sexta-feira, 31 de julho de 2015

Tá com frio?

Esses cabides (que de longe vi ter relação com a Cruz Vermelha e outra entidade que não pude identificar) espalhados por algumas praças, pretendem recolher anonimamente doações de roupas que ficam ali penduradas esperando uma pessoa que precise delas. Espera-se que cada peça ali deixada tenha o melhor destino possível.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Dentro da Sede da Secretaria de Estado da Cultura










Em 31 de março de 1846 a Assembléia Providencial de São Paulo aprovou a criação do Lyceu de Curitiba. Alguns anos mais tarde, com a emancipação do Paraná, passou a chamar-se Instituto Paranaense, e após a Proclamação da República, recebeu a denominação Gymnasio Paranaense. Em 1903, o governo estadual decidiu construir um edifício para abrigar não só o ginásio como também a escola normal.
Coube o projeto ao engenheiro Afonso Teixeira de Freitas e a construção a José Bienek, tendo a mesma sido concluída em agosto do ano seguinte. O grande desenvolvimento vivido pela cidade, na primeira metade do século, e as modificações do ensino motivaram a construção de novo edifício, para o qual foi transferido o antigo liceu, que desde 1953 passara a ser denominado Colégio Estadual do Paraná. Modificado, para atender um uso administrativo, torna-se em 1965 sede da secretaria do Estado da Educação e Cultura, passando, nove anos depois, a abrigar a Diretoria de Assuntos Culturais.
Exemplifica, o antigo ginásio, o ecletismo de vocabulário neoclássico: composição simétrica, monumentalidade através do destaque de um corpo central, colunas greco-romanas e platibanda vazada no coroamento das fachadas.
O prédio é sublinhado pelo torreão central, destacando, em planta, ao avançar em relação ao conjunto, e em elevação, ao sobrepor-se à massa do edifício. A composição dos vãos obedece a duas diretrizes: no térreo, retangulares; no andar superior, arrematados em arco pleno. Colunas de capitel ladeiam os vãos do andar superior. Vale mencionar, internamente, o espaço central, de duplo pé-direito, coberto por clarabóia que cumpre o papel de área de circulação e distribuição, abrindo para ele as salas, dispostas à sua volta. No andar superior a circulação é feita por uma passarela, que sustentada por colunas de ferro desenvolve-se à volta do vazio desta área. São também metálicos o guarda-corpo dessa circulação e a armação da clarabóia. As paredes são de alvenaria de tijolo, possuindo as externas revestimento à bossagem, que confere ao edifício uma austeridade peculiar aos edifícios públicos da época. Fica na Rua Ébano Pereira, 240.
O predio foi tombado pela Coordenadoria do Partimônio Cultural do Governo do Paraná em 20/06/1977.

Fonte: http://www.patrimoniocultural.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=208

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Casas de madeira no Bom Retiro


Circulando pela cidade atrás de mais casinhas, encontrei essas duas no bairro do Bom Retiro, mais especificamente na rua Domingos Nascimento. Ambas apresentam sótão e uma delas uma pequena mansarda (como uma pequena torre de observação).

terça-feira, 28 de julho de 2015

Ele brinca...

Diante da praça que não muito tempo atrás foi quase de guerra e alheio à suntuosidade do palácio, o menino brinca.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Visita ao Palácio Iguaçu


Ontem aproveitando minha visita ao Centro Cívico para acompanhar o pessoal do Croquis, participei de uma visita monitorada ao Palácio Iguaçu, uma das nossas jóias da arquitetura modernista de Curitiba, inaugurado em 19/12/1954 por Bento Munhoz da Rocha Neto , ano do centenário da emancipação política do Paraná.
A guia tem muitas histórias para contar e tivemos acesso à várias salas, pudemos ver a bela mobília e as muitas obras de arte de artistas importantes, tais como Poty, Umberto Cozzo, Alfredo Andersen, Miguel Bakun, Guido Viaro, Calderari e muitos outros.
As visitas monitoradas acontecem todos os domingos, em horas cheiras e é totalmente gratuito. Vale muito mesmo!

domingo, 26 de julho de 2015

Um domingo de sol no Jardim Botânico
















Como todo morador de Curitiba, já estive no Jardim Botânico várias vezes, mas nunca o encontrei com tanta gente como no domingo passado. Acho que o curitibano estava com saudade de um domingo de sol no parque.
Passei toda tarde circulando por lá (até o por-do-sol) e foi bem legal ver a diversidade de pessoas e interesses que levam as pessoas ao Botânico. Pessoas passeando com seus filhos, levando amigos turistas para ver o principal cartão postal da cidade, casais curtindo seu amor debaixo de um árvore, grupos de amigos e até uma turma de espada e escudo em punho bancando vickings. Sem dúvida, um prato cheio para qualquer fotógrafo.

sábado, 25 de julho de 2015

Das Nuvens


















Vamos falar Das Nuvens! Não me refiro às nuvens em si, mas a um lugar muito bacana que conheci ontem, onde pessoas mais bacanas ainda trabalham.
Das Nuvens porque ficam no topo de um ícone de Curitiba, o Edifício Tijucas, de onde já podem imaginar, a vista é sensacional. Aliás olhar a cidade do alto já proporciona momentos, horas de distração, de onde você tenta desvendar o que conhece apenas do chão.
Tirando do site do Das Nuvens encontramos que trata-se de: “Um espaço de trabalho com vivência criativa e colaborativa, para o desenvolvimento profissional e de potenciais humanos. Em um ambiente arejado, com luz natural e uma vista inspiradora, dispomos de biblioteca, ateliê/laboratório de criatividade, bancadas de trabalho espaçosas, cadeiras confortáveis, internet de alta velocidade e recepção poliglota. Damos atenção especial a produtos e serviços locais, para co-criar um mercado consciente e auto-sustentável, com as portas e janelas escancaradas para os criativos e empreendedores. De todo e qualquer lugar do mundo, tecendo redes significativas e catalisando boas relações.”

Pena que ontem a chuva cobria a cidade, mas tenho um convite para voltar quando quiser. Com certeza num dia de muito sol e poucas nuvens, Das Nuvens voltarei para fazer novas fotos!