terça-feira, 28 de setembro de 2010

Rodoferroviária de Curitiba 1



O atual terreno onde se encontra a Rodoferroviária de Curitiba já teve destacados empreendimentos em outros tempos. No início de século XX era uma usina termoelétrica que os curitibanos chamavam de Usina Elétrica do Capanema, pois seu edifício fora construído nas antigas terras do Barão de Capanema e a rua, de terra batida, que passava em frente era a Avenida Capanema (Atual Avenida Pres. Affonso Camargo). Este empreendimento foi do alemão José Hauer. Estas instalações foram vendidas, em 1910, para uma empresa francesa que inaugurou, em 1913, os serviços de bondes na capital e dali saiam os vagões elétricos que operavam algumas linhas recém instaladas na cidade.
 Em meados do século XX o terreno foi adquirido pela União, que ali instalou as oficinas da RFFSA e o local onde hoje estão as plataformas de embarque interestadual da Rodoferroviária, existiam, nesta época, casas que serviam de moradias dos funcionários da Rede Ferroviária.
No início da década de 1970 a União repassou este terreno para a Prefeitura Municipal de Curitiba que iniciou a construção da rodoviária. Com projeto do arquiteto Rubens Meister o prédio foi inaugurado em 13 de novembro de 1972 e assim entrou, em operação conjunta, a Rodoferroviária de Curitiba, atendendo as necessidades de embarque rodoviário da cidade, já que a antiga rodoviária, no centro de Curitiba, estava no seu limite máximo e o embarque ferroviário, pois existia ali os serviços de transporte de passageiros dos trens que saiam da cidade, dirigindo-se, principalmente, para o litoral do Paraná (serviços que funcionou até meados da década de 1990).
Fonte: Wikipedia

6 comentários:

  1. I like these photos quite a bit, Washington. These concrete pylons are so severe and striking.

    The view with the bare branch in front of it and barren patch of grass is evocative.

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  2. Hi Kitty! Thank you. It is another example of the modernism architecture in Curitiba (Rubens Meister did the design). It is a lively place (900,000 persons pass there every month).

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  3. Olá...só agora que vi essa foto e li o texto, não sabia da história até a data de 1913, mas lembro perfeitamente que até escrevi pra vc em outra foto que foi ali juntamente naquelas casas que eu nasci e residi com meus pais é lógico até meus 10 anos, e pensar que vivi neste terreno de cimento...

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  4. OI Dioneia, lembro do seu relato sim. Muito interessante conhecer (virtualmente) uma moradora de onde hoje está a rodoviária. Nada é para sempre mesmo, mas acho importantíssimo conhecer a nossa história.
    Quando você morava aí, o Sr. Isac Lazarotto e a Dna. Julia ainda serviam o famoso risoto do Vagão do Armistício?

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  5. Olha agora já não sei dizer, mas creio que sim, lembro quando era pequena que os adultos faziam comentário sobre esse vagão criado em 1937 e eu nasci no ano de 52, inclusive o nome Vagão do Armistício foi por causa que nas guerras havia esses vagões que assinavam acordos...acho que é isso...desculpe se fiz algum comentário errado, mas foi isso que me veio a memória, vou investigar...ótimo assunto...

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