sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O nosso Confúcio




Há três métodos para ganhar sabedoria: 
primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; 
segundo, por imitação, que é o mais fácil; 
e terceiro, por experiência, que é o mais amargo.
Confúcio

Primeira obra chinesa de grande porte a fazer parte do patrimônio brasileiro, a estátua do filósofo Confúcio (551a.C - 479a.C) doada pelo governo da China chegou em Curitiba no último dia 26/09.

A obra foi esculpida pelo artista chinês Wu Wei Shan, que também é diretor do Museu Nacional de Arte da China. Seu discípulo e ajudante na concepção da obra, Li Ji Fei, acompanhou a entrega da obra e afirmou que ela representa uma "ponte" entre Curitiba e a China.

A estátua tem 1,5 tonelada e já está instalada no agora nominado Largo da China, na rotatória ao lado da Praça Rio Iguaçu, no Centro Cívico.

A doação da estátua faz parte da celebração da Bienal de Curitiba que terá a China como país homenageado. O diretor geral da Bienal de Curitiba, Luiz Ernesto Meyer Pereira, lembra que o evento será a maior exposição de arte chinesa da América Latina.

Na época da doação houve um certo rumor de que essa estátua doada à Curitiba seria uma outra do mesmo artista que sumiu da Praça da Paz Celestial na China, mas as estátuas são diferentes. A que está em Curitiba foi criada em 2014, bem depois do sumiço da sua sósia em 2011. A de Curitiba tem 2,96 metros de altura, contra mais de 9 metros da escultura que sumiu da praça chinesa. Em um olhar mais atento, a obra que foi doada à capital paranaense tem linhas mais circulares, e barbas, cabelos e mãos totalmente diferentes da estátua de 2011, que prima por uma forma mais geométrica. (Fontes: Prefeitura de Curitiba e Gazeta do Povo).

A despeito da suposta Confucion, a agora nossa estátua ficou bem bacana onde está e percebe-se que ela está virada para o belíssimo mural do Rogério Dias ali do lado.

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