quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Dentro do Colégio Estadual do Paraná













Sempre admirei o Colégio Estadual do Paraná pela sua imponência e pela seu incontestável protagonismo na história do ensino público do estado.

Já havia fotografado o colégio por fora e ao redor dele, mas apenas recentemente tive a grata oportunidade de poder circular pelo seu interior, podendo enfim registrar detalhes que apenas poderia imaginar. Espero que curtam tanto quanto eu.

9 comentários:

  1. Belas imagens, que me fizeram lembrar os 'velhos tempos' por lá. No meu caso, de 1956 a 1963. Algumas coisas já não são 'originais', desse primeiros tempos do CEP: o Planetário; estes armários porta-objetos, do corredor de ligação entre os dois blocos (6a. foto); esse espaço, com algumas árvores com poda radical, entre os dois blocos, não era assim (7a. foto); não havia esta espécie de museu (11a. foto). Por outro lado, é uma proeza estarem funcionando esta rede de relógios elétricos, dos finais dos anos 1940; há similares, no velho ex-prédio da Secretaria de Saúde estadual, na Barão do Rio Branco, esquina com André de Barros; o Salão Nobre continua suntuoso, com as grandes obras de arte paranaense, nas suas paredes. A última vez que circulei pelo seu interior, foi no período Requião (1991-94), em que o prédio havia passado por reforma, com pintura externa. Uma coisa que sempre me chamou atenção foi a Biblioteca, que à minha época, tinha obras que eram difíceis de encontrar em qualquer outra, inclusive na nossa Biblioteca Pública - como uma coleção 'Brasiliana'. Preciso fazer uma nova visita a ela.

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    1. É sempre uma emoção rever um lugar onde estudamos. Inevitável que lembranças venham (boas e más). Pelo que conversei com uma pessoa da área de memória do CEP, o colégio passará por uma grande obra de restauro com o patrocínio de uma grande empresa da área de automóveis. Merece.

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    2. Outros detalhes: sempre ouvi dizer que o projeto do CEP é idêntico ao da AMAN - Academia Militar de Agulhas Negras. Não a conheço e não pude ainda conferir. Outro fato da época: o seu terreno era particular, pagava valores irrisórios de impostos e foi desapropriado pela base de cálculo de tais impostos. Em 1956, quando na 1a. série do então ginasial, assisti desde o 'barrando' (oeste), a chegada do Presidente Juscelino Kubitchek de Oliveira, para a inauguração da CEU. Naqueles tempos, a ala oeste era das meninas e a nossa, a leste. Um ou dois anos depois, passamos a ter meninos pela manhã e meninas à tarde.

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    3. Sempre uma fonte excelente de historias de Curitiba WPosnik. Obrigado por compartilhar.

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  2. Muito bom rever o lugar onde passei os melhores anos da minha vida! 76,77,78. Obrigada! Obrigada! Obrigada!

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    1. Que beleza Beatriz. Esses dias vi um grupo de estudantes na rua e lembrei do quanto foi bom essa época.

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  3. Muito bom rever o lugar onde passei os melhores anos da minha vida! 76,77,78. Obrigada! Obrigada! Obrigada!

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  4. Puxa adorei, nunca tive à oportunidade de conhecer. Conheci agora! !!!@😙

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    1. É uma instituição de respeito. Sua estrutura impressiona muito. Como me disse uma funcionária, mais de 7 mil pessoas passam pelo colégio num dia comum, mais gente que várias cidades do Brasil.

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