segunda-feira, 10 de março de 2014

A nossa ponte estaiada em construção

Ok! A foto de hoje está sofrível, o dia estava nublado, há vários elementos na imagem que atrapalham a visualização, a ponte não está acabada e não está decorada! Mas mesmo assim, acho um pouco complicado dizer que essa obra será um grande motivo de orgulho para quem mora em Curitiba (tanto no sentido estético quanto prático).
Pessoalmente penso que Curitiba sempre se destacou pelas suas soluções criativas e simples para atender às necessidades de quem mora aqui e definitivamente uma obra dessas não é uma coisa, nem outra!
Na internet encontra-se facilmente estimativas de custos para essa ponte que beiram os R$ 100 milhões! Com certeza existem formas menos megalômanas de se usar tanto dinheiro?

4 comentários:

  1. Concordo com você! Curitiba não precisava de uma ponte dessas, o problema poderia ser resolvido com uma trincheira. Quando o dinheiro é público não é de ninguém, assim pensam os políticos TUPINIQUINS!

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  2. Lá do prédio da FIEP me lembra uma fisga de anzol. É isso, uma fisga intalada na garganta, para lembrar de coisas que não se devem fazer em Curitiba, gastar muito com mal gosto. Herança maldita que deixaram para o prefeito Fruet inaugurar. Nem parece tanto com quiseram copiar.

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  3. Concordo contigo Washington. Do ponto de vista estético - que não é meu forte - acho que o entorno não colabora para que a dita "beleza" da ponte se destaque. Do lado prático, acho que tudo se resolveria de maneira mais barata com uma trincheira ou um viaduto simples.

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  4. Não é de hoje que se sabe que a Avenida das Torres é a principal rota do turista que vem do aeroporto para o centro de Curitiba. Sempre me pareceu estratégico para a Prefeitura manter esse corredor enfeitado para intensificar positivamente a primeira impressão da cidade. Ao longo do trajeto, seguindo essa lógica, tudo é justificativa como monumento para simular uma pretensa prosperidade. Para muitos, a famosa Vila Pinto sempre foi um entrave que exigia até mesmo um muro ao longo da avenida para encobrir o contraste em nome da imagem. Talvez a lógica permaneça a mesma ao longo das décadas.

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