domingo, 11 de agosto de 2013

Casarões da Pres. Carlos Cavalcanti



Ambos os casarões do post de hoje ficam na Rua Pres. Carlos Cavalcanti, no São Francisco. Ambos centenários, mas do primeiro, onde hoje funciona o Blood Bar (jeitão de casa mal assombrada, dedicada ao Rock) não achei maiores informações.
O segundo casarão, construído em 1902, é onde funciona o Teatro Novelas Curitibanas. Inicialmente abrigou a família de Ormuzd e Manoel Bernardino Vieira Cavalcanti Filho. Já abrigou a redação da revista Paraná Judiciário em 1925 e o Instituto de Assistência ao Menor em 1969. Em 1991 o espaço foi doado à prefeitura de Curitiba. O teatro não possui palco, as apresentações acontecem em local reservado em frente à plateia. As peças apresentadas são patrocinadas pelo Fundo Municipal da Cultura.

5 comentários:

  1. Washington, a primeira casa pertenceu a famíla de uma amiga da adolescência, Maria da Conceição Gonzales, anos de 1986 a 1994. Eram descendentes de espanhol, (a vó espeanhola ainda era viva). Foi um restaurante chamado Dartagnan, que ficava numa espécie de porão de paredes de pedra, uma pizzaria e massas bem bacana. Havia na rua outro restaurante Porthos, não sei se uma coincidência intencional. Em 1990 estive numa festa de aniversário da Consul (apelido da Maria), eles moravam nesse tempo num apartamento ali próximo na rua Paula Gomes. A última vez que estive lá foi em 1994 num jantar. Depois ele se transformou em várias coisas. Perdi o contato com a Consul e desde então não sei o que aconteceu com a família e porque o restaurante precisou ser vendido.

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    1. Mauricio, muito obrigado pelas ricas informações. Nada melhor do que receber dados de que viveu a historia. Vou ajustar o post em breve. Abraço.

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    2. Olá Washington, e Maurício, tudo bom?

      Conheci a Dora Gonzales e posso compartilhar algumas histórias com vcs. Meu pai chama-se Floresval mas todos o conhecem por "Zezinho", trabalhou como garçom com a Dona Dora desde seus 14 anos, ainda no início dos anos 80 até metade dos anos 90, e como era quase que como um filho pra ela, cresci muito perto da família, tanto é que a Cônsul é minha madrinha. O restaurante Dartagnan funcionou até os anos 2000.

      A Dona Dora morou comigo e com meus país no final de sua vida, veio a falecer em 2004 com 71 anos, e deste então nunca mais tivemos contato com Cônsul e seu pai, Cláudio Lachi, que dizem ter ido morar em Apucarana.

      Se quiserem mais informações podem entrar em contato comigo.

      Abraços.

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    3. Olá Washington, e Maurício, tudo bom?

      Conheci a Dora Gonzales e posso compartilhar algumas histórias com vcs. Meu pai chama-se Floresval mas todos o conhecem por "Zezinho", trabalhou como garçom com a Dona Dora desde seus 14 anos, ainda no início dos anos 80 até metade dos anos 90, e como era quase que como um filho pra ela, cresci muito perto da família, tanto é que a Cônsul é minha madrinha. O restaurante Dartagnan funcionou até os anos 2000.

      A Dona Dora morou comigo e com meus país no final de sua vida, veio a falecer em 2004 com 71 anos, e deste então nunca mais tivemos contato com Cônsul e seu pai, Cláudio Lachi, que dizem ter ido morar em Apucarana.

      Se quiserem mais informações podem entrar em contato comigo.

      Abraços.

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  2. O restaurante D'artagnann também era um descontraído Karaokê classe A, Ali Trabalhavam os garçons: Celso Antunes, Eli Pereira, Paulo Sergio Pereira, Rodrigo Fernades, Muita saudade da Dona Dora O senhor Claudio, A Consuelo, boas lembranças...

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