sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Grupo de caminhadas observacionais - Casas de madeira do São Lourenço, Abranches e Pilarzinho - Parte 1







Além de jardins, parques e muito verde, o que facilmente se encontra nesses três belos bairros são casas de madeira, um prato cheio para quem gosta do tema como eu.
A primeira desse lote de hoje é um assombro! Implantada de uma maneira muito bonita num grande terreno, a casa parece ter sido transladada de algum outro lugar. Infelizmente a grade não permitiu que eu fizesse fotos melhores.
As outras casas são também muito bonitas e muito bem cuidadas.

6 comentários:

  1. São lindas as casinhas, Takeuchi! Tenho vontade de pedir para que seus moradores não desistam em mantê-las assim, mas a verticalização que assombra as grandes cidades é uma lenta ameaça ao casario feito com madeira. As suas fotos oferecem às casinhas o destaque digno.

    Abraço; parabéns pelas imagens!

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    1. Obrigado professora. Esses três bairros tem belos exemplares e são muitas casas em madeira. Creio que resistirão bom um bom tempo ainda, mas sem dúvida, não para sempre.

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  2. O mais aflitivo é ficar vendo essas casas e ter certeza que já as viu, mas não lembra onde...

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    1. O jeito é desembarcar no Parque São Lourenço e caminhar pelo São Loutenço, Pilarzinho e Abranches! É bem bacana caminhar por lá (apesar que depois de 4 horas andando, o bicho pega!).

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  3. Eu "já vi" essas casas, e foi na minha infância, nasci numa delas, a vizinhança era formada por elas.

    Não, não foi em Curitiba, mas foi no interior do Paraná.

    Essas casas das fotos não conheço pessoalmente, mas nelas vejo as casas de minha infância, tão simples e que acolhiam a todos. Não tinham suítes, não tinham TV's em cores nem à cabo, aliás a maioria nem TV tinha. Poucas tomadas, para ligar o rádio e a geladeira, de quando em vez um liquidificador, únicos eletrodomésticos do lar.

    Eram mais pobres, certamente, mas em compensação não tinham grades, muros altos e tampouco alarmes. Sobrava espaço e liberdade para se brincar e viver em paz.

    Trocamos tudo pelo conforto dos condomínios e casas seguras e climatizadas. Não sei se foi uma troca justa.

    Gosto dessas casas porque lembram minha infância, mas também me deixam inquieto por trazer algo que nos foi tirado, e que talvez nunca mais tenhamos de volta.

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    1. Tem toda razão Julio. Muitas das casas de madeira que fotografo em Curitiba estão aprisionadas por grades que não existiam antes, algumas encimadas por grotescas concertinas. Realmente não sei se foi uma boa troca! Acho que essa nostalgia que me faz ter tanto interesse em fotografar essas poucas casas de madeira que restam em Curitiba, testemunhas de épocas mais tranquilas.

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