segunda-feira, 30 de abril de 2012

Mirante da Caixa D`Água da Sanepar do Alto da XV






Todos que moram em Curitiba sabem que um dos melhores pontos da cidade para se observar a cidade é a Praça das Nações no Alto da XV, onde há um grande painel do Poty e também, a caixa d`água da Sanepar.
Se a vista da cidade na praça já é muito boa, imaginem então do alto da caixa d`água.
No último aniversário de Curitiba a Gazeta editou um caderno especial (aquele mesmo onde eu apareci) sobre a cidade e uma das reportagens era sobre um funcionário da Sanepar que há décadas não se cansa de olhar a cidade e suas transformações lá de cima. Me ocorreu então, que eu poderia talvez dar uma espiada de lá e compartilhar aqui com vocês. Mandei um e-mail para a Sanepar explicando a existencia do blog e sua finalidade, pedindo uma autorização para fazer rapidamente algumas fotos do alto da caixa d`água. O meu pedido foi muito gentilmente atendido pelo engenheiro Fábio e ontem (28/04) fui ao local para as fotos.
Não resta dúvidas de que a vista de lá é sensacional, desde o paredão de edifícios formado pelo centro e bairros vizinhos, até bairros residenciais e (dizem) a serra do mar.
Antes de mostrar as fotos da cidade, vou mostrar as fotos da caixa d`água em si, que foi projetada para ser um dos quatro reservatórios que atenderia Curitiba. Com 26 metros de altura, sua construção foi concluída na década de 1940 e como reservatório funcionou de fato de 1948 até 1995. Desde 1993 o local passou a abrigar um Ecomuseu do Saneamento da Região Metropolitana de Curitiba, muito visitado por estudantes.
Para se chegar ao mirante, temos que vencer uma escada metálica em caracol, com duas plataformas de descanso, quando então o mirante livre de obstáculos se apresenta. Eu achei tudo muito bonito, por isso fiz algumas fotos do interior da torre e as apresento aqui.
Posso apenas imaginar o quanto deve ser bonito um por-do-sol nesse lugar! Sorte de quem tem acesso sempre que desejar.
Agradeço à Sanepar e ao engenheiro Fábio pela oportunidade.

domingo, 29 de abril de 2012

Novos tapumes



Tenho percebido que a construção civil tem buscado formas mais sustentáveis (e porque não, econômicas), de executar as obras. Lembro que na época da construção da minha casa, elementos como tapumes, suportes para lajes e caixarias, eram descartáveis.
Várias obras pela cidade tem usado um tipo de tapume, como o das fotografias (que ficam em frente ao Shopping Mueller), que obviamente pode ser reaproveitado por muito tempo. Não sei se no restante do processo construtivo, esse mesmo conceito tem sido perseguido.

sábado, 28 de abril de 2012

Projeto "De Cor e Salteado" - Brownie











Na última terça-feira, tivemos mais uma aula de doces com a Gabi, chef da Banoffi. Dessa vez ela, mais uma vez com muita simpatia, ensinou duas sobremesas fáceis e muito gostosas. Primeiro uma torta muito rápida feita de uma base de biscoitos moídos com margarina, onde uma camada de bananas em rodelas (misturadas com rum e açúcar) são cobertas com um ganache.
Depois o tema principal da aula: o Brownie! Também muito fácil, mas que os segredos da Gabi fazem ficar ainda melhor. O sorvete é um toque indispensável.
Como sempre, a melhor parte é degustar isso tudo. Pela última vez, a projeto foi na faixa, as próximas edições terão um custo de R$10,00 por pessoa (o que convenhamos, é bem barato!).

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Casas de Madeira de Curitiba 59


Sempre que voltava do Shopping Barigui, passava por essa casa de madeira na Rua Monsenhor Ivo Zanlorenzi (quase esquina com R. Major Heitor Guimarães), mas nunca tive tempo para parar e fazer uma foto. Na manhã do último sábado fui ao Mossunguê fotografar o edifício giratório todo pichado e na volta para casa, parei para fazer a foto e de brinde, havia uma pessoa carregando um fusca. Não sei o que funciona no local, mas não é uma residencia.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Pessoas comuns e incomuns de Curitiba 79


Seguindo para casa pela Rua Professor Brandão, vi esse casal entrando no Beto Batata. O abraço estava tão acolhedor que não resisti registrar esse belo momento. Nada melhor do que um bom abraço.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Curta Curitiba a Pé!



A prefeitura de Curitiba, através da FCC e do Instituto Curitiba Turismo, elaborou e começou a distribuir um novo material para apoio ao turista (residente ou não em Curitiba) que deseja conhecer melhor a nossa cidade. Trata-se do “curta curitiba a pé”. Muito bem planejado, o folder apresenta 3 roteiros para se fazer à pé, com muitas informações e belas fotos (um detalhe, o folder que eu peguei apresenta a foto da Capela da Glória como sendo a Igreja Luterana da Trajano Reis).

Como disse, são 3 roteiros: Roteiro Principal, Roteiro Alternativo e Roteiro Gastronômico. Todos os 3 roteiros ficam inscritos principalmente na região do centro de Curitiba. Apresento abaixo os pontos dos três roteiros e para cada um deles (ou a maioria pelo menos), associo um link que leva a um post desse blog, onde no passado já havia postado uma foto e algumas informações sobre o ponto.

Roteiro principal (40 pontos)

Roteiro alternativo (12 pontos)

Roteiro gastronômico (8 pontos).
Vou ficar devendo muitos posts, pois não conheço todos os estabelecimentos listados (mas vou um dia). 

  1. Bar Palácio; 
  2. Restaurante Imperial; 
  3. Bar Stuart
  4. Bar Triângulo; 
  5. Bar Mignon
  6. Confeitaria das Famílias
  7. Restaurante São Francisco; 
  8. Panificadora América.

Acho sensacional esse tipo de material pois de maneira muito objetiva conduz a passeios muito agradáveis, passando por pontos muito relevantes. Como toda lista, nunca teremos unanimidade, certamente muitos lembrarão de pontos que ficaram de fora, mas acho que pelo formato (muito prático de ser manuseado), o que foi entregue é bem abrangente e garantirá momentos de muita cultura para quem seguir esses passos. Imagino até, que belos trabalhos escolares poderiam ser feitos tendo esse roteiro como base.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Sociedade Beneficente Protetora dos Operários



O movimento operário organizado teve início aqui. A construção de fachada branca reforçou o Alto do São Francisco como endereço das lutas do operariado. O velho prédio de 1883, fundado pelo pedreiro Benedito Marques, encontrou no final do século XX um destino mais voltado ao lazer. Abrigou o "Gala Gay", baile popular e desfile democrático durante o Carnaval e que deu ao clube o apelido de "Ópera Rio" (onde a Gilda gostava de brilhar).
Fonte: Fundação Culural de Curitiba

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Curitiba e a pichação!





Semanas atrás quando fui ao setor histórico, dei de cara com o Belvedere todo, integralmente PICHADO. Saí de lá o mais rápido possível com um misto de vergonha e revolta. Mas fugir de um problema não é a maneira mais inteligente de lidar com ele e por isso, voltei ao Belvedere para fotografá-lo no estado em que se encontra hoje, ainda mais depois de também ser confrontado com o painel de Erbo Stenzel na Praça 19 de Dezembro igualmente pichado (hoje praticamente limpo) e pela recente notícia da pichação do prédio Suite Vollard, o primeiro prédio giratório do mundo (e certamente o mais vazio).

Pesquisei um pouco sobre o tema e achei na Wikipedia um artigo bem interessante, de onde extraí alguns dos próximos parágrafos.

Pichação é o ato de escrever ou rabiscar sobre muros, fachadas de edificações, asfalto de ruas ou monumentos, usando tinta em spray aerosol, dificilmente removível, estêncil ou mesmo rolo de tinta.
No geral, são escritas frases de protesto ou insultos, assinaturas pessoais ou mesmo declarações de amor (raramente), a pichação é também utilizada como forma de demarcação de territórios entre grupos – às vezes gangues rivais. Por isso difere-se do grafite, uma outra forma de inscrição ou desenho, tida no Brasil como artística.

Já na Antiguidade é possível encontrar elementos de pichação. A erupção do vulcão Vesúvio preservou inscritos nos muros da cidade de Pompeia, que continham desde xingamentos até propaganda política e poesias.

Na Idade Média, padres pichavam os muros de conventos rivais no intuito de expor sua ideologia, criticar doutrinas contrárias às suas ou mesmo difamar governantes.

Com a popularização do aerosol, após a Segunda Guerra Mundial, a pichação ganhou mais agilidade e mobilidade. Na revolta estudantil de 1968, em Paris, o spray foi usado como forma de protesto contra as instituições universitárias e manifestação pela liberdade de expressão.

Construído no início da década de 1960, o Muro de Berlim ostentou por vários anos um lado oriental limpo e de pintura intacta, controlado pelo regime socialista da União Soviética, enquanto seu lado ocidental, encabeçado pela democracia capitalista dos Estados Unidos, foi tomado por pichações e grafites de protesto contra o muro.

A pichação é, por definição, feita em locais proibidos e à noite, em operações rápidas, sendo tratada como ataque ao patrimônio público ou privado, e portanto o seu autor está sujeito a prisão e multa.
No Brasil, a pichação é considerada vandalismo e crime ambiental, nos termos do artigo 65 da Lei 9.605/98 (Lei dos Crimes Ambientais), que estipula pena de detenção de 3 meses a 1 ano, e multa, para quem pichar, grafitar ou por qualquer meio conspurcar edificação ou monumento urbano.

Imagino que muitas pessoas poderiam considerar a pichação como uma forma de dar voz a quem normalmente não é ouvido, como se isso pudesse justificar esse tipo de vandalismo. Mas tomemos o caso do Suite Voillard (o metro quadrado pichado giratório mais caro do mundo). A trupe que fez aquele “serviço” foi vista saindo do local num Honda Fit e depois comemorou o feito no Facebook como quem tivesse descoberto a cura para o câncer, lembrando ainda que o material usado não é nada barato. Nesse caso em específico não se trata portanto de um protesto, mas uma simples e torpe forma de parecer famoso dentre os seus iguais que fazem parte desse universo pouco provido de um objetivo que pareça louvável e pobre em respeito ao que é público (como o Belvedere e o painel de Erbo Stenzel) e ao que é privado (como no caso do Suite Voillard).

A polícia tem conseguido flagrar alguns desses indivíduos e aplicado medidas sócio-educativas (no caso de menores) e multas no caso de maiores. O que pede a polícia é que a população seja o principal agente de inibição dessa prática, denunciando diante de uma ação de pichadores.

No texto que extraí da Wikipedia, em algum momento lê-se que inclusive poesias eram encontradas nas pichações da antiguidade. Num site sobre a pichação paulista, achei o seguinte:

“... a minha história na pixação começo na escola quando eu vi uma revista di pixação dai pra frente eu kiria te minha propria marca por que sei lá alguma coiza ali me atraia então criamos um grupo na escola e um truta meu crio IRA ae era akela alegria sempre sempre fazendo role e tal e o ano vai passando até que xego um dia eu criei CUECAS e até hoje to ae na atividade muitos colegas meu pararão com a pixação e eu até hoje num consigui mas nem quero kkkkkkkkkkk ... mas é isso ae paz pra todos os pixadores ae é nois...”

Pois é, “é nois” e nós, que temos que pagar pela recuperação do que é público e foi pixado, como ficamos??

Complementação do texto em 03/02/2016

Há poucos dias fui confrontado nesse espaço por uma pessoa que parece fazer parte do mundo da pixação. Ele ficou um pouco aborrecido comigo por eu recusar a classificação da pixação como arte.

Bem articulado (como poderão ver nos comentários mais abaixo), ele me indicou dois vídeos no You Tube. Um de um famoso pixador de São Paulo, que foi convidado para ir à Paris pixar uma galeria e outro onde um antropólogo fala do fenômeno e vários pixadores comentam sobre seu universo.

Sem dúvida seus comentários e os vídeos me fizeram novamente pensar sobre o assunto e no meu caso, a chegar à algumas conclusões muito particulares.

O que me incomoda na pixação é o fato de ser esteticamente muito feio e acho que isso se sobrepõe ao fato de ser não autorizado, já que se eu olhar um grafite  bacana (como o dos Gêmeos que foi coberto na Igreja da Ordem), vou curtir sem saber se foi ou não autorizado. Outro ponto que me incomoda é o fato de causar prejuízo à um cidadão comum e à comunidade pelo custo que a reparação representa.

Do segundo filme extraí alguns comentários que gostaria de colocar abaixo como o contraponto ao que escrevi em algumas partes do texto mais acima.

Eles disseram que a pixação é:
Uma forma de expressão;
Consequência, já que alguma coisa está errada (condições de vida no local onde moram);
Uma ação de gangue;
Algo que deve ser reconhecido como arte, assim como aconteceu com o grafite;
Uma forma de arte não domesticada;
Terrorismo poético;
Poesia marginal;
O grafite menos elaborado;
Esporte;
Adrenalina;
Arriscar a vida. Um conceito de arte que nenhum outro artista tem;

domingo, 22 de abril de 2012

Os Gêmeos estão sumindo


Numa época em que infelizmente vemos nas nossas ruas cada vez mais pichações estúpidas, um belíssimo trabalho como esse dos Gêmeos Otávio e Gustavo Pandolfo está se perdendo, com a tinta descascando e dessa forma, os detalhes que brilhantemente compõem o desenho vai ficando no solo.

sábado, 21 de abril de 2012

Pessoas comuns e incomuns de Curitiba 78


Nessa pequena escada na Alameda Cabral (quase esquina com a Cruz Machado) e nas calçadas e ruas dos arredores, meninas (talvez meninos) que trabalham na noite, esperam por uma oportunidade para ganhar o seu dinheiro. Durante o dia, pelo que podemos ver, a escada serve como um simples banco para observar a vida passar.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

História nos bueiros



Para ver e aprender Curitiba é sempre interessante olhar para frente, para os lados, para cima e porque não, para baixo.
Olhando para baixo, principalmente no centro da cidade, você verá os nossos belos mosaicos em Petit Pavé e também, poderá surpreender-se em aprender um pouco de história nas tampas de bueiro. As duas mostradas por mim hoje apresentam a grafia do nome da nossa cidade de duas formas diferentes. Uma de 1928 onde se lê CURITYBA e outra mais antiga, de 1904 (108 anos atrás) onde Curitiba era conhecida como CORITYBA. Nessa última, conseguimos ler também a palavra Mueller. Teria relação com o Shopping Mueller? Com certeza! Provavelmente de lá, onde funcionava a metalúrgica de Gotleib Mueller, saiu essa centenária tampa.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Projeto "De Cor e Salteado" - Culinária Peruana














A aula de ontem no Estofaria teve como tema a culinária Peruana. Em princípio um chef convidado conduziria a aula, mas por algum problema, ele foi substituído pelo próprio Délio Canabrava, proprietário do Estofaria, Cana Benta, Bella Banoffi e Cantina do Délio. Ele morou por um tempo no Peru o suficiente para apaixonar-se pela culinária e pelo país.
O Délio começou falando um pouco sobre o Peru e depois, preparou 5 receitas tradicionais: Ceviche, Papas a la Huancaina, Causa Limenha, Pisco Sour e Anticucho!
Tentando traduzir teríamos: frutos do mar crus, curtidos num tempero a base de muito limão; Batatas Cozidas com um molho fabuloso a base de queijo; Camadas alternadas de batatas, frutos do mar, abacate; uma espécie de caipirinha feita de Pisco (destilado de uva) e clara de ovo; Espetinhos de coração de boi. Ufa!
Apesar da quantidade de receitas e mais ainda de ingredientes, o Délio saiu-se muito bem e todos os pratos ficaram muito bons (até o coração, que era algo que eu tinha certeza que não gostaria). Soma-se isso à simpatia e descontração do Délio e o resultado foi um final de dia muito agradável para todos os presentes!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Casa de Antônio Escorsin






Possivelmente em 2008, a rede de farmácias Droga Raia restaurou ao longo de quatro meses, um antigo imóvel que estava em ruínas no bairro São Brás, que pertenceu à Antônio Escorsin (que dá nome à rua). No local (atrás da casa restaurada) foi inaugurada mais uma filial da rede de farmácias, numa ação que provavelmente contou com o apoio da prefeitura, pois o imóvel certamente é uma Unidade de Interesse de Preservação.
A casa abriga uma exposição de fotografias de seu antigo morador e sobre a formação do bairro São Brás. Presente no bairro desde o século XIX, o casarão representa uma história de solidariedade entre os moradores, que, juntos, levaram educação, saneamento básico e saúde para a comunidade. “Antônio Escorsin foi um dos primeiros moradores do São Brás e uma pessoa fundamental no desenvolvimento de toda a região. Identificamos na sua história um personagem transformador e, em retribuição a seus esforços do passado, decidimos restaurar sua antiga morada”, explica Cristiana Pipponzi, diretora de Marketing da Droga Raia.
A ocupação do São Brás teve início no final do século XIX, com camponeses brasileiros e imigrantes, entre duas importantes áreas: Santa Felicidade e Orleans. Os primeiros a habitar a região foram os irmãos Chagas Lima, que herdaram 50 alqueires de terra no local, então chamado Quarteirão de São Brás. Aos poucos, outras famílias de imigrantes foram chegando, em sua maior parte italianos, poloneses e ucranianos. Em 1º de fevereiro de 1920, foi fundada a Sociedade Operária e Beneficente Internacional São Brás, com uma doação de terras feita por Antônio Escorsin.
Em 1951, o primeiro grupo escolar foi fundado, graças a uma arrecadação de dinheiro feita pelos moradores e a uma nova doação de terras feita por Antônio Escorsin. A atitude foi reconhecida e valorizada pela comunidade, que passou a homenagear seu patrono todos os anos, na data de seu aniversário. A partir dessa década, o bairro começou a ser intensamente ocupado. Antigos moradores lotearam suas chácaras a preços baixos, o que atraiu camponeses e famílias de baixa renda para a região. Nessa época, surgiram as vilas: Vila Helena, Vila Rica, Vila Maria, Vila São Brás, entre outras.
Somente em 21 de outubro de 1975, São Brás foi reconhecido como bairro, pelo Decreto-Lei 774. E, em meados da década de 80, investimentos públicos em infraestrutura tornaram o bairro um local atraente para os empreendimentos imobiliários. Nessa época, foram construídos diversos condomínios residenciais fechados, que atraíram um público de alto poder aquisitivo e configuraram o bairro como é conhecido nos dias de hoje.
Fonte: http://www.rp1.com.br/redator/item27540.shtml

terça-feira, 17 de abril de 2012

Pessoas comuns e incomuns de Curitiba 77


Vi essa moça lavando os vidros de um prédio na Rua Brigadeiro Franco no centro e parado esperando o trânsito fluir, resolvi fotografá-la. Somente em casa percebi que acabei fotografando a mim mesmo e a moça, parece estar também dando uma geral no meu carro (que normalmente fica meio sujo mesmo).

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Casas de Madeira de Curitiba 58











Graças ao caro amigo Jopz, recebi um link de uma reportagem genial da RPC referente a uma casa de madeira na R. Dr. Alexandre Gutierrez no Bairro Água Verde (um dos mais valorizados de Curitiba, sempre com empreendimentos imobiliários de alto padrão), que resiste há mais de um século ao crescimento da cidade e lá, continua a abrigar o casal formado pela Dna. Margarida e Seu Iolando há 40 anos. A casa, construida por volta de 1910, pertenceu à Ana da Luz e dela passou para Araci da Luz, casada com José da Rocha, pais de Iolando. A casa, muito pequena (mas um brinco de tão bem cuidada) já não agrada tanto à Dna. Margarida, ainda mais com os cupins (segundo a crônica). Nos dias de feira na rua, a casa que fica a poucos metros de grandes avenidas e da Praça do Japão, vira atração principalmente para as crianças que não resistem ao verdadeiro mundo da fantasia que é o quintal dessa casinha. O milionários prédios ao redor ficam até sem graça!!
A cronica assinada pelo jornalista José Carlos Fernandes pode ser encontrada aqui nesse link.