segunda-feira, 26 de maio de 2014

Maresia, sente a maresia!







Ontem, depois do almoço na casa dos meus pais, fui até a Confeitaria das Famílias para comer um doce e dar uma caminhada. Na volta, dei de cara com a Marcha da Maconha na Boca Maldita, que pelas palavras de ordem e faixas, reivindica a legalização da famosa erva.
Engraçadas (digamos assim) as letras das músicas, na verdade famosas marchinhas de carnaval adaptadas para o evento, tais como: "Ô abre alas prá marcha passar! Ô abre alas prá marchar passar, sou maconheiro não posso negar..." e outra "Ó maconheira porque estás tão triste, mas o que foi que te aconteceu! Foi a cannabis...".
Esse é sem dúvida um tema altamente complexo e eu não tenho qualquer subsídio para dizer se acho que a legalização do porte e uso pessoal da maconha seria algo benéfico para a sociedade, que resultasse em redução da violência pelo tráfico, menos famílias e vidas destruídas pelo consumo de drogas. Observar o que acontecerá no Uruguai pode nos dar uma resposta definitiva.
Posso afirmar que estando bem ao lado das pessoas que passavam, um cheiro anormal de maconha tomou conta da região, o que me rendeu uma dor de cabeça persistente! Maresia, sente a maresia!!

2 comentários:

  1. Não há palavras, para descrever tremenda ousadia desses ''manifestantes'' caro amigo Washington. Chegamos a uma ''era'' de escuridão e trevas, onde o absurdo e o horrendo nos acompanha diariamente. As pessoas perderam a vergonha, esqueceram o significado de respeito e dignidade... ''luta-se'' cada vez mais pelo ridículo, pelo egoísta direito de gozar das ''delícias'' deste mundo sujo e podre que acabou se transformando.

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    1. É realmente um assunto complicado e para mim confuso, já que pessoas cultas defendem essa bandeira. Li um artigo que ajuda a entender melhor o assunto em http://www2.uol.com.br/vyaestelar/marcha_da_maconha.htm.
      Acompanhando a marcha, estavam crianças, o que me deixou mais confuso ainda (além do cheiro absurdo da maconha, apesar da solicitação dos organizadores para não fumar maconha na marcha, o que de certa forma parece incoerente).

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