sábado, 31 de outubro de 2015

É a lama, é a lama!

Ontem saiu o resultado do vestibular da PUC PR e foi o dia do tradicional banho de lama. É lindo ver todos aqueles jovens hiper felizes e com toda a vida profissional começando agora.
Para mim foi especialmente importante pois nesse início de caminhada está o meu filho mais jovem. Lembrei do meu pai que tinha como maior objetivo colocar todos os seus filhos na faculdade, sabendo que o melhor caminho para qualquer pessoa é a educação. Nesse sentido, posso ficar orgulhoso.

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Levando os cachorrinhos para passear


Fotografava a Casa Lilás Azul quando vi as duas meninas levando seus cachorrinhos para passear. Me passou a impressão de elas moram na região e fiquei pensando o quanto deve ser legal morar no centro histórico e poder passear por essas paisagens sempre que quiser.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Duas casas de madeira no Portão


Duas belas casinhas de madeira no bairro do Portão. A primeira com um lindo muro super trabalhado e uma varandinha pronta para receber duas cadeiras para relaxar e conversar. A segunda com uma bay-window e um passarinho cuidando da casa no muro de palitos.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Na cabeça da Mulher Nua

Passando pela Praça 19 de dezembro numa manhã qualquer, percebi um pessoal com uma faixa aglomerado ao redor da estátua da Mulher Nua, que pelas roupas e medalhas, imagino serem esportistas.
Um dos integrantes do grupo achou que seria bacana fazer uma foto em pé na cabeça da estátua. Como era bem cedo, decerto achou que sendo rapidinho não teria problema, mas fica aqui o registro.
Pobre da nossa estátua, já não basta os daqui que a pintam, pisam, tatuam, picham, agora sofre mais um pouquinho com os visitantes.
Recebi um pouco mais tarde, uma mensagem de uma das pessoas que interagiu com a estátua, pedindo desculpas em nome do grupo e comentando que não tiveram a intenção de desrespeitar a cidade ou depredar a estátua, mas que sem pensar muito, quiseram apenas registrar sua passagem por Curitiba. Tenho que reconhecer que foi uma atitude louvável.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Pessoas de Curitiba






Domingo no Passeio Público é dia de ver famílias passeando (com crianças brincando), pessoas fazendo um som, paquerando, escrevendo e fazendo arte.
O garotinho que corria na ponte, logo que passei pelo portão que estava encostado, me perguntou porque o portão estava fechado. Na falta de explicação melhor, lhe disse que era para não entrar vento. Ele achou razoável e seguiu brincando.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Aves do Passeio Público













Acompanhei ontem o pessoal do Croquis Urbanos de Curitiba ao Passeio Público, um lugar onde passeava com bastante frequência desde os tempos em que lá haviam felinos, camelo, gorila, urso e outros animais. Hoje restaram basicamente pássaros e foram alguns desses que fotografei. Alguns soltos, alguns presos, alguns simpáticos e outros mal encarados.
Enfim, o Passeio Público continua a ser um lugar bem bacana para se passear.

domingo, 25 de outubro de 2015

Hoje é dia de feirinha.

Hoje é dia de feirinha no Largo da Ordem. Taí algo que faça chuva ou sol, frio ou calor, sempre acontece em Curitiba. Diferente desse dia da foto, uma sábado à tarde, no qual esse pessoal preparava-se para uma gravação, hoje o largo estará lotado de barracas, produtos, cheiros, sons e pessoas de todo tipo.

sábado, 24 de outubro de 2015

Dois prédios


Paisagem familiar para quem passa ou vive no centro de Curitiba. O grande prédio laranja do Hotel Tibagi e o pequeno edifício Anita com sua casa no terraço e hoje em dia, coberto por trepadeiras. Como um bônus, o jacarandá (ou seria ipê?) com suas flores roxas que nessa época do ano enfeitam o largo diante do Edifício Tijucas.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Você viu esse bruxo?

Esse notório criminoso de nome Sirius Black fugiu da prisão de Azkaban disfarçado de cachorro. Qualquer informação que levem a sua captura será recompensada com mil galeões de ouro. As informações podem ser repassadas através do site do Ministério da Magia. Importante: não tentem captura-lo sozinhos!

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

O Solar do Rosário

O Solar do Rosário já foi conhecido como "Solar de Sinhá França" por ter sido nos idos de 1890 a residência da família Paula França. Posteriormente foi adquirido pelo historiador e colecionador de arte Newton Carneiro.
É uma casa assobradada de arquitetura eclética porque, como em todas as casas senhoriais do fim do século XIX, havia uma mistura de estilos: colonial português, francês, alemão, acrescido de características neoclássicas como o frontão com suas volutas curvas, janelas e sacadas. Síntese de estilos que retrata o espírito da terra paranaense: acolhedora de todas as etnias, terra de todas as gentes.
Atualmente de propriedade de Regina e João Casillo, é uma iniciativa privada em forma associativa que abriga um espaço particular vivo e atuante de arte e cultura. Inaugurado em maio de 1992, é um complexo cultural que possui Galeria de Arte, Café e Livraria, Cursos, Oficinas, Ateliers, Restaurante, Casa de Chá e Jardim de Esculturas. Abre suas portas todos os dias e também aos sábados e domingos. Fonte: site do Solar do Rosário.
Na foto, o Solar numa tarde de sábado, no momento em que uma amiga fotógrafa observava novos ângulos do prédio a serem explorados.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Um cortiço curitibano?













Esse fabuloso prédio, na Saldanha Marinho com a Brigadeiro Franco, revestido com pó de pedra e com todos esses elementos inspirados no art deco na sua fachada, onde tive a grata sorte de poder entrar para um rápido tour, é o que mais se aproxima da definição de cortiço que conheci em Curitiba.
Definição de cortiço na Wikipedia: denominação dada a uma casa cujos cômodos são alugados, servindo cada um deles como habitação para uma família (geralmente de baixa renda) e com instalações sanitárias de uso comum.
Esse prédio tem preservado alguns elementos originais, como boa parte do revestimento externo, algumas portas e janelas, o piso e escadaria na entrada e um vitral. Internamente porém, divisórias feitas de tapume, fechadas com um cadeado comum, definem pequenos cômodos ocupados por pequenas famílias, certamente fez perder muito do que lá existiu um dia.
Não me recordo quantas pessoas me disseram morar no prédio, mas lembro que foi surpreendente o número. Na esquina funciona um restaurante cuja dona é a pessoa que arrendou o prédio e o explora comercialmente (função que um dia já foi do senhor que aparece na porta do quarto verde).
Não consegui dos moradores informações quanto a história do prédio (arquiteto, ano de construção), algo que espero obter um dia.
Uma curiosidade, a sétima foto dessa postagem não mostra a escadaria da entrada, mas uma outra no andar de cima que leva a um quarto que não é mais alugado, pois me disseram que ali o último inquilino que o ocupou deu fim à própria vida.
Certamente uma boa pesquisa revelaria outras histórias interessantes desse nosso cortiço curitibano.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Desenho de observação

Esse pessoal sentado na fonte do Cavalo Babão, estava participando de uma aula de artes e ao que parece, a tarefa do dia era usar um porta retrato sem retrato, enquadrar alguma coisa e desenhar sobre o vidro o que se via.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Armazém São Francisco





Esse prédio que fica na rua Saldanha Marinho, 1260, do qual sobrou pouco mais do que as paredes externas, é uma Unidade de Interesse de Preservação e certamente por isso não foi ao chão (ainda). Mesmo sendo uma UIP, creio que nada obriga o proprietário a reformar a edificação.
Uma pessoa que mora na Saldanha Marinho há décadas, me disse que ali já funcionaram vários comércios diferentes e que esse prédio e todos os outros até a esquina com a Brigadeiro, pertencem a uma única família.
Segundo essa mesma pessoa, seu atual proprietário mandou instalar uma série de suportes quando tudo começou a ruir. Espero que isso indique que pretende dar um destino que preserve o que sobrou do armazém São Francisco.

domingo, 18 de outubro de 2015

Haitianos

Imagino que todos os cantos do Brasil receberam haitianos que aqui buscaram pela oportunidade de uma vida melhor. Em Curitiba não foi diferente. Com frequência cruzamos com eles pelas ruas e estabelecimentos comerciais. Ouvi vários relatos de que são pessoas educadas e muito dedicadas no trabalho.
Ontem vi num jornal que devido à crise no Brasil, que em dólares reduziu pela metade o que eles ganham, muitos já estão fazendo ou planejando o caminho de volta ao Haiti. Realmente a situação pela qual todos estamos passando não poupa ninguém.