segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Museu do Saneamento e o Croquis Urbanos de Curiiba



Ontem visitamos o Museu do Saneamento da SANEPAR alí no Tarumã. Bem interessante conhecer a história do Saneamento no Paraná, através de banners, video e uma série de documentos, objetos e instrumentos antigos.
O pessoal do Croquis espalhou-se pelos ambientes do museu, registrando o prédio e seus objetos.

domingo, 30 de outubro de 2016

Wi-Fi no Fim da Rua

Ontem tive o prazer de participar do último dia do evento FIM DA RUA produzido pelo Estúdio Coletivo no CasAnita, onde eu e os grandes fotógrafos Maringas Maciel e Daniel Castellano pudemos conversar um pouco sobre fotografia com o pessoal inscrito e o mais bacana, depois fomos para a rua circular um pouco pelo centro da cidade, curtindo e fotografando o que cada um sentia que precisava fotografar.
Já na rua e um pouco antes de começarmos a caminhada, o Maringas encostou-se no Wi-Fi da lanchonete de uma amiga para atualizar-se antes de empunhar sua câmera.
Ao longo da semana vou publicando outras imagens que captei nessa caminhada com tanta gente bacana e que ama Curitiba e a fotografia.

sábado, 29 de outubro de 2016

Um prédio de vidros verdes


Na rua XV de Novembro quase na Monsenhor Celso, ao lado de prédios antigos e históricos, fotografei esse do qual gosto bastante, todo coberto de vidros verdes e assim como seus vizinhos, possui pilotis, criando aquele espaço de passagem, ampliando a rua para os pedestres nesse trecho.
Gosto dele pelo contraste que cria em relação aos outros, pela simplicidade das linhas, pela cor dos vidros e pelos reflexos que proporciona.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

O Calçadão à partir da Comendador Araújo


Na tarde do último sábado fiz uma curta caminhada da rua Comendador Araújo até a Boca Maldita. As pouquíssimas pessoas no trecho da Praça Osório propiciou a imagem acima, na qual uma avenida de Petit Pavé paranista, tendo a fonte ao fundo, era um convite à apreciação dessa praça pela qual tenho muito carinho.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Uma casinha de madeira no Juvevê

Um Raro amigo achou super divertido ele ter descoberto e desenhado essa casinha de madeira antes de eu ter tido a oportunidade de fotografá-la. Sorte a minha, já que sem o comentário dele talvez eu nunca a descobrisse.
A casinha é realmente um charme pela simplicidade e especialmente pelo terreno super arborizado, com frutas e tudo. A localização é também surpreendente. Ela fica na rua Machado de Assis, perto da esquina com a Rocha Pombo no valorizado bairro do Juvevê.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Um bar junto à Igreja do Guadalupe

Do lado da Igreja do Guadalupe, na última quadra da rua André de Barros, há uma sequencia de pequenos comércios (os quais pretendo fotografar um dia e em série), como esse pequeno bar com porta para ambas as ruas.

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Em fila indiana

O Paço da Liberdade fica bem entre duas praças em Curitiba. A mais conhecida, Generoso Marques, é aquela que olha o Paço de frente. A menos conhecida, Borges de Macedo, fica do outro lado do Paço, onde estão as Arcadas do Pelourinho, onde flores são vendidas e onde está a fonte Maria Lata D'Água com a estátua de Erbo Stenzel intitulada Água para o Morro.

Ao lado das Arcadas do Pelourinho fiz essa foto, onde podemos ver duas filas indianas. Uma de luminárias e a outras de telefones públicos. Parece que o segundo orelhão da fila falou algo para o primeiro, que não deve ter ouvido e por isso, virou-se para escutar melhor.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Croquis Urbanos no Templo Presbiteriano da Comendador Araújo






De volta praticamente ao mesmo ponto da semana passada, dessa vez o Croquis Urbanos de Curitiba olhou para o outro lado da rua, ou seja, para a Igreja Presbiteriana.

Um pouco da história do templo. No dia 01/11/1893 no salão à Rua Aquidaban (atual rua Emiliano Perneta) nº 6, realizou-se a primeira reunião da Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana de Curitiba, tendo como objetivos obter a sua individualidade jurídica e tratar da edificação de um templo no terreno adquirido em 20/12/1890 na rua Comendador Araújo.

Em fevereiro de 1894 iniciou-se a construção do Templo, projeto de Carlos Neumann, e apesar da revolução federalista e suas consequências, a obra continuou quase sem interrupção, embora com pouco pessoal.

Na fachada do Templo, no vértice superior, há uma Bíblia aberta, de mármore branco, com a inscrição: "A Palavra de Deus" e na parede dos fundos, há o letreiro, bem visível até hoje, com a data: "A.D. 1895", ano da conclusão da obra. O primeiro culto acontece em 1896, inaugurando oficialmente o novo templo.

Fonte: http://www.ipctba.org.br/igreja/historia.html

domingo, 23 de outubro de 2016

Urban Sketchers de Curitiba e a Vila Camões










Ontem estive com o Urban Sketchers Curitiba na Vila Camões, um dos primeiros condomínios fechados de casas em Curitiba, projeto por Ayrton Lolô Cornelsen em 1976, apresentado à mim pelo Hugo Umberto Carmesin, especialista em Lolô em Curitiba.

Espalhados pelo jardim central do condomínio, os USKers registraram esse local de arquitetura Lolô-portuguesa, um pequeno oásis de beleza e calma na agitada Curitiba de hoje.

sábado, 22 de outubro de 2016

Uma grande angular de olho na Casa Glaser

Fazendo algumas fotografias na região do Clube Thalia, pedi a um amigo fotógrafo a sua lente 10mm, que é uma grande angular, capaz de retratar grande planos a curta distância.

Essa foto foi feita bem na esquina das ruas Comendador Araújo e Visconde do Rio Branco, tendo ao centro a centenária Casa Glaser.

A Casa Glaser iniciou suas atividades em 1887 vendendo secos e molhados na então rua do Mato Grosso, atual Comendador Araújo. O comércio funcionava no térreo e a família morava no andar de cima. O prédio atual, uma Unidade de Interesse de Preservação, tomou o lugar do antigo em 1914 e por muito tempo vende prataria e cristais, permanecendo no mesmo local até hoje.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Um andarilho rebitado

Passando pela Biblioteca Pública do Paraná, vi esse rapaz com uma roupa muito bacana, principalmente uma jaqueta forrada de rebites pontudos e pensei que tinha perdido uma boa foto. Então fechou o semáforo com a Ébano Pereira. Abri a janela, ajustei como pude o foco e esperei ele entrar no quadro. Foto feita, seguimos nosso caminho.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Dois casarões da rua das Flores




Tenho amigos que certamente poderiam ajudar a classificar melhor esses casarões, mas acho que ecletismo seria um rótulo adequado para esses dois que ficam na rua XV de Novembro com a Monsenhor Celso.

Quando uma lei municipal limitou o tamanho das placas das lojas que ocupam essas edificações históricas, vários foram revelados e pudemos assim apreciar sua beleza. Esses dois trás no todo e no detalhe bons motivos para passar um tempo observando (suportando um certo cheiro é claro).

O casarão laranja, bem na esquina tem um lindo gradil que percorre ambas as fachadas e no topo uma data: 1838. Seu vizinho cor de rosa, lindos rendados e uma linha de rostos no primeiro andar.

Quando andar pela rua XV, vale olhar para cima e ir curtindo cada detalhe que seus prédios tem para oferecer.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Walton Wysocki, o artista que pinta com fumaça










Ontem o amigo Raro de Oliveira me convidou para acompanha-lo à uma visita ao grande multi artista Walton Wysocki. Multi porque ele desenha com fogo/fumaça/fuligem da queima de tabletes de cânfora, pinta com óleo queimado e qualquer coisa ao seu alcance cavalos desprovidos de olhos e orelhas, bicicletas, pessoas e cenas de Curitiba sobre qualquer tipo de superfície; faz esculturas de inspiração indígena com espetos, pás de sorvete, linhas de costura, palha, corda, restos de qualquer coisa que a maioria das pessoas jogaria no lixo; desenhou à mão cartazes para cinema e teatro; foi comentarista de cinema e até trabalhou na Companhia Telefônica Nacional, que um dia se tornaria a Telepar.

Walton nos contou que trabalhou na empresa telefônica até o dia que durante uma greve logo no início da ditadura ele foi demitido. A partir daí mergulhou de corpo e alma na sua arte, dela viveu e vive até hoje, vendendo principalmente para fora do Brasil.

Com muita paciência nos mostrou toda sua fantástica produção, distribuídas na sua linda casa modernista (projeto do arquiteto Rodolfo Doubek) cujo pé direito de 7 metros expõe suas grandes e belíssimas esculturas com a dignidade que merecem.


Será uma honra voltar à sua casa na companhia do Urban Sketchers Curitiba e poder testemunhar essa homenagem à um grande artista de curitibano.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Avenida Luiz Xavier, Hotel Braz, Getúlio Vargas









A atual avenida Luiz Xavier (homenagem ao quarto prefeito eleito de Curitiba) formou-se a partir da década de 1.880. Começa na Praça Osório e não vai além da atual Ébano Pereira e travessa Oliveira Belo.

Num ato de pura bajulação, o nome Luiz Xavier foi desalojado para dar lugar à um companheiro de chapa de Getúlio Vargas (pelo simples fato de que o presidente costumava hospedar-se no Braz Hotel) e assim, por quase vinte anos, a rua passou a chamar-se João Pessoa.

Somente após a morte de Getúlio (em 1954), a rua volta a ter sua denominação justa e original: Avenida Luiz Xavier.

Luiz Antônio Xavier nasceu em Curitiba em 21 de dezembro de 1856. Foi o primeiro prefeito reeleito de Curitiba. Era extremamente popular e acessível. Ouvia o povo e sua administração era calcada nessa característica.

Foi por sua determinação que ocorreu o alinhamento da atual Rua XV de Novembro à Praça Osório, transformando um terreno alagadiço em espaço útil e integrado. Naquele trecho, tornou a rua mais larga, criando assim sem querer, a menor avenida do mundo e ainda em vida viu esse trecho tomar o seu nome. Faleceu em 1933.

Fonte: Livro "Ruas e histórias de Curitiba" de Valério Hoerner Júnior. Editora Artes e Textos. Curitiba, 2002

O Hotel Braz situa-se na Avenida Luiz Xavier desde 1935, em plena Boca Maldita. Nasceu em 1930, na Praça Tiradentes, propriedade do casal português Maria e Francisco Braz.

O prédio atual ficou pronto em 1941. Hotel dos mais importantes de Curitiba na década de 50, o Braz hospedou políticos e foi palco de muitos comícios, entre eles um de Getúlio Vargas, em 1950.

Por causa do ex-presidente, o Café/Bar/Restaurante do hotel é chamado Getúlio Vargas, de onde fiz fotos da Av. Luiz Xavier, das pessoas que por ali circularam e no agradável terraço, fotografei um grupo de amigas chamado USCoffee que semanalmente reúnem-se num café qualquer de Curitiba para desenhar e curtir um tempo juntas.

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Croquis Urbanos e a Sociedade Thalia



Ontem, no primeiro dia realmente quente depois do inverno, o enconto do Croquis Urbanos aconteceu diante da Sociedade Thalia na rua Comendador Araújo. O belo dia, o entra e sai de pessoas na igreja, tornou tudo ainda mais bacana.