Sala de estar na Boca Maldita



Há tempos não caminhava pelo centro, especialmente pela rua das Flores e a Boca Maldita. Nesse dia não apenas caminhei, mas também ocupei um banco na Boca Maldita para aproveitar melhor a vista dos prédios e a passagem das pessoas. Quase tudo está como antes à exceção das máscaras que hoje já faz parte da rotina de todos. 

Uma informação interessantíssima que me foi passado ontem pela Cassiana Lacerda, que sabe MUITO de Curitiba. Segundo me relatou, o Príncipe dos Poetas, Emiliano Perneta, viveu e morreu nesse prédio quando ele era um pensionato.

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