quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Casa Hoffmann com novo visual




Rimon Guimarães, jovem artista curitibano, produziu uma interferência urbana na fachada lateral da Casa Hoffmann – Centro de estudos do Movimento, durante a 6ª VentoSul – Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Curitiba. Localizado no Largo da Ordem, no Centro Histórico de Curitiba, o espaço se destina à exploração de novas estéticas do movimento, sendo um local de referência para profissionais das áreas de dança, teatro, artes plásticas e educação. Além disso, está em um ponto da cidade de grande circulação de turistas. A rua é o espaço de criação preferido do artista.

Rimon é conhecido por suas intervenções urbanas inspiradas na vitalidade estética das metrópoles. Na Casa Hoffmann, em meio à estridência do centro de Curitiba, a pintura de 13 metros de altura, com cores e formas variadas, retratando uma figura feminina, encantou quem passou pelo local.

O artista passou pelos cursos de Pintura e Gravura na Faculdade de Belas Artes de Curitiba, mas preferiu seguir aprendendo e desenvolvendo sua arte através da experimentação e vivência. Já expôs em Curitiba, São Paulo, Porto Alegre, Buenos Aires, e Antuérpia. Atualmente, faz parte do Interlux Arte Livre, um coletivo de artistas visuais, músicos, filósofos e ativistas. Em 2011 também assinou a capa de Tropical Splash, o primeiro disco da banda Copacana Club, que concorreu ao prêmio de Melhor Capa no VMB da MTV.

Texto extraído de: http://www.bienaldecuritiba.com.br/2011/home/?secao=2&cod_noticia=236

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Na horta



Essa bela paisagem não fica numa região distante de Curitiba, mas no bairro Umbará. Quando passei por lá fotografando as casas de madeira que já postei aqui, vi essa enorme horta sendo trabalhada por duas pessoas. Tive que parar para fazer esse registro. Quem sabe a sua próxima salada não conterá legumes e verduras frescas diretamente do Umbará?

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Ruínas da Ferragens Hauer



A edificação em ruínas atrás da Catedral, exatamente no encontro da Rua José Bonifácio e Trav. Padre Júlio de Campos, que já foi sede das Ferragens Hauer, foi inaugurada em 1898 e era considerada um dos mais significativos exemplares da arquitetura de influência alemã em Curitiba. Em maio de 1998 (14 anos atrás portanto) o prédio incendiou-se destruindo praticamente tudo, restando somente, digamos assim, a casca. Desde então, o prédio (que é uma Unidade de Interesse de Preservação) está abandonado e tem sido o centro de litígios entre a família e a seguradora, entre a família e a prefeitura e entre membros da própria família.
Em 2007 uma verdadeira batalha entre a família Hauer e a seguradora Chubb do Brasil foi encerrada. A companhia se negava a pagar o valor do seguro referente ao incêndio ocorrido na loja, alegando indícios de incêndio criminoso. Por unanimidade, os desembargadores da 9ª Câmara Cível Integral do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, deram ganho à família.
Uma outra ação, movida pela Procuradoria Geral do Município, estava tramitando, pedindo o cumprimento de acordo firmado com a Prefeitura, que previa o restauro da edificação em troca da transferência de potencial construtivo. As obras de recuperação jamais foram realizadas, embora o potencial da edificação tenha sido transferido pelos seus proprietários. A solicitação de transferência havia sido autorizada em 1987 e dois anos depois ocorreu a venda do potencial à Construtora Hauer. Como as obras de restauro não chegaram a ser realizadas, em 1992, a Procuradoria Geral do Município entrou com uma ação contra os irmãos Hauer, exigindo a devolução ao município dos valores recebidos a título de transferência .
Essas informações todas eu obtive na internet nos sites da Prefeitura e do site Bem Paraná e a mais nova delas data de 2007 (5 anos atrás). Como o prédio continua exatamente igual (destruído, abandonado, aparentemente sem esperanças), parece que essa confusão toda continua distante de chegar a um final feliz, o que é uma pena para a região (onde a nossa Catedral está sendo restaurada) e para a história de Curitiba.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

O Largo da Ordem sem a feirinha.


Se você for hoje (domingo) na feirinha do Largo, compare o que irá encontrar com essa foto de hoje. Quanta diferença não é mesmo? A feirinha é algo especial nas manhãs de domingo de todos que moram ou visitam Curitiba, mas para apreciar de fato os prédios e até mesmo as calçadas do centro histórico num dia como o da foto, sem dúvida proporciona melhores pontos de vista. Mas se a intenção é observar as pessoas, então o Domingo continua sendo a melhor opção.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Casas de Madeira de Curitiba 51


Gosto dessa foto pois ela coloca em contraste duas linguagens (não sei se esse termo se aplica) da história da arquitetura de Curitiba, ambas importantes na sua época e ambas ameaçadas hoje em dia: as casas de madeira e a arquitetura do movimento modernista. Pelos prédio ao fundo, quem conhece bem a região, perceberá que a foto foi feita no Cristo Rei.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Pessoas comuns e incomuns de Curitiba 67




As pessoas de hoje foram na verdade fotografadas na Lapa! Na primeira foto, não consegui identificar os enormes quadrúpedes que pastavam. Na seguinte, os garotos andavam de bicicleta ao longo de um parque que margeava um rio e por fim, o garoto está tentando ler o jornal nas mãos da estátua de um homem sentado num banco de praça. O homem em questão é Francisco Cunha Pereira Filho, ex-diretor presidente da RPC, falecido em 18/03/2009. A estátua foi uma homenagem da prefeitura da cidade da Lapa em função da importante atuação do empresário e comunicador na cidade, cujo amor pela Lapa era uma influência de seu avô, o médico João Cândido Ferreira, que atendeu os combatentes no Cerco da Lapa, inclusive o general Antônio Ernesto Gomes Carneiro.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Circulando pela Lapa - Panteon dos Heroes











O Cerco da Lapa foi um memorável episódio do Exército Brasileiro que ocorreu durante a Revolução Federalista em 1894, quando a cidade de Lapa tornou-se arena de um sangrento confronto entre as tropas republicanas, os chamados pica-paus (legalista) e os maragatos (federalista), contrários ao sistema presidencialista de governo. Resistiram bravamente ao cerco por 26 dias, mas sucumbiram pela falta de munição e comida.
A lendária batalha, deu ao Marechal Floriano Peixoto, chefe da República, tempo suficiente para reunir forças e deter as tropas federalistas. Ao todo foram 639 homens entre forças regulares e civis voluntários, lutando contra as forças revolucionárias formadas por três mil combatentes. Os restos mortais do General Carneiro, assim como de muitos outros que tombaram durante a resistência, estão sepultados no Panteão dos Heróis.
O Panteão dos Heróis (por tradição, é mantida em sua fachada a grafia original, Panteon dos Heroes) inaugurado em 07/02/1944.

Combatentes que jazem no panteão:
General Antônio Ernesto Gomes Carneiro;
Coronel Candido Dulcídio Pereira;
Coronel Joaquim Resende Correia de Lacerda;
Coronel Dr. José Aminthas da Costa Barros;
Tenente Clementino Paraná;
Tenente Henrique José Dos Santos;
Tenente José Charlou;
Tenente Otho Rochendolph;
Alferes Francisco Fidêncio Guimarães;
1° Sargento David Rodrigues Cordeiro;

Antônio Ernesto Gomes Carneiro (Serro, Minas Gerais, 28/11/1846) foi um militar brasileiro, que teve ativa participação na Guerra do Paraguai e na Revolução Federalista.
Em 1864, ao eclodir a Guerra do Paraguai, fazia o Curso de Humanidades no mosteiro dos Beneditinos, no Rio de Janeiro, levando-o a alistar-se como soldado no Primeiro Corpo de Voluntários da Pátria. Na guerra conquistou a graduação de Primeiro Sargento e Alferes, por bravura; tendo sido ferido três vezes em combate.
Convocado para a região sul durante a Revolução Federalista, foi nomeado comandante do 5º Distrito Militar, mas depois por ordens de Floriano Peixoto passou o comando para o Marechal Pego Junior. Carneiro conhecia Pego por sua idéias monarquistas e temeu esse unir-se aos revoltosos, mas isso não se deu, por outro lado, Pego Junior e Vicente Machado então governador do Paraná, fugiram do estado covardemente com suas tropas(essas que eram de mais de 1000 homens que ficaram desorientadas e então, desertaram e/ou perderam-se na fuga). O Paraná e a capital Curitiba estavam sem exército e governantes, só Lapa estava guarnecida.
Durante o Cerco da Lapa, o então Coronel Gomes Carneiro foi ferido, morrendo dois dias depois, em 9 de fevereiro de 1894, ainda dando ordens. Um dia antes, sem o saber, fora promovido a General de Brigada, "por bravura".

Fonte: Wikipédia

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Zombie Walk 2012 - Parte 3




















As 14h30 a caminhada começou, com todos os zumbis fazendo ruídos tenebrosos e guturais ao longo de toda Rua das Flores, ligando a Praça Osório à Santos Andrade e de lá, para as Ruínas de São Francisco, onde um show da banda Rádio Cadáver os aguardava.
Em princípio, a idéia seria assustar as pessoas ao longo da XV, mas apesar das fantasias e maquiagem, não há como não se divertir com o evento. O que acho legal da Zombie Walk é que não há separação entre público e participantes. Basta meter-se no meio da galera e você vira um participante da festa e todos são muito simpáticos e disponíveis para minhas fotos! Sem dúvida, para todos que lá estavam, o carnaval de Curitiba é um horror!

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Zombie Walk 2012 - Parte 2




















Nesse ano, tivemos zumbis presidiários, palhaços, branca-de-neve, enfermeira, espartanos, repórteres (de verdade), coringa e muitas outras figuras. Além dos mortos-vivos, belos carros participaram do evento e também, um caixão motorizado que era seguido por uma galera bebendo cerveja.
Parece que pediram para que os zumbis fossem bonzinhos, doando 1 kg de alimento não perecível (cérebros portanto não eram aceitos) que seriam repassados para o Pequeno Cotolengo.