terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Entre um jogo e outro, venha para Curitiba!

Fui contatado há pouco mais de uma semana pelo repórter Fábio Vendrame do jornal O Estado de São Paulo, mais conhecido como o Estadão. Nesse contato fui informado que estavam preparando uma matéria sobre as cidades-sede da Copa de 2014 para o caderno de turismo do Estadão, o Viagem, e que gostariam de saber se eu teria interesse em colaborar com dicas de passeios em Curitiba. Obviamente disse que sim, já que não é todos os dias que recebemos um convite desses de um dos maiores jornais do país.
A proposta consistia que eu passasse três opções bacanas de roteiros que um visitante pudesse fazer em Curitiba. Elaborei os roteiros com o máximo de detalhes que pude e os mandei para o Fábio. A matéria foi publicada hoje no Estadão e o link para a versão digital segue aqui.
Obviamente o material que enviei não poderia ser publicado na íntegra, já que o espaço editorial para a matéria, além de limitado, tinha que ser dividido com as outras cidades sede da Copa de 2014. Mas independentemente disso, ter uma foto minha publicada no Estadão, ter tido a oportunidade de colaborar com um veículo de comunicação desse porte e de alguma forma ter ajudado a divulgar Curitiba, já foi um presente para fechar bem esse 2013!
Como nesse espaço eu posso abusar da quantidade de palavras, publico abaixo na íntegra os três roteiros que elaborei e na colagem de imagens de hoje, as fotos que enviei ao Estadão como opções para ilustrar a matéria. A imagem que escolheram foi a do Jardim Botânico para a versão digital e a do Bosque Alemão na versão impressa (além do MON na colagem da capa da versão impressa).
Se quiser conhecer os roteiros, siga lendo.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Blue Mon

Um daqueles dias que um típico morador de Curitiba não está acostumado. Calor acima dos 30 graus, quando qualquer ambiente sem ar-condicionado torna-se um incômodo. Em compensação, o céu azul e as grandes nuvens que se formam devido ao calor e umidade, proporcionam belas imagens, como essa em que o nosso grande olho, que normalmente é cinza, ganha novas tonalidades!

domingo, 29 de dezembro de 2013

Girando a cena


Na Praça Borges de Macedo, junto da estátua Maria Lata D'Água, no dia em que fotografei um grupo de dança gravando um curta-metragem (clique aqui se não viu), um pouco antes a equipe técnica estava ajustando a luz e o posicionamento de câmera. Do outro lado da estátua, três amigos diante das Arcadas do Pelourinho, conversavam tranqüilamente de costas para o movimento todo.

sábado, 28 de dezembro de 2013

Enfileirados

Essa é uma imagem curiosa que sobrou das que fiz durante a Corrente Cultural desse ano. Durante o final de semana dos shows que se espalharam pela cidade, essa linha de banheiros químicos foram montados na Praça Osório, fotografados por mim do Edifício Asa.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Ensaiando diante das lentes


Diante dos vidros abaixo da grande laje do MON, duplas, trios, quartetos de meninas e meninos esmeram-se nos ensaios para aperfeiçoar seus passos de dança. Perto delas, um fotógrafo registrava tudo e um pouco além, outro fotógrafo registrava a ambos.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Um ataque de pombos

Pobre Cavalo Babão! Creio que nem que ele conseguisse balançar a sua cabeça, não conseguiria livrar-se dos muitos pombos que tomaram a fonte como se fosse sua piscina particular e também, o telhado do prédio da Fundação Cultural de Curitiba. Dizem que essas aves facilitam a transmissão de uma série de doenças respiratórias e que seu controle é bastante complicado. Como nesse local eles não são atacados, há comida e água, sentem-se em casa!

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Uma casa de madeira e sua araucária

 No Centro Cívico, na rua Lysímaco Ferreira da Costa, um pouco depois da Mateus Leme, encontrei essa bela casa de madeira onde no pequeno terreno na parte da frente, encontra-se plantada uma altiva Araucária.
Lysímaco Ferreira da Costa foi um professor nascido em Curitiba em 01/12/1883. Catedrático do Colégio Paranaense, matriculou-se na recém fundada UFPR, onde foi diplomado Engenheiro. Na UFPR foi professor de Metalurgia e Geologia Econômica. Foi fundador em 1918 e diretor da Escola de Agronomia do Paraná. Foi Secretário da Fazendo no governo de Afonso Alves de Camargo.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Se esse fusca falasse

Se esse fusca falasse, ele diria que está pintado imitando o famoso sósia que participou de 6 filmes da Disney, sendo o primeiro de 1969 chamado The Love Bug (no Brasil Herbie - Se Meu Fusca Falasse), sendo a última versão de 2006 com a Lindsay Lohan. Ele diria ainda que o original era um fusca 1963, branco pérola, código VW L87 e motor 1200. E por fim ele diria que o prédio ao fundo à direita é uma farmácia recém construída sobre as ruínas de uma casa projetada por um dos grandes nomes da arquitetura do movimento modernista de Curitiba, creio que era de Romeu Paulo da Costa, mas não tenho certeza porque essa informação estava numa placa que ficava fixada na fachada da casa. A casa ficava bem em frente ao IPPUC no Cabral e ironicamente, a construtora do caixote que recebeu a farmácia tem um nome que remetia ao movimento modernista.

domingo, 22 de dezembro de 2013

Enquanto não chega o Natal

Enquanto o Natal não chega, o Papai Noel todo relax caminha com suas renas disfarçadas de simpáticos cachorrinhos ali pela região do Passeio Público, Praça 19 de Dezembro. Melhor caminhar mesmo porque as ruas estão com um transito meio complicado e os shoppings abarrotados de pessoas fazendo compras.

sábado, 21 de dezembro de 2013

Praça Himeji



Essa construção de inspiração nipônica, que parece aquelas para abrigar sinos, fica na Praça Himeji no bairro das Mercês onde as ruas Paulo Graeser Sobrinho encontra a Dom Alberto Gonçalves. A cidade de Himeji é a cidade japonesa irmã de Curitiba, cujo decreto foi assinado por Maurício Fruet em 1984. Uma pena que na praça não há qualquer referencia à Himeji e sequer uma placa com o nome da praça, que descobri pelo Google!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Amigos na sala de estar


Enquanto aguardava a abertura de um restaurante num domingo qualquer na Praça Osório, sentei-me naqueles bancos de madeira que ficam junto ao relógio. No banco ao lado, dois amigos conversavam animadamente numa língua que imagino ser de origem árabe. Com meu celular, registrei os amigos e uma vista a partir do banco.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Casas de madeira no Capão da Imbuia


 Por sugestão de um leitor desse blog, passei rapidamente pelo Capão da Imbuia, onde fotografei essas duas casas de madeira. Nessa região das casas, o que mais vi foram sobrados. Ainda voltarei ao bairro para explorá-lo um pouco melhor

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Circulando pela Estrada do Marmeleiro




Publico hoje algumas imagens que podemos encontrar na Estrada do Marmeleiro em Almirante Tamandaré. A edificação de madeira é a Escola Rural Municipal Ver. Osvaldo Avelino Trevisan, com duas salas de aula.
Nas outras fotos as muitas, muitas araucárias que podemos apreciar pelo caminho. Uma delas mostra o que parece ser uma floresta de araucárias (fiquei imaginando o propósito).
Hoje esclarecido o mistério da floresta. Um leitor muito gentilmente comenta que essas árvores "não formam uma floresta de araucárias, mas sim uma plantação de pinus elliotti. Apesar de ter um efeito visual bonito, essas plantações são uma praga para o ecossistema local pois empobrecem o solo e promovem uma competição desigual com a flora nativa". Agradeço pela informação.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Ao redor da Dona Isomira









Não é apenas pela casa da Dona Isomira que vale a pena o passeio pela Estrada do Marmeleiro em Almirante Tamandaré. Impressiona o fato de que há apenas 30 minutos da área urbana de Curitiba, encontramos belas paisagens rurais. As fotos de hoje foram feitas da área que circunda a casa da D. Isomira. O trecho final asfaltado da estrada, com lindas hortências de ambos os lados, leva à bela casa. Num grande pasto podemos ver cavalos e ovelhas. No alto de uma pequena elevação, uma pequena igreja dedicada à Nossa Senhora da Luz. 
Liguei na prefeitura de Almirante Tamandaré para tentar obter informações sobre a casa e sobre a  Estrada do Marmeleiro, mas pelo que entendi, a administração está passando por uma fase difícil de transição.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

A incrível casa da Dona Isomira





Um amigo que pedala centenas de quilômetros toda semana, esteve uma vez na Estrada do Marmeleiro em Almirante Tamandaré e nela fotografou uma casa absolutamente incrível. Peguei as dicas de como chegar lá e ontem fomos conferir de perto. Assim que chegamos, avistamos na janela duas senhoras. Do portão perguntei se poderia fotografar a casa e a senhora pediu que aguardasse um pouco, pois ela gostaria de conversar. 
Seu nome é Isomira Dalprá Trevisan, uma senhora muito querida que nos contou um pouquinho da sua história. Disse ela que mora nessa casa há 68 anos, que seu sogro (cujo nome imagino ser Antonio Eduardo Trevisan) comprou de João da Costa Cabral, que a teria construído há mais de 110 anos. A parte de baixo da casa é construída em estuque e as duas estruturas idênticas da parte superior são feitas em madeira. No andar de baixo funcionava uma loja de secos e molhados desde o tempo da construção, passando para a família da dona Isomira. Disse ela  que as mercadorias chegavam à eles no lombo de burros e ali eram revendidas para toda vizinhança. Dona Isomira tocou o negócio depois do seu pai por mais 16 anos, quando conseguiu um emprego no estado e fechou a loja. Hoje dedica-se a cuidar da casa (que é protegida pelo município) e aos eventos da igreja, onde ela é conhecida por ser muito falante e por tornar tudo mais alegre. A foto que apresento da Dona Isomira hoje dá uma pequena idéia do quanto ela é simpática.

domingo, 15 de dezembro de 2013

A lateral do teatro de José Maria Santos

Fui retirar o meu carro do estacionamento ao lado do Teatro José Maria Santos e aproveitei para fotografar esses belos desenhos na lateral do teatro, que complementam os que estão na fachada.
Do totem da prefeitura, tiramos as seguintes informações:
Construído em 1890, abrigou até 1956 a malharia e confecção da família Hoffmann. Reformado em 1970 pela Malharia Curitibana e comprometido por um incêndio em 1980, o prédio reabriu em 1981 como Fábrica de Samba e em 1982 como teatro. Foi Teatro da Classe e Teatro 13 de Maio. Tombado pelo seu interesse histórico em 1988 e desapropriado em 1989, sofreu reformas e reabriu com o atual nome.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Rollmops


Na nossa última caminhada pelo Bacacheri, fizemos uma pausa num bar na Munhoz da Rocha chamado Hospício Bar, onde segundo a placa, tem cada figura...
Lá dentro, no balcão encontrei uma iguaria típica de botecos do sul do Brasil: rollmops!
Eu pessoalmente nunca me empenhei para experimentar o acepipe, já que sempre o achei prá lá de esquisito: uma sardinha enrolada numa cebola ou pepino (ou ambos), espetada por um ou mais de um palitos de dentes, mergulhada em água de bateria, brincadeira, mergulhada numa solução feita de água, sal, vinho branco, louro, sementes de mostarda, louro, açúcar e pimenta do reino.
O rollmops parece ter sido inventado na Alemanha (explica-se o motivo dele ser conhecido no sul do Brasil) e no lugar da sardinha, usava-se o arenque (um peixe encontrado no Atlântico Norte, Pacífico Norte e Mar Báltico).
No Hospício Bar, além do vidro com o rollmops, havia também outra conserva feita com pepino, cenoura e ovos de codorna. Só faltou no balcão a conserva de ovo colorido, outro clássico para os fortes!

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Grupo de caminhadas observacionais - Bacacheri/Cabral - Praça da Suiça



Tentei achar algum material na internet que contasse a história da Praça da Suíça no Cabral, que fica no encontro da rua Dep. Joaquim José Pedrosa e Ver. Garcia Rodrigues Velho. Não achei nada!
Segue um pouco da história da imigração Suiça para o Brasil.
Para fugir de uma crise econômica na Europa, cerca de 2 mil suíços alistaram-se para emigrar entre 1818 e 1819. Negociações entre o governo português e o cantão de Friburgo definiram os detalhes da chegada desse primeiro grande grupo ao Brasil e decidiu-se que a colônia se chamaria Nova Friburgo.
A região era assolada pela malária e diante das más condições, em 1823 os colonos de Nova Friburgo se dividiram.
A partir de 1850 os suíços foram para as fazendas de café do Oeste Paulista, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia.
Em 1851, chegaram em Joinville 75 suíços e 43 alemães. Eles ocuparam uma área que havia pertencido a Francisca Carolina, filha de D. Pedro I, daí o nome da colônia Dona Francisca. O clima adverso, infraestrutura precária fez com que dez anos depois de sua fundação, centenas de imigrantes partiram para São Francisco do Sul, São Paulo, Rio Grande do Sul e, principalmente, para o planalto de Curitiba.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

O tempo não para!

Olhando essa casa de madeira na rua Fagundes Varela, à exceção do sobrado ao fundo, poderíamos imaginar que eu estava num baixo distante do centro, onde a vida ainda permitiria termos muros baixos apenas para delimitar uma área. Certamente quando essa casa foi construída a região que a cercava deveria ser tranquila, com poucas casas, sem o caos de carros que vemos todo final de dia na Fagundes Varela. A vida passa e vai mudando as coisas que nos cerca, podemos nos esconder lá dentro da casa e achar que as coisas continuam na mesma ou sair e nos adaptar. O tempo não para!

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Pimp my carroça

Esses dois carrinheiros certamente foram clientes do Pimp my Carroça, uma ação onde grafiteiros deram um "upgrade" nos carrinhos do pessoal que coleta material reciclavel pela cidade. Os dois da foto ainda dormiam na rua Cons. Araújo, perto do Passeio Público.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Quatro mil flores de cerâmica!





O gramado do MON ganhou nessa semana um jardim diferente: mais de 4 mil flores de cerâmica brancas feitas por 81 artistas plásticos, antecipando a abertura do 4.º Salão Nacional de Cerâmica,  que será aberto no dia 17 na Casa Andrade Muricy. Além coordenadora artística do Salão e ceramista, Marilia Diaz, outros nomes importantes como Eliane Prolik, Maria Helena Saparolli, Lirdi Mueller Jorge, Rossana Guimarães, Juliane Fuganti, Glauco Menta, Lígia Borba, Cristina Odebrecht e muitos outros.