Uma linda casa e uma triste história

 

Há poucas casas unifamiliares na Avenida João Gualberto pela valorização que os terrenos têm nessa região do Alto da Glória. O movimento ali é intenso pela passagem dos carros e ônibus na canaleta, por uma das sedes da prefeitura, pela proximidade do Colégio Estadual, grandes prédios de escritório, proximidade com o Centro e até, fóruns. 

Essa casa maravilhosa com seu muro baixinho fica há poucos metros do Colégio Estadual e está à venda. Certamente uma casa tão bonita deve ter abrigado uma família e deve conter grandes histórias, inclusive uma muitíssimo triste ocorrida no final do ano passado, envolvendo o fórum há 50 metros dali, uma tornozeleira eletrônica e a solitária idosa que morava na casa, vítima de latrocínio de um rapaz de vinte e poucos anos que poucos minutos antes do crime havia ganho liberdade provisória e a tornozeleira eletrônica, dispositivo que ajudou a elucidar o caso.

Comentários

  1. Linda casa, linda foto. Parece-me que é a última fora do novo (não tão novo) alinhamento da João Gualberto. Que triste história: é por isso que foi posta à venda.

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  3. Quando a lei é fraca, o bandido é forte. No Brasil, as leis e a justiça são esquálidas.

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  4. Quando eu trabalhava no mercadinho dessa mesma avenida, no período de 2002 a 2006, eu entregava as mercadorias que a senhora dona Noemia pedia por telefone pra essa casa aí. Quem me atendia era uma outra senhora, acho que era sua irmã, e me recompensava com um pão delicioso de nozes ou frutas, típico europeu, como gorjeta. Fico triste pelo motivo da venda e pela história, pois há anos que eu não tinha contato com os moradores dessa casa.

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  5. Quando eu trabalhava no mercadinho dessa mesma avenida, no período de 2002 a 2006, eu entregava as mercadorias que a senhora dona Noemia pedia por telefone pra essa casa aí. Quem me atendia era uma outra senhora, acho que era sua irmã, e me recompensava com um pão delicioso de nozes ou frutas, típico europeu, como gorjeta. Fico triste pelo motivo da venda e pela história, pois há anos que eu não tinha contato com os moradores dessa casa.

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  6. Foi o centro de línguas da UFPR, fiz curso de inglês nesta casa entre agosto de 2015 a julho de 2016. Amei as janelas, ventilador muito no calor e fechadas deixa a sala bem quente.

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    1. Acho que vc está confundindo com outra casa, que fica na Rua XV de Novembro, perto da Reitoria. São parecidas, mas bem distantes.

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    2. A casa que foi do CELIN - Centro de Línguas e Interculturalidade, da UFPR, ficava a uns 40-50m da esquina da rua da Glória, lado esquerdo de quem sobe a via. E continua lá, mas com outra ocupação. Não é essa que fica do lado direito da via centro-bairro, após a rua Maria Clara, aliás, ao lado da casa demolida, de Jaime Prosdócimo, que também ficava meio fora do alinhamento atual.

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  7. Eu fico cada dia com mais raiva dessa lei porca que esses políticos vagabundos continua mantendo a qualquer custo, isso deve ser um pacto entre políticos e bandidos para que nada mude e em troca nenhum vagabundo mexe com os polítcos vagabundos e seus familiares

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  8. Ótimo trabalho...desenvolvo um trabalho com tijolos antigos do Brasil e do Mundo gostaria se possível saber como os tijolos da cerâmica eram identificados, gravados, se com o nome do proprietário ou outro sistema...grato http://museus.cultura.gov.br/space/single/21603

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  9. Eu não sabia dessa história, sobre o homicídio da dona da casa... É uma pena. Eu trabalhava ali perto, pegava o ônibus na estação tubo que ficava quase em frente, e muitas e muitas vezes observava essa casa, tão mais interessante que todo o resto que foi construído ao redor... Uma pena. Espero que quem compre a casa permaneça com ela e mantenha a mesma arquitetura. Parabéns pelo site.

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  10. Boa noite sou Silmara ferreira eu nasci no hospital nossa senhora da luz em 1986 sou Filha de João José Ferreira só que minha mãe foi embora quando eu era uma bebê e não sei nem o nome dela se alguém puder me ajudar eu agradeço pois e tão importante pra mim saber o nome dela nasci em 10/12/1986

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  11. A casa com mais histórias q vi até hoje, amo essas histórias

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