terça-feira, 24 de maio de 2011

Por dentro da Casa Andrade Muricy





A denominação da Casa é uma homenagem a José Cândido de Andrade Muricy (1895-1984), escritor e crítico literário e musical. O prédio foi construído entre 1923 e 1926 e inaugurado durante a gestão do presidente do estado Caetano Munhoz da Rocha.
A antiga construção abrigou Coletorias Estaduais, a Repartição de água e Esgoto e a Junta Comercial. Ali também funcionou a Secretaria de Finanças, algumas coordenadorias da Secretaria da Cultura, a Sala Miguel Bakun e setores voltados para a música. No subsolo, funcionou o escritório da Funarte e, mais tarde, a Bienal do Design.
A edificação, tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná em 1977, possui três fachadas: a principal voltada para a Alameda Doutor Muricy e as demais para as Ruas Saldanha Marinho e Cruz Machado. Está interligada ao prédio da Secretaria de Estado da Cultura por sua parte posterior. Possui dois pavimentos de amplas salas de exposição; o pavimento térreo mede 412 m2 e o pavimento superior 509 m2, sendo 300 metros lineares com altura média de 4 metros. As salas de exposição são interligadas e dotadas de dispositivos de segurança, com circuito fechado de TV.

4 comentários:

  1. Nossa que legal, você é cultura ambulante, tenho aprendido muito com seu blog.

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  2. Vou tentar ser culta. Você sabia que nossa querida cidade de Curitiba, foi capital do Brasil?( cidade modelo). No dia 24 à 27 de março de 1969, em pleno regime militar foi editado o AL5-eliminado o poder Judiciário e tudo se concentrava no Executivo, Costa e Silva era presidente e sua esposa Iolanda era Curitibana.
    Neste período todos os ministros mudaram para Curitiba e todos os decretos eram assinados aqui. Costa e Silva não concordava com o AL5.
    Mesmo que por curtíssimo período, mas já foi uma notícia em tanto. Desculpa se já sabia.

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  3. Oi Dioneia! Tenho aprendido muito também. Virei um leitor de tudo que diz respeito a Curitiba. Acabei de ler/ver um livro sobre o Hotel Tassi, que ficava na esquina da Barão com a Sete de Setembro, de frente para a antiga estação de trem e a Praça Eufrásio Correa. O livro é ilustrado por desenhos do Poty e por fotos de família (fantásticas). Um verdadeiro resgate da história desse prédio que há décadas está escorado esperando reforma.

    Quanto a Curitiba ter sido capital do Brasil, nunca tinha ouvido falar! Sem dúvida uma história muito interessante e que lamentavelmente poucos devem saber. Pergunto (não para você, mas ao vento), porque não ensinam história de Curitiba nas escolas? Porque praticamente não se encontra literatura sobre a cidade nas livrarias (mesmo naquela que leva o nome da cidade)?? Agora se quiser literatura sobre cidades européias, encontraremos aos borbotões!!

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  4. Tb não ensinam a história de São Paulo em São Paulo. No entanto, temos muitos livros sobre a cidade.
    Você já leu um livro chamado Paraná Vivo, de Temístocles Linhares? A edição dos anos 50 tem algumas poucas fotos de época. Fala sobre o estado todo e tem um capitulo todo sobre Curitiba.

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