domingo, 30 de setembro de 2012

Pessoas comuns e incomuns de Curitiba 96

Essa imagem peguei por total coincidência, já que não esperava que o corpo do caminhante estivesse numa direção e sua cabeça na direção oposta, lembrando de certa forma, uma famosa foto do ex-presidente Jânio Quadros (imagem aliás, que combina muito bem com a maioria dos nossos políticos).
A foto foi feita na Av. Presidente Kennedy, na trincheira próxima ao shopping.

sábado, 29 de setembro de 2012

Primavera?


Depois de um inverno praticamente sem frio, com total cara de verão, finalmente chegamos à primavera. Mas que primavera é essa? Gelou como inverno, nos obrigando a tirar novamente as jaquetas, luvas, cachecol e blusas do armário!
Como disse um amigo, São Pedro só pode ser bi-polar!

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Feira de Orgânicos do Passeio Público


Há muito tampo também, não passava pela feira de orgânicos do Passeio Público. São muitas as barracas hoje em dia, os produtos são muito bonitos e não vendem apenas verduras, frutas e legumes. Há muitas outras delícias que valem a pena conhecer e apreciar.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Aves do Passeio Público



Há tempos vinha pensando em fazer um incursão pelo Passeio Público, um local que era o zoológico de Curitiba e que fascinava as crianças e adultos com seus felinos, ursos e macacos de várias espécies.
Hoje em dia, o a Passeio possui apenas as aves, peixes e répteis. Mas continua sendo muito freqüentado pelas pessoas que querem fazer caminhadas, frequentar a feira de orgânicos aos sábados, ver pessoas ou levar os filhos para brincar no parquinho.
Fotografei essas aves na minha circulada por lá. Dois casais de araras trocavam beijos escandalosos, enquanto a Gralha Azul, altiva, apenas observava.

A gralha-azul é o principal animal disseminador da araucária uma vez que, durante outono, quando as araucárias frutificam, bandos de gralhas laboriosamente estocam os pinhões para se alimentar.
Neste processo, as gralhas-azuis encravam fortemente os pinhões no solo ou em troncos caídos no solo, já em processo de putrefação, ou mesmo nas partes aéreas de raízes nas mesmas condições, local propício para a formação de uma nova árvore.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Caminhando pela Riachuelo 2








A Batalha Naval do Riachuelo, ou simplesmente Batalha do Riachuelo, travou-se a 11 de junho de 1865 às margens do arroio Riachuelo, um afluente do rio Paraguai, na província de Corrientes, na Argentina.
Essa é considerada pelos historiadores militares como uma das mais importantes batalhas da Guerra do Paraguai (1864-1870) e é considerada um dos maiores triunfos da História das Forças Aramadas do Brasil. O conflito, ocorrido entre 1864 e 1870, foi resultado de uma série de disputas políticas envolvendo as nações que trafegavam na região do rio da Prata.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Caminhando pela Riachuelo 1








A Rua Riachuelo já foi conhecida como Carioca do Campo (ou Carioca de Cima, já que a de baixo ficava na altura da hoje Marechal Deodoro) nos meados do século XIX, entre as atuais Rua São Francisco e Rua 13 de Maio. Lá existia uma bica, onde os moradores se serviam de água para seus afazeres domésticos.
Nessa época não era bem uma rua, mas um largo à leste da cidade, que terminava num capoeiral. A Avenida João Gualberto estava nascendo e depois crescendo, transformou a Carioca numa rua de fato.
Mais adiante em sentido norte, já estava aberto o caminho da marinha, que se tornaria a Av. João Gualberto. O caminho da marinha foi avançando e logo absorveu a Carioca e assim, foi tomando ares de rua e o comércio foi se estabelecendo.
Anos mais tarde, conquistas da Guerra do Paraguai rebatizaram a Carioca como Riachuelo e a da Entrada como Aquidabã. Ao contrário da Aquidabã (também uma batalha), que mais tarde virou Emiliano Perneta, a Riachuelo escapou da especialidade dos vereadores de Curitiba em mudar os nomes das ruas.
Fonte: Ruas e Histórias de Curitiba de Valério Hoerner Jr.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Casas de madeira de Curitiba 72

Essa parece uma casa de madeira da periferia de Curitiba. Um quintal com muitas árvores, terreno sem revestimentos (somente a terra pisada) e a casa com a pintura meio judiada.
Mas não, a casa fica na esquina da Av. Getúlio Vargas com a Rua 24 de Maio, escondida por um muro relativamente alto. Vimos essa casa enquanto participávamos da última caminhada observacional.

domingo, 23 de setembro de 2012

Cadê Salomé?

Saindo de um excelente almoço no Bar e Restaurante Jacobina (que fica na R. Almirante Tamandaré, 1365), vi fixado num poste em frente, um azulejo com um (imagino) coração atravessado de flechas, acompanhado da enigmática frase: Cadê Salomé.
Teria Salomé partido o coração do pobre artista? Quem seria Salomé? E o mais importante, onde raios estaria Salomé??
Pesquisei na internet e descobri que o autor da intervenção (que pode ser vista em vários outros pontos da cidade) chama-se Fernando Franciosi, que a criação é um esmalte sobre azulejo de 2008 e que no facebook você encontrará o Fernando aqui.
Mas ficaram ainda sem respostas as minhas perguntas! Então meus caros, eu lhes pergunto: Cadê Salomé?

sábado, 22 de setembro de 2012

Uma escultura para poucos


Somente uma caminhante atento como o prof. Mário, que organiza o grupo de caminhadas observacionais, poderia achar uma (imagina-se) escultura em metal encravada num bloco de cimento no início do Viaduto do Capanema, onde muita pouca gente passa caminhando e os que passam, certamente não o fazem com o objetivo de contemplar a paisagem. Os que passam (a maioria) de carro, têm mais a preocupação de evitar um acidente nesse complicadíssimo cruzamento.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A mulher e o cântaro


No pátio da Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, que fica em frente à Praça Rui Barbosa, há uma estátua de uma figura feminina que carrega um cântaro. No dia em que fiz a foto, não reparei se havia alguma informação sobre essa estátua. Pesquisei na internet e achei uma passagem bíblica que pode ter relação com essa estátua.
Trata-se da mulher Samaritana em João 4.

Jesus disse: “quem beber dessa água voltará a ficar com sede. Mas quem beber da água que Eu dou nunca mais ficará com sede. Pelo contrário, a água que eu dou se torna uma verdadeira fonte que jorra para a vida eterna.”
A mulher disse: “Senhor, me dê dessa água para que eu não tenha mais sede e nem tenha que voltar aqui para buscar mais água.”

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Pessoas comuns e incomuns de Curitiba 95

Aos pés da estátua do escoteiro, que parece estender a mão ao fotógrafo, as pessoas da última caminhada buscavam os melhores ângulos para as suas fotos.
Essa estátua fica na Praça Baden Powell que fica na Av. Sete de Setembro, entre a Conselheiro Laurindo e Mariano Torres.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Bustos e estátuas de Curitiba - Ouvidor Pardinho


Raphael Pires Pardinho nasceu em Portugal entre 1670 e 1680. Formou-se em direito pela Universidade de Coimbra em 1702 e exerceu em seu país de origem os cargos de Juiz de Fora e Juiz do Crime, no Algarve, até 1705. Atuou depois, nas mesmas funções, no bairro da Mouraria, em Lisboa, de 1707 a 1715. Em 8 de Março de 1717, no Brasil, foi nomeado Ouvidor Geral da Capitania de São Paulo e Servente do Ofício de Provedor das Fazendas dos Defuntos e Ausentes, Capelas e Resíduos; tomando posse do cargo em 25 de Setembro do mesmo ano. Prestou serviços como corregedor, durante 16 anos, providenciando o que viriam a se chamar provimentos, à quatro vilas do Brasil meridional: Paranaguá, São Francisco, Curitiba e Laguna, e como Intendente em Minas Gerais. Voltou a Portugal apenas em 1743, nomeado membro do Conselho Ultramarino e em 1754, recebeu o título de Conselheiro de Sua Majestade. Conhecido como Ouvidor Pardinho, faleceu em Lisboa em 28 de dezembro de 1761 e foi sepultado na capela de Nossa Senhora do Paraíso.
Fonte: Wikipedia