six hundred minutes
How do you measure
Measure a year?
In daylights in sunsets
In midnights in cups of coffee
In inches in miles
In laughter in strife

In five hundred twenty-five thousand
Six hundred minutes
How do you measure
A year in the life?

How about love?
Measure in love
Seasons of love

Five hundred twenty-five thousand
Six hundred minutes
Five hundred twenty-five thousand
Journeys to plan
Five hundred twenty-five thousand
Six hundred minutes
How do you measure the life
Of a woman or a man?

In truths that she learned
Or in times that he cried
In bridges he burned
Or the way that she died

It's time now to sing out
Tho' the story never ends
Let's celebrate
Remember a year
In the life of friends
Measure in love

A letra basicamente pergunta de que forma se mede um ano. Em minutos, momentos de ternura, xicaras de café, em sorrisos, polegadas, em lágrimas? A música propõe que se meça em amor.

Ontem na Praça do Japão o Croquis Urbanos de Curitiba completou 5 anos de atividade praticamente ininterrupta. Como se mede esses 5 anos de existência? Nas 253 semanas de encontros em lugares diferentes de Curitiba? Nas centenas de pessoas que passaram e passam pelo grupo? Nos quase 4.000 desenhos que foram produzidos? Nas mais de 14.500 fotos que fiz nesses anos que acompanho o grupo e outras milhares que outros amigos fotógrafos fizeram?

Acho que a melhor forma de contar esses 5 anos do Croquis Urbanos de Curitiba seria pelas amizades que foram feitas e no amor à Curitiba que cada um semanalmente celebra na forma de desenhos, fotos e olhares.

Hoje publico 6 mosaicos nos quais há uma única foto de cada um dos encontros que participei. São 25 fotos por mosaico, portanto foram 150 encontros cobertos. Que venham muitos outtos!