segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Avenida João Gualberto


Uma das mais bonitas ruas de Curitiba, na década de 1920 era conhecida como Boulevard Dois de Julho. Tratava-se de um belo trecho arborizado, onde predominavam finíssimas residências.

Este trecho era o compreendido entre a Praça 19 de Dezembro e a atual Rua Comendador Fontana. O local era um reduto das famílias Leão e Fontana. O comércio girava basicamente em torno do engenho da erva-mate de Leão Junior e Cia, nas esquina da Rua da Glória.

Com a morte do Coronel João Gualberto na Guerra do Contestado, a rua passa em sua homenagem, a adotar seu nome. João Gualberto Gomes de Sá Filho nasceu na cidade do Recife, no Estado de Pernambuco, em 11 de outubro de 1874. Graduou-se alferes na escola militar do Rio de Janeiro em 1894. Posteriormente mudou-se para o Paraná e casou-se com Leonor de Moura Brito; passando a viver em Curitiba. Em 1912 foi escolhido para Prefeito de Curitiba, no entanto, desistiu desse cargo para assumir o comando do Regimento de Segurança do Estado do Paraná em 21 de agosto no posto de Coronel. Em 22 de outubro do mesmo ano, morreu no Combate do Irani, na Guerra do Contestado.
Fonte: Livro "Ruas e histórias de Curitiba" de Valério Hoerner Júnior. Editora Artes e Textos. Curitiba, 2002
Na foto é possível observar à esquerda, o Palacete Leão Júnior e ao fundo o Colégio Estadual.

domingo, 29 de novembro de 2009

Freddo Gelateria




Uma das, ou talvez, a melhor sorveteria de Curitiba (eleita 5 vezes pela revista Veja), a Freddo Gelateria faz seus sorvetes de forma artesanal utilizando materia prima italiana. Ao todo são 60 sabores, dos quais 24 são disponibilizados diariamente.
É um dos estabelecimentos mais concorridos nos finais de semana da região da Praça Espanha (ou do Batel SoHo).

sábado, 28 de novembro de 2009

Casa João Turin


A Casa João Turin foi criada em dezembro de 1953, pela Lei Estadual 1538, com a finalidade de manter o ateliê do escultor, preservar seu acervo e cultuar a sua memória. Além da exibição permanente do acervo, a Casa João Turin promove exposições temporárias de artistas escultores e projetos de interação museu/escola. E a cada 2 anos, ocorre a Mostra de Escultura João Turin, certame destinado especialmente aos artistas que trabalham com arte tridimensional. é um evento oficial do Estado do Paraná, promovido pela Secretaria de Cultura e organizada pela Casa João Turin.

João Turin (Morretes, 21 de setembro de 1878 — Curitiba, 9 de julho de 1949) foi um pintor e escultor brasileiro, considerado o precursor da escultura no Paraná.
Turin iniciou seus estudos acadêmicos na Escola de Artes e Ofícios de Antônio Mariano de Lima, em Curitiba, tendo sido dela também professor.
Ao completar 27 anos, recebeu uma bolsa estatal e mudou-se para a Bélgica, onde se especializou em escultura na Academia Real de Belas Artes de Bruxelas (Académie royale des beaux-arts de Bruxelles), tendo sido aluno de Charles Van der Stappen, um importante escultor belga. Nessa época, foi companheiro do escultor polaco-brasileiro João Zaco Paraná.
Ao retornar ao Brasil, em 1922, Turin expõe no Rio de Janeiro uma estátua de Tiradentes, obra que executou em Paris no mesmo ano, com comentários elogiosos na imprensa francesa.
Turin morreu em pleno trabalho, deixando obras inacabadas, como As Quatro Estações, que, reproduzidas em bronze, foram retocadas pelo escultor Erbo Stenzel.
O artista é nacionalmente reconhecido como escultor animalista, tendo sido agraciado Salão Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, nos anos de 1944 e 1947.
Na tentativa de estabelecer um estilo característico para a arte paranaense, cria, com Frederico Lange, mais conhecido como Lange de Morretes, e Zaco Paraná, o movimento denominado "paranismo", caracterizado pelo uso de motivos típicos do estado do Paraná, em arquitetura, pintura, escultura e grafismos, tais como as árvores, folhas e frutos de Araucaria angustifolia.
Fonte: Wikipedia

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Filmando na rua Vicente Machado


Não é muito comum, mas também já não é impossível vermos algum tipo de gravação nas ruas de Curitiba, seja um comercial, um filme, profissional ou amador.

A gravação dessa equipe me pareceu algo como um trabalho para faculdade de cinema ou algo do gênero. Estavam trabalhando na rua Vicente Machado durante a hora do rush, quase esquina com a Visconde de Nacar.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Sobrado da Rua Barão do Rio Branco


Chama a atenção uma série de sobrados na rua Barão do Rio Branco, de frente à praça Eufrásio Correia. Percebe-se que esses prédios são testemunhas antigas da história de Curitiba. Alguns foram restaurados e outros, parecem estar pacientemente aguardando a sua vez.

No site da Coordenadoria de Patrimônio Cultural (www.patrimoniocultural.pr.gov.br), encontrei o seguinte texto:

No conjunto de casas erguidas na antiga rua da Liberdade, diante da praça Eufrásio Correia, essa é sem duvida a mais expressiva, tendo sido originalmente um estabelecimento industrial, como muitos que se instalaram na área devido à proximidade com a Estação Ferroviária de Curitiba. Colado às divisas laterais e sem recuo frontal, esse sobrado de alvenaria de tijolo exemplifica a arquitetura eclética, com vocabulário de influência neoclássica. O centro da composição é grifado por um corpo ligeiramente avançado em relação ao parâmetro da fachada , abrangendo dois pares de portas, no térreo e no andar superior. Valorizando esse ressalto o balcão sustentado por modilhões e o frontão triangular ao nível da platibanda. No térreo os seis vãos de portas possuem arco de plena volta, sendo o par de aberturas central com arcos mais trabalhados e de maior diâmetro. No andar superior os vãos apresentam verga reta ornamentada com sobreverga em forma de frontão, curva nas duas portas abertas para o balcão e reto nos pares de janelas que compõe o restante da fachada. Platibanda com pequenas aberturas guarnecidas por balaustres arremata a composição e oculta a cobertura em duas águas, de telhas francesas.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Cantina do Délio



Hoje almocei com meu filho na Cantina do Délio que fica no Alto da XV, na esquina da Rua Itupava com o Jardim Ambiental.

Trata-se de um restaurante muito descontraído, bem decorado (com objetos antigos), o atendimento é acima da média (são realmente preocupadas com a satisfação dos clientes), a comida é MUITO boa e o preço é justo.

Pertencentes à mesma família ou mesmo dono, a Cantina do Délio, a Confeitaria Bella Banoffi (que também serve almoço) do outro lado da rua e o Bar Cana Benta (na mesma quadra), forma um trinca valoriza o Alto da XV como boa opção gastronômica e de lazer.

Segue resenha da Veja Curitiba:
A casinha verde, erigida na década de 30, é uma das últimas construções de madeira que ainda resistem na região do Alto da XV. É ali que, sem muito alarde, o simpático Délio Canabrava serve as receitas típicas cantineiras que rendem ao restaurante o prêmio de bom e barato. No ambiente despojado, com paredes repletas de penduricalhos e antiguidades são consumidas porções de bisteca à fiorentina com tagliatelle picante e molho de limão siciliano (R$ 23,00) e risoto de frutos do mar (R$ 22,80). Todo dia 29 prepara nhoque da sorte, a cada mês em uma versão diferente. Pode ser de abóbora com três tipos de cogumelo ou levar molho de limão siciliano e linguiça blumenau (R$ 17,00). Para acompanhar os pratos, o cardápio traz sempre uma sugestão de vinho com preço mais em conta do que na carta, que indica oitenta rótulos. Por fim, as sobremesas custam R$ 6,00 e vêm da doceria Bella Banoffi, que funciona do outro lado da rua.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Casa Emilio Romani



Construção neoclássica da década de 1880. O estilo palaciano faz crer que foi projetada por um arquiteto italiano. Foi residência, escritório e armazém, sede da Companhia Frandesa de Estrada de Ferro, instalação militar, clube esportivo e social.

Comprada em 1911 pelo ítalo-curitibano Emílio Romani, sediou ainda a Companhia Força e Luz e o escritório da firma do proprietário (produtos Diana) em Curitiba.

Fonte: Prefeitura Municipal de Curitiba

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Show da Zelia Duncan no Teatro Positivo





Sexta-feira dia 20 de novembro, rolou em Curitiba no grande auditório do Teatro Positivo o show de lançamento do CD "Pelo Sabor do Gesto" da cantora Zelia Duncan.

Não sou grande fã dela, meus ingressos foram gentilmente cedidos pela 91 Rock, mas o show foi muito bom e ela tem uma voz que impressiona pelo timbre e facilidade em cantar bem.

Acabei comprando o CD que estava à venda no saguão do teatro e gostei bastante. Dizem ser o melhor trabalho da sua carreira.

Além da perfornce da própria Zelia Duncan, destaques para a baterista (acho muito bacana uma mulher mandando bala nas baquetas), para a música cantada paralelamente em libras (linguagem de sinais) e para a moça da primeira fila que surpreendeu a cantora com chuva de flores na música Flores (eu acho!).

domingo, 22 de novembro de 2009

Teatro Positivo



O Teatro Positivo – Grande Auditório conta com 2.400 lugares e é o maior teatro de Curitiba e também do Paraná.
Seu projeto foi inspirado no Teatro Grego de Epidaurus, datado do século IV a.C. A arte e a filosofia da Grécia Antiga criaram as bases da civilização ocidental, assim, a arquitetura do teatro é uma homenagem à história do conhecimento, desde os pré-socráticos até os pós-modernos. O novo teatro tem as mesmas características que tornaram mundialmente conhecido o Teatro Grego de Epidaurus, ou seja, permite ao expectador visão e audição perfeitas em qualquer lugar da platéia.

O Teatro Positivo fica no campus da Universidade Positivo.

sábado, 21 de novembro de 2009

Figuras do calçadão da rua das Flores 8



Finalizando essa série dos personagens que encontramos na rua das Flores, ou o calçadão, ou simplesmente a XV, o destaque vai para os personagens mais importante de todos, ou seja, as pessoas comuns que passam pelo lugar mais fantástico de Curitiba todos os dias, sejam por quais forem os motivos: trabalho, passeio ou turismo. No calçadão da rua das Flores, Curitiba acontece, Curitiba vive.
Gostaria de agradecer ao meu filho Diogo, que gentilmente permitiu que eu utilizasse suas fotos nessa série. Esse piá tem futuro!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Figuras do calçadão da rua das Flores 7



Dois flagrantes de descontração na rua das Flores. O primeiro, mostrando crianças se divertindo num brinquedo especialmente montado para elas. Não sei se ainda existe, mas aos sábados um grande rolo de papel, muita tinta e pincéis eram disponibilizados para as crianças que passavam pelo calçadão, pintar o que bem entendessem.
Na segunda foto, um "amigo" aplicando uma piada nos amigos adormecidos.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Figuras do calçadão da rua das Flores 6



Hoje em dia são raras as vezes que tenho a oportunidade de caminhar pela rua das Flores. Houve um tempo em que diariamente passava pela Boca Maldita e lembro-me de algumas figuras como o que montava uma espécie de pedestal com um circulo bem fechado, cravado de facas e que numa corrida e num salto, ele atravessava (quase sempre) ileso. Ou aquele que pedia para um pobre assistente sustentar nos lábios um cigarro ou uma pequena folha de papel que era minuciosamente retalhada pela habilidade no manejo de um chicote.

As fotos mostram uma roda de capoeira e seus dançarinos mostrando sua habilidade.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Figuras do calçadão da rua das Flores 5



Com todas essas distrações na rua das Flores, certamente encontraremos aqueles, que como nas fotos de hoje, estão ali somente para olhar a paisagem, as pessoas e os eventos. Sentados num banco, sentados numa caixa no chão, escorados nas paredes dos cafés ou aonde for possível, o importante é garantir o seu lugar e apreciar.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Figuras do calçadão da rua das Flores 4



Outros dois grupos comuns de se encontrar na rua das Flores são os palhaços e os artistas.

Os palhaços geralmente fazem o papel de sombra, próximos ao bondinho, para a alegria dos que param para apreciar as palhaçadas. Eles seguem os distraídos que passam pelo meio do calçadão (os que já os conhecem vão pelas laterais, saindo do palco deles), imitando e exagerando os trejeitos da vítima. Já ví um desses se dando muito mal: uma moça percebendo a sombra, muito rapidamente vira-se e surpreende o palhaço com um safanão que quase o leva ao chão. Como diria um conhecido meu: "se acontecer comigo pode rir porque é engraçado...".
Os artistas normalmente aparecem aos sábados numa mini feira de arte na boca maldita. Já desenhistas e caricaturistas eventualmente são encontrados em outros pontos.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Figuras do calçadão da rua das Flores 3


A cardápio cultural na rua das Flores é bastante variado. Em qualquer canto onde se forma uma rodinha de pessoas, no centro você encontrará um artista (ou uma tentativa) que veio para Curitiba divulgar a sua arte. Seja num repente (como o senhor do pandeiro) ou numa musica mais no estilo maluco-beleza do Plá.

domingo, 15 de novembro de 2009

Figuras do calçadão da rua das Flores 2


Esse é mais um dos sanfoneiros cegos que sempre estiveram na rua das Flores. Impressiona a qualidade técnica deles. Lembro de um que tocava tango muito bem e com certeza valia uma paradinha para apreciar.

sábado, 14 de novembro de 2009

Figuras do calçadão da rua das Flores 1


A Rua das Flores é um lugar especial para se caminhar em Curitiba. Além do seu valor histórico, do conforto para os pedestres por não passar carros e da variedade do comércio, as pessoas e as situações que de repente surgem são muito interessantes.

Vou iniciar uma série com as figuras que podem ser encontradas no calçadão. As fotos foram tiradas com a minha câmera, porém o fotógrado dessa série é meu filho, Diogo. Num único dia ele conseguiu todos esses flagrantes. Imaginem o que vê quem todo dia por ali passa. É um palco a céu aberto.

Essa primeira foto trata-se de um dos muitos músicos que usam a rua das Flores como palco. Ele provavelmente é um dos artistas dos andes tocando sua música típica.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Conservatório de Musica Popular Brasileira


O Conservatório de Musica Popular Brasileira foi inaugurado no ano de 1992 e em outubro de 1993 mudou-se para a sua sede definitiva, cujo prédio é um projeto de reciclagem do Solar dos Guimarães, edificação de três pavimentos em pedra e tijolo construída no último quartel do século XIX, no Setor Histórico.

No campo do ensino o Conservatório vem se firmando como escola de excelência desenvolvendo diversos projetos que reúnem os melhores instrumentistas e professores do país. Funciona ali uma biblioteca com volumes específicos de músicas, reportagens sobre artistas da MPB e fonoteca.

O Conservatório promove também Bate Papos Musicais com artistas de renome nacional de passagem por Curitiba e na Praça Jacob do Bandolim (anexo ao local) abre espaço para músicos e grupos locais apresentarem seus trabalhos. Possui ainda quatro corpos artísticos; a Orquestra À Base de Corda, a Orquestra À Base de Sopro, o Vocal Brasileirão (adultos) e o Coral Brasileirinho (crianças), cujo objetivo é o estímulo, registro e a memória das muitas expressões da musicalidade do povo.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Linha Turismo de Curitiba


A Linha Turismo é uma linha de ônibus especial que circula nos principais pontos turísticos de Curitiba. Com ela, é possível conhecer os parques, praças e atrações da cidade.

Considerada uma das melhores do país, a Linha Turismo circula a cada trinta minutos, percorrendo aproximadamente 45 km em cerca de duas horas e meia.

O roteiro começa na Praça Tiradentes, mas é possível iniciar o trajeto em qualquer um dos pontos. Ao comprar uma cartela com cinco tíquetes, o usuário tem direito a um embarque e quatro reembarques, o que permite descer e conhecer melhor 4 pontos turísticos com a mesma cartela.

Os veículos são equipados com sistema de som para fornecer informações gravadas sobre os locais visitados em três idiomas – português, inglês e espanhol.

Seguem os pontos pelos quais a linha passa e um breve resumo de cada um deles. A grande maioria dos deles têm posts dedicados nesse blog.

PRAÇA TIRADENTES
Marco zero da cidade, é dominada pela Catedral Basílica de Nossa Senhora da Luz.

RUA DAS FLORES
A principal rua da cidade foi transformada no primeiro calçadão do país, em 1972.

RUA 24 HORAS
Atualmente encontra-se fechada aguardando sua reforma/revitalização.

CENTRO DE CONVENÇÕES
Espaço de eventos, exposições e difusão da cultura.

MUSEU FERROVIÁRIO
Construído na antiga estação, conta a história ferroviária do Estado.

TEATRO PAIOL
Antigo paiol de pólvora construído em 1906 e reciclado para teatro de arena em 1971.

JARDIM BOTÂNICO
Criado em 1991 à imagem dos jardins franceses com sua famosa estufa em metal e vidro.

ESTAÇÃO RODOFERROVIÁRIA/MERCADO MUNICIPAL
Sua concepção moderna e funcional representou em 1972 um marco no país em terminais de transporte.

TEATRO GUAÍRA/UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
Na Praça Santos Andrade localiza-se o Teatro Guaíra, um dos maiores da América Latina. À sua frente, do outro lado da praça encontra-se a Universidade Federal do Paraná, a primeira do Brasil.

PASSEIO PÚBLICO/MEMORIAL ÁRABE
O Passeio é o primeiro parque público e o primeiro zoológico de Curitiba, inaugurado em 1886. O Memorial Árabe é edificação moderna inspirada na arquitetura dos povos do deserto.

CENTRO CÍVICO
Sede dos Poderes do Estado do Paraná, com o Palácio Iguaçu, a Assembléia Legislativa e o Tribunal de Justiça, além da Prefeitura de Curitiba.
MUSEU OSCAR NIEMAYER
Maior e mais moderno museu do Brasil. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemayer.

BOSQUE DO PAPA/MEMORIAL POLONÊS
Memorial da imigração polonesa, inaugurado em 1980, logo após a visita do Papa João Paulo II.

BOSQUE ALEMÃO
Lembra as mais caras tradições dos alemães, os primeiros imigrantes a se estabelecer em Curitiba.

UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE
Inaugurada em 1992 promove educação ambiental para a população em geral.

PARQUE SÃO LOURENÇO
Uma velha fábrica de cola deu lugar a um Centro de Criatividade, com cursos, oficinas e espaços para exposições.

ÓPERA DE ARAME/PEDREIRA PAULO LEMINSKI
O Teatro Ópera de Arame é um espaço mágico que se integra à natureza do local. A Pedreira Paulo Leminski é o palco dos grandes acontecimentos culturais e artísticos de Curitiba.

PARQUE TANGUÁ
Área de lazer com grandes espaços verdes, ancoradouro, pista de cooper, ciclovia e um túnel aberto na rocha bruta unindo os lagos.

PARQUE TINGUI
O Parque Tingui lembra os primeiros ocupantes dos Campos de Curitiba, os índios Tinguis, da nação Guarani.

MEMORIAL UCRANIANO
O Memorial Ucraniano, no Parque Tingui, é homenagem ao centenário da chegada dos pioneiros da etnia, comemorado em 1995.

PORTAL ITALIANO
O Portal sinaliza a entrada do bairro italiano de Santa Felicidade.

SANTA FELICIDADE
Colônia formada em 1878 por imigrantes italianos das regiões do Vêneto e do Trentino. Principal eixo gastronômico de Curitiba.

PARQUE BARIGUI
Um dos maiores da cidade, implantado em 1972, é um dos preferidos para as caminhadas diárias do curitibano à beira do lago.

TORRE PANORÂMICA
Permite, do mirante, uma visão de 360 graus da cidade de seus 109 metros de altura.

SETOR HISTÓRICO
As ruínas de São Francisco, o Relógio das Flores, a Fonte da Memória, igrejas antigas, casarões reciclados e transformados em espaços culturais compõem o Setor Histórico da cidade.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Memorial de Curitiba




A Obra com 5.000 m², tem como autor do projeto arquitetônico, Fernando Popp, sendo um espaço dedicado as artes, folclore, informações, memória, além de expor peças artísticas como as Quatro Estações de João Turim, uma cabeça do pensador Voltaire de Zaco Paraná e ainda um Leonardo da Vinci esculpido por Poty Lazarotto.

O prédio em forma estilizada de pinheiro, árvore símbolo do Paraná, tem estrutura de ferro, com as paredes laterais e cobertura de vidro laminado, possui quatro pavimentos e um terraço panorâmico com vista para o entorno. Vários espaços são dedicados a exposições permanentes e temporárias.

O Memorial da Cidade ou de Curitiba foi inaugurado no dia 15 de agosto de 1996 e localiza-se à Rua Claudino dos Santos no Setor Histórico.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Loja de antiguidades no setor histórico



Essa loja de antiguidades fica na esquina da Mateus Leme com a 13 de Maio no setor histórico de Curitiba.

Lá dentro o excesso de informações impera. Tudo de todas as épocas se materializa na sua frente: livros, discos, VHS, objetos, brinquedos, moveis, quadros, miniaturas e aparelhos que você já viu algum dia na sua vida. Tudo empilhado como num depósito.

A foto feita do lado de fora da loja já diz tudo: numa mesma imagem encontramos a Virgem Maria, a Marilyn Monroe e o Rick Wakeman. Ou seja, uma anarquia!!

Vale a pena uma visita. Só não sei se os preços são convidativos.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Solar dos Guimarães



O prédio do Solar dos Guimarães foi construído no século 19 como residência da alta burguesia da época em Curitiba. No início do século 20 transformou-se em ponto comercial, tendo servido a várias atividades. Em 1979 o casarão sofreu um incêndio, restando apenas as paredes perimetrais, que constituem importante testemunho da arquitetura eclética alemã. O imóvel foi adquirido e recuperado pelo município para abrigar a Casa da Memória.

Em 1992, uma parte do imóvel, com entrada pela rua Mateus Leme foi totalmente reconstruída e destinada ao Conservatório de Música Popular Brasileira, recebendo continuamente obras de manutenção. A outra parte da edificação, entretanto, com entrada pela rua Treze de Maio, teve que ser interditada por problemas estruturais.

Fechado há mais de uma década, o prédio histórico foi reformado dentro do programa de Recuperação dos Espaços Culturais, da Prefeitura Municipal de Curitiba. O prédio recebeu reforços na estrutura de sustentação da casa e do telhado, e teve todo o piso e a fiação elétrica substituídos, além das obras de adequação do espaço para abrigar o novo Ponto de Cultura.

Fonte: Prefeitura Municipal de Curitiba

domingo, 8 de novembro de 2009

Rua Barão do Rio Branco



A pequena travessa com aproximadamente setenta metros, começava na rua da Imperatriz e chamava-se Travessa do Leitner (onde o imigrande alemão possuía uma fábrica de cerveja). Após a libertação dos escravos, passou a chamar-se Rua da Liberdade, aberta pelo interesse da administração da estrada de ferro, tornando-se uma das mais importantes da cidade. Teve esse nome entre 1888 e 1912, quando passou a chamar-se Rua Barão do Rio Branco.

José Maria da Silva Paranhos, à pedido de seu pai, o Visconde do Rio Branco, recebeu a nominação do baronato do imperador D. Pedro II. Cônsul em Liverpool, Inglaterra, possuia residência em Paris. Seu respeitável acervo intelectual e sua atuação consular lhe garantiram o prestígio de diplomata competente. Por ocasião da proclamação da repúbllica, escreve ao ex-imperador, questionando se deveria por questão de fidelidade, abrir mão de sua carreira e posto diplomático. Dom Pedro (de quem era amigo) respondeu-lhe: "Diga-se ao Rio Branco que ele é bom servidor do País, ao qual terá ocasião de prestar serviços. Que continue a trabalhar pelo Brasil. Eu passo e o Brasil fica". Como ministro das Relações Exteriores da República, ajudou a solucionar problemas de limites territoriais com a Argentina, Perú, o território do Amapá e Acre. Entraram e sairam presidentes e pemanecia intocável o Barão, pois estava acima da política.

Faleceu no dia 10 de fevereiro de 1912, recebendo no Rio de Janeiro todas as homenagens como grande brasileiro.
Fonte: Livro "Ruas e histórias de Curitiba" de Valério Hoerner Júnior. Editora Artes e Textos. Curitiba, 2002

sábado, 7 de novembro de 2009

Santa Casa de Misericórdia de Curitiba



Em 1869 foi iniciada a construção do Hospital de Caridade da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. Inaugurado pelo Imperador Dom Pedro II, no dia 22 de maio de 1880 inicialmente com 160 leitos, podia ser considerado um grande hospital, e foi por muitos anos, o único hospital de Curitiba. O médico José Cândido da Silva Muricy, foi uma das pessoas que fizeram parte de uma comissão, responsável pela construção do Hospital de Caridade e essas pessoas foram por muito tempo, provedores da Irmandade.

Em 1912, a Universidade do Paraná, mais tarde federalizada, promoveu o Hospital de Caridade e o Psiquiátrico a hospitais de ensino, que abrigaram também os estudantes da Faculdade de Ciências Médicas a partir de 1956.

A Santa Casa foi o hospital-escola da Universidade Federal, desde a fundação da Faculdade de Medicina, em 1912, até o início da década de 1960, quando foi inaugurado o Hospital de Clínicas. O Curso de Medicina da Pontifícia Universidade Católica do Paraná nasceu dentro da Santa Casa, na década de 1950.

A recente integração com a PUCPR resultou na formação do Complexo Hospitalar Universitário da Aliança Saúde.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Palácio Rio Branco - Câmara Municipal de Curitiba



A Câmara Municipal de Curitiba foi criada em 1693, com as seguintes características básicas: foro especial de justiça e administração independente da Coroa. Foi por volta de 1508 que surgiram os primeiros vereadores.

A construção do Palácio do Congresso, situado à Praça Eufrásio Correia, foi contratada com o Engenheiro Ernesto Guaita, e sua destinação seria para acomodar a Assembléia Legislativa do Estado do Paraná.

Em 1957, o Palácio do Congresso foi cedido como sede da Câmara Municipal de Curitiba, sendo que sua instalação definitiva ocorreu em 1963, inclusive com a alteração de sua denominação para Palácio Rio Branco.

O Palácio Rio Branco, por sua vinculação à história política do Paraná e por sua expressividade exemplar de arquitetura oitocentista da Capital, assumiu lugar entre os mais importantes edifícios históricos do Estado do Paraná.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Bosque Zaninelli




Com uma área de 36.794 m2 de mata nativa, o Bosque Zaninelli - onde existe desde 1947 uma das maiores canteiras da cidade de Curitiba - foi transformado em 15 de junho de 1992 em área municipal de preservação, sendo inaugurado pelo pesquisador francês Jacques Ives Cousteau.
A mata nativa ao redor da canteira possui cafeeiros-do-mato, canela, pitangueiras e araucárias. Preás, corujas, gambás, cobras d’água, marrecos, cisnes, sabiás-da-coleirinha, joão-de-barro e gaviões compõe a fauna do bosque.
O Bosque Zaninelli, que abriga a Unilivre (Universidade Livre do Meio Ambiente) fica no bairro do Pilarzinho.