segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Circulando pela rua Comendador Araújo - parte 3














Nessa última postagem sobre a Comendador Araújo, mais algumas das incríveis mansões da rua, como a que um dia abrigou a impressora paranaense (segunda imagem), a da Família Ross (quarta imagem, em estilo português), a da Família Miro (três imagens em sequência, sendo a que mais gosto na rua, em estilo manoelino), terminando na misteriosa casa onde a Comendador encontra a Batel.

A penúltima foto (da casa misteriosa) foi feita por mim em 2011, quando todo o mato e plantas que escondiam a casa foi retirado, hoje ela novamente está pouco visível. Para ver outras fotos de como ela estava, clique aqui.

A última foto, de 1941, recebi por email de um leitor sem identificar o autor, dá um belo panorama de como era Curitiba na primeira metade do século XX.

Para finalizar compartilho o texto extraído do site da Secretaria de Estado da Cultura, Coordenação do Patrimônio Estadual, referente ao tombamento do Conjunto Urbano da Rua Comendador Araújo.

A Rua Comendador Araújo caracteriza-se por sua história de “caminhos”. Sempre, desde a sua abertura, como o início da Estrada do Mato Grosso, dentro da Capital, foi aos poucos transformando-se em via urbana, recebendo edificações em toda a sua extensão. Desde fins do século XIX a rua já possuía elementos urbanísticos e de arquitetura que se destacavam na malha urbana de Curitiba. Foi neste mesmo período que os donos de engenhos passam a estabelecer-se na Capital e sua preferência foi pela Comendador Araújo. São deste período os grandes casarões, de linguagem eclética, que, como representes do grande desenvolvimento econômico da época, ali foram construídos e permanecem como testemunhos deste período pelo qual passou o Estado do Paraná e sua capital Curitiba. Fonte: Patrimonio Cultural

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