quarta-feira, 13 de julho de 2016

O Colégio Estadual Rio Branco


Cheguei em Curitiba em 1977 com meus pais e minha irmã, vindos do norte do Paraná. Fomos morar no Edifício Asa, diante da Praça Osório no Centro.

Meu pai matriculou-me na sexta série do segundo grau do Colégio Estadual Rio Branco, no Batel. Ele escolheu essa escola por ter ouvido falar que era uma das melhores e por ser uma escola estadual (sem custos, portanto).

Antes de começar as aulas, meu pai me ensinou como chegar à escola pegando o ônibus na rua Emiliano Perneta, a duas quadras de casa, no ponto do Colégio Novo Ateneu. As duas linhas que ali passavam (Barigui ou Batel), paravam praticamente em frente à escola.

Lá estudei por três anos. Fiz bons amigos, dos quais guardo belas recordações até hoje. Tenho saudades do tempo em que um menino de 12 anos tinha condições de ir do centro ao Batel, sem jamais ter tido qualquer tipo de problema ou ter presenciado qualquer tipo de violência.

O colégio externamente parece ter mudado pouco. Olhando por cima dos muros, o pátio central, onde as turmas se enfileiravam para ouvir o hino nacional antes de seguir para as salas, palco de grandes brincadeiras no intervalo e Educação Física, foi coberto.

Procurei a história do colégio na internet mas nada encontrei.  Um amigo disse que quando não se imagina o tipo de arquitetura, pode-se dizer que trata-se de um estilo eclético, outro porém disse que nesse caso em específico, o estilo seria Missões ou neo-colonial hispano-americano Qualquer que seja o estilo, gosto muito da arquitetura desse colégio, especialmente da entrada principal, com suas cinco janelas em arco no alto, um bigodinho de telhas logo abaixo e sua porta redonda feito uma casa de Hobbit.

Um comentário:

  1. ¡Qué bonito edificio!
    Yo estudie en el Barao do Rio Branco, que no es el mismo, claro. No se parece.Pero me sorprende que se llamen casi igual.
    Saludos con afecto.

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