terça-feira, 31 de agosto de 2010

CEU (Casa do Estudante Universitário do Paraná)


A CEU (Casa do Estudante Universitário do Paraná) teve seu projeto apresentado pelos estudantes, liderados por Oséas de Castro Neves, à então primeira dama do estado a Sra. Hermínia Lupion em 1947, que o acolheu assumindo o compromisso de concretizar esse desejo dos estudantes.

Em 11/08/1948 a primeira sede (provisória) foi aberta na Avenda Luiz Xavier. Em 1949 a CEU tornou-se uma fundação e teve então, iniciada a construção de sua sede definitiva, na Rua Luiz Leão, ao lado do Passeio Público. O prédio foi inaugurado no dia 26/04/1956, com a presença do Presidente da República Juscelino Kubistcheck e do Governador do Paraná Moysés Lupion.

Em 2009 teve início a primeira reforma da CEU através de convênio firmado com a Prefeitura Municipal de Curitiba e o aval da UFPR.  

Pela casa onde hoje moram perto de 170 estudantes, todos de fora de Curitiba, já passaram moradores ilustres como José Richa, Reinhold Stephannes e Orlando Pessuti.

Essas informações foram obtidas do blog: ceu-pr.blogspot.com

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Uma porta para Marilyn


Domingo de manhã, depois de deixar a minha filha no cursinho, circulei pelo centro e região da rodoviária, buscando alguma foto. Esse portão na Avenida Sete de Setembro, perto da Tibagi, me chamou a atenção. Estacionei e fiquei esperando a pedestre chegar para fazer a foto. Ví o original dessa imagem no MoMA (que é bem menor).

domingo, 29 de agosto de 2010

A florada dos Ipês


Diz a sabedoria popular Curitibana que quando os Ipês dão flores é sinal de que o inverno acabou. O início oficial da primavera está ainda um pouco distante, as manhãs de Curitiba continuam um pouco frias, mas é fato que as tardes têm feito calor. Talvez os Ipês saibam mesmo das coisas.

Os ipês dessas fotos são da Rua Fagundes Varela. Tentei hoje pela manhã fotografar o famoso ipê da rodoviárias, mas as flores desse já se foram.

sábado, 28 de agosto de 2010

E a questão da segurança nobre candidato?


As empresas de segurança e seus "táticos"(agentes de segurança em motos) são tão comuns, que já nos acostumamos com a sua presença nas ruas de Curitiba. Mas não deveria ser assim, já que segurança pública é de competência dos que nos governam, uma vez que trabalhamos quase quatro meses por ano de graça para o governo na forma de impostos, para que tivéssemos saúde de qualidade, educação de qualidade e segurança. 
Mas hoje, em plena campanha, todos são maravilhosos, sorridentes e dizem que farão tudo o que os outros não fizeram, incluindo eles mesmos em outras oportunidades.
Pense bem, vote consciente. Vote em quem tem ficha limpa!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Antiga sede do Clube Curitibano


A foto feita na noite do dia 21/08 a partir da esquina das Ruas Tobias de Macedo e João M. Garcez, mostra a praça Generoso Marques e no centro da foto e ao fundo, um edifício iluminado, com a inscrição J. Malucelli, na esquina das ruas Barão do Rio Branco e XV de Novembro (a Rua das Flores).

Trata-se de um importante edifício para a história de Curitiba (tendo sua fachada tombada pelo patrimônio histórico municipal). Com inspiração no movimento modernista, o edifício foi construido no lugar de um sobrado que abrigava o Clube Curitibano. De propriedade do clube, o edifício teve sua construção iniciada em 1947 e concluída em 1950. O clube ocupava os três primeiros andares, alugando o restante dos 11 andares. O clube, com muito luxo, ocupou o espaço até 1968, quando mudou-se para a sede que ocupa até hoje no bairro Água Verde. Enquanto esteve nesse edifício, foi atração para todos os moradores e turistas, sendo considerado um dos mais luxuosos endereços de Curitiba.

A degradação tomou conta do prédio nos anos 90. Em 2005 o clube declarou sua intenção em desfazer-se do prédio, que foi adquirido pelo Grupo J. Malucelli. O projeto e recuperação do predio demorou dois anos para concretizar-se e foi realizado em parceria com a UFPR, com profissionais e estudantes dos cursos de engenharia e arquitetura.  

Totalmente recuperado, inclusive com pesquisa e restauração às condições originais de diversos ambientes, o prédio é hoje ocupado por empresas e orgãos municipais.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Olha o trem!


Mais uma foto feita a partir do quinto andar do Hospital do Cajuru, dessa vez mostrando um trem de cargas. Interessante notar que esse tipo de trem continua a cortar a cidade por bairros densamente povoados, causando toda espécie de transtornos (barulho, poluição, atrasos no trânsito e até acidentes). 

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Bairro das Mercês






Devido a um pedido, fui ao Bairro das Mercês, fiz algumas fotos e hoje vou postar sobre esse ótimo bairro de Curitiba.
Desde o século 18 os habitantes da região que inclui o atual bairro das Mercês são conhecidos pela devoção à Nossa Senhora das Mercês. No século 19, várias famílias de imigrantes alemães estabeleceram-se na região. Em 1929, o bairro ganhou a Igreja de Nossa Senhora das Mercês, construída por freis capuchinhos e elevada a Paróquia em 1951.
As Mercês abriga importantes construções históricas e artísticas. Além da Igreja, a Torre panorâmica da Oi, que é uma edificação marcante de Curitiba. 

O bairro que fica muito próximo do centro da cidade, tem uma vida comercial e social bem agitada. Por ali, passam todos que querem ir para Santa Felicidade e também, várias vias muito importantes para Curitiba, como a Brigadeiro Franco, a Desembargador Motta, a Padre Agostinho, a Padre Anchieta e principalmente a Manoel Ribas.

Saindo uma quadra dessas vias, encontramos ruas bastante calmas e predominantemente residenciais, como por exemplo (nas fotos) a Cel. João Guilherme Guimarães, ainda repleta de casas.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Sábado a noite na Travessa Tobias de Macedo


A região entre a Praça Tiradentes e a Praça Santos Andrade, que se interligam pelas Travessas Tobias de Macedo e Alfredo Bufrem, sempre me pareceram meio sinistras, ainda mais à noite com seus botecos estranhos. Nessas ruas você encontrará lojas de roupas populares, hotéis baratos, "cinemas"suspeitos e outros comércios pequenos. Mas a galera da foto na Casa de Sucos 3 Irmãs não parece nem um pouco preocupada com isso tudo.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Sol tímido


Nesses últimos dias, as manhãs de Curitiba apresentam uma neblina tão densa que até o sol esconde-se, para depois de dissipada a neblina (e o aeroporto Afonso Pena abrir), termos um belo dia de sol.

A foto mostra a Rua Fagundes Varela, no trecho no qual ela irá encontrar-se com a antiga BR-116 (não me lembro do novo nome). Nesse ponto aliás, está bastante confuso o trânsito devido a construção da trincheira sob a Rua Gustavo Rattman, obra importante para desafogar esse cruzamento e preparar a região para a chegada da Linha Verde até o Bairro do Atuba.

domingo, 22 de agosto de 2010

Reabertura da Casa Romário Martins



A notícia é um pouco antiga (5 meses), mas como não havia comentado ainda e como as fotos feitas em Abril ainda não haviam sido postadas, segue um texto do site da prefeitura de Curitiba informando a reabertura da Casa Romário Martins (último legítimo exemplar da arquitetura Portuguesa em Curitiba).

No dia 26/03 Curitiba voltou a contar com um de seus mais tradicionais espaços de exposição, especialmente dedicado a divulgar a história da cidade. Depois de passar por obras de restauração, a Casa Romário Martins foi reaberta com uma exposição e lançamento de um boletim que retrata o universo das charges e caricaturas em Curitiba na primeira metade do século passado.




"Factos da actualidade: Charges e caricaturas em Curitiba, 1900 - 1950", escrito pelas pesquisadoras Aparecida Vaz da Silva Bahls e Mariane Cristina Buso, é uma edição especial da série Boletim Casa Romário Martins, publicada pela Fundação Cultural de Curitiba. Ele apresenta o resultado de pesquisas iniciadas em 2006, com o resgate de um rico material que retrata uma época pelo traço de importantes chargistas.

Com base no acervo da Fundação Cultural de Curitiba, as autoras complementaram suas pesquisas nos acervos da Biblioteca Pública do Paraná e do Museu Paranaense. Nessa trajetória, levantaram mais de setecentas imagens, tendo como ponto de partida as obras de João Pedro, o Mulato. O trabalho desdobrou-se nas charges e caricaturas das revistas, culminando com as criações de Alceu Chichorro.
Fonte: Prefeitura Municipal de Curitiba

Interessante (ou triste mesmo!) notar nessas charges que a "praga" dos maus políticos do qual somos vítimas não é novidade no Brasil. 

A única saída é educação, liberdade de expressão e voto consciente.

sábado, 21 de agosto de 2010

Fundação Cultural de Curitiba e o céu púrpura



Os prédios em  tom laranja no centro da foto da Curitiba púrpura é a sede da Fundação Cultural de Curitiba no bairro Rebouças, que já foi um moinho e teatro, até ser adquirido pela prefeitura, reformado e ocupado pela fundação.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Adesivos de carros


A nova moda nos carros em Curitiba são os adesivos nos quais o motorista informa o tamanho da sua família. Se é casado, quantos filhos tem, quantos cachorros e outras informações que o motorista decida grudar na sua lataria, como o dono do carro da foto, que é casado (ou casada), tem um casal de filhos, dois cachorros e estuda economia na Universidade Federal do Paraná. Outros ainda colam adesivos de onde trabalham, onde fazem ginástica, onde fazem inglês, que são usuários da Apple, e por aí vai.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Trabalhadora em trânsito


Fim de um dia frio de trabalho, ônibus metropolitano lotado, viagem longa pela frente (tal como foi na vinda muito cedo de manhã) pois o trânsito em Curitiba está complicado a qualquer hora do dia. Nesse momento as opções são poucas, principalmente para quem viaja em pé. Para os que conseguem um assento, ouvir música, conversar com o vizinho ou dormir, como a moça da foto fez.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Três torres


A foto mostra 3 torres da Catedral Basílica Menor de Curitiba (não sei o porque do termo "menor˜"no nome) que fica na Praça Tiradentes no centro de Curitiba. Torres de igreja sempre me pareceram um lugar envolto em mistério, de onde pode-se observar sem ser observado, onde um religioso pode estudar sem ser importunado, ou talvez, seja apenas um espaço vazio sem utilidade. O tempo nesse dia estava limpo e não muito frio (ao contrário dos dias frios e cinzas que temos vivido).


terça-feira, 17 de agosto de 2010

Canaletas e trilhos



Estar num hospital nunca é uma experiência que poderia ser classificada como agradável, mas temos que aproveitar o que nos apresenta a vida da melhor forma possível. Acompanhei minha mãe ao Hospital Universitário do Cajuru (que não fica no Cajuru, mas no Cristo Rei) para um procedimento médico e do quinto andar do hospital, onde ela ficou em observação e passa muito bem, pude ver parte de Curitiba de um ângulo que não conhecia. Logicamente fiz algumas fotos (inclusive a do céu roxo com a estufa do Jardim Botânico).

As fotos mostram a Avenida Presidente Affonso Camargo (com sua canaleta para o expresso), os trilhos que partem da estação de rodoferroviária (bem perto dali) e a Avenida Dr. Dario Lopes dos Santos.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Sob os olhos do Barão


Apesar da Praça chamar-se Generoso Marques (em homenagem ao primeiro presidente republicano do Paraná), a estátua que se destaca na praça é a do Barão do Rio Branco.

O local ficou bastante agradável para sentar-se e apreciar o movimento, os canteiros de flores, o Paço da Liberdade ou para conversar, como as pessoas da foto, sob o olhar indiferente do Barão e seus pombos.

domingo, 15 de agosto de 2010

Jardim Botânico à noite


De um ponto mais alto no Cristo Rei, consegui avistar a estufa do Jardim Botânico à noite. A estranha cor púrpura do céu (tenho quase certeza de que não estava bem assim no momento da foto) deve ser a interpretação que a câmera fez pela pouca luz do momento.

sábado, 14 de agosto de 2010

Cristiano Mascaro


Hoje tive o privilégio de participar da aula inaugural do curso anual de fotografia da Omicron com o fotógrafo Cristiano Mascaro, no Teatro do SESC da Esquina.

Ele auto define-se como um fotografo pedestre, que gosta de inserir-se no seu objeto de interesse (tendo a cidade de São Paulo como fonte recorrente de inspiração) e com a câmera na mão, encontrar as fotos que o local ou a situação oferecer.

Ainda na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo, folheando livros na biblioteca da faculdade, viu uma foto de Henri Cartier Bresson (segunda foto desse post) que o fez encantar-se com o fato do fotografo conseguir transformar algo ou uma situação cotidiana, aparentemente irrelevante em algo sensível, importante. Despertava ali o fotografo.

É um fotografo essencialmente urbano, avesso às obviedades (como um mendigo fotografado num ambiente de luxo e ostentação) e que em termos de equipamentos, resistiu o quanto pode às câmeras digitais (que considera ter botões em excesso) e tudo que vem a reboque delas (cartões de memória, computadores, HDs externos, backups, aplicativos de edição).

Ele repetiu duas vezes uma frase que o Osvaldo (professor e diretor da Omicron) usou na abertura do evento e que parece resumir o entendimento que tem do ofício de fotografar: "Sou fotógrafo porque através de meu visor vi muito além do que me foi mostrado."

Cristiano Mascaro tem diversos livros publicados e com certeza é vale a pena conhecer o trabalho desse, que é considerado um dos mais importantes fotógrafos do Brasil.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Café no frio


Nem todas as manhãs eu tomo meu café da manhã no Fran`s Café da Praça da Espanha, mas todas as vezes que vou lá, esse senhor está no Fran`s. Como ele fuma e a lei anti-fumo proíbe o fumo no interior de qualquer estabelecimento comercial, ele viu-se obrigado a passar a tomar o seu café do lado de fora. Assim, mesmo em dias muito frios, ele fica na mesinha na calçada, junto à Praça Espanha, tomando seu cafezinho, lendo seu jornal e fumando seja lá o que ele fuma.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Nova Iorque


Escultura "LOVE" de Robert Indiana na sexta avenida.



Flatiron Building ao pôr-do-sol, com a instalação do suicida em seu topo.




Telhados pichados de Chinatown vistos de cima da Manhattan Bridge.



Na mesma foto o Rockfeller Center, a estátua de Atlas e a St. Patrick Cathedral.



Bethesda Fountain no Central Park.



Central Park perto do entardecer visto do Top of the Rock (mirante do Rockfeller Center).



Empire State Building visto do Top of the Rock.



Uma das torres da Ponte do Brooklin.



Interior da Biblioteca Pública de Nova Iorque.




Gramercy Park, onde o acesso é restrito aos moradores da região, com controle por chave.




Linha de prédios vistos a partir da balsa que leva à Ellis Island e à Estátua da Liberdade.


Em principio eu não iria postar fotos da minha viagem nesse espaço, mas como não sei dizer se irei criar um blog, quanto tempo irei demorar para organizar as fotos e ainda, como houve uma solicitação de uma amiga para ver algumas fotos, abrirei somente hoje um parentesis e postarei algumas fotos feitas por mim em Nova Iorque.

Antecipadamente peço desculpas pelas fotos clichês (Empire State por exemplo), mas como é a primeira vez que viajo em férias para o exterior, essas fotos são inevitáveis.

Os pontos positivos que em poucas palavras eu destacaria de Nova Iorque seriam: a absoluta sensação de segurança que se tem a qualquer hora e em qualquer lugar dessa imensa cidade; a eficiência com que tudo funciona em todos os setores; a arquitetura e a riqueza de detalhes que compõem cada edificação; o constante cuidado em preservar todo esse patrimônio; os museus e os seus acervos, que todos conhecemos apenas nos livros; o Central Park, que é o principal quintal de todos os moram ou visitam Nova Iorque.

De negativo, poucos pontos, tais como: o constante costume de buzinar para tudo o tempo todo; a falta de simpatia das pessoas que lidam com o público (com exceção de garçons e garçonetes); o tratamento dispensado no aeroporto (novamente eficiente, mas beirando o grotesco).

Uma atualização um tanto tardia. Se desejarem ver com detalhes como foi esses 15 dias que passamos em Nova York, dêem um espiada em: caminhandopornovayork.blogspot.com

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Novos imigrantes


Curitiba sempre recebeu e tem sua história marcada pela presença dos imigrantes. Hoje em dia esse fluxo é muito menor do que já foi um dia, considerando os imigrantes de fora do Brasil, pois o fluxo de outros estados ainda é intenso. O casal da foto na Rua XV, parece ser dos países vizinhos que comumente vêm para Curitiba mostrar sua arte (artesanato ou música).

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Sociedade Thalia

A Sociedade Thalia foi fundada em 04 Abril de 1882 por dezoito imigrantes alemães com o objetivo de abrigar as suas reuniões, com destaque ao teatro, as artes e a música. No primeiro ano, havia 126 sócios e a primeira sede funcionava na Rua Mateus Leme, anos depois na Praça Tiradentes e no final do século, na Rua XV de Novembro.

Como curiosidade, o nome Thalia vem da mitologia grega e ela é uma das nove musas. Thalia é a musa da comédia.

Com a tensão gerada na Primeira Grande Guerra, o clube passou a ser observado pela policia e o governo obrigou a sociedade a mudar seu nome, sua diretoria, que tivesse características brasileiras e que nenhum documento fosse redigido na língua alemã. O Verein Thalia passou então a chamar-se Sociedade Thalia em 26 de janeiro de 1918, época que contava com 340 sócios. Nessa época documentos e livros escritos em alemão foram destruídos.

Em dezembro de 1942 a Sociedade Thalia passa a ter sede própria na Rua Comendador Araújo e em 1954 já contava com mais de 3000 associados, numa época em que Curitiba tinha 150 mil habitantes, tendo portanto, uma ativa participação na vida social de Curitiba.

Sua estrutura foi ampliada em 1967 com a inauguração da Fazenda Thalia; novamente em 1974 com o Thalia Guaratuba e pela última vez em 1984 com a inauguração da Sede Olímpica do Tarumã. Todas essas sedes oferecem aos associados diversas opções de lazer, áreas verdes e infra-estrutura.

O clube desenvolve diversas atividades culturais (como o grupo folclórico Original Einigkeir Tanzgruppe), tem intensa participação nos eventos esportivos da cidade e é também muito conhecido por suas festas e seus bailes.

É enfim, um clube que com seus 128 anos de existência, faz parte da história da imigração alemã e da história de Curitiba, contando hoje com aproximadamente 30.000 associados.

As informações desse texto foram extraídas de um vídeo institucional intitulado Sociedade Thalia, gentilmente cedido pela administração do clube.


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Parque Tingui

O Parque Tingüi foi inaugurado em 1994 com 380 mil m² de área, às margens do rio Barigüi. Possui lagos, pontes de madeira cobertas, parque infantil, ciclovia e bastante área verde. Uma ótima opção de lazer em Curitiba.

O Memorial Ucraniano é uma das principais atrações do Parque (já postado aqui no blog).

O nome do Parque é uma homenagem aos índios tinguis que habitavam a região por época de sua colonização pelos portugueses. Uma estátua representando o cacique Tindiqüera, da tribo Tingüi, está colocada na entrada do Parque. Os índios tinguis cooperavam e prestavam serviços para os colonizadores europeus.

A foto mostra uma família alimentando os patos e gansos do local, junto a uma das pontes de madeira do parque.

domingo, 8 de agosto de 2010

Torta Marta Rocha

A foto do balcão refrigerado é da Confeitaria das Famílias. As tortas já cortadas na prateleira superior ao lado das tortas de morango são pedaços da criação mais famosa da confeitaria: a Torta Marta Rocha. Essa história, quase certo disso, eu li num exemplar da Revista Gula. Lá dizia, na época em que a famosa missa Brasil ficou em segundo lugar no concurso de miss universo, o proprietário da confeitaria, Jesus Alvarez Terzado, vendo a tristeza de sua esposa Dona Dair da Costa Terzado pela perda do concurso pela nossa miss, decidiu criar uma torta a qual batizou de Marta Rocha, sem saber que essa torta se tornaria um clássico da confeitaria. Já experimentei diversas versões dessa torta, mas confesso que a receita original da Confeitaria das Famílias experimentei há pouco tempo e posso dizer que é muito gostosa e muito mais leve do que as outras. Como hoje é domingo, dia dos pais e propício para uma caminhada na Rua XV depois do almoço, vá até a Confeitaria das Famílias e saboreie esse clássico acompanhado de uma Wimi.

Feliz dia dos pais para todos os pais.


sábado, 7 de agosto de 2010

Seus olhos vão brilhar.


O rapaz da foto estava no ponto de taxi da Praça Osório, em frente ao Bar Stuart, com um olhar distante, pensativo, fumando seu cigarro e tomando sua cerveja. Estaria esperando alguém? Estaria pensando em alguém?

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Pausa na reportagem



A pequena equipe de reportagem estava na Praça Tiradentes em frente às Lojas Pernanbucanas, onde tempos atrás um ônibus de transporte público perdeu o freio, causando um grave acidente que culminou com a morte de uma pessoa e ferimentos em diversas outras. Pelo que pude observar, a equipe deu uma pausa aparentemente aguardando a retirada ou definição do que faria um ônibus repleto de turistas que acabara de chegar ao local.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Morretes e o frio


Lançando mais um olhar sobre Morretes, a foto feita de uma ponte sobre o rio da cidade, mostrando os fundos do Restaurante Nhundiaquara, o rio que dá nome ao restaurante e ao fundo, a bela cadeia de montanhas, que não tenho certeza, mas creio ser parte da cadeia do Marumby.

E se alguém estiver pensando em ir para Morretes, em minha opinião essa é a melhor época, pois está frio (o calor de Morretes é insano no verão) e o frio é o melhor amigo do Barreado.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Skatista e o frio


Mais um jovem esportista, nesse caso um skatista, a caminho da pista de skate do Jardim Ambiental no Alto da XV. O frio está muito intenso por aqui para esportes ao ar livre. Estamos mais para chocolate quente do que para choppinho no happy hour.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Prisões particulares



Eu tenho observado por toda cidade uma crescente preocupação com a segurança nas residências e empresas. Muitos imóveis estão sendo transformados em fortalezas com a instalação de concertinas ("evolução" dos arames farpados) e cercas elétricas. Em minha casa, que fica num bairro residencial de Curitiba, tive que sacrificar a estética em favor da segurança instalando uma cerca eletrificada, resultado da invasão da qual fui vítima.

Voltei de férias de uma cidade onde a falta de segurança é hoje coisa do passado e isso somente foi possível devido a uma postura séria e incorruptível das autoridades que tinham o poder para mudar o curso das coisas. A política de tolerância zero para TODA espécie de crimes e criminosos, tornou Nova Iorque uma cidade segura em todos os bairros, mesmo aqueles que nos filmes são apresentados como violentos. Se eles podem, é certo que também poderíamos. O que falta?

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Vendedoras de bolhas.


Ainda não estava tão frio em Curitiba como hoje quando fotografei essas duas garotas numa loja de artigos para decoração de festas (eu acho), com seus cabelos coloridos, vendendo bolhas. A loja fica na Alameda Dr. Carlos de Carvalho, quase na esquina com a Alameda Cabral.