quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

ComoVer o Retta





















Ontem estive na Biblioteca Pública do Paraná para o lançamento do livro ComoVer, que apresenta uma retrospectiva do universo artístico de Luiz Carlos Rettamozo.

Considerado um dos artistas mais inventivos e criativos de sua geração, Retta, como é conhecido, é gaúcho da cidade de São Borja (RS), mas vive em Curitiba desde o início dos anos 1970. Transita há décadas no circuito artístico e publicitário da capital paranaense. Trabalhou como diretor de arte em agências de publicidade e criou jingles e marcas históricas no Estado. Nas artes plásticas, ganhou vários prêmios importantes. Algumas de suas obras integram o acervo do Museu Oscar Niemeyer (MON), em Curitiba.

Essas facetas são apresentadas por meio de textos, fotografias, imagens, e reflexões do artista em ComoVer. A obra ainda traz depoimentos de diversas personalidades do Estado sobre o trabalho de Rettamozo, como os poetas Paulo Leminski e Antonio Thadeu Wojciechowski e o professor e crítico Fernando Bini. O livro ainda vem acompanhado de óculos chroma depth, que permitem a visualização das páginas e obras em 3D.

Outro destaque são os trabalhos realizados nas oficinas de pintura coletiva simultânea, idealizadas e desenvolvidas por Rettamozo, como a Sociedade dos Pintores do Ângulo Insólito e o Coletivo ComoVer Curitiba.

Proposta pelo filho do artista, Mateus Rettamozo, a obra tem edição assinada por Audrey Lilian Farah, da Arte Editora e projeto gráfico executado pelo amigo André Coelho.

Durante o evento tivemos também a performance do contador de histórias Carlos Daitschman que fez uma leitura dramática logo depois de cantar com sua querida mãe Dona Geny Castilho Daitchman. Rolou também o recital do poema Uyba Yeté, de Tonicato Miranda.

O projeto foi viabilizado por meio do Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria de Estado da Cultura (Profice) e conta com o apoio da Companhia Paranaense de Energia (Copel). Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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