sexta-feira, 3 de julho de 2015

Um mundo do tamanho de uma caixinha de fósforos.



Ao final de um módulo de fotografia documental na Omicron, nosso professor solicitou que fizéssemos um mini documentário com seis fotos. A palavra mini logo me fez lembrar do Helio Leites, especialista em miniaturas ("Faço miniaturas porque é fácil de carregar. se coisas grandes fossem fáceis de carregar, faria coisas grandes").
Com apenas uma semana para fazer o trabalho, fui à feirinha num domingo e lá sentei-me ao lado do Helio para fazer algumas fotos dele e de seu incrível, criativo, lúdico, colorido e super bem humorado trabalho. Bem disse Leminski que o Hélio é um "significador de insignificâncias". Nas suas mãos caixas de fósforos, palitos de sorvete, sapatos sem par, conta-gotas, latas de sardinha e latas de milho ganham uma nova função depois de "transtornados".
Disse Helio Leites: "Não quero ficar rico vendendo caixinhas de fósforos. Quero mudar o mundo com uma". E disse Helena Kolody: "Deus dá a todos uma estrela. Alguns fazem dela um sol, outros nem conseguem vê-la".
Sei bem que esse micro trabalho apenas arranha a superfície do que faz e de quem é Helio Leites. Um bom jeito de saber um pouco mais é encostar na sua barraca e ir viajando nas suas divertidas histórias.
Para achar o Helio na feirinha, procure a Loja Gepetto na Praça Garibaldi. Bem em frente encontrará o nosso contador de histórias.

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